quinta-feira, 23 de maio de 2019

A ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO


A Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme) criou, desde 1989, um ano após a promulgação da atual Constituição, programa intitulado Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx), para aperfeiçoamento de coronéis. Quando da sua criação, na linha da Constituição democrática aprovada em 5 de outubro do ano anterior, a intenção foi escolher coronéis que pudessem ser nomeados generais ao fim do curso, fazendo-os passar um ano na escola situada na Praia Vermelha estudando questões de natureza constitucional, econômica, social e política, com professores universitários, especialistas e autoridades dos Três Poderes.
 Comecei a lecionar na Eceme em 1990 e este ano completei 30 anos, proferindo palestras no CPEAEx e transmitindo a seus participantes conhecimentos na área de minha titulação acadêmica (Direito Constitucional), embora não poucas vezes discutindo as grandes questões econômicas, sociais e políticas.
A maioria dos generais veio do CPEAEx, muito embora possam alguns deles ter cursado idêntico programa na Escola de Guerra Naval ou na Escola da Aeronáutica, visto que na Eceme todo o ano recebemos um capitão de mar e guerra (Marinha) e um coronel da Aeronáutica, o mesmo ocorrendo com as duas escolas das outras Armas (Guerra Naval e Aeronáutica), que recebem um coronel do Exército.
Um dos aspectos mais relevantes desse curso – em que os coronéis passam a conhecer em profundidade os grandes desafios do País, internos e externos, e a debatê-los – é a plena consciência que todos eles têm de que o Exército é uma instituição do Estado a serviço do povo e da Constituição. Minha experiência é de que servem à democracia, no interesse da Nação, sem nenhum viés ideológico, pois distinguem o que são as correntes políticas, com seu necessário conteúdo ideológico, do que possam ser as funções próprias de um Estado organizado de Direito, ou seja, uma democracia. Sabem que são uma instituição do Estado, mais que do governo, a serviço não desta ou daquela ideologia, mas a serviço da Constituição e da democracia.
Não sem razão o artigo 142 da Lei Suprema – assim redigido: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem” – dá às instituições armadas as funções de defesa da Pátria, de garantir os Poderes constitucionais e de reposição da lei e da ordem, se solicitação houver de qualquer dos três Poderes.
Percebe-se que o constituinte, sabiamente, ao hospedar o Estado Democrático de Direito com seus fundamentos no artigo 1.º da Carta da República, e alicerçá-lo na harmonia e independência dos Poderes no artigo 2.º, outorgou às Forças Armadas as tarefas de garantir, de um lado, a democracia, em eventual crise, e de repor a lei e a ordem em eventual conflito entre os Poderes.
À evidência, a defesa da Pátria – o vocábulo aparece com toda a sua densidade ôntica na Carta da República ao tratar das Forças Armadas – contra o inimigo externo é sua principal função. Tanto é que o Título V da Constituição tem por denominação Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas, cuidando dos mecanismos para superação de crises (estado de defesa e estado de sítio) e das instituições para garantirem a democracia (Forças Armadas e forças de segurança pública).
Aricê Amaral Santos denominava esse título de “direito constitucional das crises”, pois uma democracia sem defesa fica à mercê de salvadores da pátria e de ditadores potenciais, como se pode ver atualmente na Venezuela, onde sua Constituição, que garante a democracia e os direitos individuais, não tem mecanismos e salvaguardas contra a ditadura.
Percebe-se, portanto, que a mais democrática Constituição do Brasil, amplamente discutida por constituintes e pela sociedade – nos primeiros meses, os constituintes apenas ouviram professores universitários, líderes empresariais e sindicais, além de especialistas sobre os temas escolhidos para integrarem a Carta Maior –, outorgou às Forças Armadas o supremo papel de garantir as instituições e repor a lei e a ordem, a pedido de qualquer dos Poderes, se forem tisnados em conflito não democrático.
Foi esse o espírito que levou à criação do CPEAEx, para os coronéis de cujas turmas sairão promoções a general de brigada, não só porque, de um lado, têm a oportunidade de obter mais elementos para compreender a conjuntura nacional e internacional, como, de outro, por serem servidores permanentes da Carta Magna.
Esse perfil das Forças Armadas – nos dias atuais, de pouco conhecimento da população e da imprensa – corresponde à realidade nacional, tendo eu a plena convicção, como velho advogado e professor de Direito, de que, sendo as guardiãs da democracia e da Constituição, estão, cultural e moralmente, preparadas para o exercício de sua relevantíssima função, a fim de que os Poderes políticos, escolhidos pelo povo (Legislativo e Executivo), e o Poder técnico, escolhido em concurso ou nos termos da Lei Suprema (Judiciário), tenham plena garantia de que suas funções serão constitucionalmente protegidas, para o bem da democracia brasileira.
Quando Ulysses Guimarães, num arroubo pouco técnico, mas impregnado da real vontade popular, declarou que a Constituição brasileira era uma “Constituição cidadã”, desenhou o verdadeiro panorama da atual República, que, nada obstante as crises por que passou, fundamentada está num texto, muitas vezes criticado por sua adiposidade e constante necessidade de reajustes, mas não no que diz respeito à estabilidade das instituições e à garantia dos direitos individuais.
Uma democracia sem defesa fica à mercê de salvadores da pátria e de ditadores potenciais.


Ives Gandra da Silva Martins, Professor Emérito da Universidade Mackenzie, da ECEME e da Esg.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

IDIOTA ÚTIL, VOCÊ SABE O QUE É ISSO?

QUEM CRIOU ESSE TERMO? QUANDO FOI CRIADO E POR QUE?


O termo IDIOTA ÚTIL foi criado por Vladimir I. Lênin, um dos líderes maiores da revolução comunista Russa.
IDIOTA ÚTIL são aqueles indivíduos que estão à frente de manifestações, propaganda e movimentos socialistas/comunistas em todos os países onde o câncer comunista está se apoderando. Defendem com unhas e dentes algo que o partido comunista e, no caso do Brasil, o próprio governo lhes diz ser a verdade absoluta. Não conseguem enxergar com seus próprios olhos a realidade à sua frente. 

Lênin, em outros trechos de seus escritos deixou claro que, após a tomada total de uma nação pelo comunismo, os IDIOTA ÚTEIS seriam os primeiros a gritarem que não era assim o apregoado pelos líderes vermelhos. Quando suas benesses, bolsas-famílias, proteção do estado e demais vantagens começarem a lhes serem tomadas, os IDIOTAS ÚTEIS verão a armadilha em que caíram. Assim, Lênin instruiu para que, assim que os IDIOTAS ÚTEIS começassem a gritar e a se lamentar o seu erro, deveriam serem exterminados, “sem piedade”, dizia claramente o líder comunista russo. Isso para evitar a tentativa de uma contra-revolução.

Dizia Lênin: “quando descobrirem o engodo em que caíram, sendo usados como massa de manobra, se revoltarão, mas usem da força e do aniquilamento físico. Não deverão escapar da execução, nas suas mais diversas formas, pois representarão o maior perigo real pós-tomada do poder”.
Sem utilidade, os IDIOTAS ÚTEIS, foram dizimados em todas as revoluções comunistas:
Rússia………….1917
China……………1949
Cuba…………….1959
Venezuela……..em curso, os IDIOTAS ÚTEIS estão sendo dizimados, a partir das Universidades.

Esta sempre foi a cara do comunismo. O problema é que no Brasil, com a ideologia comunista no estilo Gramscista, esta verdade ficou encoberta, camuflada, principalmente dos estudantes.
MENTIR, ENGANAR, ROUBAR, DESTRUIR E ASSASSINAR sempre foi as armas utilizadas pelo comunismo para abocanhar o poder total das nações.
Aqui no Brasil caminhamos para essa mesma e triste realidade.

domingo, 19 de maio de 2019

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

"Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!", afirmou o presidente.


Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, "sem jeito" com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal "presidencialismo de coalizão", o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.


Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.


Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos"?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.


Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.


Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: "Sell".

Autor desconhecido


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Somos todos Bolsonaro!


As derrotas de ontem e de hoje não foram do governo Bolsonaro ! 

Elas foram de um pobre país chamado Brasil ! Se vc não gosta de Bolsonaro, não tem problema. Eu nem gostava (mas agora tenho nele a última esperança, o que explicarei mais abaixo). 


Mas tente seguir meu raciocínio: o STF decidiu que as assembleias legislativas podem revogar as decisões judiciais que determinavam a prisão dos deputados estaduais, ou seja, se a Assembléia do Rio de Janeiro quiser (e vai querer, é óbvio) poderá mandar soltar 05 deputados estaduais que atualmente estão presos por roubalheira indiscriminada (e eles passarão a votar as leis para o glorioso Estado do Rio de Janeiro). 


Hoje, deputados federais e senadores decidiram que o COAF (órgão que investiga operações financeiras estranhas, fora da normalidade) não poderá ficar no Ministério da Justiça, mas sim no da Economia (apesar de o Moro querer isso para ajudar no combate aos crimes financeiros e o Paulo Guedes dizer que não precisa desse órgão em sua pasta). 


Para completar, ainda mandaram a FUNAI de volta para o MJ (só porque o Moro não queria), retirando-a do Ministério dos Direitos Humanos (porque a Damares queria). 


Como se não bastasse, ainda decidiram que os auditores fiscais não podem informar ao Ministério Público o aumento injustificado de patrimônio, o que poderia gerar no MP o desejo de investigar as razões de surgimento de ricos sem lastro. 


E para fechar com chave de ouro, o STF (sempre ele) confirmou o famigerado indulto de Temer, ou seja, aquele que deixa até corrupto sair antes da cadeia (será que estão preparando o terreno para alguém ?!). 

Como disse acima, não foi o Bolsonaro, o Moro, o Paulo Guedes nem a Damares que perderam. Foi o Brasil ! Notem que a imprensa chega a vibrar com essas medidas absurdas contrárias à sociedade. 

Há um complô claramente articulado contra aqueles que querem passar o Brasil a limpo. Neste momento, nossa última fronteira é o Bolsonaro, com todas as suas limitações, com todos os seus defeitos. É nele que deposito a minha esperança, a minha fé. 


Se o Bolsonaro perder, fique certo que vc não terá mais um país para chamar de seu. Ele será de uma corja de ladrões, os quais sugarão até a última gota de sua riqueza para depois gozarem de sua cara com muita lagosta e vinhos que tenham pelo menos quatro premiações internacionais ! 

Roberto Trigueiro Fontes - Advogado

A todos os brasileiros amigos de Israel.

Mensagem do Excelentíssimo Senhor Embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, a todos os brasileiros amigos de Israel.


Caros amigos, desde ontem estamos dia e noite sob ataques terroristas em Israel.
Até o momento, já foram lançados mais de 450 foguetes partindo da FAIXA DE GAZA para regiões onde residem cidadãos civis.
O alvo tem sido direcionado não para bases militares, mas para escolas, residências e comércio com o propósito de fazer com que crianças, jovens e adultos sejam mortalmente atingidos.
Também é importante dizer que os mísseis vindo do lado de lá estão sendo lançados de dentro de mesquitas, escolas, hospitais e residências civis, utilizando uma estratégia moralmente condenável contra o seu próprio povo com o intuito de forçar o exército israelense a revidar nesses pontos sem nos dar escolha de poupar vidas de inocentes que nada tem a ver com isso.
Já contabilizamos mais de 56 feridos e 5 mortes, mas este número segue crescendo e poderia ter sido muito maior se não contássemos com um aparato tecnológico que nos permite interceptar com eficiência um grande número de mísseis.
Hamas está atacando Israel e as Forças de Defesa de Israel se preparam para o contra-ataque. Neste momento a IDF já está realizando uma série de operações aéreas em Gaza e o Hamas está ameaçando bombardear o centro do país.


O ódio do Hamas a Israel segue sem limites e sem que o mundo entenda o seu real perigo. Nós só podemos fazer a única coisa possível: Nos defender!
Mesmo que o nosso direito a defesa seja amplamente distorcido por aqueles que não compreendem o que é estar na pele de um cidadão israelense.
No dia de hoje, um míssil caiu a 500 metros de minha casa em Be’er-Sheva. Vocês podem imaginar como me sinto sabendo o que minha família e todos os israelenses estão passando?
Infelizmente, a mídia não tem mostrado quase nada sobre nossa real situação, e nossos direitos a uma vida normal seguem sendo esmagados por organizações terroristas assassinas.
O silêncio do mundo também nos entristece, já passamos por isso antes e sabemos como termina...
Para nossa angústia, a resolução proposta pelos EUA e com o apoio do Brasil, da Austrália, da Hungria e de mais 26 países de diferentes continentes, que condenava o Hamas por ataques contínuos e por incitar violência contra cidadãos civis israelenses, não foi aprovada pela ONU. Quem olhará por nós se não nós mesmos?
Neste momento tão delicado, peço que o povo brasileiro procure saber a verdade e que não se deixe enganar por propagandas enganosas que insistem em nos acusar de responsáveis pelo ódio.
Agradeço imensamente se puderem divulgar em suas redes sociais com informações verdadeiras sobre a nossa real situação e que continuem junto a nós no combate ao ódio a Israel e ao seu povo, propagado não só pelo Hamas, mas também pelo Hezbolah e pela Jihad Islâmica.
O ódio jamais vencerá a verdade! Precisamos de vocês, Estamos juntos! ????????????????? Muito obrigado! Toda raba!
Yossi Shelley, Embaixador de Israel no Brasil

quarta-feira, 15 de maio de 2019

A ditadura da sucuri de duas cabeças.



O povo e o governo Bolsonaro encontram-se sequestrados por uma sucuri de duas cabeças: uma responde pelo codinome de Suprema Casa da Mãe Joana e a outra é conhecida como o Covil de Ali Babá e seus 594 ladrões (tudo bem, alguns não merecem essa qualificação).

Desde que delineou-se a vitória do Presidente Jair Bolsonaro, as duas cabeças fundiram-se em um só corpo, para forjarem a defesa mútua e enfrentarem a cruzada pela moralização que a sociedade escolheu e estava a exigir. Enquanto as cabeças engendravam planos para salvar suas peles, o corpo serpenteava ao redor da presa, aguardando as oportunidades para envolvê-la em seu abraço letal.

A primeira e desesperada tentativa veio por meio de um golpe de faca, que não foi suficiente para eliminar o Mito. Ao contrário, aumentou-lhe o prestígio e a certeza de que o inimigo estava disposto a tudo para evitar a sua debacle.

Frustrada a investida com arma branca, restaram-lhe as armas sujas que frequentemente usam: o boicote, as tramas de bastidores, as fofocas, as pautas-bomba, as liminares e toda sorte de atos deploráveis nos quais são especialistas.
Iniciado o período de governo, houve uma trégua devido aos recessos parlamentar e judicial (essa folga remunerada é injustificável, especialmente em ano de transição de governo).

Logo veio o primeiro golpe baixo: a eleição de dois investigados pela outra cabeça da sucuri para exercer as presidências da Câmara e do Senado, que rapidamente mostraram a que vieram, votando matérias contra o governo na calada da noite, arquivando CPI contra o judiciário e muitas outras manobras na contra-mão dos anseios da sociedade. Estava montado o circo e a sucuri começava a apertar o seu abraço letal.

As mais recentes demonstrações do “amigo chileno” foram a nomeação de um comunista e um socialista, respectivamente, para presidir e relatar na Comissão Especial que irá discutir o mérito da reforma da previdência, crucial para a retomada do crescimento do País; a aprovação do orçamento impositivo na calada da noite; e a retirada do COAF do comando do Ministro Sérgio Moro, privilegiando a corrupção.

Já a outra cabeça da sucuri, além de diversas solturas de padrinhos, tirou da lava-jato a ação sobre os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, que passam a ser julgados na Justiça Eleitoral, quando estiverem relacionados a caixa 2 de campanha. Não satisfeitos, validaram as benesses de um indulto natalino obsceno concedido por um ex-presidente ladrão, ao final do seu mandato, reforçando a impunidade e aplicando golpe mortal à luta contra a corrupção sistêmica que assola o País, especialmente naqueles dois poderes.

Chegamos à beira do despenhadeiro e, no momento em que conseguimos fazer meia-volta e começamos a nos afastar dele, parte do Legislativo e do Judiciário tenta nos encurralar e fazer retroceder em direção ao abismo.

Nessa toada, seremos obrigados a escolher entre o bem da Nação e o mergulho na escuridão. 

Moisés usou seu cajado divino para abrir a imensidão do mar ao seu povo. Nosso cajado não tem tal poder, mas aproxima-se o momento em que terá que ser usado, ou a sucuri nos esmagará e o vermelho que hoje colore artificialmente o Nordeste poderá vir a manchar profundamente as cores do nosso pavilhão.

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS!

MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ 

terça-feira, 14 de maio de 2019

“E AGORA, JOSÉ?”

Em 15 de março de 2019, o Clube Militar fechava um de seus Pensamentos com a colocação: ”Como fica a liberdade constitucional de expressão, defendida e alardeada, que, entretanto, só é admitida para falar positivamente? Somente nas Ditaduras isso acontece…(DITADURA DA TOGA?)”.


Já nos preocupava o rumo das coisas jurídicas do nosso País! Diria, hoje, certamente o poeta: “E agora, José?“
Acabamos de viver um dia negro, nebuloso, em que a perplexidade tomou conta da população, face às notícias emanadas do Supremo Tribunal Federal, maior, ou pretensamente maior, autoridade de Justiça da Nação.
Fugindo à discussão das leis e seu palavreado de difícil digestão aos leigos, mas indignados com aquilo que nossa consciência de cidadãos nos fala, somos forçados a ponderar sobre o passo incerto que o Brasil dá. Vivemos, possivelmente, o maior ponto de inflexão da História recente brasileira, uma vez que as Instituições maiores da nossa democracia se vêem a braços com uma possível crise de identidade a ser superada.


A Casa da República, tradicional defensora da democracia há mais de um século e fonte permanente de eventos históricos que dignificam nossa nacionalidade, se viu atingida de forma contundente. Assistiu um de seus dignos associados ser tolhido em seus legítimos direitos constitucionais em ação, ditatorialmente, editada, visto que foi desacreditada pela Procuradoria Geral da República, dentre inúmeros outros conceituados órgãos da vida brasileira.
Por sabermos que o desespero leva à insensatez, trememos diante das incertezas!
Começamos a temer pelas verdadeiras causas de tudo isso. Muitas são as notícias que envolvem os atores. No momento em que o Brasil tem ex-presidente e governadores de estado presos, e ainda, outros na iminência, ficamos assombrados pelas possibilidades que podem ser elencadas como plausíveis motivações de certos atos públicos emitidos. 

Temos convivido há muito tempo com uma cultura insana e retrógrada, via de regra estimulada, de tudo ser permitido para atingir certos objetivos pessoais, corporativos e políticos, por escusos que sejam. A visível mudança que vem surgindo depois de 2013 sugere novos e corretivos rumos e, conseqüentemente, desagrados de muitos, viciados nos tortuosos ventos aplacados pelas calmarias indicadoras de novas e profícuas sendas. É inconcebível que qualquer e indevida atitude venha retratar inconformismo e, menos ainda, enseje reação, possibilitando defesa, a qualquer preço, de “status quo” preexistente.


Os ventos que têm soprado após as últimas eleições sinalizam novos tempos e, queira o bom Deus, dito brasileiro, que eles sejam de virmos a viver dentro da ordem e do progresso – um novo e redimido Brasil!.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Tão velho quanto palácios.


Intrigas palacianas são tão velhas quanto palácios. Ataques contra Hamilton Mourão são, em última análise, luta pelo poder.
Nada têm de gratuito, maluco ou infantil os ataques contra o vice-presidente, general Hamilton Mourão, lançados pelos círculos mais íntimos de Jair Bolsonaro, neles incluídos familiares e intelectual a quem o presidente atribui primeira importância. Trata-se de saber quem vai enquadrar quem. Em última análise, é uma luta pelo poder.
Intrigas palacianas são tão velhas quanto… palácios. Nesse caso, porém, não se trata de saber quem tem mais acesso ou consegue mais favores do dono do Palácio, mas, sim, de determinar a quem o dono do Palácio vai obedecer. Do ponto de vista dos assim chamados “ideólogos” juntinho do presidente, faz todo sentido chamar Mourão de “conspirador”.


Pois o vice-presidente ganhou “Profil durch Kontrast”, como diz a famosa expressão política alemã: ganhou contornos como figura política por meio do contraste oferecido pela atuação de outros. A confusão e até notória bagunça nas áreas sob domínio direto dos “ideólogos” no começo do governo é que transformaram Mourão num personagem identificado com pacificação, racionalidade e sensatez – não eram os atributos que se conferiam a ele durante a campanha eleitoral, por exemplo.
A “conspiração” atribuída a Mourão reside no fato – sempre sob a ótica dos ideólogos – de ele representar o que se poderia chamar de “núcleo duro” do poder no Palácio. Nesse sentido, os ideólogos estão atacando o que realmente interessa. Para os militares no Palácio, ao contrário do que propagam os “ideólogos”, grande perigo não são comunistas e esquerdistas embaixo de cada cama. São o caos político e a bagunça institucional, ocorrências que os “ideólogos” consideram não só inevitáveis, mas até desejáveis na grande “revolução conservadora” que julgam ser capazes de conduzir.


É fato notório que esse grupo razoavelmente coeso de militares, egresso de algumas das melhores instituições de ensino do País (como são as academias militares), não só não abraça essas ideias (até as rejeita) nem os métodos de ação (não se dedica a lacrar na internet, por exemplo). Nem parecem esses militares pensar em carreira política no sentido de disputar votos a cada eleição. Além, claro, de se dedicarem a preservar exatamente as instituições (como Supremo e Legislativo) que os ideólogos consideram “sistema” a ser derrotado.
Grupos exaltados e apegados à violência virtual das redes sociais têm dificuldades notórias de enxergar o plano frio das relações de força de fato, entendidas aqui como quem é capaz, em último caso, de comandar quantos seguidores nas ruas. O exemplo mais eloquente dessa perda de leitura da realidade foi fornecido pela direção do PT (começando por Lula) nas semanas que precederam o impeachment de Dilma, quando o partido dizia ser dono “das ruas” e apenas conseguiu demonstrar que as ruas não eram da militância petista – bem ao contrário.
Os “ideólogos” estão reagindo racionalmente ao perigo que identificaram de o presidente ser “tutelado” ou até “emparedado” por outro núcleo de poder, no Palácio e fora dele, que age com método, disciplina e organização. Provavelmente superestimam o fator “popularidade” do capitão, ignorando o fato de que grupos de WhatsApp estão longe de ser a tal “ação direta” com a qual facções desse tipo na franja da paleta política sempre sonharam, não importa a coloração.
Muito vai depender de o próprio Jair Bolsonaro ser capaz de escapar dos efeitos descritos por outra clássica expressão política alemã, a da “Bunkermentalität”. Ela descreve um fenômeno palaciano tão velho quanto… palácios. É o dono do Palácio, vivendo no mundo peculiar das suas paredes estreitas e dando ouvidos só aos mais próximos, não ser capaz de entender o que está acontecendo de fato lá fora.

William Waack

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Quando o crime se sente intimidado, recorre ao PSOL.


A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia do Rio (Alerj), deputada Renata Souza (PSOL), denunciou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), à Organização das Nações Unidas (ONU).
Renata enviou um documento para o organismo internacional nesta terça-feira (7). Ela já tinha encaminhado pedido semelhante para a Organização dos Estados Americanos (OEA).
A deputada pediu aos organismos que solicitem das autoridades brasileiras uma declaração a respeito dos fatos apresentados e tomem as providências.
O documento assinado pela parlamentar cita os disparos feitos por um policial do helicóptero onde o governador postou um vídeo, no último sábado (4), em Angra dos Reis, Costa Verde. A denúncia ressalta que o governador lidera pessoalmente uma política de massacre.
O texto afirma que a política de segurança pública de Witzel "está cada vez mais militarizada, com o uso de drones, helicópteros e carros blindados, além da técnica de snipers".

Em nota, Witzel afirma que não recebeu nenhuma notificação da ONU e que a operação em Angra — ocorrida no sábado (4) — foi de reconhecimento em áreas atingidas pela criminalidade. O governador alega também que não houve vítimas.



Não é novidade a situação que se encontra a antes paradisíaca Costa Verde, antes localidades tranquilas estão hoje infestadas pelo tráfico de drogas e suas poderosas armas de guerra. Até então somente os moradores denunciavam, estando os políticos esquerdistas da ALERJ surdos e mudos, só espreitando o aumento de território e consequentemente financeiro de seus protegidos.

Recentemente vimos a brilhante operação da Polícia Civil na Maré, quando vasto arsenal, munições e drogas foram apreendidos com um saldo de oito narco terroristas traficantes mortos em confronto com a polícia. Foi o suficiente para o PSOL se assanhar contra os agentes de Segurança Pública.


Pedro II, O colégio dos absurdos.



RECLAMAÇÕES: Pais e alunos tem reclamado do vies ideológico presente em um dos colégios mais tradicionais do Rio.
A menina de 8 anos deixou a sala de aula e se deparou com a frase estampada num cartaz pregado no saguão da escola que fazia uma ode à violência: “Morte ao Latifúndio: terra para quem nela trabalha”. Poucos metros à frente, ela, como outras crianças e adolescentes que estudam no Colégio Pedro II, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, foram confrontadas com faixas dependuradas nas grades e paredes do pátio com inequívoco viés antidemocrático. “Eleição, Não! Revolução, Sim!”. O pai de um aluno que tentou questionar as razões daquelas faixas em uma escola pública acabou violentamente barrado e não pode entrar no prédio. Tentaram inclusive impedi-lo de filmar o que aconteceu em uma dos mais tradicionais colégios de País, referência desde o período do império. As imagens, no entanto, ganharam destaque na internet na última semana.
Os cartazes que incitavam a violência e menosprezavam valores do Estado Democrático de Direito faziam parte de um evento que celebrava os 50 anos da Revolução Cultural Chinesa. A pouca idade das crianças, não entanto, não permite a eles entender o real significado daquelas pregações, nas dependências da escola. Não se trata de defender ou censurar o ideário de esquerda ou, eventualmente, a cartilha da velha direita brasileira. Mas de tentar incutir na cabeça de crianças e adolescentes princípios e valores altamente violentos e que contrariam as bases da democracia. Se na própria China o meio século da revolução foi praticamente ignorado, segundo relato do correspondente da agência internacional Associated Press, Christopher Bodeen, por que o maoísmo deveria ser celebrado no Brasil, e dentro de uma instituição pública de ensino?
Fora do tom integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra participaram do debate que pregou a morte dos latifundiários.

O reitor do colégio, Oscar Halac, divulgou uma nota afirmando que apenas “cedeu o espaço” para a realização do VI Seminário Sobre Capitalismo Burocrático, e que “não havia alunos e nenhum outro servidor do Pedro II presentes” ao evento organizado pelo Grupo de Estudo Leninista-Marxista-Maoísta – Brasil, com apoio de vários outros grupos ligados a universidades. Trata-se de uma meia verdade. Embora fosse um evento fechado, as faixas e cartazes foram expostos durante o período letivo onde a circulação estudantil era livre. “Esse é o primeiro ano que a minha filha está matriculada na escola, mas eu e meu marido já estamos questionando se ela vai continuar. Não concordamos com esse tipo de eventos próximos dela”, diz. Daniele Domingos, 34, mãe de Gabriele, 15, chegou a procurar explicações da reitoria. “Quando ouvi a notícia de que haveria integrantes do Movimento Sem Terra (MST) na escola, busquei esclarecimento. Não pode misturar uma coisa com a outra”, afirma. O estudante Alfredo (nome fictício), de 12 anos, disse à ISTOÉ que “a filiação partidária é clara lá dentro. Muita gente do PSOL.” O garoto não aprova: “Acho isso errado. A escola deveria ser neutra em relação a esses assuntos.” A mãe dele, Gisele Mariano, 34, diz que “todo assunto pode ser trabalhado, mas é preciso que seja de maneira neutra.” Para o sociólogo Paulo Baía, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o colégio deveria se nortear pela imparcialidade política: “A orientação partidária é nefasta em uma escola. É preciso mostrar as várias faces do evento para os alunos, e não apenas uma.” O cientista político Claudio Couto, professor do Departamento de Gestão Pública Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo, segue a mesma linha: “Processos revolucionários são importantes para a história. A questão é o sentido no qual se dá o debate. É efetivamente um debate ou é um instrumento?”. A resposta todos sabem.
Essa é a segunda vez, em pouco mais de um mês, que o Pedro II é envolvido em polêmica nacional: a anterior foi por ter liberado o uso de saias do uniforme feminino também para os meninos. Pai de uma aluna de 12 anos, o manobrista Afonso Marcelo, 50, ficou indignado. “Saia para homens? Pelo amor de Deus! Aí é demais”, declarou, na ocasião. “Está demais mesmo”, concorda Claudia Silva, 43, mãe de uma aluna do quinto ano.
O Colégio Pedro II, no Rio, é a terceira instituição federal gratuita de ensino mais antigas do Brasil. Fundado em 1837, ainda no Império, oferece turmas desde Educação Infantil ao Ensino Médio, além de também alfabetizar adultos. Foi criado com o objetivo de formar quadros políticos e intelectuais para ocupar os mais altos postos da administração pública.

Agora olha a merda! Tarcísio Motta é professor licenciado do Colégio Pedro II, vereador do PSOL. Isso explica a doutrinação dentro do estabelecimento de ensino que virou "diretório" do PSOL.

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