Tá uma “porrada” de polícia putinho com a repercussão da
morte da vereadora, dizendo que quando morre polícia ninguém se manifesta.
Deixa eu te falar uma “parada”! Sabe quem está se
manifestando pela morte dela? Os eleitores dela, a família dela, os amigos
dela! Ela teve 46 mil votos aqui no Rio de Janeiro.
Se de PM na ativa temos quase 50 mil, se contar a família, os
amigos, os inativos e pensionistas, brincando chegamos aos 300 mil. Isso elege 1/10
da ALERJ (sete deputados estaduais), dois na Câmara Federal (deputado Federal)
e um Senador.
Então, para e pensa um pouco! A frase não tem que ser: “ninguém,
se manifesta quando o PM morre”, a frase certa é: A gente “CAGA” pra morte do
colega, a gente não se manifesta, a gente não tá nem aí pra nossa próxima
morte!”
Se nos importássemos minimamente com a morte de nossos
colegas de farda, teríamos atos de protestos com o dobro de pessoas na
Cinelândia.
A grande verdade é que estamos mais preocupados com o próprio
umbigo, só rezando para não ser o próximo e a espera de um milagre!
Vive “pagando pau” pros americanos dizendo: “Lá, quando um
policial morre, tem desfile para honrar a memória do herói”. Mas se te chamarem
na folga para participar de uma operação na intenção de capturar o assassino de
seu colega, tú vai ficar “puto” e de má vontade, está perdendo a tua segurança,
teu PROEIS e outros penduricalhos. Responde ai! Tú quer que quem lute por você?
O americano? Algum político que certamente nós não elegemos?
Na moral! O PM tem o que merece, somos fracos e desunidos. Devíamos
ter um pouco de humildade e aprender com o pessoal da vereadora que, de serem
ligados ao que não presta, sabem a força de uma união em prol de seus
interesses.
Por Diego Silveira
Um texto impactante! Impactante nos policiais militares que, embora se manifestem nas redes sociais quando um colega de farda é assassinado, não tem este mesmo impulso de participar das manifestações marcadas, notando-se poucos presentes.
vdd
ResponderExcluirInfelizmente é tudo vdd.
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