sábado, 31 de março de 2018

Perfume na merda.


Eu quero agradecer, em meu nome e em nome de todas as pessoas comuns, cidadãos simples do meu país como eu, pelas últimas decisões tomadas pelo nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.
Sim, o Supremo fez de nós pessoas melhores do que pensávamos ser.
Quando olhávamos aqueles Ministros sob suas togas, com passos lento e decididos, altivos, queixos erguidos, vozes impostadas ditando verdades absolutas e supremas, envoltos numa aura de extrema importância e autoridade, nos sentíamos pequenos, minguados e reles plebeus diante de uma Corte que beirava o sublime, o inatingível e o intangível.
Com essas decisões o Supremo conseguiu fazer com que a minha percepção sobre mim e sobre nós mudasse. Eles não são deuses. São pessoas tão pequenas e tão venais, que qualquer comparação que eu faça de mim e de nós em relação a eles, seria desqualificar-nos a um nível abissal. Tudo aquilo é fantasia, tudo aquilo é pose e tudo aquilo não passa de um teatro, mas nós somos reais.
Foi aí que eu vi o quanto somos mais importantes que eles! Enquanto as divindades supremas encarnam seus personagens de retidão e lisura, mas com suas decisões abduzem a moral e destroem o país (e de quebra a reputação do Judiciário), nós brasileiros comuns e sem toga trabalhamos arduamente dia e noite para construir o país, ou pelo menos para minimizar os danos que eles provocam.
Então... Como é que um dia eu pude vê-los como sendo superiores a nós? Eu estava enganado. Nós somos muito superiores a eles, mesmo sendo zés, joãos, marias, desde o pequeno ambulante ao médico ou engenheiro. Nós somos as verdadeiras autoridades, porque nossa autoridade não foi conferida por um político malandro capaz de tudo com uma caneta. Nossa autoridade nos foi dada pela nossa força de continuar tentando fazer um Brasil melhor.
Fico sinceramente com pena é dos advogados, que são obrigados a chamar esses ministros de Excelência, ainda que com a certeza de que não há excelência alguma nos serviços que eles estão prestando à nação. Acho que deve ser o mesmo sentimento de ser obrigado a chamar o cachorro do rei de "my lord".
Agora eu sei o quanto somos bem maiores que eles, mesmo sem aquelas expressões em latim e doutrinas rebuscadas cheias de pompas e circunstâncias, que com toda máxima "data venia" no final significam apenas passar perfume em merda. Se há alguém realmente importante no Brasil, esse é o Excelentíssimo Povo Brasileiro, que apesar de tudo é obrigado a sentir o mau cheiro que vem da grande Corte, e mesmo com náuseas e ânsia de vômito, tem que acordar as 5 da manhã pra fazer aquilo que eles não fazem: Produzir.
Obrigado, Supremo, por nos mostrar que hoje o rei sou eu e o meu povo.
Marcelo Rates Quaranta



sexta-feira, 30 de março de 2018

SURUBAPOLÍTICA



Para favorecer a reeleição de deputados federais, partidos articulam grande coligação !
Partidos com peso político combinam, no estado, de fazer coligação na disputa para a Câmara dos Deputados. Até o momento, a chapa, com potencial para virar chapão, conta com legendas robustas como MDB, DEM, PP e PTB.
Por gravidade, outros partidos deverão aderir ao bloco. "Com a coligação, a meta é que cada deputado consiga se reeleger com pouco mais de 50 mil votos. Os próprios deputados das outras legendas vão pressionar para que entrem no blocão", diz um parlamentar com assento em Brasília. Já na disputa pela Assembleia Legislativa, não haverá coligação com alto número de partidos.
Com a Reforma Eleitoral, deputado federal virou artigo de luxo. O número da bancada em Brasília é que determinará se os partidos terão direito a fundo eleitoral, fundo partidário e propaganda no rádio e na televisão. Por isso, dirigentes de legendas têm focado na eleição para a Câmara.
ALERTO:
"É hora de mudança, e começar a construir o voto de fidelidade, de apostar principalmente nos novos candidatos, e nos fichas limpas, e que essas novas legislaturas, tanto na ALERJ, como na Câmara Federal com nova bancada, possa fazer a diferença, e provocar a mudança que a grande maioria deseja !"
Att: Subtenente BM RR Valdelei Duarte CBMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES.


A VENEZUELA E O BRASIL.



A Venezuela mostra o mais recente quadro de destruição causado pela progressiva implantação do regime comunista.
Lá, as Forças Armadas foram coniventes e omissas. Permitiram e estão permitindo a instalação do caos governamental.

Aqui, houve tentativas de implantação do comunismo em 1935, 1964 e 1968, de maneira mais violenta e com o uso das armas. Tais iniciativas foram barradas pelas Forças Armadas do Brasil.

Com novos métodos, aproveitaram os governos petistas para o lançamento das bases que levariam o Brasil a adotar o mesmo regime que está sendo imposto ao nosso vizinho. Tal processo, imaginavam eles, seria mais rápido com a programada eleição de José Dirceu para presidente da República. Mas, como a esquerda, além de ávida pelo poder, é mais ainda pelo dinheiro fácil da corrupção, o projeto socialista começou a ruir com as operações policiais e judiciais do Mensalão, ainda no primeiro governo Lula, e com a Lava Jato, já no primeiro governo Dilma.


Contudo, eles não desistiram. E o Lula, mesmo já condenado, por corrupção e lavagem de dinheiro, a quase 10 anos de prisão, e réu em mais cinco processos, ainda insiste, com a ajuda de intelectuais e políticos acostumados a mamar nas tetas dos governos e de uma parte da população ignorante e facilmente manipulada com as promessas de esmolas públicas, em se colocar como candidato ao maior cargo da República. E tenta, internamente e no exterior, posar de vítima das elites que, nas suas palavras, dominam o Brasil desde o descobrimento. 

As pessoas de bem esperam que o Poder Judiciário cumpra com o seu dever, condenando os corruptos de todos os matizes, particularmente o chefe da organização criminosa que dominou o país por mais de 13 anos.

Por enquanto, como uma verdadeira República, acreditamos no funcionamento pleno de nossas instituições. Pena que, para os venezuelanos, reste apenas o uso da força.


Luiz Osório Marinho Silva

Intervencionista com razão ou sem noção?



Há cerca de dez anos no ativismo por Intervenção Militar, vejo hoje que ele já acontece. Não como em 64, pois, estamos no século XXI e num mundo globalizado onde o pensamento esquerdista está enraizado nas organizações que podem decidir sobre sanções num ato impensado de tomada abrupta de poder.
Continuo sendo intervencionista, mas usando a razão e conhecimento que me faz compreender este cenário atual. Mas ficaram na retaguarda os intervencionistas sem noção que, sem um pingo de conhecimento, acham que 64 pode ser repetido no presente.
Nas ultimas três décadas nossas Forças Armadas estiveram ao largo da política e deu no que deu. Hoje temos candidato abertamente apoiado pelas Forças Armadas, cujos Generais tão aclamados pelos Intervencionistas não omitem ser o candidato das Forças Armadas.


Temos dois dos melhores Institutos Tecnológicos do Brasil e referência também no mundo moderno, o IME e o ITA, que já foram oferecidos ao TSE para implantar o sistema de voto impresso nas urnas eletrônicas, sendo negado. Mas nossas Forças Armadas saberão usar a tecnologia para proteger a democracia espelhada no voto.


Em entrevista o General Mourão foi perguntado se existe a possibilidade dos militares voltarem ao poder, ao que respondeu: “Sim, se eleitos”. Querem afirmação mais clara do que estas palavras? O cenário está ai, exposto para quem tiver capacidade de entender.
Mais de 60% do eleitorado brasileiro é de direita, mas, 40% destes, se omitem na escolha por não verem um representante na disputa, cometem o BAN (brancos, abstenções e nulos), deixando a esquerda bem a vontade para eleger seu representante, pois eles sabem que são minoria e votam em massa.

Coronel Ênio Fontenelle, o BAN

Vejo intervencionistas incentivarem o BAN, e isso é o que a esquerda mais gosta nesse movimento moribundo. Ao lerem meus textos, se é que leem, dizem para eu tomar vergonha na cara, me xingam e ameaçam de agressão. Digo que: Ou estão a serviço da esquerda ou são incapazes de entender o atual momento. Se for por ignorância, os aconselho a estudarem superficialmente as matérias ministradas nas Escolas de Comando e Estado Maior.
Nossa Intervenção vai ser pelas urnas, fraudáveis ou não! Intervencionista de verdade confia em suas Forças Armadas!


Agora, quanto ao senhor Arthur Teixeira, que usou meu vídeo desta carreata, para ameaçar me enfiar a porrada e que deve estar presente, estou aqui a sua disposição. Esclareço o seguinte: Muitos quiseram, poucos tentaram, ninguém conseguiu.


Esta carreata foi planejada e divulgada há mais de dois meses e não devo obediência aos seus senhores senhor ArthurTeixeira.


Infelizmente esse tipo de gente está acabando com o movimento intervencionista, por ignorância ou por dolo.

Quem vai gritar Caroline presente pela policial morta de joelhos?



A policial Caroline Plescht exibia uma beleza europeia, quase eslava. Era uma linda mulher de 32 anos em celebração do amor com o marido, o sargento da Polícia Militar Marcos Paulo Cruz, 43 anos.
Os dois eram trabalhadores, serviam à PM de Santa Catarina(SC) e escolheram espartano programa de viagens, ficando em pousadas no Litoral Norte potiguar, certamente atraído por comerciais de dunas e mares inspiradores.
Os dois não ocupavam hotel de luxo, faziam turismo de apaixonados e certamente deixaram de ser informados que o Rio Grande do Norte é o campeão brasileiro de assassinatos.
E que polícia – pela falta de respeito a partir do poder público – virou caça.
Numa pizzaria simples, reconhecidos por marginais, foram baleados.
Caroline foi atingida no peito e morreu. O marido, também alvejado, resiste no Hospital Walfredo Gurgel, outra sucursal do inferno imposto pelo Governo do Estado.
Antes de consumado o crime, Marcos e Caroline foram obrigados a ficar de joelhos, um sinal de humilhação e escárnio da bandidagem, que domina as ações mesmo com os esforços dos seus bravos e destemidos policiais , em desvantagem material.
Um símbolo trevoso do bem subjugado.
Ajoelhado e indefeso.
Ajoelharam Marcos e Caroline para dizimá-los.
Conseguiram matá-la.
Quando sai a passeata Caroline Presente? Ela era ou não uma trabalhadora?
Ajoelhemo-nos todos, em respeito ao seu sacrifício e na fé em Deus, o único capaz de nos salvar.

quinta-feira, 29 de março de 2018

LEMBRANDO 31 DE MARÇO DE 1964



Com o passar dos anos, os acontecimentos de ontem nos parecem cada vez menos importantes, esmaecidos na memória e substituídos por outros mais recentes ou mais impactantes para o bem ou para o mal.

Alguns, porém, por mais distantes que estejam no tempo, não perdem seu fulgor e sua nitidez, por serem marcos no desenvolvimento das pessoas ou da sociedade.

É disso que tratamos hoje, ao relembrar na reunião com associados e amigos do Clube Militar, neste já tradicional encontro, os idos de março de 1964, ponto de inflexão definitivo na história pátria, que evitou, pela ação desassombrada dos brasileiros militares e civis que participaram ativamente dos acontecimentos de então, que nosso país se transformasse, como era e ainda é o desejo de alguns, numa grande Cuba.

Passados 54 anos, só os mais velhos dos presentes participaram pessoalmente dos fatos; mesmo assim, em postos e funções próprios de sua, então, pouca idade e experiência.

Mas os livros, a palavra dos mais antigos, a imprensa da época, ainda não corrompida pelo viés esquerdizante do politicamente correto que relativiza e criminaliza todos os êxitos do bom combate e glorifica todas as agressões dos terroristas e guerrilheiros que tentavam a tomada do poder pela força, ainda existem em arquivos públicos e particulares, à disposição dos interessados em conhecer a verdade de 1964.

Os desafios enfrentados pelo Brasil no período 1961 – 1964 são solenemente ignorados nas discussões sobre o assunto. Lembremos rapidamente alguns deles:
- a renúncia de Jânio Quadros;
- a tumultuada posse de João Goulart, eleito com o apoio do PCB ilegal;
- a rápida experiência parlamentarista;
- os movimentos nacionalista-populistas de João Goulart, Leonel Brizola e Miguel Arraes;
- as Ligas Camponesas de Francisco Julião e o apoio cubano ao terrorismo rural das mesmas, que incendiaram engenhos de açúcar no Nordeste e em São Paulo;
- a viagem de Prestes à União Soviética, buscando apoio de Kruchev para a revolução comunista no Brasil;
- os Grupos dos Onze de Brizola, concebidos como base das massas e futuro braço armado do partido revolucionário;
- as indefinidas reformas de base, em eterna mutação e grande bandeira do movimento nacionalista-populista;
- a luta interna pelo poder entre o nacional-populismo de Jango e a manobra revolucionária comunista de Prestes;
- o grevismo descontrolado, fomentado pelo Comando Geral dos Trabalhadores (CGT), organização sindical ligada ao governo e ao PCB, que paralisava o país numa onda infindável de greves políticas e de solidariedade a outras greves, sob a omissão interesseira do governo;
- em 1963, a anarquia começa a atingir as Forças Armadas, como comprova a Rebelião dos Sargentos em Brasília, em 12 de setembro;
- finalmente, em 1964, os passos finais da tentativa de golpe de estado do presidente João Goulart, visando à sublevação dos militares e à derrocada final das instituições democráticas, já tão enfraquecidas – os três acontecimentos que puseram em cheque a hierarquia e a disciplina, pilares das instituições militares: o Comício da Central do Brasil, em 13 de março; o Motim dos Marinheiros, em 25 de março; e a Reunião no Automóvel Clube, em 30 de março.
Poucas horas depois, a reação dos militares: as tropas começam a descer de Minas Gerais.

A esquerda golpista, engasgada em sua própria propaganda, acreditou numa força que não tinha. Vivendo na mentira, intoxicou-se com a mesma e não soube separar desejos da realidade.

Anos depois, beneficiados pela anistia, os banidos de 64 voltaram ao país e organizaram novamente a tomada do poder, conquistando-o pelas urnas e aplicando no governo a teoria gramscista, para transformar a sociedade e eternizar-se no poder.
Para tal, aparelharam a máquina estatal, inchando-a e ocupando-a com seus sequazes.
E roubaram, roubaram muito, como nunca se vira antes em qualquer lugar.
Como resultado do saque aos cofres públicos, a Petrobras despencou de oitava maior empresa do mundo para algum ponto além do 120º lugar.

Outras empresas estatais e autarquias, loteadas entre a profusão de partidos em busca da “governabilidade”, também foram levadas à falência, enquanto os partidos e políticos envolvidos no assalto e protegidos pela impunidade do foro privilegiado enriqueciam com as propinas pagas por grandes empresas em troca de favorecimento em licitações, aditivos sem fim aos contratos de obras públicas, isenções fiscais e legislação convenientemente acertada.

O escândalo resultou nos processos do Mensalão e da Operação Lava-Jato, que começaram a passar a limpo o Brasil, sempre enfrentando a resistência da corja de beneficiados pela corrupção que, bem instalada na máquina pública, tudo faz para alterar a legislação e safar-se do braço da lei.

Ao relembrarmos os acontecimentos de 1964, é preciso permanecer atentos às tentativas de demonizar os patriotas que salvaram a nação do domínio comunista e dos desonestos que continuam a buscar as benesses do poder a qualquer custo.

Aos que lutaram em defesa do país em 1964, nossa admiração e respeito; aos que hoje se empenham em nos livrar dos assaltantes do erário, nosso aplauso e reconhecimento.
Mas não nos iludamos. Os ataques aos militares que participaram do duro combate ao comunismo não cessaram nem cessarão.

Recentemente, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou pedido ao STF solicitando a reabertura do caso Rubem Paiva, com o intuito de retomar a discussão sobre o alcance da Lei da Anistia e, com certeza, canonizar os terroristas e criminalizar os agentes da lei e da ordem que os combateram, com a violência recíproca e necessária.
Na mesma linha de revisão do passado, uma juíza de Minas Gerais determinou que as praças e ruas internas das vilas militares da área sob sua jurisdição tenham seus nomes trocados, no caso de homenagearem autoridades ou combatentes que lutaram o bom combate e evitaram que nos tornássemos uma grande e miserável Cuba.
Até mesmo o decreto de intervenção federal meia-sola na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, onde há “áreas liberadas” sob controle das milícias e dos traficantes, nas quais a polícia só entra combatendo, não deixa de ser uma tentativa de jogar as tropas federais numa missão que pode ser impossível, dependendo do apoio que o interventor tenha de vários órgãos dos três poderes, não apenas da área da segurança, que estão naturalmente envolvidos no problema e não estão sob sua autoridade.

Nas velhas fortificações portuguesas dos tempos coloniais, quando o graduado ou oficial de ronda se aproximava dos postos das sentinelas, gritava: “Sentinela, alerta!” – ao que a sentinela respondia: “Alerta estou! ”

Como então, nós, as sentinelas da Pátria, permaneçamos alertas.

Gen Clovis Purper Bandeira, Editor de Opinião do Clube Militar




quarta-feira, 28 de março de 2018

Me chamo Soldado Felipe Mesquita.



São 20:25 e me encontro aqui escondido atrás de uma geladeira velha. O tiro que atingiu meu abdômen está me matando.............Estou perdendo os sentidos............Por que está tudo tão escuro?

Enquanto sinto que estou morrendo penso o porquê estou aqui me escondendo feito um criminoso? Sei que dificilmente meus parceiros irão chegar rápido. Assim como eu, eles correm o risco de ter o corpo perfurado por um tiro de fuzil.


Fuzil? Nossa, os traficantes não estão mesmo para brincadeira! Ainda espero resgate........Também espero a qualquer momento que os bandidos me encontrem aqui e terminem de arrancar o meu ultimo respiro.

Será que alguém vem me buscar?

Os tiros não param, estou imaginando que em poucos segundos posso ser o trigésimo terceiro policial a ser morto no Estado do Rio de Janeiro este ano. Tenho pouco tempo, não sei como será para minha família receber a noticia que eu morri. Alguém vai lá falar com eles? Algum apoio? Algum.... Direito?! Hh, minha mãe foi sempre tão preocupada com esta minha vida policial....Mas eu jurei a Bandeira....Jurei amar a Pátria, cuidar do próximo....Cuidar até mesmo desse criminoso que disparou em minha direção.

É, essa farda tá custando caro....Estou deixando meu sangue na batalha. Mas quantos já deixaram e nada aconteceu? Calma....Estou ouvindo alguns passos, mas não tenho forças para reagir....Agora um vulto se aproxima e meu parceiro de batalhão chega para me salvar. Nossa! Estava tão frio ali....Estou entrando na viatura de resgate, mas ainda sinto frio.


Porque aparam as luzes? Já não ouço mais ninguém! Me ajudem....Eu não posso morrer agora! Há poucos minutos estava protegendo a sociedade....Cadê a minha proteção? Agora sei que tudo acabou....Estou me juntando a um batalhão de anjos fardados que se foram numa luta sem fim. Sei que não vão lembrar meu nome.


Terá algum protesto contra minha morte? Os direitos não são iguais? Cadê o meu? Dos meus amigos? De todos que estão aqui em cima e perderam essa batalha covarde?


Por aqui está tudo em paz! Encontrei o Marechal, um morador da comunidade que morreu também por um tiro de fuzil que veio do alto do morro, estávamos a poucos metros de distancia um do outro quando fomos atingidos. Daqui rezamos por vocês que ficaram.

É amigos....A farda anda pesada demais!


Para quem não me conhece, me chamo soldado Felipe Mesquita e fui morto por traficantes da Rocinha no dia 21 de março de 2018.

Texto da Jornalista Lilliany Nascimento


terça-feira, 27 de março de 2018

O que Crivella finge não ver?



Sabemos que o prefeito Crivella não passa de um hipócrita mentiroso com a bíblia embaixo dos braços tentando fazer com que sua santidade fique transcendente, mas ele não passa de um imbecil político.
Esse material podre esta sendo divulgado no espaço Arena Carioca Dricó, uma área mantida COM NOSSOS IMPOSTOS, NOSSO DINHEIRO ESTA PAGANDO ESSA POUCA VERGONHA!
Baixaria, pederastia, sexualização infantil, ESTÍMULO A PEDOFILIA, doutrinação marxista, exposto para crianças e adolescentes!
A denúncia foi feita por parte de policiais da UPP e afirmo aqui que faremos uma oposição FORTE contra isso!
#PrefeitoHorroroso
#EsquerdaMorna
#AgendaLGBTEmAcao
#ReajeRio
#Canalhas


Por Daniel Silveira

Depois do ovo, vem a merda!


Paranaenses de Medianeira preparam caminhão de esterco para lançar em Lula.


Vários segmentos da sociedade brasileira questionaram os sulistas quanto ao arremesso de ovos em Lula, sendo respondido que eram ovos podres e, devido a demanda, estavam sendo apodrecidos artificialmente. Foram orientados a utilizarem materiais mais naturais, já que o custo dos ovos mais o apodrecimento precoce geram custos que não valeriam a pena na destinação. Então, a merda foi adotada unanimemente! 
A revolta do povo contra Lula é cada vez maior.
Protestos cada vez mais pesados se repetem pelas cidades do Sul. Lula já foi xingado e expulso das cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e agora chegou a vez do Paraná mostrar sua revolta.

Moradores de Medianeira preparam um caminhão cheio de esterco para lançar na 'Caravana da Vergonha'.
O único porém, se resume ao fato de que Lula, certamente já acostumado com o odor fétido da corrupção e da imoralidade, talvez não se assuste com o 'caminhão surpresa'.
Com informações de Jornal da Cidade On Line



PSOL e PMDB tem agenda comum



Na política não existem inimigos, no máximo uma atuação teatral para fingir que se opõem.
Um partido que grita obcecadamente pelo fim da polícia militar e a acusa pelos quatro cantos do mundo de toda e qualquer morte de aconteça no Estado do Rio de Janeiro, jamais poderia ter galgado postos chaves no Comando da PMERJ. Mas aconteceu no governo PMDB.

Eles já estavam “incubando” dentro da Corporação, disseminando suas ideias falhas e ganhando adeptos dentre os menos favorecidos de conhecimento. Hoje temos dentro da PMERJ uma legião de seguidores da ideologia narco traficante e assassina PSOL.



O PSOL sempre abraçou a causa dos “Direitos Humanos”, mas se esqueceu dos Humanos Direitos, que ficaram a margem de seu alcance. Finge forçar uma barra no que tange aos policiais militares, mas, é puro fingimento, é uma propaganda falsa. Nunca em qualquer momento se interessaram pelas altas cargas de trabalho que nossos policiais são submetidos, nunca exigiu cumprimento de Leis que nos favorecem, nunca cobrou manutenção no equipamento bélico quando ele se mostra falho nas ações, na verdade não se contrapunha ao PMDB nesses assuntos.

Imagem que muito tem a ver com essa cumplicidade, Marcelo Freixo apoiando as UPPs. Hoje não mais.


É notório que se os Direitos trabalhistas, os Direitos Humanos, a obediência às Leis que nos favorecem e uma plena assistência social aos órfãos e viúvas que tiveram seu provedor atingido pela violência, traria serio empecilhos ao governo PMDB. Isso acarreta gastos, preocupação e chama a atenção dos eleitores, é melhor deixar como está; e assim o PSOL tem feito.



Em contrapartida a essa omissão, o governo PMDB lhe entrega postos chaves da Corporação, para que o caminho trilhado até seu fim seja mais fácil de seguir. Um no Comando Geral (coronel Íbis), outro Coordenador das Unidades de Polícia Pacificadora e Chefe do Estado Maior (coronel Robson). Não esquecendo que o Coronel Wolney Dias também esteve a frente da PMERJ, foi "puxado" da Reserva onde disputou a uma vaga de Vice Prefeito de Silva Jardim numa coligação com o PC do B, aliado do PSOL.


Nada fizeram, nada foi feito e hoje estão engajados no PSOL e se passando por "especialistas" em segurança pública e defendendo o cadáver oportuno do PSOL. A Mortalidade na PMERJ não é sua prioridade.

Sim, o PSOL se vangloria de "trabalho conjunto com a PM", com o Deputado Marcelo Freixo e o Comandante da PMERJ Wolney Dias, só que não foi para a frente e o GLOBO que havia divulgado, retirou a postagem. Tudo enganação para os incautos verem. Link: http://g1.globo.com/.../alerj-e-pm-farao-trabalho-conjunto-para-atender-parentes-de-


DIA HISTÓRICO EM COPACABANA


Um presidente PQD ( Jair Bolsonaro ) um governador CAVEIRA ( André Monteiro)

O melhor dos cenários.

Neste domingo (25/03), a população do Rio de Janeiro lotou a orla de Copacabana, num ato de repúdio as mortes dos policiais e dos cidadãos de bem no Estado, e a favor da VALORIZAÇÃO da vida e do trabalho dos Agentes de Segurança Pública em geral.
Foi ótimo participar desse ato e contar com a presença de MILHARES DE AMIGOS, além da participação dos deputados e amigos Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
Foi épico, histórico e emocionante. Esse ato ficará marcado para sempre em nossas memórias. Além da solidariedade com o próximo, demos um passo importante para FORTALECER A UNIÃO DAS CLASSES e não deixarmos que as mortes dos nossos bravos guerreiros sejam em vão.
Vamos seguir com FÉ e esperança. Que todos tenham uma ótima semana e que Deus abençoe vocês e suas famílias. Um forte abraço!

Caveira no Palácio!
Aos 46 anos, o Subtenente do BOPE André Monteiro é o pré candidato do PRTB ao governo do Estado do Rio de Janeiro. "O partido me confiou esta missão, para mim missão dada é missão cumprida. Sem o controle da violência, a economia não voltará a crescer. Ou achamos uma saída para o Rio de Janeiro ou saímos do Rio de Janeiro, eu não quero pedir pra sair"
André Monteiro, Subtenente BOPE, pré candidato a Governador do Rio de Janeiro