quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Intervenção Militar pelo voto!


CARO AMIGO INTERVENCIONISTA, SE VOCÊ É CONTRA O VOTO NOS MILITARES E SÓ ACEITA INTERVENÇÃO AGORA COM TANQUES NAS RUAS, GOSTARIA DE SABER SEU PONTO DE VISTA SOBRE :
Se as Forças Armadas ainda não agiram é porque são "comunistas", ou é porque ainda não tiveram aval do povo ?
Se elas não agirem como queremos, até as eleições, o que você acha que devemos fazer ?
Você acha impossível que a estratégia das Forças Armadas seja serem legitimadas através das eleições, já que o povo não foi às ruas ?
Mesmo que tenhamos por conceito que elas devem agir independentemente do povo (ignorante e alienado), se os generais não fizerem assim, por isso poder ser avaliado como "golpe militar" ou qualquer outro motivo - não deveríamos votar em peso em todos os militares que se candidatarem ? Ou devemos, dentro dessa possível e quase certa realidade de eleições, simplesmente ficar esperneando pela intervenção com tanques nas ruas e rasgar o título ?
Como se tem mostrado, Bolsonaro está com uma dianteira de 40% em intensões... difícil fraudar assim... a teoria das tesouras não vai funcionar em 2018... e mesmo se houver fraude, a convulsão nacional será inevitável... e entendo que se de todo Bolsonaro for eleito, mesmo sem ter o congresso do lado dele, ele terá em caso de caos, sim, nas mãos, o 142.
Se for responder, por favor, seja claro e responda TUDO.

Nas ultimas eleições tivemos 1.866.621 abstenções, brancos e nulos; 33% a mais do que a soma de votos de Crivella e Freixo. Grande parte deste desperdício eleitoral se deu por eleitores de direita que, embora queiram mudanças, preferem eleger a nulidade como forma de manifestação política. O que estaria decidido em primeiro turno se perdeu com a minoria. Portanto, tornar seu voto nulo aumenta as chances da esquerda vencer, já que eles votam em peso em seus candidatos, aprenderam isso muito bem.

Não estamos em 64, estamos no século XXI. Não haverá tanques nas ruas! Nossos Militares possuem dois importantes Institutos tecnológicos, o IME e o ITA, que formam mentes de causar inveja aos hackers à serviço da esquerda, desmistificando tudo que se sabe até agora sobre "urnas fraudáveis".

5 comentários:

  1. Quanto a obrigação de votar, a questão é: Se o eleitor não acredita, nào confia, não se sente representado por NENHUM (0%) dos candidatos, tendo a plena convicção que TODOS os eleitos (100'/,) só fazem algo para si mesmos e suas próprias famílias, e vivem na total mordomia, com salários exorbitantes (políticos brasileiros são mais bem remunerados do que os do 1* mundo) ele não vai sair de casa pra votar (arrumar um empregaço com direito a foro PRIVILEGIADO) em NINGUÉM. Fé nenhuma, desacredita total e completamente de TODOS. Sem mencionar o que a imprensa divulga sobre corrupção na política em TODO o país.

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  2. e por ai nao vou votar pq tenho certeza que 100% dos nossos politicos são corruptos e não são merecedores do meu voto.

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    1. Os eleitores da esquerda em muito agradecem sua opção, já que eles votarão em massa em seus candidatos.

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  3. Engana-se quem acha que Bolsonaro já está no segundo turno, diz pesquisador
    Enquanto uma parte do eleitorado acredita que, com a atual pontuação, deputado dificilmente ficará de fora do pelotão da frente da corrida eleitoral, outros imaginam que ele irá desidratar durante a campanha

    POR MARCOS MORTARI  12 MAR, 2018 16H35


    SÃO PAULO - Uns dizem que é fogo de palha, outros sugerem que "é melhor Jair se acostumando". A candidatura presidencial do deputado Jair Bolsonaro alimenta muitas paixões e poucas certezas neste ambiente eleitoral ainda muito nebuloso. Enquanto uma parte do eleitorado acredita que, com a atual pontuação, ele dificilmente ficará de fora do pelotão da frente, outros imaginam que o início do período de campanha estourará uma bolha que se formou.

    Nem uma coisa, nem outra. Para Marcelo Souza, diretor do instituto MDA Pesquisa, o parlamentar é um candidato competitivo, mas ainda precisará provar sua força diante das diversas adversidades que enfrentará. "Imaginamos que Bolsonaro já tenha consolidado um grupo na casa de 13%, 15% ou 16% do eleitorado. Agora, enganam-se aqueles que acham que ele já está no segundo turno", observou durante a última edição do programa Conexão Brasília.

    "É preciso tentar entender um pouco mais como é formado esse voto nele. No primeiro cenário que medimos na pesquisa CNT/MDA sem o ex-presidente Lula, Bolsonaro aparece com 20%. Agora, entre os homens, ele tem 30%, e 11% entre as mulheres, arredondando os números. Se pegarmos as pessoas com menos de 34 anos, Bolsonaro tem 28%, mas nas pessoas com mais de 45, tem só 12%/13%", explicou o especialista.


    "Eu até acho que era para ele ter crescido um pouco mais. Já faz 4 meses que ele está na casa dos 17% a 20%. Ele não está conseguindo chegar a 25%, 28%. Talvez tenha que aprimorar um pouco o discurso, para tentar conseguir votos nesses grupos que hoje têm restrição. A mulher, hoje, tem restrição em votar nele e, a princípio, vai ter. Como ele vai fazer? Ele precisa resolver essas questões. Ele está em um partido relativamente pequeno. Isso vai impactar em dificuldades em fazer algumas alianças e em tempo reduzido de propaganda de TV", argumentou.

    "Agora, é o candidato potencial, tem chances interessantes de estar no segundo turno, já cristalizou seu grupo. Mas é um grupo hoje de homens mais jovens. Ele precisa extrapolar isso para outros segmentos da sociedade", concluiu.

    Embora tenha dado demonstrações de força ao avançar sobre uma faixa do eleitorado que tradicionalmente votava nos candidatos do PSDB, Bolsonaro terá dificuldades em adaptar o discurso a uma faixa mais localizada na centro-direita. Além disso, a baixa estrutura partidária representa obstáculo considerável. Com pequena fatia dos fundos partidário e eleitoral e pouco tempo de rádio e televisão, o deputado terá de apostar as fichas nas redes sociais.

    Deixo meu comentário aqui com essa entrevista acima que na verdade segue minha mesma linha de raciocínio. Um grande abraço.

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