terça-feira, 7 de agosto de 2018

Não merecemos sermos tutelados!


A história nos mostra que todas as vezes que os comunistas atentaram contra o Estado brasileiro os militares os dominaram pondo fim aos levantes.

Isto custou a vida de muitos, em 1935 o balanço geral em todo o país, os acontecimentos de Natal, Recife e Rio de Janeiro, somados, custaram a vida de um tenente-coronel, dois majores, quatro capitães, um tenente, quatro sargentos, quatorze cabos e dois soldados, totalizando 28 militares legalistas mortos.


Em 64 novamente os militares defenderam o Brasil do comunismo, após declarada a vacância na Presidência, Castelo Branco foi empossado pelo Congresso Nacional e a Contra revolução seguiu limpando o País da escória que queria implantar a ditadura do proletariado.


Em 64 o Contra Golpe não teria sido efetivado sem apoio político ao General Olímpio Mourão Filho, destacando-se Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschec de Oliveira.


Em 1979, com a Lei da Anistia, os exilados políticos começam a voltar ao Brasil e com eles suas ideias, que com a redemocratização novamente foram postas em prática. E assim, por mais de 30 anos foram aparelhando municípios, estados e o Brasil, estando hoje ma situação caótica em que nos encontramos.


Afastados da vida pública, esquecidos, sucateados, na miséria, difamados, com perdas de direitos e acusados de crimes, os militares voltaram a ser lembrados como a tábua de salvação do Brasil; lembrados por uma Direita inerte que a tudo assistiu pacificamente. Para os militares o pensamento é CHEGA de serem tutelados, já deveriam ter discernimento suficiente para avaliar os cenários políticos e o colocar numa linha democrática.


Mas eles estão atentos, mas não dispostos a uma tomada de poder pela força. Os sinais, as vozes e as posturas de Generais e uma infinidade de militares, apontam a saída emergencial; a eleição de militares e civis compromissados nas diversas Casas Legislativas, no Senado, nos Governos Estaduais e na Presidência da república.



O apoio dos Intervencionistas deveria ser maciço, mas uma minoria propaga ideias esquerdistas de boicotar as eleições, difamar os antes aclamados Generais e bater insistentemente na tecla "eleições fraudáveis" como se não houvessem dois dos maiores e melhores Institutos Tecnológicos nas mãos dosa militares, o IME e o ITA.


Portanto, é hora de rechaçar este tipo de "intervencionista" que em nada soma ao Brasil, são infiltrados propagando a ideia esquerdista.

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