sábado, 28 de julho de 2018

Brasileira morta numa ditadura.


Estudante brasileira de medicina é morta na Nicarágua.
Raynéia Gabrielle Lima cursava sexto ano. Para Ernesto Medina, reitor da Universidade Americana em Manágua, assassinato é responsabilidade de paramilitares.

Embora fontes afirmem que ela foi morta por paramilitares, o G1 (GLOBO) se apressou em publicar que ela foi morta por um segurança.

Polícia Nacional negou a versão do reitor. "Um vigilante de segurança privada, em circunstâncias ainda não determinadas, realizou disparos com arma de fogo, um dos quais a impactou e causou ferimentos", informou a Polícia Nacional, que não identificou o autor dos tiros.
G1


O assassino foi preso, não se podendo afirmar se realmente foi ele ou se é um "bucha" para aliviar a barra de um governo que já matou mais de 350 pessoas, na maioria estudantes.


A Polícia nicaraguense identificou o suspeito como Pierson Gutiérrez Solís, de 42 anos. Gutiérrez "foi flagrado com uma arma de fogo, tipo carabina M4", detalhou a Polícia em um curto comunicado.
Inicialmente a Polícia tinha informado que o autor do crime era um segurança particular, mas o inquérito não explicava como um guarda desse tipo portava um fuzil automático em versão carabina, fabricado pela empresa Colt dos Estados Unidos.
A Nicarágua vive sua crise mais sangrenta desde a década de 1980, também sob a presidência de Ortega. Os protestos contra Ortega e sua esposa, a vice-presidenta Rosario Murillo, começaram em 18 de abril, por causa da fracassada reformas previdenciária, transformando-se em seguida numa reivindicação pela renúncia do mandatário, que, após 11 anos no poder, enfrenta acusações de abuso e corrupção.

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