quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Pra frente é que se anda!


Passadas as reações acerca da escolha do vice de Jair Bolsonaro, sinto-me à vontade para discorrer sobre o ocorrido.
Partindo da premissa que as divergências pontuais são normais, saudáveis, melhoram o debate e que nem o ilustre Jesus Cristo conseguiu agradar a todos, nada mais natural que surjam interpretações diversas sobre quaisquer temas. Desta forma, poderíamos levar em conta os seguintes corolários:
1. Nosso papel neste momento é de união em torno da eleição vindoura e, não de questiúnculas sobre aquilo que jamais mudaremos: a realidade dos fatos.
2. O escolhido é um notável patriota, corajoso, honrado e que tem tudo para exercer seu cargo com primazia. O general Hamilton Mourão tem a confiança da maioria dos brasileiros, tem a bravura cravada em seu DNA. Dois elementos fundamentais, preciosos. Seu nome traz também inúmeras vantagens táticas e que poderão influenciar os rumos da guerra cultural travada no Brasil.

3. Nossas preferências pessoais já ficaram no passado. Não caberia agora semear desconfiança ou propagar incertezas porque o nome deste ou daquele candidato foi preterido. Somos tão privilegiados que poderíamos nos dar ao luxo da existência de alguns excelentes nomes à disposição e à altura do cargo.
4. Teremos um trabalho hercúleo pela frente. A máquina do sistema trabalhará incessantemente para que o único candidato fora dele não ganhe o pleito.
5. A chapa composta – ainda que você entenda de forma diferente ou desconfie da eficácia da escolha – é indubitavelmente uma chapa coesa, forte e que tem tudo para ser vitoriosa.

Em sendo assim, devemos apoiar a decisão e continuarmos nosso trabalho para que juntos possamos vencer a eleição. Sem isso, não sairemos do lugar.
Ademais, é pra frente que se anda. Página virada! Agora é mão na massa e mais nada.
Claudia Wild

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