É conhecido o desejo de
movimentos de esquerda buscarem a criação de uma vítima em suas manifestações.
Tal fato confirmará a violência de seus opositores e sua posição de vítimas da
selvageria dos fascistas, golpistas, entreguistas ou qualquer outra designação
que atribuam a quem se opõe a eles. A vítima, naturalmente, sempre será um
inocente estudante, operário, camponês, trabalhador que expressava
pacificamente seu apoio às causas populares e, apenas por isso, foi
violentamente agredido.
Caso a vítima morra, melhor ainda. Nada
mais expressivo e contundente do que um cadáver para provar suas teses de
vitimização e pura inocência, em contraponto à truculência dos adversários,
cujos argumentos são fracos e incapazes de sustentar o debate no campo das
ideias.
No recente circo armado no Sindicato dos
Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, em torno da prisão do ex-presidente
Lula, no entanto, algo de novo aconteceu. Membros da tropa de choque do PT,
entre eles ex-vereador e ex-candidato a prefeito da cidade, agrediram um
manifestante contrário ao criminoso condenado, com socos e empurrões,
lançando-o na rua, onde bateu com a cabeça no para-choque de um caminhão e
ficou estendido no chão, desacordado e com a cabeça sangrando.
Nenhum membro da guarda pretoriana que protegia
as autoridades, artistas, políticos, religiosos e demais participantes da, até
agora, última palhaçada de Lula, teve a mínima preocupação em auxiliar o
ferido. Coube a populares seu socorro e condução, a pé e sangrando, para
hospital próximo ao local da agressão.
A televisão mostrou, em imagens claras e
nítidas, o rosto e a atitude de pelo menos três dos autores da violência. Ao
que se saiba, nada sofreram ou sofrerão em consequência de seus atos de
banditismo.
Quem era o agredido? Seu nome? Qual o
atendimento recebido no hospital? Como está passando? Já teve alta?
Isso não interessa.
Se tivesse acontecido o contrário, se um
dos manifestantes que gritavam “Lula ladrão, teu lugar é na prisão” tivesse
ferido algum admirador lulista, já estaria preso, com sua vida esmiuçada e
exposta em várias notas diárias. A notícia, espalhada pela azeitada máquina de
divulgação esquerdista, estaria em poucos minutos repercutindo em outros
países, com grande destaque, comprovando a falta de democracia e o desrespeito aos
direitos humanos imperantes no Brasil de governo golpista.
Já haveria uma série de iniciativas para
homenagear a pobre vítima: nome de ruas, placas, monumentos…
Como o agredido era contrário a Lula, não
interessa seu destino. Que não ouse mais expressar seu pensamento em via
pública, o que é monopólio da esquerda.
Gen Clovis
Purper Bandeira, Editor de
Opinião do Clube Militar

Muito triste. Mais triste ainda, ver como tem pessoas que acreditam e participam dessa seita amaldiçoada. ESQUERDA/PETISMO
ResponderExcluir