A esquerda sempre
precisou de dinheiro, de muito dinheiro para se sustentar.
A direita por
sua vez, não.
Isso porque a direita é composta de adolescentes que
estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens, pouparam quando
adultos, e portanto se sustentar não é um grande problema.
A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e
nos cafés filosóficos.
A esquerda sempre viveu do dinheiro dos outros.
Karl Max é o seu maior exemplo, sempre viveu
às custas de amigos, heranças e do companheiro Friedrich Engels.
Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado,
inclusive os empresários esquerdistas que votam no PT e PSDB e vivem às custas do BNDES.
Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países
inteiros.
China, União Soviética, Cuba, por exemplo, onde a esquerda
se locupletou anos a fio com Dachas e Caviar.
Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade
do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó.
Foi essa a verdadeira razão do fim do muro de Berlim.
A esquerda faliu os Governos que eles apoderaram.
No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e
Municípios, e também conseguiu quebrá-los.
Socialistas Fabianos como Delfim Netto, FHC, Maria da
Conceição Tavares ainda vivem às custas do Estado com duas ou mais
aposentadorias totalmente imorais.
Só que o dinheiro grátis acabou.
Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar
e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia.
Mas graças à Sergio Moro, até esse canal se fechou para a
esquerda brasileira.
Sem a Petrobras, as Estatais, o BNDES, o Ministério da
Previdência, o Ministério da Educação, a esquerda brasileira não tem mais quem
a sustente.
O problema da esquerda hoje é outro e muito mais sério.
Como esquerdistas irão se sustentar daqui para a frente?
Como artistas plásticos, professores de Filosofia e Estudos
de Gênero da FFLCH, apadrinhados políticos, vão se sustentar sem saberem como
produzir bens e produtos que a população queira comprar?
Que triste fim para todos vocês que se orgulhavam de
pertencer à esquerda brasileira.

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