quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O silêncio de Pimentel

Pimentel: ex-governador de MG não foi encontrado pela reportagem 
São Paulo — Em meio às reações dos quase seis dias após a tragédia de Brumadinho (MG), que tem até agora 99 mortos e 259 desaparecidos, uma voz chama a atenção pela ausência.
É a de Fernando Pimentel (PT), governador de Minas Gerais entre 2014 e 2018, e que ficou em terceiro lugar na eleição de 2018.
A reportagem tentou entrar em contato com Pimentel, para pedir um posicionamento sobre o desastre, mas não obteve resposta.
Em dezembro do ano passado, quando ele ainda era governador, a Vale conseguiu no estado uma licença para ampliar suas atividades em Brumadinho.
Uma das permissões liberou que a mineradora reaproveitasse 1 milhão de metros cúbicos de rejeitos de uma de suas barragens — a mesma que se rompeu na última sexta-feira.
Do total de multas recebidas da SAMARCO, Pimentel nada repassou para a Cidade de Mariana.

Em entrevista à Agência Pública, a conselheira Maria Teresa Corujo, representante do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc), revelou que entre fevereiro de 2017 e janeiro de 2019 apenas um projeto minerário foi barrado na câmara técnica do Conselho Estadual de Política Ambiental de Minas Gerais (Copam) em 40 reuniões realizadas.

Projeto de Pimentel acelerou concessões

Em 2015, vinte dias depois da tragédia em Mariana (MG), que deixou 19 mortos, um controverso projeto de lei proposto pelo governador Pimentel para acelerar a concessão de licenças ambientais a empresas de mineração foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado.
A proposta reestruturou o Sistema Estadual de Meio Ambiente e deu poderes para o secretário de Meio Ambiente decidir quais são os projetos “prioritários”.
A medida também obrigava a instalação de alertas sonoros em comunidades que podem ser atingidas por barragens — o que não aconteceu em Brumadinho.
Antes, as licenças de instalação e operação das mineradoras eram concedidas pelo Copam (Conselho Estadual de Política Ambiental), formado por representantes do governo e da sociedade civil.
Com a mudança, o órgão passou a dividir com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável a atribuição.

Reações

A ex-presidente Dilma Rousseff se pronunciou sobre o desastre em dois posts no seu site oficial.
Ela também foi ao Twitter esclarecer que a classificação do desastre de Mariana como “natural” feita em seu governo se deu apenas para efeito de saque do FGTS, que é facilitado para vítimas desse tipo de ocorrência.
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o deputado Paulo Pimenta, foram para Brumadinho. Gleisi postou as fotos em suas redes sociais e falou em uma CPI das mineradoras.
O ex-presidente Michel Temer não fez, até o momento, nenhum declaração oficial ou em suas redes sociais.

Matar Bolsonaro é legítima defesa!

Professora MARXISTA FANÁTICA acredita que matar Bolsonaro é legítima defesa!


Há pessoas que realmente não se emendam! Esse deve ser o caso dessa professora de Letras da UFRJ, Georgina Martins, cujo rosto sequer vi alguma vez na vida, mas talvez já possa, de algum modo, considerar uma velha conhecida.

Em 2016, uma onda de ódio – esta sim, verdadeiramente, uma onda de ódio – foi movida, dentro da universidade carioca, contra os grupos de estudantes liberais e conservadores, a exemplo do UFRJ Livre, imputando-lhes a responsabilidade pela morte de um jovem homossexual, sem qualquer base. A simples presença de suas opiniões divergentes no ambiente universitário foi então tratada como uma aberração criminosa.

Naquela oportunidade, essa professora, ao que parece um espécime exemplar da fauna de extrema esquerda que domina as faculdades brasileiras, soltou a seguinte pérola, publicada em seu perfil no Facebook, juntamente com uma montagem com a foto do ditador soviético Josef Stálin:

“Depois de ler postagens de páginas fascistas da UFRJ, só tenho a dizer que posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las na Sibéria”.

Escrevi sobre essa “piada” grotesca à época em texto em que dava testemunho da perseguição sofrida pelos amigos do UFRJ Livre. Comentei então que a declaração de Georgina me trazia à memória uma antiga discussão que tive com um comunista, em que ele me disse que os gulags existiam por conta de pessoas como eu. É comovente o apreço que essas pessoas manifestam pela pluralidade e a liberdade de expressão!

A professora Georgina me surpreendeu com uma reação hipócrita ao comentário, questionando se eu era incapaz de entender uma piada. Repercuti o fato em meu perfil pessoal:

“A professora de Letras da UFRJ, Georgina Martins, que, em meio à crise com as páginas UFRJ Livre e UFRJ da Opressão, fez a piada dizendo que defenderia até a morte o direito de liberais e conservadores expressarem suas opiniões NA SIBÉRIA – isto é, nas mãos de Stálin, em seus gulags -, reclamou de minha crítica irônica à sua atitude e perguntou se eu não sabia o que é humor, o que é paródia. Respondi que sei, e normalmente os humoristas não exaltam a tirania, a censura e a perseguição em seus posts; recomendo a ela que substitua Sibéria por Auschwitz, e talvez ela perceba que sua piada não tem graça”.

Pois muito bem; mesmo diante de um comportamento tão lamentável para uma professora de uma das universidades mais prestigiadas do país, garanto aos leitores que não estava preparado para imaginar o que viria mais de dois anos depois. Posso ser excessivamente ingênuo, mas acredito que os leitores entenderão minha estupefação, porque é impossível estar aguardando por uma manifestação de tamanha monstruosidade. Em print compartilhado pelo mesmo UFRJ Livre, diretamente de publicação no grupo de Letras da UFRJ, lê-se outro comentário, publicado pela mesma senhora.

O que transcrevo a seguir é o registro da decadência, o emblema da desgraça, o testemunho da deterioração moral que grassa onde nossas melhores mentes deveriam estar sendo formadas. Comprovem por si mesmos:

“Agora falando sério: o episódio da faca não foi intolerância como os defensores do candidato e a direita fascista desse país afirmam. Ao contrário, o episódio da faca foi a legítima defesa contra a intolerância que o candidato prega. Foi a legítima defesa de um país que está indo pro fundo do poço. Foi a legítima defesa dos oprimidos. Foi a revolta contra o fascismo, contra o ódio pregado todos os dias, em todos os lugares pelo candidato fascista e seus asseclas (capangas), incentivados por uma direita burra e cruel”.

Acreditem se quiserem no que seus olhos veem. Martins, obviamente, está fazendo referência ao atentado político cometido por Adelio Bispo em Minas Gerais contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, que ainda se recupera no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Atentado que foi feito para matar.

A professora de Letras da UFRJ está dizendo que matar Bolsonaro é uma forma de fazer justiça. É isso, com todas as letras. Ou será que dessa vez essa senhora monstruosa e imoral irá dizer que não entendi a sua piada? Esse tipo de ser humano está hoje, talvez neste exato momento, nas salas de aula do Brasil. Não é preciso dizer mais nada.

Rompimento das barragens: por que ninguém será punido?


O rompimento das barragens em Minas Gerais provocou uma avalanche de publicações no sentido de tentar fazer a sociedade ver a tragédia como resultado do capitalismo, já que a Vale, controladora da Samarco, é apresentada como uma empresa privada − privatizada por FHC!
Se considerarmos que um partido político é uma instituição privada, sim, a Vale foi privatizada. A Vale é do PT. A Samarco também.
O processo de tomada do controle da Vale pelo PT é muito bem descrito num dos capítulos do livro Reinventando o Capitalismo de Estado, de Aldo Musacchio e Sergio Lazzarini.
Um resumo:
A privatização da Vale promovida por Fernando Henrique Cardoso em 1997 foi parcial. O governo vendeu pouco mais de 41% das ações da empresa para a Valepar, holding que na época era liderada pelo empresário Benjamin Steinbruck. Porém, o governo manteve o controle das golden shares, ações que lhe dava poder de decisão em vários assuntos, por exemplo, sobre os objetivos da empresa.
No ano de 2001, o conselho de administração da Vale aprovou a nomeação de Roger Agnelli como CEO da empresa. Um ano depois, a privatização foi concretizada com o BNDES vendendo 31,5% de sua participação. No entanto, no ano seguinte, 2003, início do governo Lula, o mesmo BNDES recomprou 1,5 bilhão em ações da empresa. Nesse mesmo ano, Lula apadrinhou a nomeação do ex-sindicalista e ex-vereador petista Sergio Rosa (hoje investigado pela Operação Lava Jato) como CEO do Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil.
Sob a liderança de Agnelli, a Vale deu um salto de produtividade, de rentabilidade, de admissão de funcionários e de pagamento de impostos e de royalties.
A partir de 2009, o grupo que reúne fundos de pensão de empresas estatais controlados pelo PT (Previ, Petros e Funcef) se utilizou da Litel, holding criada por eles mesmos, para assumir o controle da Valepar e por meio dela obter 49% das ações da Vale, o que somados aos 11,5% que já estavam nas mãos do BNDESPAR, braço de investimentos do BNDES, deu ao PT o controle sobre mais de 60% das ações da empresa.
Começou, então, a pressão de Lula sobre Agnelli para que a Vale fizesse mais investimentos no Brasil, principalmente na aquisição de siderúrgicas e na encomenda de navios, mesmo que os similares estrangeiros custassem a metade do preço.
Lula também tentou fazer um certo Eike Batista chegar à presidência da Vale. Não conseguindo, tentou substituir Agnelli por Sergio Rosa. Também não conseguiu.
A despeito das pressões, Agnelli continuou seus projetos na Vale, incluindo a encomenda de navios na China e na Coreia do Sul, o que enfureceu Lula. Em 2011, logo após a Vale registrar um lucro trimestral quase 300% acima do trimestre anterior, Agnelli foi demitido.  Seu sucessor e atual presidente, Murillo Ferreira, foi indicado por Lula – e até dois meses atrás, Ferreira também ocupava uma cadeira no conselho de administração da Petrobrás. Desde então, os rumos da Vale são ditados pelos interesses PT.
Ignorando normas de licitação e do TCU, a mineradora firmou diversos contratos com empresas beneficiadas pelo programa de proteção e de incentivo à indústria nacional iniciado por Lula e que, obviamente, formava o grupo de financiadores (Odebrecht, por exemplo) de seu partido e de todos os movimentos que o apoiavam.
Não por acaso, desde então a Vale vem registrando perdas. Hoje, a Litel tem, sozinha, 52,5% das ações da Vale.
Em tempo: Todos os setores que foram beneficiados pelo protecionismo do PT estão hoje em colapso e todos os fundos de pensão de empresas estatais controlados por petistas estão deficitários.
Três perguntas:
O grupo que detém o controle acionário da Vale não seria o maior responsável pelos projetos de suas empresas?
O governo não foi negligente na concessão de alvarás e na fiscalização?
O PT, que controla a Vale, que governa Minas Gerais e o Brasil não tem nada, absolutamente nada a ver com isso?
E assim, mais uma vez nos deparamos com a razão do estado não poder participar do mercado. Quando participa, o próprio estado se torna o mais interessado em abafar as responsabilidades em caso de incompetência e de negligencia, deixando a sociedade completamente desamparada institucionalmente. As pessoas que perderam suas casas, suas fontes de renda e familiares na tragédia com toda certeza ouvirão muitas promessas do governo e talvez recebam algum dinheiro, mas a probabilidade é de que não verão ninguém sendo punido.
A realidade que deveria ser vista pela sociedade é que a maioria das grandes empresas brasileiras estão sob influência direta ou indireta do governo, estão sujeitas aos interesses de militantes do PT e de políticos de sua base aliada que geram lucros para si mesmos e prejuízos para a sociedade. Os bancos, os fundos de pensão e as agências regulatórias do estado não passam de instrumentos políticos. Para saber quais são as empresas que estão sob o controle do PT, basta checar seus quadros acionários, os benefícios fiscais, a quantidade de dinheiro que receberam do BNDES e os valores que doaram aos partidos nos últimos anos.
Se estivéssemos num país regido pelo livre mercado, a Samarco e a Vale seriam empresas realmente privadas e suas responsabilidades nesse acidente seriam realmente levantadas, julgadas e punidas, já que o governo não teria interesse em livrá-las do peso da justiça. Se fossem privadas, o estado iria com toda sua força contra as empresas. Se fossem privadas, alguém iria para a cadeia.
Como se fosse pouco as mortes e os prejuízos ambientais, a tragédia também levará consigo muitos bilhões de reais investidos pelos fundos de pensão que controlam as duas empresas, ou seja: Os prejuízos serão estendidos aos funcionários da Caixa, da Petrobrás e do Banco do Brasil.
Um acidente como o ocorrido em Minas poderia ter acontecido com qualquer empresa e em qualquer lugar do mundo, como já ocorreu tantas vezes, porém, o caso em questão evidencia mais uma vez que a participação do estado na economia potencializa a impunidade. Ninguém será punido pela tragédia em Minas, assim como ninguém foi punido pelos acidentes nas plataformas da Petrobrás nem pelos prejuízos sociais e ambientais provocados pela falência das empresas de Eike Batista, o ilustre filho bastardo das políticas “desenvolvimentistas” do PT.
Para evitar problemas, dias depois da tragédia em Minas, Dilma assinou o decreto 8572 que diz que “…considera-se também como natural o desastre decorrente do rompimento ou colapso de barragens que ocasione movimento de massa, com danos a unidades residenciais”. Com uma simples canetada, Dilma tirou da Samarco e da Vale toda a responsabilidade sobre a tragédia.
Nota: Artigo publicado originalmente em 18 de novembro de 2015.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Relato de um Bombeiro voluntário.


Avistamos algo que poderia ser um corpo, dava a impressão de ser um pequeno galho de árvore. Nos aproximamos com acutela, pois a lama ainda estava movediça. Temos nos guiado pelo cheiro dos corpos.

Uma sensação ruim foi tomando conta de nós, meu coração saia pela boca... a gente sempre quer achar vidas.

Cheguei perto e o que achávamos ser um galho, na verdade era um pequeno pé e parte de uma perna para o lado de fora da lama.

Começamos a escavar, rapidamente identificamos se tratar de uma criança. Respirei fundo, puxei-a e assim que a retiramos ela estava presa a um outro corpo, o de sua mãe, já com as vísceras expostas.  Meu companheiro caiu ajoelhado, sem forças diante da imagem que vimos.


Neste instante ele para de falar e chora profundamente.

Um Bombeiro voluntário.

Ninguém do novo governo disse isso !


APRENDAMOS A NOS DEFENDER, COM PALAVRAS E GESTOS (DE AMOR E DE SOLIDARIEDADE) E, SE FOR PRECISO, COM ARMAS !
OUTRA COISA, NINGUÉM ... NINGUÉM MESMO, TEM DITO OU DISSE QUE O PORTE/POSSE DE ARMAS É "POLÍTICA PARA REDUÇÃO DA CRIMINALIDADE !"

Vou repetir, ninguém do novo governo disse isso !
A posse e até o porte de arma é uma decorrência natural do DIREITO DE DEFESA, ou seja, quem estiver sendo vítima de agressão atual ou iminente, tem o direito de se defender !

NADA ALÉM DISSO !

O problema é que a esquerda sabe usar a maledicência e a inversão dos fatos e projeta nos outros as maldades que faz, é e/ou pensa. Para tanto, chama alguém que parece um IMPARCIAL, ISENTO, DITO COMO "ESPECIALISTA" - OU VOCÊS JÁ NÃO VIRAM A GLOBOLIXO CHAMAR A CADA ENTREVISTA SOBRE IDEOLOGIA DE GÊNERO, ALGUÉM DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS, QUE VIVE, JUSTAMENTE, DESSE ATIVISMO EQUIVOCADO E PAUTA DA ESQUERDA ? COM AS ARMAS É A MESMA REALIDADE - e é nesse momento que eles sugerem credibilidade e a plateia sai a divulgar o factóide !

O difícil é desfazer a mentira !

Voltando, essa afirmação de que a posse/porte de arma seria uma medida para reduzir a criminalidade é uma interpretação da própria esquerda, que a imputa ao atual governo e seus integrantes.
Mas, não fica só nisso. 

Os esquerdopatas dizem que teorias de universidades americanas comprovam que o porte armas faz aumentar a criminalidade. 
MAIS UMA MENTIRA !

Nos EUA também há esquerdistas que vivem de espalhar a mentira e nas universidades e imprensa são os lugares preferidos deles. A propósito, mesmo com a permissão de armas e considerando que a população americana é quase 150% maior que a brasileira, os assassinatos por armas de fogo lá são um quinto dos daqui, ou seja, enquanto nós, que somos proibidos de portarmos armas, em 2017 matamos 70 mil, e nos EUA, pouco mais de 10 mil ! ALIÁS, O BRASIL LIDERA AS MORTES POR ARMAS DE FOGO NO MUNDO !

Hoje em dia, é preciso muito cuidado com as teorias oriundas de universidades, por incrível que pareça. É que o comunismo (gramcismo) deixou a violência como sua arma "OSTENSIVA" e se utiliza dos factóides e das mentiras, e um dos meios de que se vale para se espalhar como um vírus é através das universidades e da imprensa.

Com isso, infelizmente (ou felizmente, porque é um aprendizado de buscar a informação verdadeira), temos que analisar "quem" está produzindo a notícia, isto é, se de esquerda a notícia, tem tudo para ser impregnada de viés ideológico, e, seguramente, o objetivo é oferecer posição confortável ao marxismo, ainda que em prejuízo da verdade e do bem estar coletivo.

Só rindo!


A louca histérica Grazy Roubbmann, em sua conta do Twitter, criticou e rebateu os argumentos da PF, do MPF e a Justiça, para não permitir que Lulla fosse ao enterro do irmão... 

Ella afirmou que o partido SE "DISPONIBILIZOU PARA OFERECER TRANSPORTE" para levar Lulla e os agentes de segurança ao enterro...

Ôiii???
O PT, considera decisão “cruel”, dizendo que até a 'ditadura' permitiu que 'Lulla fosse ao velório de sua mãe'.



AHHH...
Primeiro que naquele tempo elle era apenas um "preso recolhido" para averiguações e... QUE "COLABORAVA MUITO COM OS MILITARES", ENTREGANDO TODOS OS AMIGOS... E não um criminoso CONDENADO e perigos, com varias outras condenações a caminho, e que comanda uma quadrilha suja e disposta a colocar fogo no país.
Segundo, que era enterro da "mãe"... e não de mais um irmão, que dentre três... ele NAO FEZ QUESTAO ALGUMA DE IR "EM DOIS", mesmo estando livre e com toda a estrutura favorável.


Elles dizem que "a lei é clara, mas não é para todos"... SIM, É BEM clara e DIZ QUE PODE, mas, não garante que isso aconteça. 

Segundo a juíza do caso, o texto da lei "exprime noção de possibilidade".

E, sim, não é para todos... os casos! COMO NAO É PARA O SEU!

Autor desconhecido, retirado da Internet

O diabo veste farda?


O ano de 2019 começou com Jair Bolsonaro descendo do palanque e subindo a rampa do Palácio do Planalto. Aos poucos, o candidato se tornou o Presidente da República. Os desencontros administrativos das primeiras semanas e a postura dos novos ministros têm ocupado um grande espaço na mídia.

Nesse ambiente, uma questão é digna de análise: a militarização da administração pública. Tanto em âmbito federal como nos Estados é digno de nota a quantidade de militares que assumiram cargos na administração que normalmente eram destinados a civis. Na gestão Bolsonaro, os militares, que desde o período militar estavam discretamente lotados em áreas relativas a defesa e a segurança, passam a assumir pastas de outras áreas da administração. Para segmentos da sociedade, tal "militarização" é vista com desconfiança, um risco de retorno à "ditadura". Para outros, é salutar porque representa a "volta da moralidade".

No entanto, sem adentrar no mérito das teses acima, e sem juízo de valor sobre o resultado eleitoral, há um ponto que, por questão de justiça, não posso deixar de comentar. Ministros não se formam ministros, secretários não se formam secretários. Tivemos e temos ministros e secretários das mais diversas áreas profissionais, por que não militares?

Há anos advogo para militares e, além disso, em termos acadêmicos, escrevi tese sobre o tema. Fruto dessas duas experiências, posso apontar características dos militares que em geral podem contribuir, e muito, para a melhora da gestão da coisa pública, isso, claro, sem desmerecer outras carreiras profissionais.

O que os críticos esquecem é que a carreira exige do militar aprimoramento intelectual permanente, e aquele que resiste a esta exigência simplesmente não prospera na carreira. Desde as praças até oficiais superiores e generais, os cursos de aperfeiçoamento são constantes e periódicos. Aqui não é o espaço, mas como exemplo desta proposição basta olhar as exitosas universidades e escolas militares, que mesmo não deixando de serem quartéis, se destacam no quesito excelência.

Nos quartéis os protocolos são seguidos para que não haja desperdícios de tempo e recursos. Os prazos são cumpridos e metas cobradas. Como são balizados pela hierarquia e disciplina, os militares atribuem aos seus afazeres o sentido de missão e buscam realizá-la da melhor forma possível.

Todos militares que assumiram pastas no governo têm experiência administrativa, profundo conhecimento do Brasil e muitos anos de estudo financiados pelo tesouro. É mais do que justo que o país aproveite todo esse capital intelectual em prol de todos, até porque foi investido tempo e dinheiro público em suas formações.

É claro que o ethos (caráter moral) militar é próprio da caserna, e seria inconcebível impor às repartições públicas regimes tipicamente espartanos, mas é chegada a hora de deixarmos de olhar os militares com desconfiança para que todos, civis e militares, façam este país funcionar melhor.

Por Cristiano Hehr Garcia, doutor em Sociologia Política, mestre em Políticas Públicas e Processo, pós graduado em Direito Internacional, graduado em História e Direito.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Insensatos cegos.


Eu vi Bolsonaro se deslocando com urgência pra Brumadinho, mesmo cansado após uma viagem internacional desgastante. Em 24hrs já estava no local, isso a impressa nem mencionou. Enquanto Dilma, esperou uma semana pra se deslocar, quando aconteceu a tragédia em Mariana. 

Vi muita gente criticando Bolsonaro por aceitar ajuda de Israel, mas se esquecem que quando Israel se dispôs a ajudar, veio de graça! Mas quando Cuba ofereceu ajuda ao Brasil no governo PT, cobraram dez mil por médico! A insensatez desse povo os deixaram cegos. O fanatismo beira a loucura. Criaram pra si um deus ao qual adoram, o PT; e colocaram isso acima da nação. 


Os pensamentos estão cheios de maldade, as atitudes denunciam perversidade. O desejo de vingança aflora nos lábios, como se estivéssemos em uma guerra, onde o maior desejo é nos ver derrotados. Loucos! Quando vão entender que reconhecer um erro não é fracasso, que voltar atrás é formidável. Quando vão aceitar que democracia é saber perder, é caminhar junto. Que o bem de todos, está acima de tudo. Essa guerra fria não vai nos levar a nada! 

Seria pedir muito pra vocês saírem da defensiva? A nossa bandeira nunca será vermelha, porque o nosso partido é o Brasil! E se amanhã não for nada disso, recomeçaremos do zero. Porque sabemos de onde viemos, e pra lá não vamos voltar. Mas essa esperança que arde em nosso peito, ninguém será capaz de apagar!

Desconheço o autor, retirado da Internet

Daniela Mercury é acusada de “apropriação cultural” por cantoras negras.

“Apropriação cultural” é um termo usado por militantes da esquerda, que significa a adoção de alguns elementos específicos de uma cultura por um grupo cultural diferente.


A cantora Daniela Mercury foi vítima da própria militância que apoia abertamente.
Durante o Festival Sangue Novo, ocorrido no último sábado (26) em Salvador-BA, as cantoras Larissa Luz, Luedji Luna e Xênia França criticaram a “apropriação cultural” praticada por Daniela Mercury, que recentemente lançou a música “Pantera Negra Deusa”, na qual exalta Wakanda, nação negra fictícia criada pelo universo Marvel.
A pantera negra, a deusa / A mãe original do mundo / Mãe da única raça / A raça humana / Somos todos filhos da preta”, diz a letra de Daniela Mercury.
Larissa Luz foi a primeira a se posicionar:
Está na hora de parar de usar de um discurso que não é seu para lucrar. Está na hora de parar de usar de um lugar de fala que não é seu para ganhar. Porque preto de alma não existe! O Brasil é um país que mata, é um país que humilha, um país que condena a cor da pele e não a cor da alma! Quem é preto é preto. Quem não é, não é! A música preta é nossa!”, disse a cantora, que em seguida foi muito aplaudida pela plateia.
E Wakanda também, Wakanda também é nossa!”, completou Luedi Luna.
Vale ressaltar que, Wakanda – lar do super-herói Pantera Negra – foi criada por dois brancos americanos, o escritor Stan Lee e o desenhista Jack Kirby.
Confira o vídeo:

Cantora critica Daniela Mercury por música que homenageia Wakanda.


A lacradora @danielamercury fez uma música para homenagear Wakanda, a nação negra criada pela Marvel. Só que estas cantoras negras não gostaram nem um pouco disso e a acusaram de "apropriação cultural".
Eis a segunda lei do lacre: "quem com lacre lacra, com lacre será lacrado". (Caneta Desesquerdizadora)

O que Gleici Hoffman não disse?


Gleisi postou em sua página que foi a Brumadinho prestar "solidariedade" a população afetada pelo rompimento da barragem, só que ela não comentou sobre a receptividade que teve.

Primeiramente ela e o dePUTAdo do PT, Paulo Pimenta, se preocuparam em se sujar na lama. Claro, a única preocupação é fazer política e mostrar o que não se viu. Por pouco não disseram estar ajudando no resgate de vítimas, desenterrando cadáveres e outras mentiras que gostam de espalhar.


Gleisi Hoffmann e Paulo Pimenta, em Brumadinho MG cobram providências ao poder público.

Cobram providencias? Como assim?

Estavam lá só fazendo política suja para trouxas verem. Mas, quando se tentaram se  aproximar de um acampamento de desabrigados no Córrego do Feijão, foram esculachados! Pensam que lidam com os idiotas a que estão acostumados, todos lá possuem a informação de que foi o PT e Dilma Roussef, que assinou um decreto tratando a catástrofe que sofreram como de causa natural, isentando os responsáveis de punição mais grave.

Pimenta e Gleisi, juntos em Brumadinho: um desrespeito com a memória das vítimas - Jornal da Cidade

Lindberg, por sua vez disse que a catástrofe é uma colheita do que Fernando henrique plantou com as privatizações, que foram aprovadas pelo Congresso do qual Lindberg fazia parte, sendo portanto conivente quando não se preocupou e não cobrou segurança das barragens.

A Deputada com rejeição no Brasil do PT Gleisi Hoffmann na tentativa de fazer politica em Brumadinho, quase tomou um sacode daquela população, chegou na hora errada e no momento errado.

A preocupação hoje da esquerda é fazer política com a desgraça que se abateu sobre uma cidade, sobre um estado e sobre um país.
Ela, Gleisi, diz em sua página que: "Estive no Córrego do Feijão, onde aconteceu o desastre, fui com deputados da nossa bancada (PT). Tristeza e desolação com a irresponsabilidade da Valle e fragilidade de nossas instituições. Vamos propor uma CPI da mineradoras". Ora sua FDP! Vão pedir sua internação! Já existem depoimentos de médicos recomendando tal procedimento com sua pessoa.

Por certo a bolsa de colostomia retirada de Bolsonaro pode e deve ser doada para colher a merda toda que sai de sua mente.

O lugar de vocês não é ai, no local da tragédia que muito contribuíram para que acontecesse. Infelizmente a imprensa não conseguiu cobrir, mas a informação de socorristas no local afirmam que se livraram de tomar um "sacode" dos afetados que lá estavam, tendo de sair em retirada rapidamente.

Sempre, cada vez mais e mais uma vez fazendo política com a desgraça alheia. Nunca antes se pronunciaram sobre a insegurança no local que era visível, comentada e submetida a apreciação de parlamentares de Minas Gerais, que também nada fizeram para proteger a população sob risco iminente.

Estiveram diversas vezes em belo Horizonte fazendo campanha para Fernando Pimentel e Dilma, sendo ambos derrotados vergonhosamente, mas, nunca se preocuparam em dar uma "esticadinha" aos locais sob risco com as barragens, que aliás, nem deviam saber que existiam.

Pelo menos uma lição fica, não posarão mais de falsos heróis, a população está bastante instruída e deram sorte de se safar de uma surra da população sofrida e vitimada.

Opções para as barragens.

Projeto transforma lama de Mariana em tijolos e reconstrói casas.


Em novembro de 2015, o município de Mariana, em Minas Gerais, foi devastado por um mar de lama. O pior desastre ambiental do país destruiu a região e deixou milhares de famílias desabrigadas. Cansados de esperar por uma resolução que pode levar mais de uma década, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e os alunos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Grey Brasil e a Ecobrick, montaram o projeto Tijolos de Mariana, que irá reutilizar a lama para fabricar tijolos artesanais e reconstruir casas populares, hospitais e escolas para cerca de 400 famílias.

Operada por mão de obra local, a fábrica do Tijolos de Mariana vem retirando cerca de 1000 tijolos por mês desde janeiro de 2016. Estima-se que, ao final de cada ano, 700 toneladas de lama serão retiradas, o que resultará em 1,2 milhão de tijolos.

Se o projeto der certo, os tijolos poderão ser encontrados à venda em lojas de materiais de construção de todo o Brasil, com lucro revertido para a região. Para atingir tal objetivo, o grupo criou uma página de financiamento coletivo que, até esta quinta-feira (21/4), contava com R$51.677 arrecadados. 

O processo de fabricação, executado por alunos da UFMG, funciona da seguinte forma: depois de captada, a lama passa por uma filtração, sendo transformada em um composto limpo e atóxico chamado Metakflex. Depois, ganha o formato de tijolo por um processo ecológico que não envolve emissão de gases. 



Não é preciso ser biólogo nem químico para pensar em soluções para os dejetos contidos em barragens com riscos iminentes de romperem para saírem destruindo e matando por quilômetros.

Cientistas, pesquisadores e demais qualificações competentes devem pensar em possibilidades e possibilidades estão sendo postas em prática. O aproveitamento dos dejetos servem muito bem para uma nova indústria que, mesmo não sendo interessante para as mineradoras, podem e devem investir neste segmento gerando empregos e protegendo propriedades, vidas e meio ambiente. Vasos decorativos, tijolos, telhas, vasos de plantas e inúmeras outras possibilidades podem advir deste projeto.
Reutilizar os detritos em algo que os retire de compotas, aquela massa acrescida de algo que a consolide pode deixar de ser o perigo iminente que Minas Gerais vive hoje. Resinas aliadas a esses dejetos podem transformar essa lama em placas em substituição ao granito, que seria de grande benefício ao planeta além de ter um custo bem mais baixo.


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

UMA ANÁLISE PERFEITA!

O que Toffoli, Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal, fez com o Povo Brasileiro ao soltar, na contramão do entendimento do Tribunal que ele preside, o já condenado em 2ª instância, há mais de 30 anos de prisão, José Dirceu? Veja quem é José Dirceu na brilhante análise de Nelson Motta. O mesmo Toffoli que agora decidiu que o voto para as eleições da Câmara e do Senado, no próximo dia 1º de fevereiro será secreto. Se faz necessária mensagens para todos os Senadores que votarão dia 1º de fevereiro, nos opondo ao voto secreto e ao Renan. Enquanto tivermos um Senado comandado por Renan, teremos dentro do STF Ministros da qualidade do Gilmar mendes e Toffoli. Quer isso para o Brasil?
Enéas Rangel Filho

Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde certamente nunca mais sairia. Roberto Jefferson tem todos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico: “Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu”.
Em 2005, Dirceu dominava o governo e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão. E passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no máximo, sua chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobrás.
Com uma campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do povo, com o grito de guerra ecoando na esplanada: “Dirceu guerreiro/do povo brasileiro”. Ufa!
A Jefferson também devemos a criação do termo “mensalão”. Ele sabia que os pagamentos não eram mensais, mas a periodicidade era irrelevante. O importante era o dinheirão. Foi o seu instinto marqueteiro que o levou a cunhar o histórico apelido que popularizou a Ação Penal 470 e gerou a aviltante condição de “mensaleiro”, que perseguirá para sempre até os eventuais absolvidos.
O que poderia expressar melhor a idéia de uma conspiração para controlar o Estado com uma base parlamentar comprada com dinheiro público e sujo? Nem Nizan Guanaes, Duda Mendonça e Washington Olivetto, juntos, criariam uma marca mais forte e eficiente.
O que Toffoli, Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal, fez com o Povo Brasileiro ao soltar, na contramão do entendimento do Tribunal que ele preside, o já condenado em 2ª instância, há mais de 30 anos de prisão, José Dirceu. Veja quem é José Dirceu na brilhante análise de Nelson Motta. O mesmo Toffoli que agora decidiu que o voto para as eleições da Câmara e do Senado, no próximo dia 1º de fevereiro será secreto. Se faz necessária mensagens para todos os Senadores que votarão dia 1º de fevereiro, nos opondo ao voto secreto e ao Renan. Enquanto tivermos um Senado comandado por Renan, teremos dentro do STF Ministros da qualidade do Gilmar mendes e Toffoli. Quer isso para o Brasil?
Mas, antes de qualquer motivação política, a explosão do maior escândalo do Brasil moderno é fruto de um confronto pessoal, movido pelos instintos mais primitivos, entre Jefferson e Dirceu. Como Nina e Carminha da política, é a história de uma vingança suicida, uma metáfora da luta do mal contra o mal, num choque de titãs em que se confundem o épico e o patético, o trágico e o cômico, a coragem e a vilania. Feitos um para o outro.
O “chefe” sempre foi José Dirceu. Combativo, inteligente, universitário – não sei se completou o curso – fala vários idiomas, treinado em Cuba e na Antiga União Soviética, entre outras coisas. E com uma fé cega em implantar a Ditadura do Proletariado a “La Cuba”.
Para isso usou e abusou de várias pessoas e, a mais importante – pelos resultados alcançados – era Lula. Ignorante, iletrado, desonesto, sem ideais, mas um grande manipulador de pessoas, era o joguete ideal para o inspirado José Dirceu.
Lula não tinha caráter nem ética, e até contava, entre risos, que sua família só comia carne quando seu irmão “roubava” mortadela no mercado onde trabalhava. Ou seja, o padrão ético era frágil. E ele, o Dirceu, que fizera tudo direitinho, estava na hora de colher os frutos e implantar seu sonho no país.
Aí surgiu Roberto Jefferson… e deu no que deu.

A análise de Nelson Motta está perfeita.
Nelson Motta
Apenas acrescentaria o seguinte à análise corretíssima de Nelson Motta: assim como, posteriormente, tivemos também Eduardo Cunha, diretamente responsável pelo “impeachment” de Dilma Rousseff e, já mais recentemente, a facada – que era para ser mortífera, mas”milagrosamente” não foi –mas que acabou sendo decisiva para alavancar a trilha bem sucedida de Jair Bolsonaro em direção ao Planalto, dá pra perceber claramente a conexão com o  invisível e superior entre esses três eventos decisivos, a impedir que o Brasil – volto a enfatizar, para aqueles que duvidam da interferência do Invisível, e apenas para citar recentes exemplos que se aproveitaram de circunstâncias ou personagens “malignas”,  de que nosso país é a prometida seara do Evangelho – se tenha transformado numa gigantesca e quiçá mais dolorosa Venezuela. Após uma clara observação de tais eventos, impossível não relembrar o antigo ditado: Deus por vezes escreve direito por linhas tortas!