terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Nossos Generais não eram "melancias", Missão Cumprida!


Foram longos anos de lutas e de espera, inclusive contando e acreditando na possibilidade de uma Intervenção Militar como única forma de restaurar a Democracia já quase ferida de morte. Gritávamos nas ruas chamando nossos Generais de "melancia", como se fossem verdes por fora e vermelhos por dentro.


Certa vez ao ostentar uma faixa em Copacabana, o então Deputado Federal e Capitão Reformado do Exercito Brasileiro Jair Messias Bolsonaro, olhou com sinais de reprovação. Ora, eram dois militares, eu chamando Generais de "melancia" e outro demonstrando reprovação, eu tinha de repensar sobre o que expunha. Procurei estudar mais, inclusive matérias as quais não tive acesso em minha trajetória militar e, como "Intervencionista", devia crédito irrestrito às nossa Forças Armadas.

Estudei muito! Militar é estrategista! E dos melhores!

Na ocasião os militares eram acusados de terem negligenciado, permitindo que os mesmos banidos por atos de terrorismo retornassem do exílio e com sua mentira, conseguissem se eleger nas esferas Legislativa e Executiva, inclusive aparelhando o Judiciário. Que nada fizeram para desfazer o equivoco que o povo brasileiro foi levado a fazer. Mas realmente negligenciaram?

No inicio dos anos 80, com a propaganda maciça sobre "ditadura militar", os militares foram pressionados pelos eleitos no Legislativo, com apoio da mídia a "redemocratizar" o País, e assim o fizeram. Houve a Anistia Ampla geral e Irrestrita, que anos depois foi violada para penalizar tão somente os agentes da lei, os militares foram duramente atacados e desacreditados perante a opinião pública também com imenso apoio das mídias. Pronto! O cenário estava pronto para a tomada do País, como aconteceu.


A Direita, diante de tanto descalabro ficou ausente, se desiludiu com a política e foi só em 2010 que manifestações começaram a acontecer, primeiro timidamente para depois se avolumarem, contra a política bandida que teimava em transformar o Brasil numa Cuba. Pessoas influentes apareceram e chegamos a primeira vitória que foi o impeachment de Dilma. Mas não parou por aí, surgiram Juízes e Promotores empenhados em combater os corruptos, suas vidas tornaram-se um tormento, com riscos de serem mortos como outros que ameaçaram o sistema corrupto o foram. O apoio popular foi determinante para que as investigações prosseguissem e corruptos começassem a serem presos, mesmo com nossas frágeis Leis.


Neste diapasão de acontecimentos, surgiu um militar rebelde na caserna, o então Capitão Bolsonaro que, para que não fosse condenado por indisciplina pelo rígido Regulamento Disciplinar do Exercito Brasileiro e por ter imensa simpatia de seus pares, superiores e subordinados, recebeu uma missão e lançou-se na carreira política.


Começou como vereador no Município do Rio de Janeiro, de onde se lançou à Câmara Federal e ficou por 28 anos anos como Deputado Federal. Neste tempo nada que apresentasse conseguia ser aprovado, centenas de projetos benéficos foram rejeitados. Claro, a maioria mancomunada com a corrupção não o deixaria tão a vontade assim.

O momento se aproximava, a esquerda já estava tremendamente desacreditada graças as redes sociais, algo que eles não contavam que a Direita aprendesse a dominar, depois de tantos anos ausente do cenário político. Bolsonaro faz o teste  e lança seu nome à Presidência da república em 2014, o laboratório foi válido, era possível sim!

Essa confirmação de que seria possível foi graças a nós, militantes nas redes sociais e nas ruas, confirmamos a imensa aprovação de Jair Messias Bolsonaro, lógico que em muito ajudado pela própria esquerda, que mostrou o quanto asquerosa é, começando pela cusparada de Jean Wyllys em Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados em Brasília. Tomamos nojo e verdadeira repulsa a essa esquerda que nada somava ao Brasil, pelo contrário, só subtraia valores.


A campanha presidencial de Bolsonaro foi a mais econômica da história do Brasil e talvez do mundo, gastando pouco mais de um terço do dinheiro que dispunha para tal, sendo o excedente doado a Santa casa de Juiz de Fora, que salvou-lhe a vida quando do atentado a faca que sofreu. Seguido a isso, a Santa casa recebeu cerca de R$ 900.000,00 em doações de populares simpáticos a Bolsonaro.


Com sua ausência, a campanha de Bolsonaro seguiu com seus filhos e, principalmente pelas redes sociais, uma militância de milhões de brasileiros engajados gratuitamente na eleição de Jair Messias Bolsonaro. A caserna também aderiu, com muitos militares, antes calados, incentivando o voto e apontando Bolsonaro como o candidato das Forças Armadas, o candidato da Intervenção Democrática. Infelizmente toda essa estratégia montada quase foi sacrificada graças a pseudos "intervencionistas e pseudo "patriotas" que incentivaram o BAN (votos em branco, abstenções e nulos), o que causou a perda de cerca de 30.000.000 de votos, que certamente eram de pessoas de Direita iludidas pelo discurso contra Bolsonaro e "urnas fraudáveis". Por certo houve fraude, mas não tantas que pudessem sacrificar a Democracia, Bolsonaro venceu!


Lembro do General Villas Boas dizendo: "O Brasil tem um sistema que dispensa a sociedade de ser tutelada", quando foi duramente criticado. Mas realmente ele estava certo, não precisávamos ser tutelados por outra Intervenção Militar; só precisávamos de esclarecimento, conhecimento e mentiras desfeitas.


Por fim a Missão foi cumprida, uma Missão que extrapolou a vontade dos homens e se tornou a Vontade de Deus. 


As lágrimas de Bolsonaro no carro presidencial e no discurso foram também as lágrimas de milhões de Brasileiros, que como eu, também choraram quando assistiram o trunfo de nossa perseverança, de nossas lutas, de nossa vontade!




2 comentários:

  1. Rapaz, quanta coisa nesse texto. Sei lá, percebo que os militares ficaram acuados na década de 80 talvez por erro de estratégia. Da mesma forma, a Direita saiu de cena por longos 30 anos também por erros de estratégia e de comunicação com os cidadãos. Mas o próprio povo errou por não se envolver com política, por não tentar entender do assunto. E todos esses erros foram nos paralizando lenta e gradualmente pela tática gramsciniana de infiltração cultural exercida pela esquerda comunista. Dava pra ver a apatia das pessoas para com a política, mas elas não sabiam o que fazer para mudar. Creio ter sido então uma virada cultural que nos fez relembrar que nosso povo é batalhador, guerreiro, sustentador de um país enorme e maravilhoso e que possui pessoas com valores nobilíssimos. Graças a Deus pelo nosso Brasil!

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  2. Completamente lunático, até mesmo para quem não se alinha com a esquerda, como eu.

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