terça-feira, 31 de dezembro de 2019

O Brasil já está dando certo!



Ao findar o ano de 2019, cabe destacar os novos rumos adotados pelo Executivo Federal, que enchem de esperança o povo brasileiro. Acostumado a ver nos noticiários, quase que diariamente, investigações sobre esquemas de corrupção, nenhuma envolve integrantes da atual administração. Não fosse por decisões/omissões do Congresso e do STF, boa parte daqueles que roubaram vultosos recursos de nossa sofrida população já estaria presa.
No entanto, enfrentando a todos que desejam manter a politicagem suja que veio sendo construída nos últimos 34 anos, o país que foi colocado na UTI já dá sinais de recuperação. Todos os índices econômicos estão melhorando; emprego aumentando; sensação de segurança em alta; déficit orçamentário caindo; infraestrutura do país em recuperação e recebendo novos investimentos; educação ideológica sendo expurgada das escolas e universidades; hospitais passando por intervenção; Ministérios sendo geridos tecnicamente; Estatais despolitizadas; apenas para citar alguns indicadores...
Toda essa mudança no cenário nacional nos faz refletir sobre os verdadeiros motivos de atacarem tão sistematicamente o período do Regime Militar (1964 a 1985). Afinal, naquele período, quem cometia crime fi cava preso. É fácil constatar que muitos dos que atacam a vitória do povo brasileiro, representado pelas Forças Armadas, contra os seguidores do socialismo, são a maioria entre os processados nos dias atuais por corrupção. São os mesmos que votam para que o Brasil seja, talvez, o único país do mundo a não executar as condenações após primeira ou segunda instância.
Na verdade, votam para nunca serem presos. Sabemos que o caminho é longo e cheio de armadilhas. Fala-se, por exemplo, que a educação levará uns 50 anos para extirpar de vez toda a cultura inútil que vem sendo incutida na cabeça de nossas crianças e jovens, e isso está muito bem demonstrado no resultado de avaliações internacionais sobre a qualidade do ensino, nas quais o Brasil obtém as últimas colocações. Resultado de um ensino em que ética e valores morais são substituídos por orgias, alusão ao uso de drogas e desconstrução da célula mater da sociedade: “A FAMÍLIA”.
Assim, mesmo reconhecendo que ainda há muito o que fazer, o ano de 2020 chega com otimismo sobre nosso país, que já está sendo recolocado no trilho do progresso. Chega também nos lembrando que as mudanças iniciadas têm que prosseguir e, nesse novo ano, nosso voto deve ser exercido com responsabilidade para que a boa e honesta gestão se alastre em nossas prefeituras.
Que os bons ventos continuem soprando. O Brasil já está dando certo!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Um outro Brasil


A Lava Jato virou uma nação inteira de ponta-cabeça. Há um outro Brasil depois de Moro.


O fato mais importante da década para o Brasil foi a explosão na cena nacional de um moço nascido no norte do Paraná, formado numa faculdade de direito da cidade de Maringá e desvinculado de corpo e alma do grande circuito São Paulo-Brasília-Rio de Janeiro de celebridades jurídicas, reais ou imaginárias. Seu nome, como todo o Brasil e boa parte do mundo sabe hoje, é Sérgio Moro – um típico “juizinho do interior”, como foi definido na ocasião pelo ex-presidente Lula e sua corte imperial. Todo mundo se lembra: eles simplesmente não entenderam nada quando Moro começou a chamá-lo, como um cidadão normal, para prestar contas à Justiça sobre o que tinha feito em seus tempos de poder e glória. Onde já se viu uma coisa dessas? O titular de uma modesta Vara Criminal de Curitiba, com pouco mais de 40 anos de idade, querendo interrogar, processar e talvez até condenar “o maior líder político” da história do Brasil? Pois é. Era isso mesmo. E o mundo inteiro sabe o que aconteceu depois.



Sérgio Moro mudou a realidade do Brasil como ninguém mais, nestes últimos dez anos – ou 50, ou sabe-se lá quantos. Condenou e botou na cadeia por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, pela primeira vez na história, um ex-presidente da República. Comandou a maior operação judicial contra a corrupção jamais realizada no Brasil. Não só a maior: a primeira feita para valer em 500 anos, a mais bem-sucedida em termos de resultados concretos e a mais transformadora da vida pública que o País já conheceu. Moro, no comando da Lava Jato, conseguiu mostrar a todos, na prática, que a impunidade das castas mais ricas, poderosas e atrasadas da sociedade brasileira não tinha de ser eterna – podia ser quebrada, e foi. O governo paralelo que as empreiteiras de obras sempre exerceram no Brasil, mais importante que qualquer governo constituído, foi simplesmente riscado do mapa. Em suma: a Lava Jato virou uma nação inteira de ponta-cabeça. Havia um Brasil antes de Moro. Há um outro depois dele.

Partiu 2022!!!

Exagero? Pergunte à Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa ou OAS se mudou ou não alguma coisa importante em suas vidas. A mesma pergunta pode ser feita às dezenas de políticos processados e presos, a empresários piratas que durante décadas saquearam o Tesouro Nacional e aos monarcas absolutos que reinavam nas diretorias das empresas estatais: e aí, pessoal, tudo bem com vocês? Dá para ver se houve ou não mudança, também, quando se constata que a ação de Moro levou milhões de brasileiros para as ruas, num inédito movimento de massas contra a corrupção. Varreu do poder um partido, um sistema e milhares de militantes políticos que mandaram no Brasil durante mais de 13 anos. Fez uma presidente ser deposta do cargo por fraude contábil.

Moro e o seu time fizeram muito mais que condenar 385 magnatas, aplicar 3.000 anos de penas de prisão e recuperar para o erário, até agora, R$ 4,5 bilhões em dinheiro roubado. É bom notar, também, que em toda a Lava Jato não há um único trabalhador punido. Não há nenhum inocente na prisão, agora ou desde que a operação começou, em 2014. Não há, enfim, uma única ilegalidade em nada do que Moro fez – tomou centenas de decisões e três tipos de tribunais superiores a ele examinaram com microscópio tudo o que fez, sem encontrar nada de errado até hoje em sua conduta moral. Acusou-se Moro, até no STF, de colocar em risco “a democracia”. Bobagem. O que acaba com democracia é golpe militar, e não juiz criminal que põe ladrão na cadeia. Nenhum país do mundo, até hoje, virou ditadura por punir a corrupção dentro da lei.
Sérgio Moro deu ao Brasil uma chance de ser um país civilizado. É muito.

J.R. Guzzo


sábado, 28 de dezembro de 2019

A Diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a Idade da Nação.


A diferença no processo de desenvolvimento entre países ricos e pobres não é simplesmente a idade do país como muitos pensam.
Vejamos por exemplo o caso de países como o Egito e a Índia no qual são países cronologicamente milenares e são considerados nos atuais indicadores de crescimento, países pobres.
Na contramão desta realidade temos, por exemplo, a Austrália e o Canadá que há aproximadamente 150 anos quase não existiam e hoje, são países com elevado grau desenvolvimento (analisando os padrões mínimos de desenvolvimento social).
A diferença também entre países ricos e pobres não está diretamente relacionado apenas aos recursos naturais disponíveis.
O Japão, por exemplo, é uma das principais economias do Mundo e tem em seu território inúmeros e constantes problemas “naturais” de caracterização geológica e geomorfológica.
No entanto, o país é uma imensa fábrica flutuante, importando matérias-primas de todo o mundo e exportando produtos manufaturados, que resultado ao longo de sua história do grande potencial e investimento social ofertado principalmente pela parceria poder público e sociedade.

Mas afinal, qual é a diferença entre Países Ricos e Países Pobres?

A diferença principal entre as nacionalidades ricas e pobres é a atitude e valores do indivíduo moldada ao longo dos anos, pela Educação e pela Cultura adquirida perante o meio no qual ele pertence.Este meio bem construído caracteriza os valores básicos de uma nacionalidade organizada.Na grande maioria dos países ricos e desenvolvidos, a sua “nação” busca os seguintes princípios de vida (pessoal e profissional) em prol do desenvolvimento do coletivo:
A Ética, como princípio básico: Este é um dos principais valores de cunho pessoal que transcende para a sociedade. Valores Éticos se conquista a cada instante pelo aprendizado correto e na aplicabilidade do mesmo.
A Educação e o refinamento do Conhecimento: Valores básicos e fundamentais de cada indivíduo no convívio social. A educação não está diretamente relacionado a “busca de conhecimento” mas sim, a valores dados e adquiridos que começam na própria estrutura familiar, no conhecimento técnico e profissional adquirido resultando na organização harmoniosa da sociedade.
O Respeito às Leis: Este é um dos valores que infelizmente esta entrando em extinção independente da sua nacionalidade. O respeito e o conhecimento das Leis e da Ordem Nacional é um dos principais valores que pauta um excelente convívio em sociedade.
O Respeito pelo Direito dos demais Cidadãos: Este também é um princípio que está entrando no esquecimento do coletivo e se tornando um fator de banalização social. É importante ressaltar que o direito e respeito ao próximo está amparado na Constituição Federal (no caso do Brasil).
A sociedade está inserida em um grande contexto em prol do desenvolvimento e não na transferência de problemas sejam eles de cunho social, econômico, ambiental, etc., para o poder publico.
Criar esta “parceria” entre os principais personagens do desenvolvimento de uma nação é mais do que necessário para obtermos excelentes resultados em todos os níveis.Enquanto continuarmos como nação pensando e atuando de forma “paternalista” com relação ao poder público, nunca chegaremos a ricos e continuaremos sempre sendo “subdesenvolvidos”.

Marcos Schneider, especialista em Geoprocessamento e Geografia Ambiental e professor de Geografia da Rede Pública Estadual de Ensino do Paraná. 

Uma fabula chamada Raoni…


Anita Roddick é o nome de uma dona de casa inglesa que começou a fabricar cosméticos e perfumaria com ingredientes naturais e se transformou em um gigante da indústria de cosméticos com mais de 5 400 lojas em todo mundo THE BODY SHOP.

Essa mulher notável e muito adiante do seu tempo como defensora do meio ambiente teve uma desoladora experiência (como ela mesmo descreve em seu livro) no Brasil.

Eram os anos 80 e seu amigo o cantor Sting a convenceu a visitar o Brasil e a Amazônia de onde saía boa parte da matéria prima utilizada nos produtos da Body Shop.

Ao conhecer a Amazônia e as comunidades indígenas ela também foi apresentada pelo Sting ao Cacique Raoni da tribo yannomani de quem o cantor havia recebido uma Cobra Sucuri de presente e que usava pendurada no pescoço em seus shows.

Encantada com toda aquela natureza e após tomar banho pelada no rio Negro em companhia das índias (imagina isso na cabeça de uma inglesa) ela determinou que a sua empresa realizasse doações de 10 milhões de dólares através da ONG Cobra Coral para comprar remédios e instalar ambulatórios e escolas nas comunidades indígenas.

Isso feito após passados alguns meses ela recebeu a solicitação da compra de um segundo avião ambulância no valor de seis milhões de dólares.

Achou o pedido estranho e pediu para sua auditoria verificar a necessidade da aquisição.
Que SURPRESA!

A tal da Fundação Cobra Coral do cacique larapio descobriu que não existia mais um centavo das doações e que o primeiro avião comprado estava apreendido por contrabando e que os índios pilantras estavam todos andando de F-1000 e compraram máquinas para garimpo e extração de madeira ilegal das suas reservas chefiados pelo Cacique Bandido Raoni.

Para encurtar a história. Essa mulher que faleceu em 2017 determinou que a Body Shop jamais abrisse uma loja no Brasil por conta da maior decepção da sua vida (O nome é Raoni).

Após o seu falecimento o The Body Shop foi vendido para Natura que então abriu a primeira loja da marca no Brasil.

Se duvidarem é só ler o livro da Anita Roddick.
Está tudo lá!
Uma Vergonha!!!!

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Embaixadas inúteis.


Já ouviu falar nesses países?
ROSEAU
ST JOHN'S
ST GEORGE'S
BASSETERRE
KINGSTOWN

São países que a maioria dos brasileiros nunca ouviu falar, países em que Lula abriu embaixadas.

Tudo para viabilizar propinas e boquinhas pros cumpanheiros delirantes do PT.

Lula abriu 67 embaixadas no seu mandato, a grande maioria inúteis.
O Chanceler Ernesto Araújo está fechando uma por uma.

É muita falcatrua, em todos os setores e níveis se descobre um golpe aplicado pelo PT para roubar nosso povo.

Tem que encarcerar toda essa gente!

O Ministério das Relações Exteriores confirmou o fechamento das embaixadas brasileiras nas ilhas caribenhas de Dominica, Antígua e Barbuda, Granada, São Cristóvão e Nevis e São Vicente e Granadinas. As representações diplomáticas foram abertas durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Itamaraty informou que as embaixadas em Roseau e Saint John’s, capitais de Dominica e Antígua e Barbuda, já foram fechadas. As demais sedes “estão em processo de fechamento”, segundo nota enviada à reportagem.

O chanceler Ernesto Araújo também avalia o encerramento das representações em Serra Leoa e na Libéria.

Veja

Lula torrou R$ 200 milhões para criar 44 embaixadas inúteis entre 2003 e 2010, mas ganhou muitos presentes.


O ex-presidente Lula se gaba até hoje de ser o chefe de Estado brasileiro que mais ganhou presentes em toda a história da República. Durante seus oito anos de mandato, o petista criou nada menos que 44 embaixadas, a maioria em países insignificantes da África e sem nenhum vínculo comercial ou tradição cultural com o Brasil.

O Itamaraty fez um levantamento e chegou a conclusão que a criação de dezenas de representações diplomáticas no governo Lula não trouxe qualquer benefício comercial ou político para o Brasil. Segundo um funcionário do Itamaraty, a simples indicação de um conselheiro comercial ou um adido cultural ou agrícola pode gerar mais resultados do que a criação de uma embaixada.

Muitas embaixadas foram criadas com base nas convicções ideológicas dos membros do PT, como a da Coreia do Norte.


Lula torrou cerca R$ 197,6 milhões apenas com as 44 embaixadas criadas durante seus oito anos de mandato. Existe ainda a suspeita de que o ex-presidente teria criado algumas embaixadas apenas para abrir novas frentes de negócio para a empreiteira Odebrecht. Em todo caso, Lula viajou bastante e ganhou muitos presentes nos países que visitou. O problema é que o petista também deu em troca muitos presentes adquiridos com dinheiro do contribuinte. Sendo assim, segundo o TCU, os presentes recebidos por um chefe de Estado deve ser incorporado ao acervo da Presidência da República, já que todas as condições que que viabilizaram a troca de presentes, inclusive as viagens, foram pagas pelo contribuinte.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

JOGANDO PARA GANHAR.


Cresci aprendendo que polícia é uma coisa ruim. No meu círculo social ninguém era policial. Polícia era para ser temida; delegacias eram lugares tenebrosos. A palavra camburão inspirava imagens de regime militar e autoritarismo.
Na escola nunca me explicaram a função da polícia, sua organização ou que benefícios ela gerava. Em absolutamente todos os livros, filmes, gibis, programas de televisão, peças de teatro e músicas que eu ouvia polícia significava opressão, violação de direitos, extorsão ou tortura
Nos mitos e lendas urbanas da minha adolescência, nos anos 70, os heróis eram foras-da-lei, marginais ou “guerrilheiros”, santificados por uma suposta rebeldia contra o “sistema”. E o sistema era, principalmente, a polícia. Era bonito enganar “os homens”. Era bonito ser bandido.
Uma das obras mais famosas do artista plástico Hélio Oiticica mostrava o bandido Cara-de-Cavalo, famoso nos anos 60, estendido no chão. Título da obra: “Seja Marginal, Seja Herói”.
No final da minha adolescência Brizola chegou ao governo do Rio, e a mídia formou um bloco sólido dedicado a denunciar, sem tréguas, a violência e a corrupção da polícia. Os relatos de pessoas mortas por policiais, presas sem razão ou torturadas enchiam os jornais.
Nossos heróis eram os que enfrentavam, desmascaravam e derrotavam a polícia: os militantes de esquerda, os sociólogos, os donos de ONGs e a Anistia Internacional.
Nunca, jamais, em tempo algum, da minha infância até os meus 27 anos, vi alguém defendendo ou elogiando a polícia.
Nunca ouvi alguém explicando que a polícia era necessária e que, na maior parte dos casos, cada sociedade tem a polícia que deseja. Tive que mudar de país para ver isso.

Fui morar nos EUA e descobri que a polícia é um dos fundamentos de uma sociedade livre.
Nenhuma polícia – nem as dos Estados Unidos – é formada por santos. Basta lembrar da história de Serpico, ou entender como as delegacias de polícia em Nova Iorque na virada do século XIX para o XX eram centros de corrupção e uso político da força.
Corrupção e abuso existem em todas as instituições. A polícia reflete a sociedade que a criou.
Nos EUA o policial mora ao seu lado. No Brasil, em geral, ele mora em um subúrbio longínquo, ou em uma “comunidade carente” (eufemismo para favela), ao lado de criminosos.
Os policiais do Rio de Janeiro, até pouco tempo, escondiam a identidade funcional fora de serviço, temendo a morte certa se abordados por bandidos.
A transformação da polícia dos EUA em força em defesa da cidadania começou quando os salários melhoraram.
Voltei para o Brasil entendendo para que serve a polícia, e cheio de perguntas.

A polícia nos EUA é essencialmente municipal. Por que no Brasil é apenas estadual e federal?
A lei penal dos EUA também é estadual. Por que no Brasil é federal?
O trabalho policial no Brasil é dividido entre duas forças. Uma patrulha as ruas – a Polícia Militar – e a outra investiga os crimes – a Polícia Civil.
Por que? Nunca me explicaram isso, na escola, na faculdade ou em outro lugar qualquer.
Tive que estudar para entender como funciona – ou não funciona – nossa polícia, a justiça criminal e o sistema penitenciário. O que vi me deixou horrorizado. Não vou repetir aqui as estatísticas que todos já deveriam conhecer.
O que quero saber é: por que a sociedade brasileira tem ojeriza aos policiais, se eles são a última defesa contra a barbárie?

Vimos na TV as decapitações e os churrascos humanos das rebeliões dos presídios. Fazem isso presos; imagine o que farão soltos.
Quem vai enfrenta-los?
Como podemos ter, um dia, uma boa polícia se a opinião unânime da mídia, da academia e dos intelectuais é que polícia é uma coisa ruim e os criminosos são pobres vítimas da sociedade?
Por que tanta gente sensata e preparada se mobiliza com o “drama” dos criminosos presos, mas é insensível ao drama de uma sociedade onde todos já foram assaltados e vivem com medo?
Por que achamos que alguém ser assaltado, agredido, roubado de sua propriedade ou até morto, é justo e compreensível à luz da “justiça social”?
Como aceitamos, passivos, alguém dizer que “existe lógica no assalto”?
Que perversão moral e intelectual é essa?
No Brasil o debate sobre polícia é monopólio dos “especialistas” de sociologia de botequim, como a senhora de cabelo vermelho que criou a separação de criminosos nos presídios de acordo com a facção – facilitando sua organização e transformando as cadeias em escritórios do crime
A questão fundamental é: se a polícia é um dos fundamentos de uma sociedade civilizada, por que a desprezamos tanto?
Se tratamos a polícia como lixo, quem vai nos proteger?
Há muitos anos os Titãs, uma das melhores bandas de rock do país, compôs a música Polícia, cujo refrão era “polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia”.
Alguns anos depois a namorada do baterista dos Titãs foi sequestrada e levada para um cativeiro na favela do Vidigal.
Adivinhe quem a libertou do cativeiro?
Não foi o Batman.
Não foi o Che Guevara.
Não foi a especialista de cabelo vermelho.

A educação brasileira produz excluídos.


Que a educação brasileira vai de mal a pior não é novidade. Mas nem por isso deixamos de nos assustar toda vez que novos dados são divulgados. E desanimar.

Ao comentar os péssimos resultados do Brasil no Pisa 2018, exame realizado com jovens de 15 anos de 79 países e economias, Alexandre Ribeiro Lopes, Presidente do INEP - Órgão do Ministério da Educação - disse que a "educação brasileira produz excluídos".

Sua constatação resume tudo. O que dizer de um sistema em que sete de cada dez jovens de 15 anos não sabem o básico de matemática? Apenas 2% dos estudantes conseguem entender um texto longo. O que estamos fazendo com nossas crianças? Que geração estamos produzindo? O que será do futuro do País?

"Não temos o que comemorar...sair de último para penúltimo não tem mérito, está muito ruim", disse Lopes, que sentenciou: "Se continuarmos com as mesmas práticas dos últimos 20, 30 anos, não vamos melhorar. Qual foi a política bem-sucedida que levou 68% dos jovens a não term um mínimo de conhecimento básico para exercerem sua cidadania?"

A maior avaliação de estudantes do mundo, o Pisa, mostra que o Brasil é um dos países mais desiguais em educação. Na última década, a diferença de desempenho entre os alunos se aprofundou com a desigualdade socioeconômica.

Nesta edição, o desempenho na avaliação colocou o Brasil na 57ª posição entre os 77 países e regiões com notas disponíveis em leitura; na 70ª posição em matemática; e na 64ª posição em ciências, junto com Peru e Argentina em um ranking com 78 países. China e Singapura lideram os rankings das três disciplinas.

Se a educação é a ferramenta para o desenvolvimento, o que será das futuras gerações...

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Diferença entre Greta e Malala.


Nos últimos tempos duas meninas chamaram a atenção do mundo e ambas foram parar na ONU. Duas histórias muito diferentes e duas personalidades totalmente distintas. Uma falou com pleno conhecimento de causa e outra sem conhecimento algum. Uma trazia um sentimento nobre, palavras sensatas e um semblante humilde; a outra exibe uma face arrogante, um discurso malcriado e interesses ocultos nada admiráveis (e que por isso precisam permanecer ocultos).
A que surgiu mais recentemente, a sueca Greta, que nem completou o ensino médio, pretende dar ao mundo aulas de ecologia. A ela não faltou, jamais, qualquer suporte material, desde antes de nascer. Nascida num dos países mais ricos do mundo, nunca viu a miséria de perto, não faz a mínima ideia do que sejam as dificuldades da vida, mas do alto da sua ignorância quer ditar como a humanidade deve viver. O excesso de conforto material não evitou que a mocinha se transformasse num pequeno poço de revolta. Em tom quase histérico anuncia que estamos às portas de uma “extinção em massa”. Com o olhar injetado de ódio e rosto crispado, questiona, sabe-se lá quem: “vocês roubaram a minha infância e os meus sonhos!”.
Como assim? O que lhe faltou na sua infância? Pelo jeito, carinho da família ou dos amigos e uma educação que lhe abrisse os olhos para o fato (evidente) de que o mundo é complicado mesmo e que as coisas não se resolvem do dia para a noite. Talvez conselhos no sentido de não ser tão agressiva e rancorosa. Se foi isso que lhe “roubaram”, garota, procure os culpados na sua casa e na sua escola, não no resto do mundo. Ah,…. mas à escola a menina-que-sabe-tudo não vai mais, exatamente porque já sabe tudo….
Eu me pergunto: roubaram seus sonhos? Foi mesmo? Aos 16 bem vividos anos já não há mais com o que sonhar? Se alguém lhe “roubou” esses sonhos e você não tem mais nenhum, o problema está em você, não no resto da humanidade. Se você não sonha em ter uma profissão ou uma carreira, ganhar a sua vida, ter uma família e, quem sabe, colaborar para construir um mundo melhor, o problema está só em você, que espera que seus “sonhos” lhe sejam entregues sem esforço. Isso não vai acontecer, menina. Melhor se acostumar com a ideia, por frustrante que ela seja. Talvez até hoje seus pais e financiadores ocultos tenham feito o possível para realizar esses tais “sonhos”, mas à medida que o tempo passa, o esforço precisa, cada vez mais, ser seu mesmo. E não adianta inchar a veia do pescoço enquanto esbraveja na ONU, sob os aplausos de uma plateia de idiotas que, avidamente, tentam sorver os ensinamentos que você não tem para lhes oferecer, porque isso não vai trazer seus “sonhos” de volta.
A outra garota anda meio desaparecida, mas não pode, jamais, ser esquecida. Em tudo difere da petulante suequinha. Refiro-me à paquistanesa Malala. Ela, sim, teve a infância roubada (e quase a vida se foi junto). Malala nasceu nos confins mais atrasados do Paquistão, onde predominam costumes tribais e o fundamentalismo islâmico. Malala tinha um sonho, estudar, e foi esse sonho, tão singelo, que lhe tentaram roubar. Sofreu ameaças, levou um tiro na cabeça. Sua família teve que fugir do país e ela chegou entre a vida e a morte na Inglaterra (num antiecológico avião a jato, não num barco a vela), onde foi salva. Malala sobreviveu para contar a sua história, para prosseguir no seu sonho e para ajudar a fazer um mundo melhor, para si e para todas as mulheres que sofrem perseguições e discriminações e, com o seu exemplo, dar-lhes maiores oportunidades. Malala tinha mil razões para odiar e para se queixar, mas sua presença, por onde passa, transmite uma mensagem de serenidade e firmeza na defesa de ideais nobres. Malala não exala ódio, desejo de vingança, ao contrário, cativa pela sua modéstia e seu sincero desejo de fazer o bem.
O contraste entre as duas é brutal. Uma sempre teve tudo e acha que nada presta. A outra, teve uma origem extremamente humilde, não tinha sequer liberdade e quase perdeu a vida por um sonho tão modesto. Não se abateu, não se vitimiza e não se diz “roubada”. Malala quase morreu porque desejava estudar, mas foi em frente. Greta posa de vítima e não vai mais à escola porque, tolamente, pensa que já pode dar lições ao mundo.

Texto de Isaac Averbuch.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

EU ME ORGULHO DE FAZER PARTE DA HISTÓRIA!


É incrível tudo isso...!!! Mais incrível é quem não consegue enxergar a nossa nova história e tudo de maravilhoso que está acontecendo...!!! O Brasil nunca ouviu tantas verdades e, para alguns, isso é difícil.

O caso brasileiro é único no mundo. É muito maior que o Brexit, é gigante perto da eleição de Trump.

Não tivemos o impacto de uma mudança radical, como a entrada em massa de muçulmanos no Reino Unido. Não elegemos um milionário numa eleição com dois partidos, como nos EUA. Elegemos um Capitão do Exercito, sem dinheiro, sem televisão, sem apoio, sem celebridades. Mostramos ao mundo a quintessência da democracia.

Bolsonaro não baixou a cabeça. Peitou uma das maiores empresas de mídia do planeta, os "artistas" formadores de opinião, a elite acadêmica, as milícias sociais, a máquina estatal, o Stablishment. Todo o poder estabelecido convulsionava contra o candidato, numa tentativa desesperada de manter seus benefícios escusos. E, ainda assim, ele venceu.

Gramsci, na década de 40, disse: "Não tomem quartéis, tomem escolas. Não ataquem tanques, ataquem ideias". O filósofo socialista esqueceu, porém, que o capitalismo evolui e, com sua evolução, DEU VOZ AO POVO.


A grande mídia não é mais o principal propagador de conhecimento. Com o advento da internet, podemos nos informar, podemos pesquisas e, principalmente, PODEMOS FALAR. Atentaram contra a vida do presidente, deixaram-no de fora dos compromissos de campanha e, de pijama e pantufas, NÓS O ELEGEMOS. Derrubamos um plano de poder de 3 décadas, detentor de uma militância violenta e um Estado aparelhado, sem encostar em armas, sem nenhuma intervenção.

Tristes dos "artistas" que não vêem a beleza do movimento, tristes dos estudantes que não vêem a importância do momento. Vocês se orgulham de fazer parte da "resistência". EU ME ORGULHO DE FAZER PARTE DA HISTÓRIA!

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

ACORDA ESTADÃO! A CEGUEIRA DE UM GRANDE JORNAL.

O jornal Estado de São Paulo, publica editorial com o seguinte tema:
‘O País precisa de rumo, que deve ser dado pelo presidente. Até aqui, Bolsonaro não se mostrou nem remotamente à altura dessa tarefa, e não há razões para acreditar que algum dia estará.’ #estadao

John Kirchhofer replicou com o seguinte texto:
*A cegueira de um grande jornal*
É incrível como um jornal da tradição e tamanho do Estadão, continue cego as evidências! Preso a um passado que se desmancha, frente a um presente que seus anacrônicos editores se negam a enxergar!
O mundo muda numa velocidade estonteante. A mídia impressa caminha para a falência. O exemplo da editora Abril não lhes serve para abrir-lhes os olhos.
Acorda Estadão!
Bolsonaro não governará nem indicará “rumos”, através de discursos eloquentes, retórica brilhante, embromação de longas palavras. Bolsonaro governará com a mais poderosa forma de liderança que o mundo conhece: O EXEMPLO! A VERDADE!
Vocês fazem parte de um tempo em que a admiração por longuíssimos discursos, de uma, duas ou até três horas impressionava as massas e hipnotizava os jornalistas!
Era o tempo do fanatismo aos discursos de Fidel Castro, Carlos Lacerda e Leonel Brizola!

Acorda Estadão!
Este tipo de comunicação ACABOU!
As recentes eleições Americanas e aqui no Brasil, sepultaram este tipo de retórica.
E olhe que a mudança veio como uma tsunami!
99% dos jornais erraram suas previsões sobre a possibilidade de vitória de a Bolsonaro.
99% das televisões erram em seus comentários sobre as chances de Bolsonaro vencer.
99% dos Institutos de Pesquisas apostavam que Bolsonaro perderia para qualquer candidato no segundo turno.
99% dos políticos e partidos deste país, não acreditavam na possibilidade de Bolsonaro vencer as eleições.
99% dos jornalistas deste país, zombaram de Bolsonaro e riam de suas fraquezas, quando de forma franca e verdadeira dizia que não conhecia de economia e iria deixar esta área estratégica mas mãos de um competente economista. Virou gozação nacional a piada do Posto Ipiranga do Bolsonaro.
Quebraram a cara! Todos!

Achavam ridículo um candidato à presidência se apoiar numa citação bíblica para tocar sua campanha à presidente.
E Bolsonaro, simplesmente, continuava sua pregação perante multidões crescentes:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
Nada mais verdadeiro do que isso!

Lamentavelmente, até hoje, os intelectuais, professores e editores de jornais, não se deram por conta, de que, a verdade pode ser dita em 140 carácteres, ou menos!
A verdade cabe num Tweet!

Jornais como o de vocês, do velho Estadão, continuam na anacrônica elaboração de editoriais de 1000, 2000 ou 3000 carácteres!
Gastam papel em vão!
Mas estão sem saída.
Porquê?
Porque não sabem fazer outra coisa! Se negam a acordar perante a nova política. A REAL POLITICA. A política da verdade. A política que nega a “articulação” política! A política que nega as mentiras políticas, a mentira e a embromação!

Acorda Estadão!
Tanto vocês como o outrora poderoso O Globo, baixam desesperadamente os preços, de suas assinaturas, de 109 para 29 reais mensais, ou seja tentam vender jornais impressos por 1 real a edição, e não conseguem sinal de reação dos consumidores!
Estão apavorados com a falência eminente da ex-gigante Folha de São Paulo!

Acorda Estadão!
Não é baixando o preço por edição, nem entrega gratuita de jornais, que fará ressuscitar os Cadernos de Classificados!
As antigas edições de domingo, que chegavam a pesar mais de um kilo de papel, hoje está na na faixa de 400 à 300 gramas!
E assim caminham para ZERO gramas de papel impresso!

Eu sou assinante, mas não leio mais o papel impresso! Só leio a edição digital em meu iPad!
Não me sinto mais satisfeito em gastar horas lendo um jornal escrito por professores, intelectuais, doutores, jornalistas, todos sem prática! Todos teóricos! Todos que formaram o séquito dos 99% que apostaram contra a vitória de Bolsonaro! Todos, viajantes de uma Época que ACABOU!

Acorda Estadão!
O povo está cheio de suas opiniões pessimistas!
O povo quer esperança!
O povo quer verdade!
O povo não quer as armações de suas jornalistas buscando “arruinar” o mandato de um presidente recém eleito!
Não adianta escrever mil páginas negando o que foi ouvido da boca de sua jornalista. Não adianta trocar sinais e afirmar mil vezes que era “fake news”! Pois não eram apenas poucas palavras que sinalizaram a verdade. Foram edições e editoriais sinalizando a verdade!

De que adianta está afirmativa de que “não há razões para acreditar que algum dia estará” Bolsonaro, estará preparado para nos dar um “rumo”?
Ledo engano dos senhores.
Basta o exemplo. Pequenos atos como cancelar um jantar com show, ao custo de 290.000 reais, que sairiam do bolso do contribuinte, via Embratur, e a demissão da presidente do órgão, para que se dê o rumo a este país!

Se o sentido de “rumo”, for o mesmo de “articulação”, “conversa”, e outras mais, usadas para esconder o toma lá dá cá, acho que realmente não teremos. Bolsonaro realmente é um cabeça vazia de “ideias” para sangrar os cofres públicos!
Eu, sinceramente, não quero o mal para tão tradicional órgão de imprensa. Mas se puder lhes dar um conselho de leitor, lhes diria: Tomem outro rumo.
Cordialmente
John Kirchhofer, Engº Civil MD Coppe/UFRJ, MBA Marketing ESPM/RJ, Executivo. Engº de Formação, Fotógrafo por paixão.

Algumas tentativas fracassadas da mídia:
Hillary tem 98% para vencer, Trump eleito!
Bolsonaro perde para todos num segundo turno, Bolsonaro eleito!
Britânicos rejeitam Brexit, Boris John vence no Reino Unido!
As grandes e velhas mídias continuarão "errando", sabem por que? Não querem acertar, mas te manipular!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

O negócio lucrativo por trás da ativista Greta Thunberg:.


Greta Thunberg tornou-se, em menos de um ano, um ícone global contra as mudanças climáticas. Mas seu enorme sucesso foi impulsionado e promovido, de acordo com a pesquisa do The Sunday Times , por grandes empresas de lobby e empresas de energia verde que usariam o jovem de 16 anos como ponta de lança para "facilitar a transição para o corporativismo verde". 

O jornal britânico ligou a adolescente e sua crescente notoriedade ao magnata Ingmar Rentzhog , presidente de um Think Tank (laboratório de idéias e pesquisas), do qual são membros dos políticos social-democratas suecos, aos executivos de grandes empresas de energia do país. 
    Ingmar Rentzhog, fundador da We Don't Have Time e presidente do Global Challenge.
Greta Thunberg foi anunciada com sua famosa greve escolar perante o Parlamento da Suécia em agosto do ano passado. No dia 20, especificamente, Ingmar Rentzhog enviou uma foto da jovem para sua página no Facebook e naquela mesma tarde o jornal  Dagens Nyheter - aquele com maior circulação no país - publicou sua história. Já sabemos o resto. No entanto, as informações exclusivas do Times garantem que sua história começou meses antes. 

Início do ativismo

Em maio de 2018, Thunberg ganhou o segundo prêmio em um concurso de redação ambiental organizado pelo jornal Svenska Dagbladet . Após o concurso, Bo Thoren , líder do grupo local de Fossil Free Dalsland, entrou em contato com os vencedores e outros jovens ativistas para discutir como "envolver e obter ajuda de jovens para aumentar o ritmo da transição para uma sociedade sustentável", desde que eu estava procurando "novos rostos" para o movimento. 
Entre as propostas de Thoren, havia uma greve escolar inspirada nas manifestações dos estudantes sobreviventes do massacre do Parkland Institute, na Flórida - que ocorreu em fevereiro daquele ano. "Havia eleições agendadas para setembro, três semanas após o início do curso. Imagine o que aconteceria se as crianças chegassem no primeiro dia e dissessem 'não voltaremos até as eleições'", explicou Thoren. 
Greta estava convencida da idéia de uma greve e decidiu colocá-la em prática. Thoren sabia disso e foi a Estocolmo em 21 de agosto para se juntar a ela. Mas no dia anterior, Rentzhog encontrou o ativista "casualmente" na frente do Parlamento e as notícias começaram a se tornar virais antes da chegada de Thoren. Embora Rentzhog tenha dito inicialmente que viu Greta "por acaso", ele finalmente admitiu ao Times que uma semana antes havia recebido um e-mail de Thoren informando sobre o protesto. 
Da mesma forma, Rentzhog conheceu a família de Greta meses antes do evento , quando ele coincidiu com Malena Ernman, a mãe da jovem, em uma conferência sobre o clima em Estocolmo. Isso foi assegurado por e-mail ao jornalista do Times , embora ele já tivesse afirmado que a primeira vez que soube da jovem foi quando os protestos começaram.

Poderes envolvidos

A razão pela qual seus pais sempre negaram que exista uma colaboração com Rentzhog é que, o fundador da plataforma We Don't Have Time - com a qual ele pretende aproveitar o poder das redes sociais para "responsabilizar líderes e empresas da mudança climática "- é também o presidente da Global Utmaning (mais conhecida como Desafio Global), um grupo de reflexão no qual estão envolvidos líderes de lobby, executivos de empresas de energia e até políticos. Para a família Thunberg, é fundamental que sua imagem não seja prejudicada pelos interesses de terceiros.  
A fundadora do Global Challenge é Kristina Persson , ex-membro do Partido Social Democrata e ministra do governo sueco entre 2014 e 2016. Outros membros do Think Tank são: David Olsson , membro do Svenska Bostadsfonden, um dos maiores fundos imobiliários da Suécia - e cujos Conselho pertence Rentzhog-; Gustav Stenbeck , cuja família controla a empresa de investimentos sueca Kinnevik. 
O Conselho também inclui Petter Skogar , presidente da KFO, a maior associação de empregadores da Suécia, e Anders Wijkman , ex-presidente do Clube de Roma e membro do Parlamento Europeu entre 1999 e 2009. 
Outro membro de destaque é Nystedt Ringborg , consultor da Agência Internacional de Energia e ex-vice-presidente da multinacional suíça-sueca ABB, que atua em áreas de robótica e energia, entre outras. O Times também enfatiza que Ringborg é membro da Sustainable Energy Angels, uma empresa de capital de risco de energia verde. 

Inconsistências

Embora o Times sugira que a família de Thunberg talvez não conheça os interesses das grandes potências que Rentzhog trouxe com ele quando os contatou, ele também mostra inconsistências em sua conta . Começa com a assinatura da mãe de Greta em um artigo de opinião publicado no Dagens Nyheter - que, lembre-se, foi o primeiro a ecoar os protestos de Thunberg perante o Parlamento.
Este artigo tem outras oito empresas, entre as quais Kristina Persson e três outros membros do Global Challenge. Rentzhog, que deveria ser o autor do artigo, disse que mostrou a lista de signatários a Malena Ernman, mas sem indicar as acusações que eles detinham no Global Challenge, para que a mãe de Greta não soubesse quem eles eram , mas também assinou Um artigo escrito pelo presidente deste Think Tank.
Entre as incongruências da família do jovem ecologista, está também o pai, Svante Thunberg , afirmando firmemente que "nunca trabalhamos com a plataforma Rentzhog ou o Global Challenge", apesar de Greta fazer parte do conselho consultivo de sua plataforma. Não temos tempo (fundado por Rentzhog). 
Embora a família de Thunberg tenha tentado romper com qualquer tipo de lobby , seu novo assessor de imprensa é Daniel Donner, que está trabalhando no lobby de Bruxelas: European Climate Foundation. 

Como ativista, é inevitável que Greta Thunberg se cercasse de lobbies e líderes que apoiam sua causa - e têm seus próprios interesses - para gerar as mudanças que ele pede aos políticos em todo o mundo, mas a tentativa de esconder essas relações para manter seus interesses. imagem pura gera desconfiança em relação a ela. No momento, todos os passos dados pela jovem sueca, que mobilizou milhares de jovens de todo o mundo para combater as mudanças climáticas, serão questionados e investigados com uma lupa.