quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

A verdade sobre a revogação da liminar por Tóffoli.


Por iniciativa própria, o Ministro do Supremo tribunal Federal (STF), José Dias Tóffoli, não teria cassado a liminar do colega Marco Aurélio Mello que tiraria da cadeia o presidiário Inácio Lula e outros 200 presos condenados em segunda instância, ainda neste Natal.

Toffoli foi instado pelo porta voz de um colegiado de 15 Genarais, que se articularam, Pas pressas, por vídeo conferência (porque nem todos eles se achavam em Brasília) para pressioná-lo no sentido da imediata cassação da liminar de Mello. Alegavam os Generais que a sobredita medida, além de causar revolta popular, provocaria uma série de distúrbios e badernas no País inteiro.

O Presidente do STF tentou resistir, argumentando que a suspensão da liminar somente poderia ser apreciada na primeira plenária do STF, em fevereiro de 2019, quando estaria findo o recesso na Corte.

Enquanto isso, ministro, o Brasil estaria mergulhado na anarquia e na baderna... - rebateu o porta voz. 
- É isso que o senhor quer?
- Bem, é que...
- O senhor assumirá os riscos de todos os atos decorrentes disso tudo! Inclusive o de uma possível Intervenção no STF!
- Mas isso não pode!
- Pode! Para nós pode! Tanto assim é que já estamos preparados para isso!

Minutos depois desse diálogo travado em tom amistoso e cordial, Dias Tóffoli anunciou, meio constrangido, a medida que acabou com a euforia da esquerda, da alegria das facções marginais e da bandidagem organizada, cujos líderes encontram-se encarcerados pelo Brasil afora.

Marco Aurélio Mello, o autor oportunista da polêmica liminar, esperou até o penúltimo minuto da ultima sessão da Suprema Corte, para lançá-la à indignação nacional. Cinicamente, com aquela sua vozinha de quem está padecendo de uma contumaz prisão de ventre, ele resumiu: "Agi de acordo com a Constituição".

No seu torto entendimento, Mello pode até ter se baseado na Carta Magna, mas, o seu propósito está patenteado na seguinte suspeita: Tumultuar a introdução do novo governo na República Brasileira. Ele pretende (admita-se em comum acordo com as esquerdas) provocar uma "reação irada" do Presidente a ser empossado em janeiro, Jair Messias Bolsonaro.
Inácio no oco do mundo, bandisos outros festejando à seu modo a liberdade... e a anarquia reinando nas ruas. Belo início de governo seria para o Presidente Jair!

Bolsonaro não terá vida fácil. Ainda bem que as Forças Armadas estão com ele, agora mais prestigiadas e estimuladas do que nunca.

Por Aílton Villanova, Jornalista.

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