Na verdade o Brasil vive um paradoxo entre
seus desejos realizáveis e exigências fictícias!
Nunca
tivemos um país tão inculto, com tantos analfabetos funcionais, tomado pela
barbárie e pela falta de civilização, mas em contrapartida, as exigências para
a política se colocam à procura de um heroico e santo salvador, que seja culto,
probo, desligado da velha arte de fazer política, que possa trazer a
moralização total, e claro – que agrade uma elite intelectual que sempre
aprendeu male-male o beabá da tabuada, e arrota ensinamentos de Albert
Einstein. Uma turma que tem no atraso de Woodstock, a explicação do próprio
atraso brasileiro.
Muitos
acusam Bolsonaro de “tosco“ e “despreparado“, mas não se atentam para o que
tivemos num passado recente.
Tivemos
dois presidentes toscos (um analfabeto e outra semi-alfabetizada) que ganharam
o coração de boa parte dos brasileiros e que jamais tiveram suas competências
questionadas. Já um capitão do Exército que tem boa formação educacional e
moral, é sumariamente rechaçado por uma turma que só curte uma aparência cool
de um idealismo que não leva em conta a barbárie civilizacional brasileira e
que deve, portanto, ser enfrentada por alguém corajoso e sem politicamente
correto.
Bolsonaro
pode ter sido infeliz em algumas falas, não é perfeito, não é nenhum salvador
da pátria, mas tem honestidade – que para o brasileiro não vale se estiver
divorciada de chavões retóricos, de vernizes literários, de competências
financeiras (que inclusive Lula e Dilma nunca tiveram).
Daí a implicância com relação ao seu nome e o que ele se propõe.
Segundo
meu amigo Mozart Lisboa, “Bolsonaro agride o senso estético do provincianismo
intelectual brasileiro“. É isto, um povo extremamente ligado à “jecura” da
nossa elite intelectual que tem “nojinho“ de quem fala a verdade direta, crua,
sem rodeios e que está disposto a colocar a mão na massa.
Bolsonaro
precisa de uma boa equipe, bons assessores ligados à competência e não aos
apadrinhamentos políticos -geralmente espúrios e regados a muita corrupção. As
deficiências de Bolsonaro, para um país que teve Sarney, Collor, Lula e Dilma,
a nação tira de letra. Os defeitos de Bolsonaro são muito menos importantes do
que as suas qualidades, estas absolutamente necessárias ao país neste momento.
Um homem honesto, corajoso, patriota e que não está comprometido com este
nefasto projeto de poder marxista que varreu a possibilidade de deixarmos nosso
subdesenvolvimento.
Em
sendo assim, para começarmos uma nova fase, Bolsonaro será fundamental. Já
tentam caricaturá-lo como fizeram com o saudoso Eneas Carneiro. Tentam manchar
24 horas por dia sua ilibada conduta e reputação política. Tentam afastar o
brasileiro do caminho certo, e temo que não conseguirão! Sabem por quê?
__Estamos
enfastiados de canalhas e de homens sem compromisso com o Brasil. No que
depender de mim, Bolsonaro será o próximo presidente brasileiro. Está com o tal
“nojinho“ e repetindo os jargões de intelectuais de meia-tigela?
__Mude-se
para a Inglaterra e aguarde a futura encarnação de Churchill ou da Thatcher, ou
então encare a nossa realidade! O que há de melhor no Brasil neste momento. Sim,
ele, o Capitão.
Por Claudia Wild

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