quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Me sentindo vencedor.


Sua inspiração em fazer acontecer deve ter se iniciado quando um jovem cadete de sua Turma na Academia foi assassinado, assassinado simplesmente por ter sido encontrada com ele uma papeleta médica, já que nem identidade ainda possuíam. Os diversos comparecimentos a cemitérios despedindo-se de colegas de farda, o fazia ver que algo estava errado, que a Sociedade não se importava, que o inimigo que deveria combater estava também encastelado nos Poderes Públicos.


Lá se vão mais de seis anos. Muitas manifestações, muita exposição e muitos Procedimentos Disciplinares enfrentados pelo Major PMERJ Elitusalem Freitas. Procedimentos que poderiam ocasionar a perda da Patente ou uma Reforma Administrativa, uma condenação imposta por seus superiores simplesmente por falar o que todos nós falamos e os Militares Estaduais gostariam de falar, se não fosse a repressão "camuflada" por um Regulamento mal interpretado ou pelo uso de uma discricionariedade totalmente fora da legalidade.


Um caminho longo a percorrer, falar, gritar, se fazer ver e se fazer reconhecido por sua voz que estava sendo levantada em defesa dos seus. O tempo curto não lhe deu vitória rápida, ela teve de ser trabalhada paulatinamente por anos, lógico que com uma legião de colaboradores ao seu lado.


Mas ele não caiu! Perdeu batalha, mas não a Guerra! E o "Partiu Guerra" tornou-se sua marca registrada, o Partiu Guerra que tanto assanhou a mídia esquerdistas e os políticos narcotraficantes do Estado e Município do Rio de Janeiro. Ele venceu!

Seu discurso de posse foi rápido e preciso, no ponto que queria atingir! Assumiu fardado, como tantos outros militares eleitos. As Casas Legislativas, onde muitos criticaram a simples presença de um militar fardado, tiveram que engolir em seco. Foram eleitos! São a vontade popular!


Sob o olhar atônico do vereador Tarcísio Motta do PSOL, partido para quem o discurso poderia ser dirigido, o Major Elitusalem Freitas não poupou suas críticas a ausência dos município na Segurança Pública. Segurança é dever do Estado e responsabilidade de todos, como reza a Constituição; o Município do Rio de Janeiro tem dupla responsabilidade, quando há a referencia ao Estado, que não é um ente federativo e sim o Poder Público e quando fala em todos, o que não exclui os Municípios.
E se falta uma "Bancada da Bala" no Palácio Pedro Ernesto, animem-se! Agora já tem! Para deleite do PSOL e assemelhados.

Como vencedor nos faz sentir também vencedores, reconhecendo isso quando da assinatura de posse na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, vira-se para nós e presta sua continência de reconhecimento. Seu mandato não é só dele, é da Sociedade do Município do Rio de Janeiro que quer mudanças, é de todos nós que também fizemos mudanças nas esferas Federal e Estadual. Nunca antes no Palácio Pedro Ernesto tantos Militares fardados se fizeram presentes numa Cerimônia de posse.

Para flexão!

A PMERJ que dizia "não votar em oficial", mas que também nunca elegeu oficial nem praça hoje comemora.

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