domingo, 29 de abril de 2018

Famílias de PMs assassinados lutam por justiça


Rio de Janeiro, famílias de PMs assassinados lutam por Justiça. Maioria das 134 mortes de policiais militares em 2017 está sem solução, núcleo que investiga está sem comando.
Bianca Marins, 40 anos, não superou a morte do marido, o Sargento da polícia Militar Márcio Leandro do Nascimento Marins, de 46 anos (mais da metade deles dedicado à Corporação). Ele foi encontrado morto com o corpo carbonizado, dentro do porta malas do carro que dirigia. O crime ocorreu próximo a uma favela em Guadalupe, na Zona Oeste no dia 14 de fevereiro de 2017.
Passado um ano, dois meses e muitos dias, a viúva não sabe quem matou o pai de suas duas filhas, a luta por Justiça se transformou em peregrinação. Pelo menos duas vezes por mês ela busca respostas na Delegacia de Homicídios na Barra da Tijuca, a ultima visita foi na sexta feira, dia 20; em vão.
“A sala onde fica a equipe de investigação estava trancada, dei com a cara na porta. Só eu sei o quanto é difícil superar a tragédia, as meninas eram muito apegadas a ele; até hoje preciso de psicólogo”, desabafa Bianca entre lágrimas.
O drama da viúva do Sargento Marins é o mesmo das famílias de centenas de outros policiais militares assassinados. Em 2017 foram 134, a maioria ainda sem solução. Destes 81 estavam de folga, 29 em serviço e outros 24 eram Reformados ou na Reserva Remunerada. Neste ano já são quadro dezenas de PMs mortos.
Para piorar a situação, há mais de um mês houve mudanças na cúpula da Segurança Pública do Rio de Janeiro, sob Intervenção Federal. Os comandos das Delegacias foram trocados, mas, desde então, o núcleo criado para apurar crimes contra policiais está sem chefia e os trabalhos praticamente parados.
Policiais ouvidos confirmaram que, por causa da repercussão do caso da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gonçalves, mortos no dia 14 de março, a prioridade da Polícia Civil do Rio de Janeiro é desvendar o caso. O restante que aguarde, estando os indícios sendo consumidos pelo tempo.

Rigor nas investigações!
O bombeiro reformado Ricardo Ramas de Oliveira também pede mais rigor5 nas investigações. Ele é primo do Sargento Adilson Ferreira Riça, de 40 anos, do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), encontrado morto com quatro tiros de pistola em um condomínio na Taquara, na Zona Oeste. Ricardo liderou manifestação em frente a Delegacia de Homicídios reunindo parentes e amigos da vítima.
“Meu primo concluiu o curso de direito e sonhava em ser Delegado, trabalhou na escolta do ex Secretário de Segurança José Mariano Beltrame. A polícia, por enquanto, não deu satisfação sobre o crime, qua aconteceu em setembro de 2017. Esperamos que os assassinos sejam presos”, pede o Bombeiro Militar.
Procurado o Diretor da Divisão de Homicídios do Estado do Rio de Janeiro, Fábio Cardoso, não retornou as ligações. Já o Titular da Delegacia de Homicídios da Capital, Giniton Lages, não quis atender a reportagem. A Assessoria de Imprensa da Polícia Civil não se pronunciou sobre os 134 inquéritos em andamento e o Coronel Luis Claudio Laviano, Comandante Geral da PMERJ, não quis falar.

Especialistas criticam impunidade

Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Rafael Alcadipani afirma que a polícia investigativa no Brasil está sucateada. De acordo com ele, a falta de dinheiro é uma das causas. No entanto, alerta para outro fator que contribui para a impunidade. "A morte de policiais parece chocar pouco a sociedade. Não há comoção social como em outros países do mundo", avalia.
Para Rafael Alcadipani, a situação do Rio é grave devido aos problemas de gestão. Na última semana, o Gabinete de Intervenção Federal decidiu acabar com 19 das 38 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). "Não devemos comparar os assassinatos dos PMs do Rio com a morte da vereadora Marielle Franco. Mas a cobrança por uma solução precisa ser igual", ressalta o professor da FGV.
No Estado do Rio, a taxa de homicídios dolosos (com intenção de matar) cresce desde 2012, segundo dados oficiais do Instituto de Segurança Pública (ISP). Há seis anos, houve 25,1 crimes deste tipo para cada 100 mil habitantes. Em 2017, o índice chegou a 31,6 assassinatos para cada 100 mil habitantes. No entanto, a média de elucidação foi de 17,9% no primeiro semestre de 2016 último dado disponibilizado pelo ISP.
"As famílias dos PMs ligam reclamando da impunidade. Enquanto a sociedade não for às ruas para pedir mudanças profundas, os crimes contra policiais serão esquecidos. O sistema faliu", sintetiza Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio.



O DIA

Quem é o inimigo do Estado?


Major PMERJ Elitusalem Gomes Freitas

Há dois anos nós, juntamente com o Sgt Anderson Valentim, apresentamos na Comissão de Segurança Pública da Alerj um plano para realizar a formação dos quase 4 mil conscritos do concurso de 2014, o plano era bem simples: Postagem sobre o assunto: RVChudo
- Formação descentralizada em Batalhões Escola;
- Instrutores não remunerados, considerando que temos os mais qualificados, que se dedicando exclusivamente a formação dos mesmos daria uma formação de excelência;
- Recursos doados por entidades privadas já pré alinhadas ao projeto;
- Aporte de 14,5 milhões oriundos de Brasília para o que se fizesse necessário em despesas financeiras;

Sargento Valentim e Dr. Renato Brandão trazendo notícias interessantes sobre reunião com o Deputado Federal Dr. Marcelo Delalori...

Obviamente a folha de pagamento caberia ao Estado prover, hoje passado-se esse longo tempo ouço que darão prioridade na Incorporação e formação de mil e oitenta e três candidatos, e me pergunto, como todos os mecanismos sendo fornecidos por quem sequer tinha estrutura para isso, qual a razão de não terem aproveitado nossa disposição e boa vontade em resolver esse assunto que traria justiça para os candidatos no mais sofrido Processo de seleção da hóstia da PMERJ e para sociedade e tropa que clamam por reforços contra o crime?
#NósSomosNossosInimigos
#AcordaBrasil
#Somos4Mil
#NoSalmo40

Há quase quatro anos, as vidas de cerca de quatro mil aprovados em concurso para soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro de 2014 permanecem estagnadas. Dados da corporação indicam que, desde a realização da prova, apenas 1.175 pessoas foram convocadas, ainda que 4.764 vagas continuem disponíveis. No mesmo período, já poderiam ter ingressado no Curso de Formação de Praças mais do que o dobro de recrutas, aproximadamente três mil militares.

Embora muito pertinente à época, já que o Estado não dispunha de recursos para efetivar o curso, o governador Pezão não aceitou a proposta, deixando o Estado do Rio de Janeiro agonizar com o déficit de policiais na PMERJ.

Atualmente, com decisão da Secretaria de Segurança, a convocação pode ser possível, mas, com reduzido numero de convocados, já que o Estado ainda se recupera do grande roubo impetrado em seus cofres.


sábado, 28 de abril de 2018

Brasil para principiantes


A profusão de anacronismos e peculiaridades acumuladas está a exigir que o cidadão e os estrangeiros que aportam no Brasil, confusos, inscrevam-se em curso intensivo sobre a radiografia do país para que possam entender alguma coisa do que, entre nós, aconteceu ou pode acontecer. O curso é imposição de altos escalões da política e da Justiça, considerando-se que nem sempre tem valor o que neles se escreve. Salvo no jogo do bicho, invenção do barão de Drummond, em 1888, para salvar nosso zoológico. Na aposta valia o que estava escrito, como ainda hoje vale. 
É preciso reaprender o Brasil, onde a corte maior de Justiça manda prender o condenado em segunda instância, para logo depois colocar em dúvida o que havia decidido. Reabre discussão sobre matéria vencida. E os tribunais, maiores ou menores, vão se confundindo na berlinda, depois de loucas cirandas. A delação premiada, que deve ser mero ponto de partida nas investigações, tende a tornar-se sentença condenatória. Juízes e políticos escorregam para cima. O delegado prende, o juiz solta. O dito pelo não dito. 
Deputado condenado, depois da fartura de provas, é preso, mas continua no exercício do mandato, sob o pitoresco de integrar a comissão que discute o Código Penal... O que é absolutamente incrível. O jogo continua proibido, mas a Caixa Econômica é o pano verde oficial, sobre o qual todos os dias pratica-se a loteria de sorte ou azar, recolhe milhões e milhões de reais sem que lhe sejam cobradas notícias claras quanto ao destino dessas fortunas.
O estado é laico, mas nem tanto. Adora um feriado religioso, e, podendo, junta um ponto facultativo de véspera, para o fim de semana prolongado. Ninguém é de ferro. O facultativo não faculta, pois o serviço público dá-lhe rigorosíssimo cumprimento, impedindo o trabalho. Laico, mas vige a Lei 6.802, de 30 de junho de 1980, que torna feriado nacional o 12 de outubro, “para culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida”. Nada tendo a ver com teocracia, o governo oferece tratamento privilegiado, no Congresso Nacional, à poderosa bancada evangélica, e concede numerosos canais de TV, exclusivamente para  a pregação pentecostal. 
O Brasil é contra a pena de morte, o que não impede que seja aplicada com frequente rigor, a começar pelas execuções em massa nas favelas. O sinal verde no trânsito, apenas indicador de passagem liberada, é mandado de execução para quem dele descuidou. Se o motorista estiver embriagado e avançar sobre o vermelho, melhor para ele, pois será solto rapidamente e responderá pelo crime, em liberdade. Se matou, dentro de quatro ou cinco anos a Justiça vai chamá-lo, mas o esquecimento o absolve, podendo, contudo, ser condenado a pena comunitária: a morte compensada com uma cesta básica para o abrigo mais próximo. 
A camisa, que tem todo direito de estampar 100% negro, já teve estudante condenado por prática de racismo, quando vestiu uma com a inscrição 100% branco. 
Muitas estatais, agora tiradas da sonolência para frequentar com assiduidade o noticiário, graças à Java Jato, conseguem o que a sensatez não é capaz de entender: elas planejam o que não executam, e depois produzem relatórios sobre o que efetivamente não fizeram. Não vale o que está escrito. Da mesma forma como também perdem sentido as campanhas contra o tabagismo, que destinam grandes somas junto aos jovens, embora sem remover de um dos símbolos oficiais o vistoso ramo de fumo, nele mantido pela heráldica desatenta. Nada custa um curso sobre o Brasil e os homens que o dirigem. É aprendendo que se vive melhor.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Gabinete de Intervenção decide acabar com metade das UPPs



Em decisão tomada nesta quinta-feira, 26, em reunião, o Gabinete de Intervenção Federal decidiu extinguir metade das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). Das 38, 12 serão fechadas nos próximos meses. Sete serão incorporadas por outras unidades.
De acordo com estudo da Polícia Militar, forças de segurança já perderam controle de determinadas áreas. Por conseguinte, as unidades não conseguem operar de maneira satisfatória e serão fechadas. Duas das 19, segundo informações da TV Globo, já estão em processo de extinção.
As UPPs Cerro Corá e Complexo de São Carlos serão fechadas primeiro. Posteriormente, a unidade Mangueirinha, em Duque de Caxias, também seguirá o mesmo caminho. O Gabinete de Intervenção Federal anunciará quando as demais unidades fecharão nos próximos meses. 
O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foi criado em 2008, como um dos principais instrumentos de segurança pública do estado. No ano passado, foi anunciada uma reformulação e o remanejamento de um terço do efetivo que atuava nas favelas.
Em levantamento sobre as percepções de segurança pública com mais de 6 mil pessoas, que foram visitadas em suas casas entre setembro de 2015 e fevereiro de 2016, da Universidade de Stanford, a UPP foi avaliada como positiva para a comunidade apenas por 31% dos entrevistados. 22% consideraram a experiência negativa. 
Para 23%, houve melhora na relação entre comunidade e policiais, mas para 27% essa interação não melhorou. O maior número de entrevistados, no entanto, não apresentou avaliações positivas nem negativas, respondendo às perguntas dizendo que concordam "em parte" ou que "as coisas ficaram da mesma forma." Por outro lado, 48% dos entrevistados avaliaram que a UPP aumentou o desenvolvimento econômico local e 33% relataram que ajudou a diminuir a discriminação à favela.
As avaliações também diferem de uma comunidade para outra. No Batan, 60% da população acredita que a UPP foi uma ação positiva e apenas 4% tem uma opinião oposta. Na Rocinha, 40% dos entrevistados discordam que a UPP melhorou a comunidade, enquanto somente 20% concordaram com esta afirmação.
A Rocinha é também a única favela onde o número de moradores que querem a saída da UPP foi maior do que aqueles que querem a permanência. O fim do projeto é defendido por 30% dos entrevistados, contra 27% que não desejam. No Batan e na Cidade de Deus, mais da metade dos residentes acham que a UPP não deve abandonar a comunidade.
"Apesar da existência de opiniões diversas sobre a UPP, quando perguntamos diretamente aos moradores se querem que ela deixe a favela, 46% de todos os entrevistados respondem que não", disse a pesquisadora Beatriz Magaloni, diretora do Laboratório de Pobreza, Violência e Governança (PoVgov) da Universidade de Stanford.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Palocci assina acordo de delação com a Polícia Federal



O ex-ministro de governos petistas Antonio Palocci assinou acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal, e as informações e documentos fornecidos por ele podem resultar na abertura de novos inquéritos e em novas fases da Lava Jato, diz reportagem do jornal o Globo desta quinta-feira.
O jornal aponta que fontes vinculadas ao caso confirmaram rapidez no avanço da colaboração nos últimos dias, e que estar dependeria agora apenas da homologação da Justiça.
Palocci está preso desde setembro de 2016 pela operação Lava Jato. Neste mês, o STF decidiu manter a prisão preventiva, ao rejeitar pedido de liberdade apresentado pela defesa. 

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Desconfianças na urna



A trajetória consolidada da votação eletrônica é um fato, a despeito de alguns especialistas alimentarem suspeitas quanto à sua lisura, e certamente por isso jamais o sistema tenha se tornado artigo nacional de exportação. Muitos países enviaram seus observadores, olharam, periciaram, procuraram aprender, mas não o suficiente para levá-los à adoção de nossa experiência com o voto. Concluem que, a par de poderoso investimento na implantação, restam dúvidas quanto à real capacidade de as urnas manterem a desejável invulnerabilidade. 
O Tribunal Superior Eleitoral já cuidou de avaliar as desconfianças, sem se convencer dos perigos de fraude, optando por acompanhar conclusões dos técnicos que apostam na seriedade do sistema. Sempre procurou ignorar os que, ao contrário, propõem correções, como garantia contra a vulnerabilidade, que consideram um fato real. 
Talvez uns e outros tenham alguma razão quanto a detalhes, mas, para se argumentar em favor da segurança mínima, o que se pondera é que um projeto de fraude, destinado a favorecer determinado candidato ou partido, só se justificaria se fosse praticado nos cômputos finais dos mapas que chegam aos tribunais regionais, nas capitais dos estados, responsáveis pela contagem dos votos e proclamação dos resultados. Não seria possível praticar tal projeto, coordenadamente, em centenas ou milhares de seções eleitorais, porque a burla criminosa exigiria imenso e impossível trabalho para se obter resultado de votos em cada região para um jogo final e perigoso. Seria o caso de fraude por atacado. 
Não se afasta a possibilidade de a discussão técnica sobre a votação eletrônica estar de volta, tal como se deu em véspera de pleitos nos anos passados. Que não sejam condenadas antecipadamente, porque divergências, quando se dão em um campo tão delicado, não podem ser recusadas. Na verdade, considerando-se ser um sistema de grande complexidade, há que se aceitar qualquer iniciativa tendente a aperfeiçoá-lo. Como, ainda agora, sobre a conveniência do voto impresso, a título de segurança para o eleitor. 
O atual sistema, que começou a ser implementado em 1995, deixou para trás, sem admitir arrependimentos ou retrocessos, os casos de desvio das manifestações das urnas, que eram habituais e viciosos. Para confirmar, dizia o senador Nélson Carneiro que, ”neste Rio de Janeiro não basta ganhar a eleição; é preciso ganhar a apuração”. As cédulas – é também de sua lavra – não eram apenas manuseadas, mas também manipuladas, segundo os interesses...
Muitos, além do senador divorcista, puderam atestar a rede de deformação eleitoral nos subúrbios cariocas, mas que grassavam, igualmente, como febre, nos rincões do coronelato do Nordeste e na zona rural de Minas, sem que faltasse criatividade na arte do engodo. Eram variados os expedientes, como os “fósforos”, assim cognominados os que votavam com título de eleitor falecido. Em Campo Grande, Realengo, Duque de Caxias e Baixada, o eleitor-fantasma ajudou a definir muitas biografias políticas. 
Essas relembranças pouco contrastam com os argumentos a que recorrem os desconfiados com a urna eletrônica. Se desvios foram possíveis no passado, por que não agora, sabendo-se que a tecnologia pode servir tanto ao bem como ao mal, tal como se viu, nesta cidade, há 36 anos, sob os auspícios da Procunsult? 
Os deslizes, demonstrados ou que se tornaram apenas objeto de imaginação, fazem parte do arquivo morto da política. A eletrônica deixou no pretérito as atas falsas do bico de pena das eleições da Velha República, quando o comum era se eleger quem o eleitor não queria ou não conhecia. O progresso sempre avança, e para melhor. O próximo passo já está chegando: a biometria na boca da urna.

Jornal do Brasil

domingo, 22 de abril de 2018

Foro bem privilegiado



Por mais que sejam maleáveis as pautas legislativas, sempre sujeitas à remoção dos processos, dependendo de conveniências do momento, foi bom saber que o Senado Federal promete reabrir, em maio, sem mais delongas, as discussões sobre o instituto do foro privilegiado, que não correrá o risco de ser extinto, como desejam alguns, mas realmente está a reclamar revisão quanto aos objetivos e sua extensão. Sem embargo de uma observação que parece procedente: por que esse tema não consegue chegar a um termo, sempre submetido a variáveis adiamentos, baseados em explicações superficiais, quando é tão claro seu objetivo: não permitir a banalização do uso para dar cobertura a agentes políticos, quando esses são chamados a explicar atos duvidosos? No Supremo Tribunal Federal, onde essa questão também chama a atenção de alguns ministros, observa-se que, desde janeiro, ela acaba transferida para pautas futuras. 
O julgamento de um delito que nada tenha a ver com o interesse público, cometido ao sabor de circunstâncias pessoais, deve estar reservado à primeira instância e à tramitação comum. São muitos os abusos, e, para não cometê-los, devíamos começar copiando o exemplo dos mesmos países em que geralmente gostamos de nos mirar. Mas é justo ressalvar que desvios na concessão de tal prerrogativa nunca foram modelo de exclusividade brasileira. O que nos difere em relação a muitos outros é que o foro de prerrogativa de função tem limites rigorosos, e os parlamentos cuidam de policiar os desvios. Sem concessões. Por quê? Porque o mandato não pode ser usado como instrumento de defesa para quem cometeu crime comum. Eis o porquê. 
A reabertura da tramitação, prevista para os próximos dias (dependendo do sincero desejo de definir a matéria), exigirá que se considerem os velhos e conhecidos artifícios, criados pelo engenho e arte dos deslizes de parlamentares, muitos deles usuais recorrentes à prerrogativa, quando se esforçam para explicar que suas delinquências comuns afetam a instituição a que pertencem. Tais artifícios são elaborados numa insolência que supera os limites. Houve caso em que se pretendeu recorrer ao foro privilegiado até para sufocar agressão doméstica. Em passado mais distante, noticiou-se sobre o deputado que pretendeu buscar abrigo à sombra do benefício para se safar do incômodo do senhorio, que teria ido à Justiça queixar-se do inquilino descuidado, que acumulou aluguéis não pagos. 
Se o tema avançar, cuidem-se os bem intencionados, porque uma das grandes causas a prejudicar o andamento é exatamente a indústria das demoras sustentadas em razões diversas. O debate acaba esbarrando, não raro, em questões levantadas e defendidas pelos que não admitem abrir mão desse poderoso instrumento de defesa pessoal, mesmo reconhecendo ser imensa a diferença que separa crime comum do crime contra o Estado. Em favor deste, a lei precisa ser mais zelosa quando se tratar de garantias ao agente do múnus público. É preciso dar clareza entre o que é justamente devido e o que se torna expediente indesejável no foro privilegiado. De uma vez por todas. E rapidamente, antes que as operações da Lava Jato estendam seus tentáculos a dezenas de políticos e suspeitos, e, preocupados, estão de olho vivo no sempre abençoado foro privilegiado, que tem vasta história de gentilezas, se concretizadas ou quando apenas acenam com tolerâncias.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

A VÍTIMA ESQUECIDA



É conhecido o desejo de movimentos de esquerda buscarem a criação de uma vítima em suas manifestações. Tal fato confirmará a violência de seus opositores e sua posição de vítimas da selvageria dos fascistas, golpistas, entreguistas ou qualquer outra designação que atribuam a quem se opõe a eles. A vítima, naturalmente, sempre será um inocente estudante, operário, camponês, trabalhador que expressava pacificamente seu apoio às causas populares e, apenas por isso, foi violentamente agredido.
Caso a vítima morra, melhor ainda. Nada mais expressivo e contundente do que um cadáver para provar suas teses de vitimização e pura inocência, em contraponto à truculência dos adversários, cujos argumentos são fracos e incapazes de sustentar o debate no campo das ideias.
No recente circo armado no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, em torno da prisão do ex-presidente Lula, no entanto, algo de novo aconteceu. Membros da tropa de choque do PT, entre eles ex-vereador e ex-candidato a prefeito da cidade, agrediram um manifestante contrário ao criminoso condenado, com socos e empurrões, lançando-o na rua, onde bateu com a cabeça no para-choque de um caminhão e ficou estendido no chão, desacordado e com a cabeça sangrando.


Nenhum membro da guarda pretoriana que protegia as autoridades, artistas, políticos, religiosos e demais participantes da, até agora, última palhaçada de Lula, teve a mínima preocupação em auxiliar o ferido. Coube a populares seu socorro e condução, a pé e sangrando, para hospital próximo ao local da agressão.
A televisão mostrou, em imagens claras e nítidas, o rosto e a atitude de pelo menos três dos autores da violência. Ao que se saiba, nada sofreram ou sofrerão em consequência de seus atos de banditismo.
Quem era o agredido? Seu nome? Qual o atendimento recebido no hospital? Como está passando? Já teve alta?
Isso não interessa.
Se tivesse acontecido o contrário, se um dos manifestantes que gritavam “Lula ladrão, teu lugar é na prisão” tivesse ferido algum admirador lulista, já estaria preso, com sua vida esmiuçada e exposta em várias notas diárias. A notícia, espalhada pela azeitada máquina de divulgação esquerdista, estaria em poucos minutos repercutindo em outros países, com grande destaque, comprovando a falta de democracia e o desrespeito aos direitos humanos imperantes no Brasil de governo golpista.
Já haveria uma série de iniciativas para homenagear a pobre vítima: nome de ruas, placas, monumentos…
Como o agredido era contrário a Lula, não interessa seu destino. Que não ouse mais expressar seu pensamento em via pública, o que é monopólio da esquerda.

Gen Clovis Purper Bandeira, Editor de Opinião do Clube Militar




quinta-feira, 19 de abril de 2018

O ciclo se fechou!

O ciclo se fechou! Bolsonaro é definitivamente o candidato da Direita Brasileira e de nossas Forças Armadas.


Que se tenha noção de que incentivar o não comparecimento as urnas, o voto nulo e em branco; bem como difamar o pré candidato à Presidência Jair Bolsonaro é colaborar unicamente para que o socialismo/comunismo continue no poder e perpetuando a atual situação que se vive no País. Comunista/socialista, embora em menor quantidade comparece em massa as urnas para eleger seus candidatos, enquanto que a Direita, desestimulada com a falta de opção, comete o BAN (Brancos, Abstinências e Nulos). Hoje, com a opção Bolsonaro e vários outros novos candidatos confiáveis a cargos no Legislativo, a Direita não pode cometer esse deslize, não pode facilitar para a esquerda.

Coronel Enio Fontenelle já se pronunciou sobre o assunto:
Link: As regras do jogo e o BAN


As eleições serão o campo de batalha e não uma Intervenção com tomada abrupta de poder. A Intervenção Militar já acontece desde o inicio da Lava a Jato e vai se estender por muitos anos ainda até que a segurança democrática esteja reinando no Brasil.

O General Mourão já disse em entrevista que militar no poder só se eleito:


O General Heleno declarou seu irrestrito apoio a Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais:


E por ultimo, o General Mourão se pronuncia a favor do pré candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro:




Outros textos do Coronel Enio Fontenelle estão disponíveis e reforçam a já não teoria, mas, a realidade da Intervenção Militar pujante no Brasil:



O discurso de urnas fraudáveis ficou obsoleto diante de tantas evidencias, pode até ter acontecido, entre dois candidatos de esquerda como em 2014 (Dilma e Aécio), mas, com um candidato forte de Direita, do meio militar e da preferencia dos militares e da Direita Conservadora, isso será impossível de acontecer e, se tentado, será a bancarrota definitiva da esquerda fraudulenta, corrupta e doentia no Brasil. Não se esqueçam que temos os dois melhores Institutos tecnológicos do Brasil e quiça do mundo, o INE e o ITA.

Portanto, após este ultimo pronunciamento do General Mourão, fica evidente que qualquer pessoa que se intitule "intervencionista" e difame o presidenciável Jair Bolsonaro e incentive o BAN, é um instrumento a serviço da esquerda tão combatida no Brasil, é um TRAIDOR, é um INFAME, é alguém que se aproveita de um movimento forte para o colocar a serviço da esquerda!

INTERVENCIONISTA que se preze, deposita total apoio e confiança em suas Forças Armadas!

Se liga PM, está em suas mãos!


Realidade da vida profissional na PMERJ há 23 anos.


1995 – 189 PMs executados.
1996 – 175 PMs executados.
1997 – 116 PMs executados.
1998 – 122 PMs executados.
1999 – 131 PMs executados.
2000 – 138 PMs executados.
2001 – 129 PMs executados.
2002 – 152 PMs executados.
2003 – 177 PMs executados.
2004 – 163 PMs executados.
2005 – 138 PMs executados.
2006 – 153 PMs executados.
2007 – 130 PMs executados.
2008 – 113 PMs executados.
2009 – 135 PMs executados.
2010 – 129 PMs executados.
2011 – 108 PMs executados.
2012 – 114 PMs executados.
2013 – 129 PMs executados.
2014 – 108 PMs executados.
2015 – 091 PMs executados.
2016 – 146 PMs executados.
2017 – 134 PMs executados.
2018 – 036 PMs executados até agora.

Total; 3.156 Policiais Militares executados em 23 anos.

1 – Quantos assassinos foram identificados e presos pelos crimes?

2 – quantas ações efetivas foram realizadas pelos órgãos de defesa dos direitos humanos em prol das famílias desses policiais vitimados?

3 – o genocídio continua e nada é feito para mudar este cenário.

4 – As famílias sofrem até hoje com a ausência desses profissionais.

5 – Nestas estatísticas não está computado os que, apesar de sofrerem ataques homicidas, sobreviveram. Também não estão computados os que estão com sequelas irreversíveis.

Somente mudaremos este quadro desolador com a representatividade no Congresso Nacional e nas Casas Legislativas Estaduais. Estes profissionais devem estar dispostos a propor mudanças conjunturais significativas na ordem jurídica e social do País.
Para fazer o que tem de ser feito! Missão dada é missão cumprida!

André Rio

Somos cerca de 50.000 ativos, 30.000 inativos, 20.000 pensionista. Some-se a isso mais quatro parentes, amigos e simpatizantes. Já imaginaram quantos votos podem ser conseguidos só na PMERJ? Não? 500 mil votos aproximadamente! Claro que na PMERJ tem esquerdistas, mas são uma minoria desprezível. 300 mil votos dá para eleger 1/10 da ALERJ, uma bancada de 7 deputados oriundos e compromissados com a Corporação. Uma bancada Federal com quatro deputados oriundos da Corporação. E de quebra podemos sonhar até com um Senador.


quarta-feira, 18 de abril de 2018

Ela merece sim nossa eterna homenagem



Singela homenagem e retorno aos meus 16 anos, quando ingressei nesta Escola. Fiz muitas amizades, aprendi sobre respeito à hierarquia, à normas, regulamentos e sobretudo à Bandeira e Constituição. 


Fiz amigos que eram filhos de coronéis,de taifeiros, de doutores e de pedreiros, que eram brancos, mulatos e negros e de vários rincões desse Brasil. 


Sem que houvesse diferenças, todos tínhamos a mesma faixa etária, e ali ficamos irmãos. E irmãos somos até hoje. A Escola foi a nossa mãe, e ali nos reunimos pelo menos de cinco em cinco anos em um congraçamento festivo para renovar as suas bençãos em nossas vidas e os nossos votos de civismo, amor à Pátria e fidelidade à nossa irmandade. 


Talvez seja a única escola do mundo em que todos os alunos fazem este ritual de gratidão. Talvez por que seja a única que fez por merecer. Como dizia nosso comandante na época, o principal não é a formação de oficiais aviadores mas sim de cidadãos para o Brasil. Esta é a premissa seguida à risca por todos os seus comandantes. Eu tive a honra de ter estudado nesta Escola.

Texto de Armando Valenzuela

A Escola nos marcou tanto que um ex aluno deixou escrito que ao falecer queria que suas cinzas fossem jogadas nos jardins da Escola.

"GARANTISTAS", HÁ SINCERIDADE NISSO?


“Não existe crime mais sério do que a corrupção. Outras ofensas violam uma lei enquanto a corrupção ataca as fundações de todas as leis”. Theodore Roosevelt – 1902


Se dermos uma olhada mais atenta na biografia e no desempenho dos magistrados do STF, que um colunista definiu como “garantistas”, referindo-se àqueles juízes que pretendem assegurar, irrestritamente, o que está na Constituição, ser um escravo dos princípios fundamentais da legalidade, da presunção da inocência, do contraditório, do devido processo legal e, sobretudo, da dignidade da pessoa humana, poderemos não ter tanta certeza da nobreza e sequer das suas reais motivações.

Dentre eles, estão os que pretendem rever a possibilidade de prisão a partir da segunda instância, os que abominam a prisão preventiva ou provisória, os que enxergam como ato de tortura a delação premiada, os que desejam a todo custo assegurar imunidades sem limites, os que colocam o habeas-corpus como símbolo da liberdade individual, não importando de quem ou porquê, os que pretendem ignorar a opinião pública, os que entendem que os juízes de Curitiba inauguraram um novo código de Direito no País e os que sonham detonar a Operação Lava Jato.
Tudo isso na contramão de todo o esforço que o Brasil necessita da Justiça, hoje, para eliminar a praga da corrupção, punir os criminosos do colarinho branco, dentre governantes, políticos e poderosos empresários que arrasaram a economia do país e frustraram tantas esperanças. Na contramão, também, daquilo que em todo o mundo vem sendo feito para combater a criminalidade institucionalizada.
Para agravar, como disse, quando atentamos para a trajetória desses chamados “garantistas”, não sentimos segurança alguma quanto às reais intenções que os movem. Para ser sinceros, não damos um tostão furado por elas. Enxergamos condenáveis preferências político-partidárias em alguns, perigosas ligações com políticos e poderosos grupos empresariais em outros e todos esses protegidos, sempre, com contas sérias e pesadas a ajustar com a lei. Há, até mesmo, alguns exemplos de quem nem tenha tanto apego assim às normas constitucionais vigentes dentre esses juízes. Aqui bastaria lembrar o episódio da ex-presidente cassada que não teve seus direitos políticos suspensos, como exigido pela lei, por conta da interpretação marota do texto constitucional do presidente do Senado, à época, com o aval de um chamado “garantista”. Um escândalo que ainda poderá ter sérias consequências nas próximas eleições.
Portanto, amigos, todo o nosso apoio, hoje, aos chamados pelo colunista de juízes “consequencialistas”, pragmáticos no sentido não pejorativo do termo, que querem julgar com base em fatos, e não em pretensas teses idealistas. Estão movidos pelo desejo maior de terminar com a impunidade dos poderosos. Estão com a Lava Jato.
É disso que o Brasil precisa.

Gen Gilberto Pimentel Presidente do Clube Militar


terça-feira, 17 de abril de 2018

Lula hoje é só uma carcaça.



Perceberam que a Polícia Federal negou-se a buscar Lula no Sindicato dos Metalúrgicos? Que não se lançou num combate arriscado no terreno do inimigo?
Deixou que a militância gritasse, gastasse energia, esgotasse seus recursos e, por fim, se visse sem resistência.
Esperou para avaliar o tamanho das fileiras adversárias e então, logo que constatou que elas não passariam dos mesmos sindicalistas e estudantes de sempre, sem quelquer reforço de adesão popular (já sabíamos!).


Um delegado disse em alguma reportagem que qualquer reação da P.F. para capturar Lula seguiria instruções do juiz responsável pela ordem de prisão.
Sergio Moro não piscou. Não requisitou o Batalhão de Choque, não mandou suspender a energia do prédio do sindicato, não fez nada que pudesse  inflamar ainda mais os ânimos ou criar um fato novo.
Impossível não lembrar Sun Tzu: “Conhece teu inimigo e conhece-te a ti mesmo e se tiveres cem combates a travar, cem vezes serás vitorioso. Se ignoras teu inimigo e conheces a ti mesmo, tuas chances de perder e de ganhar serão idênticas. Se ignoras ao mesmo tempo teu inimigo e a ti mesmo, só contarás teus combates por suas derrotas.”
Por estas e outras que admiro ainda mais Sergio Moro, tudo que vimos está escrito em A Arte da Guerra. Mas não é todo mundo que curte um bom livro, não é mesmo?
E na contramão está alguém que abriu mão de si mesmo pelo poder. Lula construiu uma história de vida capaz de arrastar emoções e o levar à presidência. Agora, de modo desprezível, o mesmo Lula destrói-se por completo.


Não é preciso resgatar o tríplex, o sítio ou os 30 milhões em “palestras” para atestar a derrocada do ex-presidente. Basta tão somente reparar a figura pitoresca na qual Lula se tornou. O operário milionário sempre esbanjou o apoio popular e tomou para si o mérito de salvar o País da miséria. Contudo, junto disso, entregou-se aos afetos das maiores empreiteiras, não viu mal em lotear a máquina pública, nem constrangeu-se em liderar uma verdadeira organização criminosa.
Sem hesitar brincou com os sonhos do povo e fez de seu filho, ex-faxineiro de zoológico, um megaempresário. Aceitou financiamentos regados a corrupção, fez festa junina para magnatas e mentiu, mentiu e mentiu. O resultado, enfim, chegou: ao abrir mão de si mesmo, Lula perdeu o povo.
Pelas ruas o ex-presidente é motivo de indignação e fonte de piadas. Lula virou chacota, vergonha, deboche. Restou-lhe a militância do pão com salame e aqueles que tratam a política com os olhos da fé messiânica.


Seu escárnio da lei confirma sua queda, Lula ainda enxerga o Brasil como um rebanho de gado e não percebe que está só, cercado por advogados que postergam seu coma moral. Enquanto ofende o Judiciário e todos aqueles que não beijam seus pés, Lula trancafia-se na bolha de quem ainda acredita que meia dúzia de gritos e cuspes podem apagar os fatos.
O chefe entrou em um mundo sem saída, trocou sua consciência pelo poder e corrompeu-se até dissolver sua essência. Lula morreu faz tempo, restou-lhe apenas uma carcaça podre que busca a vida eterna no inferno de si mesmo.

Gabriel Tebaldi, Graduado em História pela UFES


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Napoleão e Lula.


Há muita fofoca em cima daquela frase que diz: "Foi assim que Napoleão perdeu a guerra!" De quatro! E foi terminar seus dias lá na Ilha de Santa Helena. Taí um bom lugar para Lula terminar seus dias: De quatro! Bêbado, no seu “Triplex” instalado na Ilha de Trindade, bem longe daqui. Quero ver seus asseclas encherem nossos sacos, montando suas barracas lá no meio do Atlântico! 
E o Bolsonaro, hein? O mundo inteiro contra ele! Até dona Raquel, a Procuradora, está contra ele, coitado, acusado de “racista”. Todo mundo com medo do Bolsonaro, que não é, já dissemos, a melhor “opção militar”; mas é a melhor “politica”. 
Seria de “bom alvitre” que, antes de assumir os comandos, Bolsonaro diga, alto e em bom tom, para o mundo inteiro ouvir, como vai governar este país tão desgovernado, tão esculhambado, tão fedido e mal pago, para que depois, nem OAB, nem os “Democratas” americanos, nem os Suecos com seus prêmios “Nobel” da Paz, que querem dar pro Lula; nem o “Papa”, nem ninguém, possam dizer que “não sabiam”, que não foram avisados e outras esfarrapadas desculpas. 
Em assim sendo, tão logo assuma o poder, serão armadas ratoeiras, tantas quantas forem necessárias. Os ratos e as ratazanas desde Brasil inteiro que se cuidem. Temos muitos “Generais Mourões”, tantos quantos forem necessários, prontos a ajudar o Bolsonaro a dar “um cobre e alinha”; a dar um grito de “pega pra capar” em todos esses ratos e ratazanas que se apossaram do Brasil. Quem avisa amigo é... 


José Agostinho Maciel. EPCAr


domingo, 15 de abril de 2018

Bolsonaro é um Dorflex, vai ganhar a eleição.


Bolsonaro é um Dorflex, vai ganhar a eleição, diz Nizan.
Publicitário afirma discordar das ideias de Bolsonaro, mas enxergar o seu potencial nas urnas.


O publicitário Nizan Guanaes, um dos mais badalados do país, aposta que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) vai ganhar a eleição presidencial deste ano.
Após participar de debate dos jornais Financial Times e Valor Econômico, em São Paulo, nesta terça-feira (13), ele disse à reportagem que discorda das ideias do presidenciável, mas enxerga o seu potencial nas urnas.
"Eu não sou Bolsonaro. Eu acho que vai ganhar. Do jeito que as coisas estão caminhando, ele é um fortíssimo candidato. Porque ele tem uma conexão, está trazendo, ao meu ver, respostas operísticas para demandas da população", disse.
Para ele, enquanto candidatos mais moderados se digladiam por apoio de partidos em busca de maior tempo de televisão, Bolsonaro corre por fora.
"É uma campanha que anda morna e você tem uma população que está irritada, que está enlouquecida com o crime, aí tem a desilusão. Bolsonaro é o Dorflex, é uma solução para a sua dor", definiu o publicitário.
Nizan disse que tempo de TV "é uma conversa antiga". "Ele tem tempo digital. Ele tem 34% no Acre. De onde veio esse cara no Acre?", questionou.
O publicitário reforçou que fala tecnicamente, como especialista do ramo da comunicação. "Não é uma conversa política, senão amanhã vou sair tomando porrada."