segunda-feira, 19 de novembro de 2018

ZUMBI DOS PALMARES - A FARSA



Que a história do Brasil que estudamos e estão nos livros escolares é mentirosa, muita gente sabe. Alguns fatos vergonhosos são escondidos e heróis e mitos são fabricados, são falsos; o mito Zumbi dos Palmares não foge à regra.

A transformação de Zumbi dos Palmares em um herói nacional é uma das maiores falácias da História do Brasil.

Oficialmente Zumbi foi o grande líder do quilombo Palmares, consagrado herói da resistência contra a escravidão. Todavia, essa história não espelha a verdade.

O líder revolucionário esquerdista argentino Ernesto "Che" Guevara, outro mito de araque, fabricado por conveniência, e que nada entendia de história, declarou que “Zumbi foi um líder revolucionário movido por grandes sentimentos de amor” e, que o “Quilombo dos Palmares era um paraíso de igualdade e justiça social”. Não sabemos de onde ele tirou essa ideia.


Se nos fixarmos nos livros de História do Brasil, essa é a imagem projetada e aceita pelos que não leem fora destas cartilhas imposta pelo governo. Tais livros, convenientemente, não constam que Zumbi foi um dos maiores senhores escravistas de seu tempo. E não se engane: aqueles que ousavam fugir do "paraíso" quilombola de Palmares eram perseguidos por experientes capitães-do-mato e, uma vez recapturados, eram torturados e mortos em praça pública.

Um fato meticulosamente mantido fora dos registros históricos oficiais é o de que Zumbi dos Palmares enviava esquadrões de ataque para fazendas vizinhas não com o intuito de libertar seus irmãos negros do jugo escravista, mas para roubar escravos dos senhores de terra em seu próprio proveito.

Ele não lutou pela abolição da escravatura como pregam e querem alguns pseudo historiadores, e sim pelos seus próprios interesses. Com esta intenção mantinha um regime tirânico e cruel; era um líder autocrático que exigia tratamento de rei.


Zumbi chegou à liderança de Palmares assassinando o primeiro rei do quilombo, seu tio Ganga Zumba.
Esta é uma informação que desagrada os ativistas, movimentos sociais e os incompetentes cotistas, contudo, é verdadeira.

Palmares mantinha a mesma cultura etnográfica que na África; uma monarquia com súditos, servos e escravos, as mesmas disputas e lutas que existiam no seu continente de origem onde algumas etnias eram inimigas mortais de outras.

Zumbi era da etnia Banto, os escravos eram de outras etnias.

A realidade é que os negros ativistas brasileiros, em 500 anos, não conseguiram achar um herói, então tomaram esse senhor de escravos ao estilo africano e criaram o seu.

Zumbi como herói abolicionista é motivo de piada, pura hipocrisia e desconhecimento.

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