Houve uma época que só cabos e soldados eram assassinados, eram
os que estavam mais à frente da atividade fim. Com o tempo os sargentos também
estavam sendo mortos, já que a violência aumentou não poupando matar de folga
ou de serviço. Tempos depois os oficiais também estão sendo mortos, mas ainda
não chegava aos mais altos postos.
Então nos dias de hoje chegou, não só Coronéis
da Polícia estão sendo mortos, de serviço ou não, mas também os Delegados de
Polícia Civil.
A escalada da violência aumenta e, embora sejam em numero bem
inferior aos efetivos das polícias, os Promotores de Justiça e Juízes também estarão
sendo mortos ao serem identificados num assalto, numa abordagem de bandidos ou
simplesmente em seu local de trabalho.
Lembrem-se, em casos recentes, uma juíza
foi assassinada no Rio de Janeiro, um acusado tentou incendiar uma magistrada
numa audiência de julgamento em São Paulo e também numa audiência de julgamento
no Rio Grande do Sul, comparsas do acusado tentaram resgatar o preso fazendo
disparos contra uma juíza, sendo salva pelo policial que estava na condição de
testemunha.
Espero que cheguem aos políticos, seria um favor a sociedade, mas
não acontecerá. Políticos fazem parte também de quadrilha de criminosos e
criminosos se defendem mutuamente. Enquanto não chegar a eles, políticos,
nada de positivo se vê fazer para neutralizar a onda crescente de extermínio da
polícia e da sociedade.
Cabo Edson Junior, Cabo Rene, Delegado Fabio Monteiro,
Subten Ferreira, Ten Teodoro, Subten Sousa, Subten Serrão, Sd Driele, ....
E tantos outros, anos se passam e o rastro de sangue se perpetua entre nós.
E tantos outros, anos se passam e o rastro de sangue se perpetua entre nós.
Qual seria a solução?
Seria a aplicação da Lei de Talião, olho por olho
dente por dente?
Seria a resposta imediata com operações sufocando toda
a facção do local, para a própria julgar e executar o nosso executor?
Sim meus amigos, todos queremos respostas e se o
Estado não garante a vida dos agentes garantidores, estes terão que se unir
verdadeiramente para não permitir a perpetuação da salva de tiros, a entrega da
Bandeira Nacional e mais uma descida de caixão.
Ten PMERJ RR Da Silva



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