quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

O "Partiu Guerra"!


Há quase três anos atrás convoquei a tropa para "limpar a Maré do crime" e fazer a UPP funcionar como deveria.
Fui execrado pela mídia, respondi mais de dez procedimentos administrativos, tomei mais de 60 dias de cadeia no total, com 25 ainda a cumprir, fui submetido a dois conselhos para julgar se "posso permanecer na corporação";
Ontem vimos como está a UPP, me coloco novamente a disposição para servir a população do RJ na linha de frente, ao lado da minha tropa, sabendo dos riscos, disposto a levar centenas de tiros de fuzil sobre nossas cabeças, granadas e molotovs...
Só peço que o secretário nos anistie por emitirmos opiniões diversas da do sistema, e que Deus nos proteja!





Ele convocou quem estivesse disposto a combater junto a ele, milhares responderam ao seu chamado. Responderam por confiar nele como Comandante, não por imposição dos atuais que não são confiáveis.

Viatura da PMERJ passa por traficantes armados de fuzil e nada podem fazer.

Março de 2015, um bem motivado vislumbrou a possibilidade de colocar um oficial realmente combatente, que não cedesse às exigências do tráfico e da população envolvida. Foi o suficiente para um "jornaleco" do grupelho "GLOBO" LIXO começar a se manifestar.

No dia 13 uma matéria, só para sondar o Major. 

Michel Augusto Mikami, 21 anos. Morto com um tiro na cabeça.

SIM! Não há outro nome para quem vai combater numa região como as favelas (cumunidades) do Rio de Janeiro, na Maré j´pa foram mortos incontáveis policiais, Força Nacional, Exercito Brasileiro, viajantes que erram o caminho e até um Desembargador que transitava pela Avenida Brasil. Tudo sem solução efetiva com prisão, julgamento e condenação dos culpados. É “Partiu Guerra” SIM, comunidade em que ´polícia morre se não prestar obediência a vagabundo e vagabundo não é alcançado pela Justiça, é território em guerra declarada contra o Estado, contra a Sociedade.

No dia 14, já com informações sobre o Major PMERJ, outra matéria, desta vez partindo para a desinformação.


É esse que eu quero! Se ele estivesse em Comando naquela UPP, certamente vagabundo pensaria muitas vezes antes de atacar policiais ou sociedade, seria o Estado agindo.
Depois disso o Major Elitusalem Freitas se tornou o alvo preferido dos “jornalecos” e da política de esquerda do Rio de Janeiro, tudo com a aquiescência de Oficiais Superiores da PMERJ que colocaram o capacitado Major em diversos procedimentos e com a inclinação de obedecer aos anseios da política de vagabundos que é fazê-lo perder sua Patente. Depois, estes oficiais responsáveis em “eliminar” o Major Elitusalem Freitas, continuando essa corja de pilantras no Poder do Estado, certamente serão os futuros comandantes geral e secretário de segurança.
Torçamos para que não consigam exito em afastar este Major da Corporação, pois, num futuro governo sério e comprometido com a Segurança Pública, ele terá seu lugar de destaque e vagabundo, seu lugar na cadeia ou no cemitério, só vai depender deles. 

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