terça-feira, 29 de maio de 2018

Silêncio que mete medo


Um silêncio tão grande que mete medo! 
Que mete medo em toda essa corja de corruptos terroristas comunistas que deixamos infantilmente escapar, e que hoje tomaram conta “do pedaço”, deixando o Brasil na maior esculhambação do mundo, coisa nunca nem de longe imaginada, só perdendo mesmo para a Venezuela; coisas que nem mesmo naqueles tempos de 64, quando os militares, atendendo terços, rezas e apelos, tomaram conta, deixando o Brasil durante saudosos vinte anos, na maior lua de mel! Mas, “bobearam”; em vez de baixar o cacete mesmo, como fez o Fidel Castro, não; ficamos passando panos quentes nas bundinhas redondinhas e moles e deu no que está dando. Um Brasil impossível de remediar! A não ser com muito sangue, muito suor, muitas lágrimas! Daí ser melhor mesmo deixar as Forças Armadas neste silêncio que mete medo, mas capaz de acordar os túmulos daqueles velhos generais! 


Mas é bom não esquecer do que esses “generais” são capazes! E que é de “bom alvitre” não ficar cutucando cobra com vara curta, esquecendo que quanto mais sossegada é a cobra, mais mortal ela é! A cascavel, por exemplo, como uma vez eu vi lá nos “Tiriós”, uma tribo de índio lá no meu Pará, onde a gente costumava pernoitar, naqueles nossos velhos e bons tempos. A gente ia passando, passando, e ela quieta, encolhida, enroscada, mexendo só com o rabo, sacudindo o chocalho; avisando! Não mexa com ela, nos diziam os frades missionários alemães; ela pode se “emputecer”! ...

José Agostinho Maciel, veterano EPCAr

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