O Decreto de temer para a intervenção federal na segurança
pública do Rio de Janeiro é alvo de muitas criticas, primeiros de generais que
reclamam não haver o poder de Polícia e depois de esquerdistas sabidamente
dependentes do tráfico para estimular financeiramente sua ascensão política.
O tráfico de drogas e armas são os negócios mais lucrativos
do mundo e certamente isso não fugiu aos olhos de “políticos” inescrupulosos,
que na década de 70 já vislumbraram o que presenciamos hoje, quando estiveram
presos juntos em presídio comum.
Barbieri
é apontado pela Polícia Civil como o maior traficante de armas do Brasil. Ele é
acusado de ter enviado ao país, em maio do ano passado, uma carga de
aquecedores de piscina recheada de fuzis de guerra. Foi
a maior apreensão de armas feita no Brasil em 10 anos.
Tivemos o pedido de prisão do maior fornecedor de armas para
quadrilhas do Brasil, mais especificamente do Rio de Janeiro, o que foi cumprido
pelos Estados Unidos, mas sendo negada sua extradição.
Aí que entram nossas Forças Armadas, que estão fazendo além
do que lhes determinou o Decreto Presidencial, as informações coletadas durante
anos sendo utilizadas. Sabemos que a Justiça do Brasil sofre forte influencia
do “narco estado”, são inúmeros os nomes de políticos envolvidos com o negócio
ilícito de tráfico de drogas e armas. A decisão dos Estados Unidos em manter o
traficante de armas preso lá para se ver processado e condenado é acertada
tendo em vista a atual situação de envolvimento no Brasil.
Isso está causando grande temor em alguns políticos, que já
orquestram reação contra o uso da inteligência militar, seus nomes em algum
momento irão aparecer.
Que a Intervenção continue, mas não dentro do que determinou a
política!



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