quarta-feira, 14 de março de 2018

Sobre Intervencionistas & Estratégias de Guerra Política



Ainda que consideremos meritosa a retórica intervencionista no âmbito da guerra cultural, como contestação à pretensão da esquerda de construir de uma narrativa histórica hegemonista e mentirosa sobre o período militar, entendemos que a estratégia política (ou melhor dizendo, a falta dela) dos intervencionistas não possibilita hoje proporcionar as condições para aquilo que realmente importa, que é o combate efetivo ao movimento comunista-globalista.

Isso posto, entendemos que para a dura e árdua tarefa de enfrentamento ao projeto comunista-globalista no país, a retórica intervencionista se constitui em uma força aliada muito mais efetiva e confiável do que certos segmentos do movimento pró-impeachment. Segmentos esses que foram às ruas pedir o fim do governo petista, mas que não escondem sua admiração pelo socialista Fernando Henrique Cardoso, e que não se furtam em combater e atacar a direita conservadora com a mesma ferocidade com que combatiam e ainda combatem o já moribundo petismo.

São os mesmos segmentos antipetistas que, empenhados no combate à direita conservadora, não se furtarão nas próximas eleições presidenciais em apoiar qualquer candidato socialdemocrata do establishment político ou mesmo um candidato de uma esquerda pretensamente moderada e dissociada da imagem desgastante do petismo por meio da incorporação conveniente de itens de uma agenda liberal, contra o único candidato viável e consistente que a direita tem no momento, que é Jair Bolsonaro.

Portanto, a questão que realmente importa não é ser a favor ou contra intervencionistas. Isso é irrelevante, e revela apenas a propensão de analisar a política pelo discurso manifesto de seus atores e não pelos interesses e projetos que realmente representam. O que está realmente em jogo no momento é a formação de campos de forças políticas para a disputa eleitoral efetiva do ano que vem. E nesse quesito, a esquerda mais uma vez está saindo na frente, repaginada e de cara nova e redefinindo suas estratégias pós-impeachment. Estratégias essas que já se mostraram bem-sucedidas nas eleições municipais do ano passado.

Enquanto a esquerda recauchutada e remodelada se prepara,  parcela expressiva da direita conservadora se ocupa em atacar ou polemizar com intervencionistas pelo que eles são, ou pelo que eles não são, ou  pelo que eles deveriam ser, como se essa questão fosse decisiva e relevante para se combater o movimento comunista-globalista no país. O que evidentemente se constitui em uma demonstração do amadorismo político de que ainda padece a direita nacional.
criticanacional

Esse é o tipo de postagem que "intervencionistas" estão fazendo.

O texto é de janeiro de 2017 e bem reflete o cenário atual, com uma mudança, a esquerda infiltrada nos movimentos Intervencionistas sem que eles se deem conta disso. Não só PTistas, também PSDB e outras facções politicas criminosas infestam as páginas Intervencionistas usando uma imagem de Intervenção Militar, mas, na verdade ao conferir em suas páginas pessoais se vê que nenhum registro há de haverem participado efetivamente de alguma manifestação por Intervenção. Sua única intenção é jogar o Movimento Intervencionista contra Bolsonaro, repetindo o “modus operandi” bem conhecido da esquerda: Propagam a mentira para difamar, se contestado chamam de comunista infiltrado, se usamos de argumentos convincentes que não podem ser rebatido, partem para ofensas e ameaças, bem como propagam o BAN (votos em Branco, Abstinência e Nulos), uma maneira eficaz de eleger os candidatos de esquerda, pois, a esquerda não deixa de votar em seus candidatos.

A direita soma cerca de 65% do eleitorado brasileiro que gira em torno de 144 milhões de eleitores, convencendo 35% do eleitorado de direita em não manifestar seu voto no único candidato de direita no próximo pleito, terão conseguido seu intento em novamente eleger a esquerda para (des) governar o País.



Um comentário:

  1. Você está alcoolizado ou usando algum tipo de medicamento que não te deixa raciocinar direito. Só por o inicio do seu escrito já dá para entender que você vai usar o blá, blá, blá já tão conhecido e depois colocar um comunista em evidencia ante a sociedade. Você deveria tomar vergonha nesta sua cara de comunista enrustido e publicar diretamente os seus conceitos e predileções por mafias e ideologistas genocidas. Sai do armário!!!

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