A
deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) publicou neste domingo (28) um vídeo
que viralizou na internet e no qual ela se defende da condenação na Justiça do
Trabalho. O processo impediu a parlamentar de tomar posse como ministra do
Trabalho no governo de Michel Temer.
No vídeo, a deputada afirma que não tinha conhecimento da dívida
trabalhista com os dois motoristas que empregou sem assinar carteira de
trabalho e sem pagar os benefícios devidos.
"Eu juro pra vocês que eu não achava que tinha nada pra
dever para duas pessoas que entraram contra mim e vou provar isso em breve.
Todo mundo tem direito de pedir qualquer coisa na Justiça. Qualquer um pode
pedir qualquer coisa abstrata, o negócio é o seguinte: quem é que tem direito?
Ainda mais na Justiça do Trabalho. Só quero saber o seguinte: 'quem' pode
passar na cabeça das pessoas que entram contra a gente em ações
trabalhistas?", questiona Cristiane, sendo apoiada por quatro homens que
estão com ela. "Tô com você, doutora", "Ação trabalhista toda
hora a gente tem", diz um dos apoiadores da parlamentar.
A
tentativa do governo de nomear Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho
se arrasta desde o início de janeiro, quando o juiz Leonardo da Costa Couceiro,
da 4ª Vara Federal de Niterói, suspendeu, em decisão liminar, a posse da
deputada. Na sequência, Cristiane e o governo perderam diversos recursos no
Tribunal Regional Federal e tiveram a posse negada pela presidente do Supremo
Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia.
O governo e o PTB, partido de Cristiane, ainda aguardam uma
decisão do Plenário do STF.
Sacanagem da Justiça Trabalhista, condenar Cristiane Brasil sem ao menos intima-la a tomar conhecimento e
apresentar defesa. Ora, é pensar que o povo é otário mesmo em acreditar nisso. Além dos dois motoristas há também a noticia de uma empregada doméstica que trabalhou para a dePUTAda sem que ela recolhesse suas contribuições previdenciárias.
Em 2005, houve uma audiência de
conciliação entre a empregada e Cristiane, que reconheceu os direitos de
Sebastiana e combinou um pagamento de R$ 500 para que o processo fosse
arquivado. Será que ela embora presente na audiência de conciliação também não tinha conhecimento?
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