domingo, 4 de março de 2018

PARA BOM ENTENDEDOR, PINGO É LETRA



Há tempos eu falo que é preciso esperar para ver todas as peças no tabuleiro, para depois – e só depois – tomar posição com relação às eleições de Outubro.
Pois uma peça fundamental acaba de ser lançada: Mourão.
Muitos (inclusive eu) estivemos esperando para ver se ele seria ou não candidato à Presidência, inclusive porque a sua passagem para a reserva era inevitável.
Ele passou para a reserva, e se posicionou: apoio ao Bolsonaro e, se preciso for, disposição de subir em seu palanque.


Disse mais: serei candidato à Presidência do Clube Militar, de onde incentivarei e alavancarei candidaturas de militares ao Congresso.
Há muitas pessoas tentando encontrar códigos e interrogações em suas declarações, especialmente porque ele disse que só será candidato à Presidência da República de houver uma “hecatombe”.
Não há qualquer coisa escondida em suas declarações.
Ele deixa claro que não confia na classe política brasileira, e precisa trabalhar para trocá-la por gente confiável. No caso, tanto ele, como as torcidas do Flamengo e do Corinthians juntas, confiam mais nos militares do que nos políticos, e preferem que as cadeiras do Congresso sejam ocupadas por patriotas conservadores e cristãos.
Há que se ter em mente que o Presidente de Direita precisará de apoio no Congresso, o que traduz a atitude no General Mourão.
Para bom entendedor, pingo é letra: os militares acabam de declarar que o candidato a ser eleito é o Bolsonaro, e não há entrelinhas a descobrir ali.


É sempre bom lembrar que o Bolsonaro não está se candidatando a Papa, e muito menos à canonização.
Se você está preparando um dossiê sobre seu passado, está na hora de rasgá-lo.
Imagine um dossiê sobre o Trump.
De minha parte estou certo que o seu passado tem milhares de coisas impublicáveis, mas nem por isso eu pensaria em deixar a Hillary ser eleita. Eu não atacaria o Trump, porque ele é o templário que desembainhou a espada para lutar pelos nossos valores judaico-cristãos.
Assim é Bolsonaro, o nosso templário! Não o deixemos só.
Busquemos no fundo do baú nossa espada enferrujada e sigamo-lo. O que está em jogo é a luta entre globalistas e antiglobalista.
O Bolsonaro é nosso templário antiglobalista!

Quanto a "hecatombe" a qual se referiu Mourão, todos já sabemos qual é: A impugnação da candidatura de Bolsonaro, por conta da indecente acusação da Maria do Rosário.
É possivel?
Claro que é possível!
E o que faremos?
A Esquerda (a Nova Ordem Mundial) vem trabalhando permanentemente para demolir a imagem do Bolsonaro, acusando-o de "tudófobo", além de extremista e populista. Espera que, impedindo-o de competir, terá feito o seu trabalho, pois não haverá substituto à vista.
Na verdade a NOM teme muito mais o General Mourão do que o Bolsonaro, porque não há como atacá-lo e nem reverter a opinião que os brasileiros têm dele.
Vou sugerir o golpe de mestre: General Mourão, filie-se ao Partido de Bolsonaro imediatamente (o prazo fatal é 04 de abril). Assim fazendo, o senhor estará nos dando a alternativa que falta para a vitória. Na verdade, duvido muito que "eles" terão coragem de impedir o Bolsonaro, sabendo que seu substituto será imbatível.
E todos viveremos felizes para sempre


Coronel Ênio Fontenelle

Um comentário:

  1. Excelente texto. Estou em pleno acordo.Essa é uma opção para melhorar a qualidade do serviço público, a alternativa é intervenção militar.

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