terça-feira, 3 de julho de 2018

A seleção brasileira me desencanta.

Se você quiser voar por 11 horas a bordo do Airbus A340, da companhia maltesa AirX Charter, que possui um braço inglês, terá que desembolsar mais de R$ 500 mil. 

O técnico da Islândia é dentista. Os jogadores são advogados, eletricistas, pescadores. E o goleiro que pegou um pênalti de Messi é cineasta. Depois do treino, eles vão para o pub beber cerveja. Não recebem salários, apenas uma "ajuda de custo".

Nenhum usa brinco, tatuagem, mala Louis Vitton ou terno que brilha. Até poderiam usar, se essa fosse a vontade deles. Cada um usa o que quer, se o dinheiro for conseguido com seu trabalho. Mas na Islândia isso não faz a mínima diferença. 

A Alemanha, campeã do mundo, foi para a Russia em voo comercial, na classe econômica! A equipe do Brasil fretou e modificou toda uma aeronave e a transformou em exclusiva, com 90 assentos de classe executiva.


Essa diferença de cultura é intransponível!
Terno pop star: 15.000 cada!
Alemães: moletom!

Nem vou falar em diferença cultural, falemos em exibicionismo, especulação e trocar o SER pelo TER! Que pena!

O Brasil perdeu uma boa oportunidade de dar o exemplo do momento em que estamos vivendo!

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