terça-feira, 30 de outubro de 2018

Ficou mansinho?

Maduro faz apelo para que governo Bolsonaro retome relações com a Venezuela.



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, felicitou o Brasil pelas eleições e fez um apelo para que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), retome o caminho das relações diplomáticas com o país, mergulhado em uma grave crise política e econômica.

“O governo bolivariano aproveita a ocasião para conclamar ao novo presidente eleito do Brasil a retomar, como países vizinhos, o caminho das relações diplomáticas de respeito, harmonia, progresso e integração regional, pelo bem-estar de nossos povos”, disse Caracas em nota publicada no Twitter pelo ministro das Relações Exteriores.

O governo venezuelano ratificou seu compromisso de continuar trabalhando com o “irmão povo brasileiro na luta por um mundo mais justo, multicêntrico e pluripolar em que prevaleça a livre autodeterminação dos povos e a não-interferência nos assuntos internos”, segundo a nota.


O posicionamento de Caracas ocorre após vitória de Bolsonaro, que repetidamente durante a campanha afirmou que não deixaria que o Brasil virasse uma Venezuela. Eleitores do capitão reformado e seus aliados acusam governos passados do PT de se associarem à Venezuela, assolada por uma grave crise que tem levado muitos venezuelanos a buscarem refúgio no Brasil.

reuters

MERCOSUL não é prioridade!

Todos os governos de países alinhados com o Foro de São Paulo na America do Sul fizeram contatos parabenizando a eleição de Jair Messias Bolsonaro Presidente do Brasil, mas a esquerda perdedora não. 

O desrespeito à Democracia dos perdedores.

Preferiu fazer seus discursos de rejeição ao próximo governo, expondo claramente que serão um empecilho à nova administração. As ruas serão seu palco, mas não numa manifestação ordeira e sim com as arruaças que convivemos durante décadas cada vez que eram contrariados. Sabiamente os governantes dos países alinhados com o Foro de São Paulo mostraram sua posição diante do futuro que os espera, o corte no fluxo de dinheiro público que financiava suas ditaduras. Terão que se amoldar a nova direção, fortalecendo o comercio competitivo se quiserem sobreviver.

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