domingo, 29 de abril de 2018

Quem é o inimigo do Estado?


Major PMERJ Elitusalem Gomes Freitas

Há dois anos nós, juntamente com o Sgt Anderson Valentim, apresentamos na Comissão de Segurança Pública da Alerj um plano para realizar a formação dos quase 4 mil conscritos do concurso de 2014, o plano era bem simples: Postagem sobre o assunto: RVChudo
- Formação descentralizada em Batalhões Escola;
- Instrutores não remunerados, considerando que temos os mais qualificados, que se dedicando exclusivamente a formação dos mesmos daria uma formação de excelência;
- Recursos doados por entidades privadas já pré alinhadas ao projeto;
- Aporte de 14,5 milhões oriundos de Brasília para o que se fizesse necessário em despesas financeiras;

Sargento Valentim e Dr. Renato Brandão trazendo notícias interessantes sobre reunião com o Deputado Federal Dr. Marcelo Delalori...

Obviamente a folha de pagamento caberia ao Estado prover, hoje passado-se esse longo tempo ouço que darão prioridade na Incorporação e formação de mil e oitenta e três candidatos, e me pergunto, como todos os mecanismos sendo fornecidos por quem sequer tinha estrutura para isso, qual a razão de não terem aproveitado nossa disposição e boa vontade em resolver esse assunto que traria justiça para os candidatos no mais sofrido Processo de seleção da hóstia da PMERJ e para sociedade e tropa que clamam por reforços contra o crime?
#NósSomosNossosInimigos
#AcordaBrasil
#Somos4Mil
#NoSalmo40

Há quase quatro anos, as vidas de cerca de quatro mil aprovados em concurso para soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro de 2014 permanecem estagnadas. Dados da corporação indicam que, desde a realização da prova, apenas 1.175 pessoas foram convocadas, ainda que 4.764 vagas continuem disponíveis. No mesmo período, já poderiam ter ingressado no Curso de Formação de Praças mais do que o dobro de recrutas, aproximadamente três mil militares.

Embora muito pertinente à época, já que o Estado não dispunha de recursos para efetivar o curso, o governador Pezão não aceitou a proposta, deixando o Estado do Rio de Janeiro agonizar com o déficit de policiais na PMERJ.

Atualmente, com decisão da Secretaria de Segurança, a convocação pode ser possível, mas, com reduzido numero de convocados, já que o Estado ainda se recupera do grande roubo impetrado em seus cofres.


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