sábado, 17 de fevereiro de 2018

Intervenção Federal, um engodo para o cidadão carioca.

Sobre a Intervenção Federal no Rio de Janeiro, mais um engodo para o cidadão carioca.


Bem, mesmo concordando com o pronunciamento abaixo do Deputado Estadual Flávio Bolsonaro, não posso deixar de lembrar que ele em momento algum criticou o Comando de Exército por aceitar essa “intervenção” mentirosa e levar nossos militares de encontro com a MORTE e TOTALMENTE desguarnecidos juridicamente. Bem, os que ficarão expostos a violência são justamente os praças (temporários ou de carreira), que sequer conseguem autorização de seus comandantes CAGÕES para adquirirem uma arma de fogo de uso permitido para sua proteção e de seus familiares.
Mas esses mesmos militares podem portar uma arma “brasonada” de calibre restrito como um fuzil FAL 7,62 mm e a Pistola 9 mm, mas, não têm o direito de comprar um revólver calibre .38 de uso permitido.
Marcelo Machado Militar E.B

Pronunciamento do Deputado Flávio Bolsonaro.


Óbvio que qualquer ajuda é bem-vinda, mas não podemos cair na armadilha de acreditar que os militares resolverão o problema da insegurança pública no Rio.
Em missões de paz, como no Haiti, o Exército possuía a autorização legal para eliminar elementos hostis, enquanto aqui os militares sequer terão poder de polícia.
Muitos deles, por serem sodados e cabos temporários, trabalharão armados com fuzis e voltarão para suas casas – não raro em comunidades carentes dominadas por traficantes – absolutamente na mão, desarmados.
Enfrentarão o mesmo dilema imposto todos os dias a nossos policiais estaduais: se atirar pode ser preso, se não atirar pode acabar morto. Quem diz isso são eles, a tropa! São os soldados, cabos e sargentos que estão todos os dias nas ruas dando as próprias vidas pela nossa segurança.
Enquanto os dirigentes de segurança pública do Estado insistirem em ouvir pseudoespecialistas, que se intitulam defensores dos direitos humanos, em detrimento de policiais, nada mudará.
Poderiam ter feito o dever de casa, desde atualizar o regulamento disciplinar militar – cuja má interpretação facilita o assédio moral para com subordinados – passando por extinguir várias UPPs ineficientes e que expõem o policial a elevado risco de morte – conforme estudo da própria Polícia Militar – redistribuindo seus efetivos para os locais onde mais ocorrem os crimes violentos, até garantir o mínimo necessário para que a Polícia Civil saia do estado de absoluta inanição, de maneira a promover investigações robustas, garantindo que marginais altamente perigosos apodreçam na cadeia.
O Estado não tem condições de garantir segurança a todos e ainda impede que o próprio cidadão, que assim o queira, faça a autodefesa de sua vida e de sua família com uma arma de fogo. Ouvir o governador defender nova campanha de desarmamento da população ordeira a essa altura do campeonato é, ante a absoluta falência do “estatuto do desarmamento” – que só colaborou para o empoderamento de bandidos – a constatação de como seu governo está completamente perdido.
Demorou a intervir na secretaria de segurança para exonerar Beltrame, em 2016, nomeou para seu lugar alguém envolvido emocionalmente com o esgotado projeto das UPPs e deu margem para conveniente intervenção política do governo federal. O Rio continua lindo, mas em estado terminal, a espera de um milagre ou de um novo governo – o que vier primeiro.
FLÁVIO BOLSONARO.


São loucos, loucos sonhadores com o propósito de engambelar a tão sofrida sociedade fluminense. Bando de criminosos tão ou mais perigosos que os traficantes armados que infestam comunidades e saem para o "asfalto" matando sem distinção homens, mulheres e crianças, não se importando se a criança ainda está no ventre da mãe. Em ano de eleição nada melhor pra iludir o já tão iludido eleitor com uma ação midiática, que embora não resolva o problema, será massivamente exposta na mídia até que o povo ache que foi salvo.

Já é notória a ligação financeira do tráfico de drogas com políticos, não há mais como ignorar essa relação. Matar as nojeiras que enfrentam a polícia não extingue as quadrilhas, apreender centenas de fuzis não diminui seu poder bélico, apreender suas drogas não acaba com o estoque comercial; mas apreenda o DINHEIRO! SIM, o dinheiro que movimenta toda essa máquina criminosa, ele está nas contas secretas em nome de "laranjas". A Receita Federal tão eficiente na "malha fina" do deslize de centavos na declaração de um trabalhador não consegue "malhar" milhões de reais nessas contas sem origem.

Aparelhe a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, forme policiais técnicos em rastreamento de dinheiro ilícito assim como faz a Polícia Federal. Sem dinheiro todo o chamado crime "organizado" se desorganiza, se acaba! Mas isso não lhes interessa fazer, nomes irão aparecer. Nomes como os que aparecem nas investigações da Polícia Federal e que hoje já estão trancafiados, nomes do MDB, antigo PMDB. O engodo desta "intervenção" só servirá para ajudar outro engodo, o agora MDB tão desgastado com o "crime organizado.
Ricardo Oscar Vilete Chudo, Militar PMERJ


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