Os dois piores
conselheiros da imprensa atual são: o medo e o desespero. Elementos presentes
na candidatura Bolsonaro. Um candidato sem dinheiro, sem partido e sem máquina
propagandista, mas com incontáveis potenciais eleitores.
Ao ler a reportagem desonesta da revista IstoÉ tive a
certeza de que os dois fatores acima determinarão o que será dito ou escrito
contra o candidato.
Resgatam falas infelizes, deturpam citações,
interpretam “cumpañeramente” o que lhes convém, manipulam fotos com semblantes
beirando a raia da esquizofrenia e, sobretudo, tentam imprimir uma imagem de um
homem-demônio para criar uma repulsa quase leprosa nos brasileiros.
Tudo isto para afastar sua tendência atual: ser o
único nome capaz de enfrentar a velha política nacional, que está disposto a
enfrentar as graves consequências e os reflexos da degeneração
sócio-econômico-moral vivida pelo Brasil.
Bolsonaro não é perfeito e não está imune a críticas –
é bom que seja questionado de forma séria e saudável, isto faz parte da
democracia. Como ele mesmo disse: “Messias é só no nome, não sou salvador da
pátria”. Entretanto, o que o mainstream brasileiro faz é absolutamente
desonesto e seletivo. Primeiro, porque distorce o contexto e relativiza o
estado de barbárie do Brasil atual – que deverá obrigatoriamente ser enfrentado
por mãos firmes, não contaminadas pela praga do politicamente correto. Segundo,
porque tivemos num passado não tão distante, políticos que pleitearam ( e
levaram) a Presidência da República que falaram frases infinitamente mais
infelizes e jamais foram rotulados de “ameaça totalitária”.
Vale lembrar das “brincadeirinhas” ( para a imprensa )
do mestre Lula da Silva elogiando genocidas como Adolf Hitler e Mao Tse Tung –
dois assassinos totalitários que o Lulinha Paz & Amor nutre confessa
admiração. Vale refrescar a memória meio enferrujada dos nossos queridos
jornalistas, quando o sociólogo prafrentex FHC chamou os aposentados
brasileiros “carinhosamente” de vagabundos. Vale não esquecer do inclusivo Lula
se referindo grosseiramente a suas feministas de plantão como mulheres daquilo
duro, ou ainda dizendo que Pelotas é polo exportador de homossexuais.
Afinal…A lista é longa e memorável. Mas a seletividade
norteia nossos iluminados escrevinhadores que se julgam os únicos, hoje, a
influenciar a opinião alheia. Todavia, qualquer um poderá ter acesso ao que foi
dito pelos nossos amados ex-presidentes, basta uma simples consulta.
Na atualidade, acusam Bolsonaro de “ignorância
econômica” e aí mais risível torna-se o libelo de seus detratores. Tivemos
dois presidentes analfabetos nos últimos anos e isto nunca foi motivo para
qualquer questionamento e/ou impeditivo. Mas, enfim, algo precisa ser dito em
um país de economia ARRASADA pelo socialismo. Assim, o tema não poderia ser
ignorado. Compreensível a tentativa.
Enquanto o “democrático” e já condenado candidato Lula regurgita seu
ódio contra a democracia e promete “regulamentar a mídia” ( outro nome para a
censura); perseguir juízes que cumprem a lei – e que tiveram a inaceitável
audácia de interromper seu projeto de poder, descortinando as maracutaias de
sua quadrilha – o candidato que posta-se como uma ameaça autoritária é, claro,
Jair Bolsonaro.
Bom, os dois conselheiros da imprensa acima citados – o medo e o
desespero – serão decisivos para desmoralizar ainda mais a desacreditada
imprensa nacional – a mesma que durante décadas, anos e muitos carnavais foi
servil ao projeto mais audacioso e covarde que o Brasil já teve: o da
implantação do socialismo cucaracha, aquele que também distribuiu gordos
pixulecos para nossos “isentos” palpiteiros leninistas e stalinistas que
confortavelmente sentaram-se nas redações dos jornais e hoje coordenam a jovem
moçada atrasada em Woodstock, para que ela continue a enganar o povo
brasileiro. Resta saber se conseguirão!
Não é de hoje que a propaganda é alma do negócio. Estes formadores de
opinião de araque são os únicos que ainda não perceberam que o Brasil defendido
pela imprensa é justamente tudo aquilo que não mais queremos. A maioria dos
nossos jornalistas está trabalhando para aqueles que podem eleger Jair
Bolsonaro. O “mito” que realmente existe chama-se o “mito da imprensa isenta”,
nada mais.
Ademais,
toda arrogância tende a ser castigada.

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