domingo, 8 de julho de 2018

O "currículo" do "desembargador PTista


O advogado Rogério Fraveto filiou-se ao PT em 1991. Ainda na década de 90, quando Tarso genro se elegeu prefeito de Porto Alegre, ele foi premiado com o emprego de procurador geral da prefeitura da capital gaúcha. Em 2005, Favreto ganhou um gabinete na Casa Civil do governo Lula. Em 2007, de novo convocado por Tarso genro, Favreto assumiu o comando da Secretaria da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça. E ali ficou até 2010, quandfo deixou o cargo e o PT.

Deixou o partido para continuar a serviço do PT no Judiciário. Em 2011, beneficiado por uma dessas espertezas braseiríssimas, o advogado foi promovido a magistrado por Dilma Roussef. Foi ela quem fez de Favreto um dos juízes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Fantasiado de desembargador, há mais de três anos o doutor não perde nenhuma chance de mostrar que é muito grato aos padrinhos e exemplarmente leal ao partido.

Como cabe ao Tribunal da 4ª Região revisar as decisões da Justiça Federal em Curitiba, Rogério Favreto atira em tudo que ameace o PT e seu chefe supremo. Foi ele, por exemplo, o único a votar pela bertura de um processo disciplinar contra Sergio Moro, acusado de agir por "índole política". É ele o único a discordar sistematicamente de tudo que o juiz da Lava jato faz, diz ou pensa. É ele também o único a desaprovar todos os procedimentos adotados pela força tarefa do Ministério Público Federal que age na Lava Jato.

"Isso sim que é um juiz!", certamente murmuram Lula, Dilma e demais admiradores da justiça bolivariana inaugurada na Venezuela. Se o povo brasileiro não tivesse reagido a tempo, se a seita lulopetista continuasse no poder, um desses favretos da vida já estaria reinando no Judiciário como presidente perpétuo do Supremo Tribunal Federa.

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