Ainda que consideremos meritosa a retórica intervencionista no
âmbito da guerra cultural, como contestação à pretensão da esquerda de
construir de uma narrativa histórica hegemonista e mentirosa sobre o período
militar, entendemos que a estratégia política (ou melhor dizendo, a falta dela)
dos intervencionistas não possibilita hoje proporcionar as condições para
aquilo que realmente importa, que é o combate efetivo ao movimento
comunista-globalista.
Isso
posto, entendemos que para a dura e árdua tarefa de enfrentamento ao projeto
comunista-globalista no país, a retórica intervencionista se constitui em uma
força aliada muito mais efetiva e confiável do que certos segmentos do
movimento pró-impeachment. Segmentos esses que foram às ruas pedir o fim do
governo petista, mas que não escondem sua admiração pelo socialista Fernando
Henrique Cardoso, e que não se furtam em combater e atacar a direita
conservadora com a mesma ferocidade com que combatiam e ainda combatem o já
moribundo petismo.
São os
mesmos segmentos antipetistas que, empenhados no combate à direita
conservadora, não se furtarão nas próximas eleições presidenciais em apoiar
qualquer candidato socialdemocrata do establishment político ou mesmo um
candidato de uma esquerda pretensamente moderada e dissociada da imagem
desgastante do petismo por meio da incorporação conveniente de itens de uma
agenda liberal, contra o único candidato viável e consistente que a direita tem
no momento, que é Jair Bolsonaro.
Portanto,
a questão que realmente importa não é ser a favor ou contra
intervencionistas. Isso é irrelevante, e revela apenas a propensão de analisar
a política pelo discurso manifesto de seus atores e não pelos interesses e
projetos que realmente representam. O que está realmente em jogo no momento é a
formação de campos de forças políticas para a disputa eleitoral efetiva do ano
que vem. E nesse quesito, a esquerda mais uma vez está saindo na frente,
repaginada e de cara nova e redefinindo suas estratégias pós-impeachment.
Estratégias essas que já se mostraram bem-sucedidas nas eleições municipais do
ano passado.
Enquanto
a esquerda recauchutada e remodelada se prepara, parcela expressiva da
direita conservadora se ocupa em atacar ou polemizar com intervencionistas pelo
que eles são, ou pelo que eles não são, ou pelo que eles deveriam ser,
como se essa questão fosse decisiva e relevante para se combater o movimento
comunista-globalista no país. O que evidentemente se constitui em uma demonstração
do amadorismo político de que ainda padece a direita nacional.
O texto é de janeiro de 2017 e bem reflete o cenário atual,
com uma mudança, a esquerda infiltrada nos movimentos Intervencionistas sem que
eles se deem conta disso. Não só PTistas, também PSDB e outras facções
politicas criminosas infestam as páginas Intervencionistas usando uma imagem de
Intervenção Militar, mas, na verdade ao conferir em suas páginas pessoais se vê
que nenhum registro há de haverem participado efetivamente de alguma
manifestação por Intervenção. Sua única intenção é jogar o Movimento
Intervencionista contra Bolsonaro, repetindo o “modus operandi” bem conhecido
da esquerda: Propagam a mentira para difamar, se contestado chamam de comunista
infiltrado, se usamos de argumentos convincentes que não podem ser rebatido,
partem para ofensas e ameaças, bem como propagam o BAN (votos em Branco, Abstinência
e Nulos), uma maneira eficaz de eleger os candidatos de esquerda, pois, a
esquerda não deixa de votar em seus candidatos.
A direita soma cerca de 65% do eleitorado brasileiro que gira
em torno de 144 milhões de eleitores, convencendo 35% do eleitorado de direita
em não manifestar seu voto no único candidato de direita no próximo pleito,
terão conseguido seu intento em novamente eleger a esquerda para (des) governar
o País.


Você está alcoolizado ou usando algum tipo de medicamento que não te deixa raciocinar direito. Só por o inicio do seu escrito já dá para entender que você vai usar o blá, blá, blá já tão conhecido e depois colocar um comunista em evidencia ante a sociedade. Você deveria tomar vergonha nesta sua cara de comunista enrustido e publicar diretamente os seus conceitos e predileções por mafias e ideologistas genocidas. Sai do armário!!!
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