terça-feira, 10 de julho de 2018

A conta não é nossa!



O governo do Estado do Rio de Janeiro, na figura de Pezão e com aval de uma cambada de dePUTAdos aliados resolveram cobrir o rombo causado por eles mesmos com um aumento previdenciários dos servidores, passando a alíquota de 11% para 14%.

Isso foi alvo de muitas manifestações na ALERJ, inclusive com invasão das dependências daquela Casa, sendo depois reprimidas pela PMERJ que, embora atingida pelo aumento, nãose sabe porque resolveu repelir até com ações negativas.

O tempo passou e o aumento foi implantado nos contra cheques, acho que o governo foi tranquilizado, já que os servidores iriam pagar uma conta que não era deles e sim dos ladrões do erário  público homiziados no executivo e legislativo; alguns já presos.


Três representações recorreram, desde a aprovação da medida, com pedidos de inconstitucionalidade. Foram elas a Federação das Associações e Sindicatos do Estado do Rio (Fasp), o Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ) e o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário (SindJustica-RJ). Além das representações, o pedido também foi feito e defendido pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL).

Flavio Bolsonaro, pré candidato ao Senado e Tenente PMERJ Da Silva, pré candidato a Deputado Estadual

Os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) aceitaram os pedidos feitos por representações de servidores estaduais e concederam liminar para suspender o aumento da alíquota previdenciária, que passou de 11% para 14%, em função de lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em maio de 2017





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