quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Acertada estratégica!


A militância dos outros candidatos está tentando criar dissenção na base do Bolsonaro alegando que a escolha do general Mourão foi um erro estratégico. Trata-se de uma grande mentira e posso citar 3 razões que provam ter sido esta a melhor escolha:

1) Mourão diminui a possibilidade de fraude nas urnas. Se antes as Forças Armadas já tinham a obrigação moral de impedir irregularidades nas eleições, agora se soma ao dever patriótico o fato do atual presidente do Clube Militar, a pessoa mais influente entre os militares, estar na disputa.

Qualquer jogada errada por parte do PT, PSDB e “Centrão” pode terminar em uma Intervenção Militar, quem está no campo opositor deverá pensar mil vezes antes de tentar algo nesse sentido.

Não vejo a menor possibilidade das Forças Armadas deixarem um dos seus generais participarem de um jogo de cartas marcadas. Se isso ocorrer, uno-me ao coro daqueles que chamam os militares brasileiros de covardes: uma coisa é achar que no momento não há motivos para tomar o poder, mas outra, totalmente diferente, é participar ativamente de um teatro cujo único objetivo é enganar a população.

2) Com Mourão o PSL ganha estrutura partidária. Quatro segundos a mais na propaganda eleitoral pode parecer pouco, mas para um partido que teria apenas sete segundos não deixa de ser um ganho.

Além disso, Bolsonaro terá mais sete inserções de trinta segundos durante a campanha, também contará com a estrutura e o palanque dos candidatos do PRTB.

3) No entanto, o fator principal, a meu ver, é ter um general como Vice-Presidente depois de eleito. Muitos esquerdistas já estão desde agora levantando a possibilidade de impichar o Bolsonaro, com Mourão vice este interesse diminui muito.

Caso ocorra o impedimento de Jair Bolsonaro, o Brasil passaria imediatamente a uma Intervenção Militar branca. Os generais teriam a faca e o queijo na mão para fazer uma limpeza completa no País.

Lembrando ainda que essa foi a estratégia usada por Donald Trump nos Estados Unidos: escolheu um vice mais odiado pelo partido Democrata do que ele próprio. Até hoje quando o assunto é impeachment do Trump aparece um esquerdista perguntando “E o Mike Pence? Melhor ficar com o Trump mesmo”.

Para terminar, reconheço que o príncipe Luiz Philippe seria um bom vice, mas ele tem potencial para ser um Ministro das Relações Exteriores melhor ainda. Então, não deixe a militância paga com mortadela e merenda enganá-lo, o PSL tomou a decisão certa.

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