terça-feira, 30 de outubro de 2018

Quem foi Bolsonaro em outra vida?


No Livro Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho, ditado pelo Espírito Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier foi revelado que Longinus encarnou como Dom Pedro II para trazer o progresso ao Brasil. Longinus era o centurião comandante da centúria romana responsável pelas crucificações em Jerusalém, passou para a História por ter furado Jesus com uma lança quando de sua crucificação.

Dentro da bela cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma, ergue-se uma enorme estátua de Longinus segurando pensativamente sua lança. Acredita-se por alguns que a Lança Sagrada - a lança real que estava embutida no lado de Cristo - está contida de forma segura dentro de um relicário abaixo desta imagem inspiradora.

Conta a tradição que o centurião sofria de uma infecção nos olhos que quase o deixava cego. Quando atravessou o lado de Jesus com sua lança, o sangue e a água que jorraram da ferida lhe atingiram o rosto e curaram a infecção nos olhos. Ele então passou a “ver” também no sentido espiritual, reconhecendo que Jesus era o Filho de Deus e se convertendo.

Sobre a missão de Longinus como Pedro II, descrita no Livro, vale acessar. Um dos soldados das centúrias liderada por Longinus e depois como Rafael, o anjo negro cuidador de Pedro II, essas foram as encarnações de Jair Messias Bolsonaro que o ligam a história do Brasil e o prepararam para a missão a ele confiada de resgatar os ideias do governo de Pedro II, só que agora como Presidente do brasil através da Democracia.

Curiosamente pedro II aprendeu a falar Hebraico fluentemente, o idioma falado na época de Longinus. Outra curiosidade é que Pedro II foi deposto em 1.889 com 63 anos, próximo de completar 64 anos, assim como Bolsonaro que com 63 anos, próximo de completar 64 anos, assumirá a Presidência para dar continuidade a missão que foi dada a Longinus/Pedro II e que agora cabe a ele prosseguir.


Rafael, personagem pouco conhecido da História do Brasil, negro veterano da Guerra da Cisplatina, foi encarregado de cuidar de Dom Pedro II, então de tenríssima idade, pelo seu pai, o Imperador Dom Pedro I, quando este regressou a Portugal. Foi um dos raros, talvez o único, que tenha vivido tão próximo e conquistado a confiança do Imperador. Morreu aos 98 anos quando Pedro II foi deposto e tendo vivido praticamente toda sua vida no paço Imperial no Rio de Janeiro. Foi um protetor incansável e extremamente abnegado de Pedro II e o primeiro criado particular do Imperador e inclusive o acompanhando nas viagens ao exterior e foi o Imperador que o ensinou a ler.


Na época do centurião Longinus os crucificados tinham as pernas quebradas pelos soldados romanos, para que morressem mais rapidamente. No caso de Jesus, como havia morrido rapidamente na cruz, suas pernas não foram quebradas, mas tão somente um centurião, Longinus, verificou se ele já havia morrido, perfurando o corpo na cruz com uma lança na altura dos pulmões. 


Poucos sabem que durante sua época no exercito, quando realizada salto de para quedas, Bolsonaro quebrou as duas pernas e quiz o destino que, logo depois do incêndio do palácio Imperial, ele fosse furado com uma facada, nas vésperas da Proclamação da Independência.


O fiel soldado de Longinus pedira para trazer em seu corpo as marcas dos soldados que participavam das crucificações e eram responsáveis por quebrar as pernas dos crucificados, quebraria suas duas pernas em atividades militares e posteriormente receberia uma perfuração como lança, em local próximo ao pulmão, assim como Longino havia feito no corpo do Mestre e também traria em seu nome o próprio nome Messias para que ficasse gravado em sua memória espiritual o resgate que se comprometera a realizar dos erros cometidos no passado.


Em virtude da grande admiração e carinho que nutria por Pedro II, outrora centurião Longinus, aquele que fora seu comandante, pediu para que retornasse com a imagem imponente do antigo Imperador, alto com 1,85 metros e olhos azuis, para dar continuidade ao trabalho que pedro II havia sido impedido de continuar quando contava com 63 anos, em 1.889.

Rafael cultivou a simplicidade necessária ao mesmo tempo que presenciava de perto os desafios e jogos de poder que envolviam o Imperador Pedro II. Tal aprendizado era uma preparação para que pudesse dar continuidade a todo trabalho que seria que seria terminado com o fim da Monarquia e que futuramente precisaria ser resgatado sobre as bases Democráticas da República.

Dessa vez não seriam longas décadas próximas do Imperador mas sim dentro do Congresso, o laboratório no o qual comprovaria se havia mantido os mesmos valores de simplicidade e honestidade que aprendera na disciplina militar junto a Pedro I e se estava pronto para aplicá-los num governo menos centrado no Estado e mais liberal na economia, com maiores poderes aos municípios, pois a imagem de um bom governo centrado na imagem forte de um Imperador ainda permanecia vivo em sua memória.


Foi então que num dom do destino aconteceu a aproximação com Paulo Guedes, permitindo que definitivamente Bolsonaro estivesse pronto para a missão de resgatar o crescimento que o Brasil obtivera no reinado de Pedro II, só que agora através da Democracia. 


Um futuro de grandes e positivas mudanças está reservado ao Brasil e, em especial, quando nos aproximarmos da década de 30, o restabelecimento da ordem, o fim do marxismo, o combate a corrupção e o fortalecimento da economia através da força produtiva da Nação. Tudo isso permitirá que o Brasil descubra sua verdadeira Democracia, será uma mudança tão grande que muitos julgarão que foi um Milagre. O nascimento do Líder das Américas no meio do lodo da corrupção e do marxismo, trazendo perfume de um novo tempo.

Humberto de Campos, psicografado por Francisco Cândido Xavier

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