terça-feira, 26 de junho de 2018

PSOL explora outro cadáver


Organizações de Direitos Humanos (Freixo)  e moradores da Maré (militantes do PSOL) se reuniram com o Chefe da Polícia Civil do estado do Rio, Rivaldo Barbosa, para discutir sobre a operação da Policia Civil, com o apoio do Exército e da Força Nacional de Segurança que resultou na morte de sete pessoas na Maré, entre elas, a do jovem Marcus Vinicius, de 14 anos.

A  Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte do estudante Marcus Vinicius durante a operação no Complexo de Favelas da Maré, na zona norte da cidade. 
Segundo a Polícia Civil, todos os protocolos de investigação estão sendo rigorosamente adotados pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHCAPITAL), responsável pelo inquérito aberto para apurar o caso.
Parentes do estudante devem prestar depoimento nesta segunda-feira, na Delegacia de Homicídios. Está prevista uma reprodução simulada, em data ainda não definida, para ajudar a compreender a dinâmica do crime e definir de onde partiu o tiro que atingiu Marcus Vinicius. A Justiça deu até o dia  primeiro de julho para a Polícia apresentar relatório sobre a operação na Maré.
As organizações e coletivos que atuam em defesa dos Direitos Humanos realizarão também manifestações ao longo da semana para denunciar a violência das favelas cariocas.
O cadáver de Marielle hoje é um "podrão" que não interessa mais ao PSOL, um cadáver fresquinho servirá mais aos seus propósitos e, busca da criminalização das polícias e vitimização dos bandidos que diariamente matam a sociedade com seus fuzis descontrolados. Marcelo Freixo de novo em ação! E desta vez para dizer e fazer com que outros gritem que os helicópteros das polícias aterrorizam as "cumunidades" com seus voos rasantes e disparos na direção de traficantes que teimam em enfrentar a polícia.
Seis mortos estavam numa construção fortemente armados e se opuseram com seu poderio bélico a ação policial de prendê-los, encontraram a morte.Ponto para a polícia! Mas sobrou um corpo caído ao chão, o do "estudante" Marcus Vinicius, que até então sua mãe cagava e andava sobre onde ele estava e muito menos sobre o barulho de tiros na "cumunidade", torcendo que os "meninos" estivessem botando a polícia pra correr. Mas um dos cadáveres foi o seu filho. Então, com a devida interferência dos interesses do PSOL e sua militância maconheira, seu discurso foi condicionado. Foi a polícia!

Ora, um confronto entre marginais que se lixam para a vida contra profissionais treinados e qualificados no que fazem, esse discurso se neutraliza por completo, só serve para nutrir ignorantes e interesses de bandidos.
Novas manifestações, novos discursos. Desta vez, descaradamente, satisfazendo o interesse dos traficantes que veem nos helicópteros uma oposição poderosa. Querem proibir o uso das aeronaves nas operações policiais. o efetivo policial que se PHODA no enfrentamento armado com traficantes terroristas em seu território. Nem uma palavra sobre o terror que traficantes impõem aos moradores. Claro! Acusá-los pela morte do "estudante" pode custar-lhes a vida, melhor acusar a polícia, que de repente pode render uns trocadinhos de indenização do Estado.
Em breve pedido de retirada dos fuzis das polícias em operações nas "cumunidades", é só aguardar.

2 comentários:

  1. queria ver se vc morasse lá e a bala entrasse pelo teto da sua casa; e quero ver se a policia tem disposição pra dar rasante em cobertura do leblon e barra

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    1. Pelos moradores ordeiros não há essa necessidade, só quando os "meninos" armados de fuzis começam a disparar pra tudo quanto é lado.

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