quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

o terceiro turno das eleições presidenciais.


Depois do aparelhamento das artes, das universidades e grande mídia, chegou a vez da outrora defensora dos direitos individuais, da propriedade privada e dos valores éticos e morais da sociedade brasileira, a OAB.

Assim iniciamos agora em novembro o 3º turno das eleições presidenciais. Como assim, dirão vocês. O ex presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz, será candidato único à Presidência da OAB Nacional. Ele conseguiu apoio unânime de 27 seccionais da ordem profissional em todo o País. A unanimidade pode até não ser burra, conforme sentenciou o imortal Nelson Rodrigues. No entanto, é descarado o sinal de que Bolsonaro vai apanhar muito da OAB.

Felipe Santa Cruz assinou um daqueles manifestos em apoio a "Lula Livre". Em 2016 o advogado ousou pedir a cassação do deputado Jair Bolsonaro por apologia a tortura. O candidato à OAB Nacional tem histórico familiar de esquerdismo radical. Foi filho de líder estudantil desaparecido durante o regime dos presidente militares eleitos indiretamente pelo Congresso Nacional. O pai de Felipe foi membro do grupo terrorista Ação Popular (AP), que promovia assaltos a bancos, sequestros e assassinatos para tentar implantar uma ditadura comunista no Brasil nos anos 60/70.

Os fatos são complexos, é um verdadeiro quebra cabeças. Vejam a eleição de Jair Bolsonaro para a sociedade brasileira, sociedade que tem a grande maioria de seus membros imunizados cognitivamente pela esquerda há mais de 30 anos. Lentamente eles ocupam os espaços até o círculo ser fechado. Esta eleição da OAB já estava armada há tempos, porém a esquerda não contava com o acordar de parte da população que elegeu Bolsonaro. Não esperem ver esta manchete na grande mídia, pois eles são parte integrante deste esquema de poder armado pela esquerda brasileira e pelo Foro de São Paulo.

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