terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cadê você PM?


Há anos estou nas ruas, começando com os Bombeiros Militares em 2011. Infelizmente ainda não vi mobilização dos Policiais Militares que despertasse respeito, respeito por união, respeito por cidadania.


Mas vejo lideranças se destacarem, como vi o à época soldado Wagner Luiz, o à época Cabo Gurgel, o Major Elitusalem Freitas e o Tenente Da Silva. Cada um com suas particularidades, cada um com seus objetivos, mas todos com ideais. Não vou comentar sobre cada um para não transparecer pessoalidade, fizeram, fazem e vão fazer suas partes neste processo de cidadania dentro da PMERJ.

Wagner Luís

Gurgel Soares

Elitusalem Freitas

Da Silva

Embora não vá falar sobre cada um, vou falar sobre o SOS POLÍCIA, movimento que vem merecendo atenção por sua dedicação em prol da DIGNIDADE, do RESPEITO e da VIDA do Policial Militar; diferente da grande maioria que ainda não se importa com esses pontos.

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O SOS POLÍCIA fez um belíssimo ato em Campo Grande, ato significativo realizado onde ninguém jamais ousou fazer, numa área onde, além do tráfico, os milicianos imperam. E o que vi? Vi criticas dos policiais militares sobre o evento naquele bairro distante. Porra! Distante de que? A única distancia que vejo é o interesse em valorizar as ações do SOS POLÍCIA!


Já fizeram na ALERJ, com pouca presença. Já fizeram em Copacabana, com pouca presença. E agora em Campo Grande, também com pouca presença. Sei que para muitos é difícil por diversas circunstancias esses deslocamentos, mas num universo representativo da categoria policial militar de cerca de 100.000 componentes entre ativos, inativos e pensionista, nem uma centena se faz presente.


Pois bem, passou, amanhã novamente estarão na ALERJ. O objetivo ainda é o mesmo, livrar o Rio de Janeiro da quadrilha PMDB que, apesar das prisões, das denuncias e das provas, ainda persiste em destruir mais e mais o Estado. E junto com seus servidores.

Julio Peres

Vejo junto aos servidores do Estado do Rio de Janeiro outros movimentos aderirem à causa, como os Intervencionistas. Sim, Intervencionistas! A causa não é só dos servidores, é de toda a sociedade fluminense. Como também tá na hora de ver numa Intervenção a única forma de tirar a quadrilha do poder, afinal, eles Legislam.



Amanhã, dia 1º de fevereiro, o SOS POLÍCIA novamente volta à ALERJ, contra as decisões de sacrificar o funcionalismo público, contra a venda da CEDAE e contra o PMDB e parlamentares em conluio nesta ladroagem. Só espero ver o policial militar, que ainda está sem seu 13º salário referente a 2016 e na iminência de perder muito mais.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O atentado terrorista não vem só com bombas e tiros

Atentado TERRORISTA no Brasil – Motorista foi um HERÓI e salvou a vida de 30 pessoas.


Havia pelo menos 30 passageiros no ônibus. Um homem se levantou repentinamente e tentou desviar o coletivo para fora da pista com a clara intenção de causar um capotamento, um acidente de grandes proporções. O motorista lutou, ainda conduzindo o coletivo em velocidade, e conseguiu que o ônibus atingisse a mureta central, reduzindo bastante o impacto. Mesmo assim algumas pessoas se feriram. O terrorista fugiu e foi preso algum tempo depois pela Polícia Rodoviária. Em seus pertences e computador foram encontrados livros religiosos islâmicos e várias publicações sobre grupos radicais islâmicos.

Isso não foi na Síria ou na França, ocorreu no Brasil, na rodovia Presidente Dutra no sábado passado, 21 de janeiro de 2017.


Obviamente o indivíduo carregava toda a literatura provavelmente para que, após o atentado, que também ceifaria sua vida, fosse reconhecido como radical islâmico, ou um lobo solitário, como gostam de ser chamados. Felizmente todos se salvaram graças a rapidez e coragem do condutor do ônibus.

Por que ainda no Brasil temos tanto medo de dar o nome correto às coisas? A intenção seria dar a impressão que o Brasil é um país imune á violência causada por extremistas religiosos?

Não dar o nome certo às coisas nos atrapalha bastante a nos prevenir da maneira correta. Na Europa as pessoas que trabalham em meios de transporte e instalações que lidam com grande fluxo de pessoas já são orientadas para identificar possíveis terroristas. Se observam alguma atitude ou característica suspeita, as autoridades são acionadas para verificar mais detalhadamente. Se a suspeita é infundada o individuo é liberado, se houver fundamento o individuo é preso e vidas são salvas.
Simples assim. Sem melindre, sem frescura, sem o politicamente correto.

LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016.  “ § 1o  São atos de terrorismo: I – …  V – atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa: Pena – reclusão, de doze a trinta anos, além das sanções correspondentes à ameaça ou à violência.”






O que pensa um intervencionista


Pensamos que  uma Intervenção é a forma mais eficaz de restabelecimento da ordem política no Brasil, já que os "encastelados" nos Poderes Constituídos, além de não reverem suas posturas, continuam zombando, roubando e arquitetando maneiras de sacrificar ainda mais os eleitores, os trabalhadores, o povo brasileiro.

Mas uma Intervenção, mesmo que aconteça, não pode se perpetuar. Ela deve só restaurar e se retirar do cenário político. Afinal, estamos no século XXI e não em 1964. Lógico, se houver resistência nossas Forças Armadas estarão vigilantes e combativas aos resistentes, usando meios e força proporcional.



Sou Intervencionista há seis anos, tendo ousado em ações diversas na Vila Militar, ECEME e CML no Rio de Janeiro. Mas não posso repulsar a política, sob o risco de ser um pensante em ditadura militar. Intervenção SIM, mas com DEMOCRACIA também.



Política é uma das mais antigas ciências de que se tem notícia, tendo grandes pensadores na antiguidade, 400 anos antes de Cristo. (Sócrates e Platão).



A obra A República tem como tema central a discussão em torno do conceito de justiça e a sociedade ideal, mas também apresenta vários outros temas tais como: as diferentes formas de governo; as virtudes que devem possuir os governantes e que devem existir na cidade, tais como a sabedoria, coragem, temperança e justiça (PLATÃO, 1993, 427e e seguintes).


Há de se pensar muito, até na possibilidade de uma "Intervenção" já estar acontecendo, veja a Lava-Jato. Mas os caminhos do "devido processo legal" é moroso, os recursos intermináveis e a Justiça não se vê concretizar. Com isso, os "encastelados" no Poder tramam maneiras de anular resistências, eles ainda legislam em causa própria, são eles que fazem as leis, são eles que ditam as regras a serem cumpridas pela Justiça. Ai que mora o perigo.

Não duvido que uma Intervenção seja necessária neste momento, mas após a democracia deve voltar com vigilância dos militares para que os novos personagens da política ciência possam governar com maestria.

O Intervencionista deve pensar nesta possibilidade e se preparar para voltar às urnas com escolhas apropriadas ao novo cenário nacional. Não temos partidos declarados de direita conservadora, temos partidos associados na roubalheira.

Embora estejam criticando os "novos" partidos em formação, há de se avaliar os DIFERENTES, os que se colocam em Estatuto como de Direita. São estes que garantirão a nossa, antes frágil democracia, numa forte democracia. Os candidatos avaliados por sua competência, sua história, sua postura. Os personagens de hoje estarão afastados de vez do cenário político e, de preferencia, presos.

Link: LIGA

Temos muta gente capacitada para gerir os destinos do Brasil, os destinos dos Estado, os destinos dos Municípios, mas, eles hoje não querem ver seus nome envolvidos com a política, que virou "sinônimo" de ladroagem.


Sabem o que é "tapa"? É o equipamento que o cavalo usa para não ver mais nada do que o caminho à sua frente, assim os meandros no caminhos não são perceptíveis. É assim que os "intervencionistas" estão se portando com minhas postagens sobre o Partido que fundamos, o LIGA. Mesmo sem adentrarem na postagem e conhecer do que e de quem se trata, comentam denegrindo o que não conhecem. Sinto muito, estamos no século XXI e uma Intervenção como em 64 não vai acontecer! Não com este povo de bananas, povo de sacanagem, povo de boquinhas. Podemos fazer NOSSA Intervenção! E é a isso que me disponho, intervenção na política. Política não pode ser encarada como coisa de bandidos, nós é deixamos os bandidos se apoderarem dela. Política é uma das mais antigas ciências. Intervencionista, tirem os "tapas" de seus olhos!

Marcelo da Costa Bretas, o algoz de Cabral e Eike

Quem é Marcelo da Costa Bretas, o algoz de Cabral e Eike.

Por que o juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio está sendo comparado com Sergio Moro.

Marcelo Bretas: discreto, ele está à frente do núcleo carioca, cada vez mais importante para a Lava-Jato.

Basta ouvir alguma comparação com Sergio Moro para um sorriso se abrir no rosto do juiz Marcelo da Costa Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. Desde que mandou prender o ex-governador do estado, Sergio Cabral, em novembro do ano passado, essas comparações se tornaram cada vez mais comuns e as semelhanças entre ambos, pelo menos na visão de investigados e réus, realmente existe. Bretas, que atua na vara especializada em lavagem de dinheiro e crimes financeiros, no Rio de Janeiro, acabou se tornando o responsável pelo desdobramento da Operação Lava-Jato no estado, mais especificamente na investigação do “Eletrolão”, um inquérito análogo à operação curitibana, mas que investiga desvios na Eletrobras e na Eletronuclear.

Ainda em 2015, quando surgiu a possibilidade de Bretas ser o responsável por casos de corrupção da Lava-Jato que ocorreram no Rio e não fossem diretamente relacionados à Petrobras, uma empreiteira investigada pediu um perfil do juiz para seus advogados. A conclusão apresentada, adiantada pelo jornalista Anselmo Gois, do jornal O Globo, foi a de que o juiz carioca “é tão honrado e preparado como Sérgio Moro, só que, ao contrário do curitibano, não é um ativista político”.

Nas sentenças, Bretas mostra correspondências com Moro. Assim como o paranaense, é um admirador da maneira como a justiça americana opera. Meses antes de se tornar responsável pelo atual processo, passou quatro meses nos Estados Unidos estudando como as coisas funcionam por lá. Repete que, lá, a Justiça é mais respeitada e efetiva, mas é otimista, dizendo que o Brasil está no caminho. A animação, em boa parte, ressurgiu depois do julgamento do Mensalão e de que a Lava-Jato passou a trazer resultados mais efetivos.


domingo, 29 de janeiro de 2017

É interessante você se ligar no LIGA


Ainda na fase de gestação, as pessoas as quais o LIGA era apresentado comentavam: "mais um partido?" Respondíamos: "não! Um partido diferente!".

E assim fomos coletando interesse das pessoas, o LIGA não foi idealizado por políticos que almejam ter um partido para chamar de seu. Foi idealizado pela base, pelos que sofrem as consequências da política de interesses mesquinhos, pelo eleitor que não vê outra saída que não seja tomar para si as rédeas de suas vidas, tomar para si o poder de traçar políticas voltadas ao povo. LIGA, um Partido para chamar de NOSSO!

A LIGA é um partido vindo do povo, formado por pais, mães, filhos, estudantes, trabalhadores, profissionais liberais, funcionários públicos civis e militares enfim, gente que acorda cedo todos os dias para pegar no batente e gerar riquezas para o nosso país. A LIGA tem como objetivo organizar e capacitar a população a lutar contra ideologias de gênero, totalitárias como o comunismo, socialismo, bolivarismo e congêneres.
Link: LIGA Estatuto
Link: LIGA Apoiamento

Nesta segunda reunião do partido no Centro de Convivência de Senador Camará, onde temos nosso Secretario Nacional de Ação Social, Robson de Castilho, o "Robinho Pelé", como é conhecido na comunidade que transforma com suas ações, o contato com diversas comunidades do Rio de Janeiro foi feito e, se mostrando dispostos com o que ouvem e veem, ousar na busca de assinaturas de apoiamento.

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Pelé transforma, assim como transformou um local de consumo de drogas e prostituição num Centro Social que transforma pessoas em cidadães, transforma crianças em esportistas com condições de disputar a vida com chances de vencer.


A diferença do LIGA já é percebida na maneira como se conduz, jamais uma reunião se inicia sem honrar nossa Pátria, nossa cidadania. O Hino Nacional sempre se fará presente.

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Como também lembrar sempre as mazelas do mundo, como o holocausto, pois, recordar é o antidoto mais forte contra o esquecimento e a indiferença.

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Vários diretórios se fizeram presentes:


Estado de São Paulo - Bolívar Fundão Filho
Duque de Caxias - Jorge Araujo, também Vice Presidente Estadual
Araruama - Jones Carlos
Itaguaí - Alexandre Arruda Guerato
Rio de Janeiro - Valeriano Tiburcio
Guapimirim - Ariane Calazans
Núcleo Feminino - Milene Silva Ferreira


Na reunião foram empossados pelo Presidente do LIGA Estado do Rio de Janeiro e Vice Presidente Nacional, Edival Anchieta, o Secretário Estadual - Alex Amorim e de Articulação - Paulo Chaves.

Álbum de fotos no Facebook

O LIGA desde seu inicio vem sofrendo dificuldades, dificuldades criadas para impedir sua legalização. Eles, os partidos existentes, procuram com as pessoas alocadas em pontos chaves, embarreirar um Partido diferente e não permitir que o pobre, o humilde, o trabalhador honesto, o das comunidades, ascendam ao governo e, com suas ações, mostrem que tudo estava errado. Podemos e vamos fazer diferente, fazer o certo!

                            Vicente Reis, no centro da foto

Citamos o empresário da construção Civil Vicente Reis, que desde o inicio acreditou e investe no LIGA. Investe porque acredita que mudanças podem e devem acontecer sem precisar de medidas drásticas em nossa ainda frágil democracia, ela pode ser fortalecida com credito em quem pode fazer acontecer. E o LIGA veio com este propósito. 

Nesta segunda reunião no Centro de Convivência de Senador Camará foi destacada esta fase do Partido, a captação de assinaturas de apoiamento. Talvez a fase mais espinhosa, pois deparamos sempre com a mesma interrogação: "mais um partido?" Esta questão foi colocada para confundir o eleitor e possíveis apoiadores, duvidar que mais um partido possa ser a solução. Mas é só ver no que se tornou a política atual para concluir, de imediato, que esse "mais um partido" pode ser a diferença entre a bancarrota e o sucesso. O LIGA não é um novo partido, é o Partido diferente.

Finalizando com o Presidente Nacional do LIGA - Marcelo Machado com suas considerações sobre o Partido e as assinaturas de apoiamento.

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Como não poderia deixar de ser num Partido declarado em seu Estatuto ser de Direita, finalizamos com a oração que Ele nos ensinou.







sábado, 28 de janeiro de 2017

O "eixo" do mundo tende para a Direita!

Serra critica o muro de Trump e toma várias tijoladas de seus leitores.

O Ministro das Relações Exteriores e (novamente!) pré-presidenciável José Serra usou suas redes sociais para criticar a construção de novos trechos de muro na fronteira dos EUA com o México, promessa de campanha do presidente Donald Trump que começou a ser cumprida. O que ele não esperava é que seus seguidores o atacariam duramente, vendo no post um ato demagógico, informa o blog Reaçonaria.


Já é vergonhoso o suficiente levar pito de seus próprios seguidores, mas tudo se torna ainda mais vergonhoso quando se ocupa um cargo de tamanha importância como o de chanceler.
O problema de pessoas como José Serra é que elas parecem não entender umas coisinhas básicas, como o fato de que no atual momento o povo está de saco cheio das narrativas de esquerda ou de extrema-esquerda. Mesmo que ele pense o que disse, não é o tipo de coisa inteligente a se dizer. É preciso entender o zeitgeist.
O povo brasileiro – assim como o americano – quer proteção de fronteiras, especialmente porque na situação atual todos morrem de medo do terrorismo. Se o controle da fronteira vai ou não funcionar, ou se ele é certo ou errado, do ponto de vista popular isso pouco importa. Criticar o muro, nesse momento, é um péssimo frame.
A verdade é que a população está temerosa, e figuras como Serra poderiam aproveitar muito bem o momento se, em vez de continuarem insistindo em discursos demagógicos de esquerda – porque Serra é mesmo de esquerda -, eles passassem a ler a realidade e agir de acordo com ela. Até o PSOL já entendeu isso, mas Serra aparentemente não. Não é a toa que tenha perdido uma eleição para Dilma Rousseff, que é totalmente desarticulada.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

27 de janeiro, Dia da Memória pelas Vitimas do Holocausto.



No dia 27 de janeiro de 1945, as tropas do Exército soviético destruíram a entrada do campo de concentração de Auschwitz, na atual Polônia, e, desde então, a Europa faz uma série de celebrações para lembrar os horrores do Holocausto nazista.
O Dia da Memória pelas Vítimas do Holocausto contará com uma celebração em um dos locais das atrocidades da Segunda Guerra Mundial, o campo de concentração de Auschwitz, mas a Itália também lembra o episódio com eventos e mostras fotográficas sobre o tema.

O Dia da Memória pelas Vítimas do Holocausto contará com uma celebração em um dos locais das atrocidades da Segunda Guerra Mundial, o campo de concentração de Auschwitz.

"Recordar é o antídoto mais forte contra o esquecimento e a indiferença, e o instrumento mais importante para traçar uma nova estrada", disse a prefeita de Roma, Virginia Raggi, durante uma celebração com estudantes de escolas da capital italiana. Há cerimônias ainda em Florença, Veneza e Milão.

Em Roma, uma mostra que lembra o sofrimento das pessoas nos campos de concentração nazistas e a vida dos sobreviventes, feita pelo fotógrafo Simone Gosso, também está ocorrendo na capital.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, divulgou uma mensagem pelos 72 anos do fim dos campos de concentração e lembrou que "nesses tempos desafiadores, a memória não é apenas uma lembrança do passado, mas é o compasso para não repetir os mesmos erros no futuro, sem cair nas mesmas armadilhas que fizeram com que permitíssemos que a discriminação e o ódio se espalhassem".

Não repedir no presente os erros do passado? A esquerda não se comove como não aceita que o holocausto tenha acontecido, como também não se comove com o massacre de cristãos que acontecem nos dias de hoje na Síria. Como seus similares terroristas que assassinam pessoas pelo mundo e também desconhecem o holocausto, são “gêmeos siameses”.

Manifesto da Liga Democrática Liberal – LIGA


O castigo para aquele que não se envolve em política é de ser governado por seus inferiores.
Platão (428 a.c. – 347 a.c.)
NÓS, O POVO”, este é o preâmbulo que inicia a Constituição dos Estados Unidos da América, já indicando que a Carta Magna Americanarepresenta a vontade soberana do povo, dando as diretrizes mestras que norteiam até os dias atuais a grande nação democrática da América do Norte, um governo “do povo, pelo povo e para o povo”, como assim descreveu Abraham Lincoln em seu mais célebre discurso em Gettysburg, na fase final da Guerra Civil Americana.
Um grande diferencial do povo Americano em relação aos seus pares nas demais nações do Continente Americano é a grande consciência de seu povo para com a importância da participação política que os cidadãos devem ter para com o futuro de seu país, isso inclui lutar por seus direitos, exigir seriedade e compostura de seus representantes políticos e exigir ainda mais do que isto, incluindo também a idoneidade, dos membros do poder judiciário.
Em verdade, os Founding Fathers (Pais Fundadores) dos Estados Unidos, inspirados nos Dois Tratados sobre o Governo, de John Locke, versando sobre Contrato Social entre governo e sociedade e na garantia dos direitos básicos à vida, à liberdade e à propriedade, previram um sistema de governos tripartite (Executivo, Legislativo e Judiciário) conforme predito por Montesquieu, com sistemas de pesos e contrapesos inspirados nos tratados do Greco-Romano Polybius durante a Roma Republicana Antiga, que foram aperfeiçoados durante os já dois séculos de existência dos EUA e se tornaram referência para todas as demais nações do mundo ocidental.
Todo homem deve ser um soldado. Assim era com os gregos e romanos e assim deveria ser em todo Estado livre.
Thomas Jefferson (1743 – 1826)
Isto foi possível apenas graças aos EUA contarem em seu nascedouro com grandes homens de visão, cidadãos oriundos do povo, admiradores daGrécia e da Roma Republicana Antiga, que souberam adaptar os conceitos clássicos de vida, liberdade, igualdade e propriedade com os valores daCommon Law (Lei Comum) que herdaram de seu passado colonial Inglês.
Eu prefiro uma liberdade perigosa à paz da escravidão.
Thomas Jefferson (1743 – 1826)
Seguindo o conselho deixado por Platão, os Americanos se envolveram em política desde seu nascimento colonial e foram soldados, verdadeirosFilhos da Liberdade, quando assim se fez necessário, para se insurgirem contra a tirania, quando homens inferiores os tentaram escravizar.
Pouco mais é necessário para erguer um Estado, da mais primitiva barbárie até o mais alto grau de opulência, além de paz, de baixos impostos e de boa administração da justiça: todo o resto corre por conta do curso natural das coisas.
Adam Smith (1723 – 1790)
Porém, não foi apenas de guerras e lutas que os Estados Unidos se fizeram, pois desde o início o espírito do direito à vida, da liberdade individual, dolivre arbítrio e do livre empreendedorismo se fez presente na alma de seus cidadãos. Isto aliado aos impostos e taxas justas, instituídas pelo governo democrático, e que não sufocam o povo, mas garantem o necessário para as importantes atividades regulatórias que se espera sejam desempenhadas pelo Estado controlado pela vontade do povo, pois somente assim os frutos do suor dos seus próprios rostos, de seus trabalhos árduos e dedicados, valerão apena e permitirão o progresso social e econômico de todos os cidadãos.
Infelizmente, ao contrário do que ocorreu com EUA, no Brasil, desde o seu nascimento colonial até os dias atuais, os cidadãos sempre foram vitimas da mão invisível, mas poderosa e opressora do Estado Babá e Paternalista, inicialmente do Estado Português até a nossa “independência” e, a partir desta, pelo próprio Estado Brasileiro até os dias atuais. Não há diretrizes mestras ditadas pelo povo, mas sim meretrizes mestras escarradas por nossospretensos governantes que, apesar de democraticamente eleitos em alguns momentos de nossa turbulenta história, apenas se preocupam com as suas próprias reeleições ou seus cargos privilegiados, que não conseguem deixar de se portarem como políticos para passar a se portarem como estadistas após as eleições; que ano após ano, década após década, não cassam de nos castrar em nossas liberdades individuais, em nosso direito de livre-arbítrio e em nosso livre empreendedorismo, além de se apropriarem de nosso dinheiro com impostos cada vez mais altos e inclementes que fariam o Imposto do Quinto da época dos Inconfidentes Mineiros parecer mera esmola para mendigo na porta da igreja.
Para piorar ainda mais a nossa situação atual, nos últimos 22 anos os sucessivos governos de esquerda que se alternam no poder cuidam de, silenciosamente, implantar um sistema de opressão e revogação das liberdades individuais dos cidadãos sob o pomposo rótulo da defesa dos Direitos Humanos ou, que seja, Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH) em suas mais diversas versões, e que possuem como metas subjetivas principais: Policiamento da Linguagem Falada e Escrita e dos Costumes Tradicionais, Fim do Conceito de Família Tradicional, Fim do Pátrio-Poder dos Pais sobre seus Filhos com a intromissão ideológica do Estado, Subversão Ideológico-Partidária e Ideologia de Gênero pregados nas escolas desde tenra idade, Desarmamento da População Civil, Revisionismo Histórico sob a ótica esquerdista, Cotas e Privilégios sob o argumento de “Compensações Históricas”, Enfraquecimento das Forças-Armadas e Dissolução e “Federalização” das Polícias Estaduais (principalmente das Polícias Militares), Fomentação do Ódio entre Classes, Raças e Gêneros, Políticas de Confisco de Terras no Meio Rural sob a desculpa de “Demarcações de Terras Indígenas e Quilombolas” e, por fim, Incentivo à Desagregação Social como prenúncio para uma etapa de Conturbação e Conflagração Revolucionária tanto nas Zonas Urbanas como nas Zonas Rurais.
O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros.
Margareth Thatcher (1925 – 2013)
De forma infeliz, o conceito de Direitos Humanos foi sequestrado pelas esquerdas e deturpado até a alma ao ponto de ser pejorativamente chamado de “Direito dos Manos”, numa alusão ao fato de que para as esquerdas existem dois tipos de indivíduos: 1º) Aqueles de “pedigree” que se tornam “bandeiras” para serem desfraldadas e carregadas, assim como os ditos “Mártires do Hamas”, para serem usadas como pautas de reivindicações das mais diversas; 2º) O resto, que não se enquadra na categoria anterior, e que deve ser tratado com pária e relegado ao esquecimento e sem nenhum direito adicional, principalmente nenhum Direito Humano.
Aos grupos ditos “historicamente prejudicados”, a esquerda concede uma série de privilégios com o dinheiro publico e alheio, porém a história mostra sabiamente que fazer bondades com o dinheiro dos outros é uma política “social” que se encerra quando as fontes de recursos monetários, públicos ou privados, chegam ao seu final, e invariavelmente isto, cedo ou tarde, sempre ocorre. E, quando isto ocorre, inevitavelmente as esquerdas rapidamente elegem os seus inimigos internos e externos, os conspiradores reacionários de direita aliados dos EUA, querendo buscar bodes-expiatórios para justificar a falência do modelo de paraíso na Terra que elas tanto defenderam e que se mostrou insustentável no final. Daí para aDitadura do Proletariado (ou seja, o governo dos Amigos, Irmãos e Lideres), é apenas um passo!
As ideologias de esquerda representadas por movimentos como o Socialismo, o Comunismo Marxista-Leninista, o Nazismo, o Fascismo (estes dois últimos rotulados como “de direita” de forma propositalmente errônea), o Populismo, o Progressismo, o Bolivarianismo, e todas as nuances destes, não passam de cabeças da mesma Hidra de Lerna que tem como corpo o Coletivismo, a ideia de que a propriedade privada e as liberdades individuais dos cidadãos devem ser abolidas em prol de uma utópica sociedade perfeita do futuro, onde o Leviatã, representado pelo Estado, cuidará de todos. Em busca desta “sociedade perfeita”, as ideologias de esquerda, à ferro e fogo, esmagaram e ceifaram a vida de mais de 100 milhões de almas, quer estas tenham feito oposição ou não àquelas, apenas durante o século XX.
Os homens não podem melhorar a sociedade ateando-lhe fogo: eles devem buscar suas antigas virtudes e trazê-las de volta para luz.
Russell Kirk (1918 – 1994)
Em contraponto, as modernas democracias liberais clássicas-conservadoras, surgidas no ocidente, seguindo o modelo capitalista proposto por Adam Smith, foram o eixo para o grande progresso social e humano ocorrido nos dois últimos séculos. Somente graças aos avanços na produção em massa foi possível o barateamento dos produtos antes considerados como “artigos de luxo” para torna-los acessíveis ao público em geral, somente o desenvolvimento do agronegócio nestas democracias permitiu a maior eficiência da área plantada das lavouras e da criação extensiva de gado com a expansão da produção alimentícia no mundo com menor agressão ao meio ambiente, somente a liberdade existente nestas democracias permitiu a livre troca de ideias e o progresso da ciência, somente o respeito à propriedade privada nestas democracias permitiu a segurança jurídica necessária para que os cidadãos libertassem todo o seu espírito de empreendedorismo, foi nestas democracias que surgiu o conceito dos direitos para todos os seres humanos e foram estas democracias que salvaram a humanidade do Nazifascismo e do Comunismo no passado e a salvam no presente ante a escravidão e o terror representado pelas forças do islã fundamentalista e extremista.
E foi também nestas modernas democracias liberais clássicas-conservadoras que nasceu a Política da Prudência, que é uma antítese às políticas fomentadas pela retórica ideológica tanto à esquerda como à direita do espectro político, porque o movimento conservador não é uma ideologia, mas é um muro que impede a ideologização daqueles que seguem o seu princípio, através de exemplos de pessoas e ações focadas na prudência, pois o conservador não é um revolucionário que busca criar o Paraíso na Terra, mas um ser que procura cuidar das heranças de seus ancestrais e fazer uso delas da melhor maneira possível de forma a fomentar as boas relações entre os homens.
Em oposição a tudo o que as modernas democracias liberais clássicas-conservadoras criaram, os movimentos revolucionários de esquerda procuram de toda forma destruir tudo aquilo que consideram como “produtos da sociedade capitalista e decadente”, lógico sem abrir mão dos confortos modernos proporcionados pelo capitalismo, e em sua sanha destruidora passam a apoiar quaisquer grupos ou países que eles considerem os grandes heróis combatentes dos males da humanidade, em especial contra o “grande satã Americano” e o “grande satã de Israelense”.
Em resumo, apoiam grupos ou regimes ditatoriais que não hesitam em cometer assassinatos, massacres e genocídios, e que, curiosamente, matariam os membros desses mesmos movimentos revolucionários de esquerda se os mesmos vivessem nos países governados por esses grupos ou regimes ditatoriais.
Se os palestinos baixarem as armas, haverá paz. Se os israelenses baixarem as armas, não haverá mais Israel.
Golda Meir (1898 – 1978)
Neste contexto, o Estado de Israel se posiciona como a ponta de lança em defesa dos valores da civilização ocidental e judaico-cristã, uma luz frente ao obscurantismo do islã fundamentalista e extremista. Defesa esta que desperta a irá dos movimentos e da mídia de esquerda, que fazem uma campanha difamatória global contra Israel quando este revida aos ataques covardes, perpetrados por terroristas islâmicos, contra o povo judeu, sob o argumento de desproporcionalidade de forças, mas se calam ou, em muitos casos, até comemoram tais ataques afirmando que os habitantes de Israelfizeram por merecer o sofrimento que lhes é afligido pelo terror extremista islâmico.
Simplesmente aquilo que os movimentos de esquerda e a mídia esquerdista ocidental desejam, sob o rótulo de “caminho para a paz”, é a rendição deIsrael, o desarmamento unilateral de sua população e o seu consequente extermínio, pois se um dia Israel abrir mão de suas armas, o povo judeu será exterminado pelos países hostis que o cercam.
Israel não é o que está errado no Oriente Médio. Israel é o que está certo no Oriente Médio.
Benjamin Netanyahu (1949 – )
É necessário que os povos do ocidente entendam que nunca existiu uma “Primavera Árabe”, que foi apenas um slogan, fruto uma propaganda criada pela mídia esquerdista ocidental; que não existem democracias “iliberais” árabes; e que a única democracia que existe no Oriente Médio é Israel, o único país daquela região onde até mesmo a população árabe-israelense é tratada com os mesmos direitos dos israelenses de origem judaica, assim como ocorre com todas as vertentes do cristianismo que habitam em Israel, sendo que Israel é o país daquela região que mais contribui nos dias atuais para o desenvolvimento científico e tecnológico da humanidade e que é o país que mais possui cientistas laureados com prêmios Nobel. Em suma, o que está errado no Oriente Médio não é o Estado de Israel!
Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades.
Benjamin Franklin (1706 – 1790)
Uma das peças-chaves garantidoras da existência e da liberdade de Israel, assim como acontece nos Estados Unidos e na Suíça, é a liberdade e o direito que seus cidadãos possuem para ter e portar armas. Para os Americanos isto é ainda mais sagrado, pois foi através das armas que seus antepassados conquistaram a liberdade.
Para o cidadão Americano, o conceito das armas representarem a liberdade vem desde a época de sua independência, assim como as consideram como a força garantidora de todos os demais direitos que possuem, inclusive um dos mais universais deles depois do direito à vida, a liberdade de expressão, por isto não é de se espantar que a 2ª Emenda que lhes permite a posse e o porte livre de armas vem logo depois da 1ª Emenda.
No Brasil, infelizmente, desde os tempos coloniais o direito à posse e ao porte de armas pelos cidadãos vem sendo sistematicamente perseguido, passando pela Ditadura Vargas e pelo R-105, e culminando com a mais malévola de todas as restrições impostas aos cidadãos de bem, o infameEstatuto do Desarmamento.
Um episódio singular da História Brasileira mostra que em termos de política desarmamentista o Brasil já beira até o ridículo, quando, em 1930,Lampião, o Rei do Cangaço, chegando à cidade de Umbuzeiro e confundindo o Sr. José Batista com o Major Juarez Távora, comandante das forças nordestinas apoiadoras do ditador Getúlio Vargas, cumprimentou a este pela “bondosa colaboração” que lhe foi prestada ao desarmar a população sertaneja do Nordeste Brasileiro.
Isto salta ainda mais os olhos se lembrarmos de que, em 1927, Lampião e seus cangaceiros foram rechaçados e expulsos quando tentavam invadir a cidade de Mossoró, da qual fugiram sob uma chuva de balas para nunca mais voltarem lá. Os marginais que nos dias de hoje explodem bancos nas cidades do interior do Brasil, armados com fuzis de assalto de alto calibre, com certeza iriam cumprimentar os responsáveis pelo Estatuto do Desarmamento, que desarmou todas as pessoas de bem dessas pequenas cidades do interior, enfraquecendo até mesmo as forças policiais.
As armas de fogo estão em apenas em segundo lugar importância na Constituição; são os dentes da liberdade do povo. Um povo livre precisa estar armado.
George Washington (1732 – 1799)
Ao contrário do que os intelectuais de esquerda, as ONGs desarmamentistas e a mídia esquerdista de um modo geral tentam nos fazer crer, um povo armado é um povo educado e seguro. Mais armas nas mãos dos cidadãos de bem representam menos crimes e uma sociedade mais segura e oexemplo dos EUA, onde a posse e o porte foram cada vez mais liberados, com reduções nas taxas de crimes nos dias atuais à níveis experimentados nos anos 60 do século passado provam o quão falacioso é o Canto da Sereia do Desarmamento Civil.


A LIGA DEMOCRÁTICA LIBERAL – LIGA faz aqui seu juramento de defender os ideais da civilização ocidental e judaico-cristã, na defesa da democracia liberal clássico-conservadora ocidental, na defesa das liberdades individuais e do direito à vida e à propriedade, na defesa das tradições brasileiras e da família tradicional, e na defesa perpétua a liberdade de expressão e do direito à posse e ao porte de armas pelos cidadãos de bem, na redução do Estado e no fim de sua intromissão na vida dos cidadãos e do combate perpétuo e sem descanso de todas as ideologias coletivistas, totalitaristas e extremistas que ameacem à pátria brasileira.

Marcelo Santos Machado
Presidente Nacional da LIGA / Presidente do Conselho de Fundadores