domingo, 18 de novembro de 2018

Médicos cubanos no exílio apoiam Bolsonaro


Existe um fato importante a ser ressaltado nessa coisa de programa "Mais Médicos" em relação a Cuba.
Nada foi solicitado a Cuba, pois o novo governo só toma posse em janeiro. Portanto, a decisão da retirada foi uma ação unilateral do governo cubano baseada em declarações feitas pelo Bolsonaro e/ou membros de sua equipe.


Médicos cubanos no exílio apoiam Bolsonaro: 'O governo cubano é o único responsável'


O fato concreto é que essa saída apressada e repentina teve a intenção de não permitir ao novo governo brasileiro que, quando empossado, teria meios legais de fazer uma identificação de cada um que estavam aqui antes de embarcar e, portanto, seriam identificados como espiões e correlatos.

O novo governo teria as provas materiais nas mãos e mostrariam ao mundo a farsa do governo cubano e brasileiro (PT) através das OPAS e quem sabe identificar até venezuelanos infiltrados.

A prova de que isso ocorreu desta forma é que quase duzentos já saíram (foram retirados) e recebidos efusivamente pelo governo cubano no aeroporto, conforme eles mesmos noticiaram.

As manifestações dos primeiros médicos(as) Cubanos que já deixaram o Brasil.


Como foi feita a seleção desses que já saíram? Como saíram? Quem pagou? Qual companhia aérea? Foram vários vôos ou não? Como se encontraram para partirem juntos? Quem coordenou essa ação? Onde estavam trabalhando? Muitas outras perguntas não estão sendo feitas nem pela imprensa que auxilia tumultuar o processo e desvia a atenção pública dessas questões, nem pelas autoridades do Ministério da Saúde e das OPAS que faz a intermediação dos contratos.

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