quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Um caso de ABUSO contra mulher e militar.



No dia seguinte a publicação da entrevista que deu a um jornal chamando o governador Pezão de incompetente, a Cabo Louzada, 37 anos, teve que ser socorrida por policiais do Grupamento de Ações Pré-Hospitalares (GAPH) dentro do Quartel general (QG) da Corporação no Centro do Rio.
Link da entrevista aqui


Grávida de 20 semanas de gêmeos, a PM que tem hipertensão e está afastada da Corporação em Licença para Tratamento de Saúde (LTS), foi convocada para buscar DRD (Documento de Razões de Defesa) para responder pelas declarações dadas na tarde desta terça feira, dia 27 de fevereiro.

Chegando ao QG no inicio da tarde, ela foi mantida por cerca de seis horas numa sala da Coordenadoria de Comunicação Social (CComSoc), sendo então obrigada a se dirigir à Corregedoria no andar de cima.

Mesmo invocando seu direito de ter orientação de seu advogado em seu depoimento, ela começou a ser questionada e começou a passar mal desmaiando logo em seguida e tendo crises convulsivas.

A Tenente Coronel Myriam Broittman, Comandante do GAPH, foi acionada conseguindo que uma equipe de socorristas chegasse a tempo de reverter o quadro da policial, que apresenta risco de pré-eclampsia.

A Cabo Louzada foi socorrida e levada para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPMERJ), no Estácio, onde está internada e passa por exames. Felizmente ela e o bebê estão bem.

Roberta Trindade, Jornalista
http://www.facebook.com/RobertaTrindadeRJ

2 comentários:

  1. Bom dia.
    Esse texto é de minha autoria.
    Está faltando o crédito.
    Agradeço a compreensão.

    Roberta Trindade
    http://www.facebook.com/RobertaTrindadeRJ

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Desculpe Roberta, na época não encontrei autoria na publicação que copiei. O merecido crédito já está na postagem.

      Excluir