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Venezuela mostra o mais recente quadro de destruição causado pela progressiva
implantação do regime comunista.
Lá, as Forças Armadas foram coniventes e omissas. Permitiram e estão permitindo a instalação do caos governamental.
Lá, as Forças Armadas foram coniventes e omissas. Permitiram e estão permitindo a instalação do caos governamental.
Aqui, houve tentativas de implantação do comunismo em 1935, 1964 e 1968, de maneira mais violenta e com o uso das armas. Tais iniciativas foram barradas pelas Forças Armadas do Brasil.
Com novos métodos, aproveitaram os governos petistas para o lançamento das bases que levariam o Brasil a adotar o mesmo regime que está sendo imposto ao nosso vizinho. Tal processo, imaginavam eles, seria mais rápido com a programada eleição de José Dirceu para presidente da República. Mas, como a esquerda, além de ávida pelo poder, é mais ainda pelo dinheiro fácil da corrupção, o projeto socialista começou a ruir com as operações policiais e judiciais do Mensalão, ainda no primeiro governo Lula, e com a Lava Jato, já no primeiro governo Dilma.
Contudo, eles não desistiram. E o Lula, mesmo já condenado,
por corrupção e lavagem de dinheiro, a quase 10 anos de prisão, e réu em mais
cinco processos, ainda insiste, com a ajuda de intelectuais e políticos
acostumados a mamar nas tetas dos governos e de uma parte da população
ignorante e facilmente manipulada com as promessas de esmolas públicas, em se
colocar como candidato ao maior cargo da República. E tenta, internamente e no
exterior, posar de vítima das elites que, nas suas palavras, dominam o Brasil
desde o descobrimento.
As pessoas de bem esperam que o Poder Judiciário cumpra com o seu dever, condenando os corruptos de todos os matizes, particularmente o chefe da organização criminosa que dominou o país por mais de 13 anos.
Por enquanto, como uma verdadeira República, acreditamos no funcionamento pleno de nossas instituições. Pena que, para os venezuelanos, reste apenas o uso da força.
Luiz Osório
Marinho Silva


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