A reação da Cabo PM Flavia Louzada deveria primeiramente ser
avaliada por equipe interdisciplinar de médicos e psicólogos.
Cabo PM Louzada é desrespeitada, veja aqui
Talvez o sistema
desconheça as prováveis causas desta reação tão inconsequente que alcança as
raias do desespero de quem, em ABSOLUTO ESTADO DE NECESSIDADE, perdeu a razão.
Porque faz pouco tempo, e posso testemunhar, que se viu com o pai em estado
terminal de câncer (ele faleceu neste recente período), e foi obrigada a
abandonar o lar às pressas por real ameaça de traficantes do Complexo do
Alemão, que invadiram a comunidade onde ela residia, num dos acessos
periféricos à favela, e lhe mandaram um recado direto de ameaça de morte.
Como
ela foi a única mulher que participou da tomada do Complexo do Alemão junto com
as FFAA, precedendo às instalações de UPPs por lá, tornou-se bastante conhecida
da bandidagem do Complexo e de outros membros do CV. Neste quadro aflitivo ela
me procurou em Maricá, na minha casa, e eu providenciei com o meu conhecimento
de pessoas boas de Maricá uma casa para ela alugar, da qual fui fiador. Ela se
mudou a toque de caixa no mesmo momento em que sepultava seu pai, um graduado
da Aeronáutica. Por que eu, um oficial reformado da PMERJ, tive de agilizar
tudo isto? Ora, porque ela não confiou que a corporação a apoiasse em momento
extremo e me procurou junto com o companheiro dela, que, para complicar ainda
mais, sofre de grave lesão na coluna cervical, o que também pode ser facilmente
provado, ele sentou-se na minha poltrona e não conseguiu se levantar sozinho.
Já atormentada pela grave situação que aqui resumo, ela descobre que está
grávida de gêmeos, e só Deus sabe o susto dela. EU SEI!.. Daí, ela se viu
impelida a voltar a morar no Rio de Janeiro, para ter acesso rápido a
hospitais, pois, por óbvio, a gravidez dela, na idade em que se encontra, pode
ser considerada de altíssimo risco. Nem sei se ela já conseguiu se mudar, mas
esta é a duríssima realidade no momento enfrentada pela Cabo PM Flavia Louzada,
e o seu real estado de espírito ao dar a entrevista. Ora, ela não falou como
PM, falou como órfã de um pai que ela mesma cuidava na casa dela, falou como
futura mãe de gêmeos que não recebeu seus vencimentos como mandam as leis, e
acabou espinafrando um governante que já disse a que veio, eis que inegável
integrante da súcia comandada por Sérgio Cabral, este que roubou tanto que
merecia ser "presidente de honra" do Comando Vermelho (Vide
declarações de Marcinho PV).
Faço aqui o relato para que o sistema PMERJ acorde
e saiba lidar com o grave problema que levou a Cabo PM Flavia Louzada,porque, -
abnegada e entusiasmada defensora da VIDA dos colegas dela, incluindo oficiais,
- ela não distinguiu nem ela o seu grave trauma psicológico,levando-a ao risco
de perder os gêmeos (já estava licenciada por gravidez). Faço o relato para que
a imprensa em geral aprofunde em investigação jornalística o que aqui afirmo, e
que o ilustre comandante-geral, que tem a obrigação moral de ser humanitário,
PRIMEIRO, por seu passado sempre voltado para o bem estar das tropas que
comandou, e SEGUNDO porque a corporação tem uma enorme dívida com essa PM
valente e abnegada, que transborda amor corporativo e que ingressou na PMERJ
depois de ter a mãe, PROFESSORA, assassinada por um aluno que pusera para fora
da sala por inconveniência e ele a esperou na saída e atirou muitas vezes nela,
matando-a.
Desabafo marido da Cabo Louzada, veja aqui
Espero que toda a PMERJ, de algum modo, leia o que escrevo. E digo
por minha conta que esse governante não tem moral de mandar punir a Cabo PM
Flavia Louzada por manifestação gerada pelo máximo desespero, não mais de PM
Fem, mas de MÃE DE GÊMEOS prestes a perdê-los ainda no útero, como acontece nas
favelas em que mães perdem filhos ainda no ventre por consequência de tiros
insanos. Que o Ex.mo Senhor General de Exército Interventor saiba logo, este é
o "moral" da tropa da PMERJ,que durante anos não tem podido se
espelhar mirando o andar de cima, onde só há corrupção e desculpas esfarrapadas
dos que já foram apanhados e dos que ainda conseguem ganhar tempo em razão de
cargo ou função e de outras malandragens. Por enquanto é o que basta!
Emir Larangeira, Coronel PMERJ


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