2018
está ali, atrás da esquina. É amanhã.
Então,
se não conseguirmos derrubar a urna eletrônica, ela derruba a gente. Essa é a
prioridade 1.
A
outra, é acabar com o foro privilegiado. Com isso resolvido já dá para pensar
no melhor candidato para a presidência. Como eu espero uma Intervenção Militar,
imagino que poderíamos ter um governo misto: talvez o Bolsonaro como
presidente e as Forças Armadas no poder, juntos.
Seria uma espécie de sociedade patriótica civil-militar.
Precisamos
de um braço forte para aguentar a possível reação do pt ferido de
morte. E de muita independência para impor uma limpeza radical no stf, no
congresso e na câmara. Além de muita creolina para desinfetar a máquina da
justiça, tudo em minúsculas. Além do mst, sindicatos fajutos e congêneres.
Privilégios
mil tem que ser extintos e as decisões do temer, revisadas. Muito do que ele
está chamegando vem dos acordos que fez para se salvar de um eventual processo.
No desespero dele... perigo para todos nós.
Então
o temer tem que ser retirado, com aposentadoria integral, igual à minha: bem
menos que 3 mil. Vale o mesmo para os juízes do stf e os burocratas
milionários da previdência. Tem "bacanos" que ganham 500 mil, 600 mil
mensais.
O Bolsonaro sempre esteve na oposição ao regime.
Tem
mais de 20 anos nessa prática fiscalizadora. E nunca ninguém abriu a boca para
denunciá-lo como corrupto - sobrenome esse da maioria absoluta dos políticos. E
agora, sentindo uma mudança verde-amarela no ar eles devem estar metendo a mão
no que podem. Imagino os achaques que o temer tem que aguentar, nestes dias de
sua máxima fraqueza, garantido só pela grana da corrupção.
O
Bolsonaro podia ser nosso presidente? Talvez sim. Além de honesto, ele é
um sujeito corajoso. Seu phisique du role não é ainda o de um presidente. Mas,
duas coisas: ele pode aprender mais em como se apresentar. E trazer para seu
governo políticos capazes, honestos e rejeitados pelo sistema - exatamente por
essas qualidades. Com as Forças Armadas dando cobertura, tudo seria
mais fácil.
Sua tarefa primeira seria desmontar o frankenstein que hoje é
o Brasil, costurado com pedaços podres do que há de pior no país.
Espero
por isso. Confio nisso. Porque sem isso, não vai sobrar muito do Brasil, se
cair no poço do narco-terrorismo-cubano-comunista-venezuelano que está com a
boca arreganhada, só à espera de um momento de fragilidade
nosso.
Se estou sonhando, faça-me um favor: não me acorde.

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