quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

O fiasco Marighella e as frustrações do Wagner Moura!



Como era de se esperar o Marighella de Wagner Moura não ganhou nenhum premio no Festival de Berlim.
Wagner Moura usou as mídias de lançamento do seu filme para denegrir a imagem do Brasil no exterior com um discurso delirante que distorce completamente nossa realidade política atual e histórica. No entanto sou obrigado a confessar que o Wagner Moura é um excelente ator, isso não podemos negar. Assim como é verdade também, que no âmbito pessoal, sua vida é marcada por grande frustrações.
E quando falo em frustrações, não me refiro a trajetória profissional, fama e dinheiro; me refiro aos seus anseios ideológicos e projetos pessoais. Pois estes acabam contrariando seus intentos se tornando verdadeiros desastres diante dos seus olhos e a sua estréia como diretor não será diferente!

Entendendo melhor o que se quer dizer, analisem alguns fatos: 


Em 2007 0 PSolista José Padilha lançou o filme Tropa de Elite, Wagner Moura, também PSolista de carteirinha, interpretava o Capitão Nascimento; um policial branco e violento do BOPE que subia o morro com sua equipe para oprimir e esculachar os moradores das comunidades cariocas.
O Capitão do BOPE dando uma sequencia de tapas no adolescente que trabalhava para o tráfico levou a galera ao delírio! O filme arrebentou nas bilheterias, só que o anseio ideológico do ator era que seu personagem fosse considerado um vilão, ou no máximo um anti herói; exatamente como qualquer professor de humanas consideraria. Mas ao contrário disso o Capitão Nascimento se tornou um herói aclamado de norte a sul desse país.


A decepção foi tão grande que no segundo filme resolveram deixar o policial do BOPE mais brando, mais consciencioso. E para rivalizar com ele criaram uma espécie de herói defensor dos direitos humanos, colocaram na história justamente um típico PSolista professor de humanas, um personagem inspirado no Marcelo Freixo, que discursava sobre a super lotação nos presídios e dizia que o bandido é uma vítima da sociedade, um acadêmico descolado que lutava contra as milícias cariocas, contra a corrupção na PM e defendia todas as pautas progressistas e ainda pegava a ex mulher do Capitão Nascimento.
Não adiantou! Para frustração do Wagner Moura o personagem PSolista não convenceu ninguém e foi o Capitão Nascimento do primeiro filme que continuou sendo o modelo de herói que enchia o brasileiro de esperança. Tanto que um tempo depois, um outro Capitão apareceu, e em rede nacional esculachou os bandidos desse país; e assim conquistou também os corações do povo brasileiro.


Pronto! O então desconhecido Deputado foi alçado a categoria de "MITO" e hoje ocupa o cargo máximo da nossa República. Em 2012 ou 2013, o grande projeto pessoal do Wagner Moura era ser reconhecido como "rock star", ele acreditava piamente que sabia cantar e se meteu a fazer um show como vocalista da Legião Urbana. Só que a apresentação foi um fiasco, a platéia que estava ali foi acometida por uma profunda vergonha alheia ao ver o Capitão Nascimento desafinando e pagando mico enquanto destruía as canções do Renato Russo.


E agora Marighella! A grande estréia de Wagner Moura como diretor tem tudo para frustar todos os seus objetivos, Os ideológicos, os artísticos, no que depender de nós os comerciais também. O Festival de Berlim já serviu para mostrar o novo longa nacional, uma produção medíocre! Afinal, o que esperar de um filme que promove o marxismo, distorce a realidade dos fatos e romantiza a vida de um criminoso? Antes mesmo de entrar em cartaz no Brasil, a audiência brasileira já está repudiando o filme; primeiro porque tem dinheiro do contribuinte envolvido na história. 

Wagner Moura não fez uso da Lei Rouanet, mas financiou parte do filme com recursos do Fundo Setorial do Cinema, verba proveniente de impostos. Nosso dinheiro sendo usado para fazer um filme que eu e você não pedimos para ser feito.
E não para por ai, Wagner Moura, para atender a narrativa vitimista da esquerda e enaltecer o discurso do negro injustiçado, colocou o Seu Jorge, um negro, para interpretar um personagem que era branco, fato que fez com que a produção, antes mesmo da estréia, se tornasse um grande "meme" nas redes sociais.


E para finalizar, o filme ainda tenta nos vender a ideia de que o baiano Marighella, apesar de se valer de meios escusos, apesar de cometer atos criminosos, era um "herói". O filme tenta nos vender que os objetivos do terrorista eram louváveis, que ele lutava por uma boa causa, que ele só queria libertar os brasileiros da opressão da "ditadura militar"; e sendo assim suas barbáries poderiam ser justificadas no contexto daquela época. A verdade é que Marighella lutou sim contra o Regime Militar, ele pertencia a ALN (Ação Libertadora Nacional). Um grupo terrorista que enfrentava os militares, só que não com intuito de estabelecer uma democracia, não para que pudéssemos escolher nossos governantes através do voto, mas sim para a instalação de uma DITADURA COMUNISTA, aos moldes de Cuba e Coréia do Norte.


Marighella também escreveu um livro chamado "Manual do Guerrilheiro Urbano", nesse manual ele define como proposta de ação o uso da violência e do terror. Ele dá instruções detalhadas de como fazer emboscadas, execuções sumárias, atentados a bomba, assaltos e sequestros. Para ele era primordial o assassinato de integrantes das Forças Armadas e de membros do governo americano em trânsito no Brasil; o que faz dele um psicopata criminoso e não um "herói" controverso como o filme quer passar.
O propósito último do Marighella era aniquilar o capitalismo para assim colocar o proletariado no poder. A jamais conhecida proposta de qualquer movimento revolucionário de esquerda, que depois de derramar muito sangue inocente e alcançar seu objetivo, coloca uma pequena elite no poder e mantém o povo escravizado e igualado na margem da extrema miséria. 


Mas um detalhe que com certeza não será contado no filme é que durante o Regime Militar, 290 pessoas, que atuavam contra o governo, de fato desapareceram ou foram mortas. A maioria contraventores, terroristas e espiões que queriam tomar o poder, só que nesse número de 290 pessoas, 119 foram mortas por eles mesmos, guerrilheiros que morreram pelas mãos de outros guerrilheiros. O próprio Mariguella executava a sangue frio os traidores do movimento e hoje o governo brasileiro indeniza com o nosso dinheiro os familiares daqueles que supostamente foram mortos pelo regime.
Todos esses que foram friamente assassinados pelos grupos revolucionários não recebem nem um Real, foram completamente esquecidos. E é por tudo isso que o Wagner Moura, assim como na sua tentativa de ser um vilão na pele do Capitão Nascimento, e de ser um rock star à frente da Legião Urbana, verá com Mariguella seus intentos mais uma vez fracassados e contrariados. 


Não é uma praga que se joga em cima do Wagner Moura, é só uma simples constatação da realidade. Afinal, o povo brasileiro deixou de ser manipulado já faz um bom tempo, a Internet e  as mídias alternativas abriram nossos olhos. Temos consciência que o Regime Militar não foi bom, mas sabemos que os militares evitaram um mal absolutamente pior.


Entre Carlos Mariguella e Brilhante Ustra ficamos com a segunda opção sem hesitar, nesse país ninguém mais engole as distorções que aqueles que comandam a grande mídia outrora nos enfiava goela abaixo. Declaramos INDEPENDÊNCIA da GLOBO, uma live de Bolsonaro de pijama no leito do hospital tem mais audiência que a novela das oito. Um velhinho que fala com sua câmera da sala de sua casa lá na Carolina do Norte, tem mais credibilidade que o Jornal Nacional. Aqueles programas globais que insistiam em levar para a tela as pautas da agenda progressista faliram. Os redatores televisivos perceberam que quem "lacra" não lucra. Somos um povo conservador, prezamos pela Família, pela Moral e pelos Bons Costumes. Acreditamos em Deus e em Verdades Absolutas. Para nós, bandido não é uma vítima da sociedade. Terrorista jamais será herói. 
E o Lula tá preso babaca!


O Wagner Moura devia cair na real, seu filme já é um fiasco em todos os sentidos. Não passa de mais um projeto que entrará para o seu rol pessoal de frustrações.


4 comentários:

  1. Um fiasco?espera para ver quando lançar nos cinemas aqui do Brasil...estou ansiosa louca pra assistir

    ResponderExcluir
  2. Um fiasco?espera para ver quando lançar nos cinemas aqui do Brasil...estou ansiosa louca pra assistir

    ResponderExcluir
  3. Como sempre, LUIZ CAMARGO, sempre preciso e exatos em seus comentários. Parte dos revéses artísticos de Wagner Moura, eu não sabia,e p/ele vale aquela máxima, "quem planta vento, colhe tempestade."

    ResponderExcluir