sexta-feira, 29 de março de 2019

É RIDÍCULO TER SAUDADES DO GOVERNO MILITAR?


Como alguém, em sã consciência, pode ter saudades de um governo que tinha, apenas, 12 ministérios? Prova, inequívoca, que o país não era bem administrado. 

Como confiar em presidentes que morreram pobres? Um homem que ocupa o cargo máximo de uma nação, sem fazer fortuna, prova que não sabe aproveitar oportunidades, nem gerir o patrimônio próprio. Um incapaz. 

Como ser saudoso de uma época de ditadura, onde todos os cidadãos tinham direito ao livre acesso às armas de fogo? E pior, a repressão era tão violenta que, mesmo armados, os cidadãos não se matavam. Isso demonstra o medo da população contra aquele governo bárbaro. 

Como respeitar um regime que criou o INSS, o PIS, o PASEP, regulamentou o 13º, instituiu a correção monetária, criou o Banco Nacional da Habitação, o FUNRURAL, construiu mais de 4 milhões de moradias e abriu 13 milhões de vagas de emprego?

Melhor nem falar de infraestrutura. Em 21 anos, conseguiram, apenas, asfaltar 43.000Km de estradas, construir 4 portos, reformar outros 20, instalar as maiores hidrelétricas do mundo, decuplicar a produção da Petrobrás, criar a Embratel e a Telebras, implementar dois polos petroquímicos, entre outras coisinhas sem importância. 

A educação era ridícula. Pegaram o país com 100 mil estudantes secundaristas e transformaram em 1.3 milhões. Criaram o Mobral, o CESEC, a CNPQ e o programa de Merenda Escolar. 

Nestes vergonhosos anos de chumbo, onde o PIB cresceu 14%, as exportações saltaram de 1.5 para 37 bilhões, atingimos a 7ª economia economia mundial e nos tornamos o 2º maior produtor de navios do planeta. Uma catástrofe!!

Realmente, durante essa página negra da história nacional, pelo visto, apenas os presídios funcionavam. Esses, sim, um exemplo. Neles entraram terroristas, assassinos, assaltantes, guerrilheiros, seqüestradores, e saíram deputados, ministros, governadores e, até, dois presidentes. Isso que é recuperação!!!

Texto de Felipe Fiamenghi

quarta-feira, 27 de março de 2019

FIM DE FESTA OU EDUCAÇÃO VEM DE BERÇO.

“O PROBLEMA É QUE ESTAMOS NO FIM DA FESTA, O BRASIL JÁ QUEBROU, OS MILITARES ESTÃO QUERENDO ENTRAR NA FESTA NO FINALZINHO, QUANDO JÁ ESTÁ AMANHECENDO, A MÚSICA JÁ ESTÁ ACABANDO, NÃO TEM MAIS NINGUÉM PARA DANÇAR”.
Estas foram as palavras do “presidente” da Câmara, Rodrigo FELINTO IBARRA EPITÁCIO Maia, sobre a reestruturação da carreira militar (quanto sobrenome famoso para uma pessoa tão pequena).

FIM DE FESTA – Realmente a festa acabou. Pelo menos, assim é o que esperam os milhões de eleitores do Presidente Jair Bolsonaro.
Militares não entram em “festas”, a não ser as quando comemoram suas glórias e as datas Nacionais.
O que o senhor chama de festa e que realmente quebrou o Brasil durou 34 anos, onde os militares tiveram sempre o papel de “porteiro” e “segurança”, obedientes à subordinação constitucional ao Comandante-em Chefe e atrelados à disciplina e lealdade de que foram forjados enquanto, lá dentro, se locupletavam os políticos, dançando de rosto colado, em atitude promíscua, com doleiros e empresários corruptos. Os melhores dançarinos estão exatamente na casa que V. Exa. “preside”.
Mais tarde, foi convidada ao sarau a “Suprema Casa da Mãe Joana” para garantir as maracutaias. Os novos convidados já haviam sido escolhidos a dedo, de preferência sem muitos títulos e saber jurídico, para que pudessem ser mais facilmente comprados e manipulados, passando a enlamear uma instituição fundamental para o estado de direito, guardiã da Constituição Federal, que já contou com os mais ilibados nomes do judiciário brasileiro.
Enquanto vocês dançavam, em eventos duvidosos, os militares desdobravam-se no País e no exterior, em operações de Garantia da Lei e da Ordem; atuando em tragédias naturais; em catástrofes provocadas pelos vícios do sistema; construções de estradas e infraestruturas logísticas; enviando a saúde onde o governo não consegue atender à população, especialmente na Amazônia; representando o País em Missões de Paz da ONU e muitas outras atividades de interesse público, a despeito do seu “soldo defasado”.
Para piorar o despropósito de suas palavras, o senhor “esqueceu” que o congresso, há menos de três meses, referendou um aumento escandaloso de salário para o judiciário que, por acaso, irá beneficiar diretamente Vossas Excelências.
A festa a que se refere começou a acabar quando um Deputado recebeu telegrama vindo da ECT e se aborreceu no salão com o “anfitrião” JOSÉ DIRCEU resolvendo chamar a polícia. Todos foram parar na “Suprema Delegacia da Mãe Joana”, já contaminada com os membros maleáveis e um síndico “rígido”, mas que não resistiu às pressões dos condôminos e “pulou do barco” alegando câimbras mentais.
Após espetáculo inédito, os fantoches se desdobraram em depoimentos e votos rebuscados e às vezes desconexos, para ludibriar o povo e, ao final do último ato, ocultar o dono da festa e punir o anfitrião com apenas 7 anos e 11 meses anos de prisão, tendo ela extinta em 2016 pelos lacaios de toga.
Como resultado desse teatro, todos os atores estão de volta na operação Lava-Jato e a luta pela sobrevivência dos “patrões” continua, sem trégua, desafiando a cada dia a vontade popular de passar o País a limpo.
O caldo entornou de vez, quando um doleiro, embevecido por uma música romântica, apaixonou-se por um empresário do petróleo e resolveu presenteá-lo com um carro importado, desencadeando uma operação com sentenças que já somam mais de 2 mil anos de prisão.
EDUCAÇÃO VEM DE BERÇO – Filho de um político condenado por improbidade administrativa, coincidentemente envolvendo a empreiteira OAS, o Deputado Rodrigo Maia permanece apenas indiciado, envolvido em supostas trocas de “favores políticos” com a empreiteira no Congresso, além de, juntamente com seu pai, estar sendo investigado por envolvimento em ações fraudulentas junto à empreiteira Odebrecht.
Sr. Rodrigo. Antes de dirigir-se jocosamente e tentar diminuir uma instituição honrada e prestigiada como as Forças Armadas, o senhor deveria estar preocupado em explicar as acusações que vêm sendo divulgadas sobre a sua conduta e a do seu pai, inexplicavelmente estacionadas na PGR.

Major Brigadeiro Jaime Rodrigues Sanchez, publicado em Clube Militar

terça-feira, 26 de março de 2019

Isenção de visto para os americanos e cia ltda…

Da série: Isenção de visto para os americanos e cia ltda… Deveria haver reciprocidade.
Depois de anunciar o fim da carreira, Gretchen foi flagrada trabalhando em lanchonete de comida brasileira nos Estados Unidos. Segundo informações do "Caras Online", a cantora é funcionária do "Netto's Cafe", localizado na cidade de Orlando, na Flórida. Ainda de acordo com a publicação, as fotos foram feitas por um turista brasileiro que divulgou as imagens através do Facebook. O agente da cantora, Neurandy Seixas, disse que ela segue carreira artística fazendo pequenas apresentações em cafés e pubs direcionados ao público brasileiro, nos EUA. "Ela foi fazer uma turnê e não tem previsão de volta", informou.No início do mês a cantora foi vista, através de um vídeo que vazou na web, fazendo show a dois reais em um circo na periferia de Maceió, em Alagoas. (ibahia)

Nunca li algo tão bem explicado.
É, você tem razão, amigo. O que se aproxima com esse ato do Bolsonaro em isentar  de visto de turista os americanos, canadenses e japoneses será um caos.
Vamos ver o que virá:
Milhares, senão milhões, de americanos virão para o Brasil com a desculpa de conhecer o Beto Carrero World e ficarão ilegalmente no Brasil. Arrumarão empregos como copeiros, faxineiros, pedreiros, arrumadeiras, entregadores de pizzas ou motoristas de aplicativos, submetendo-se a ganhar menos do que ganham os brasileiros e trabalhando em dobro, tudo na obstinação de conseguirem atingir o “brazilian dream”, de comprar um barraco na Rocinha, fazer um churrasco na laje e ter sua própria piscina Tone ou feita de caixa d’água, e ainda passear naquele maravilhoso Chevette 81.
O que sobrar dos salários, vão mandar para as suas famílias lá nos USA, tirando do Brasil os nossos valorizadíssimos reais.
Fugirão como loucos da Imigração, e quando houver qualquer abertura, farão filas quilométricas na tentativa de conseguir o nosso Cartão Verde.
Matricularão seus filhos nas nossas fantásticas e equipadíssimas escolas públicas, na esperança de que cheguem na Universidade de Patipipoca, bem mais famosa que Harvard. Contarão com um sistema de saúde pública que é referência no mundo inteiro pela sua excelência, e poderão também comprar todos os eletrônicos de última geração e tecnologia de ponta, por um preço que jamais conseguiriam nos USA. Atingirão o nirvana do “brazilian way of life”.
Só não se pode esquecer, amiguinho, que centenas de estrangeiros estão no Brasil, COM VISTO, operando em ONGs suspeitas na Amazônia. E tais vistos foram concedidos na era PT.
Amiguinho, conte-me: Quantos chineses entraram no Brasil e estão pelas ruas vendendo suas bugigangas? Quantos haitianos entraram no Brasil para trabalhar? Quantos bolivianos aqui estão trabalhando em trabalho praticamente escravo, ou pelas ruas tocando zampoña e vendendo artesanatos? Espera… A tua preocupação é com os americanos? É com a “reciprocidade”?
Alguém já viu um americano ter um visto de turista negado? Claro que não. O gesto de Bolsonaro foi simbólico e um ato de boa vontade para atrair a atenção dos turistas americanos para o Brasil. Nada mais que isso. Eu quero te lembrar que os turistas americanos, canadenses, japoneses e etc têm o dinheiro e podem ir para onde quiserem. Então que venham gastar essa grana no Brasil, e se o caminho para atraí-los for esse, que seja! Nós precisamos deles, e não eles de nós.
Reciprocidade? Amigo, reciprocidade é esses turistas virem para o Brasil gastar o mesmo ou mais do que os milhares de brasileiros gastam todos os anos viajando para a Disney, ok? O resto não passa sabe de quê? De choro de mimizento.

Marcelo Rates Quarenta, Articulista

A certeza de ter votado certo!


Parabéns aos envolvidos nessa excelente ocorrência! Mais um chefe do tráfico, dessa vez do Morro do Barbante, teve o CPF cancelado pelos guerreiros do 17°BPM - Ilha Do Governador.
Ao Cabo policial militar exposto de forma esdrúxula pelo Jornal Extra, quando tentava proteger sua equipe e a viatura, que estava sendo alvo de ataque dos simpatizantes do tráfico, basta ver o vídeo todo que isso fica evidente, COLOCAMOS NOSSO NÚCLEO DE DIREITOS HUMANOS E ASSISTÊNCIA JURÍDICA, para dar-lhe suporte e ingressar com uma ação judicial, haja vista diversas violações dos seus diretos mais elementares por parte desse jornal que pertence ao sistema Globo!
Avante que esta bonito de ver Elitusalem Gomes De Freitas IV. Deus é contigo varão valoroso.

Ir a zona de conflito ver como estão nossos policiais, abrir mão de cargos no governo para ter opinião independente, colocar equipes multidisciplinares à disposição da tropa, buscar toda e qualquer parceira que possa melhorar a vida dos nossos policiais.
Muitos têm nos agradecido por isso, mas na verdade não é favor! Isso é o dever que temos com àqueles que sofrem na profissão mais desvalorizada desse país, que dão suas vidas, saúde e liberdade para defender a sociedade, esse é o papel de quem recebeu o voto como forma de esperança de dias melhores...

Vereador Major Elitusalem Freitas.


sexta-feira, 22 de março de 2019

Temer, de golpista a mártir da esquerda.

Deputados da esquerda criticam prisão de Temer e Moreira no plenário da Câmara.



Antes opositores do ex-presidente Michel Temer, representantes da esquerda foram ao Plenário da Câmara dos Deputados criticar a prisão do emedebista. O MDB divulgou nota lamentando a prisão de Temer e do ex-ministro Moreira Franco, que também foi alvo da operação autorizada pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) usou a tribuna para falar que não se podia comemorar a prisão de ninguém. "Nós não podemos defender uma prisão. Respeitamos as garantias constitucionais de todos os brasileiros", afirmou. 

Já o deputado federal João Daniel (PT-SE) defendeu a aprovação do projeto contra o abuso de autoridade, visto pela Lava Jato como uma tentativa de intimidar juízes e procuradores que investigam casos de corrupção envolvendo a classe política. "A Câmara tem o dever de aprovar o projeto que nenhuma autoridade esteja acima. Por isso, a Casa tem que aprovar o projeto contra o abuso de autoridade."


em.com

quinta-feira, 21 de março de 2019

O cidadão armado faz bem!


Assistir o vídeo aonde os dois criminosos de Suzano mataram 8 pessoas, percebe-se que não precisa de arma de fogo para matar, pois o segundo assassino usou inclusive machados. Vão culpar os índios por um dia terem usado machado?

Ficou muito claro que se tivesse uma pessoa armada e treinada, o número de mortes seria bem menor. Ficou também provado que casas de recuperação de menores infratores não recuperam absolutamente ninguém, basta verificar a frieza deles.
Ficou novamente provado que as políticas dos socialistas só geram crimes continuados.


Apesar das tragédias devemos aprender que uma pessoas armada tem muito mais chances de defender o próximo.

As imagens são muito claras, o segundo criminoso ao entrar no colégio  tinha um verdadeiro arsenal de facas, machado e mais produtos perfurantes, daí, não precisamos de arma de fogo para matar. Até porque quem mata não é a arma, mas sim o criminoso, não importando se com pau, pedra, faca, machado ou arma de fogo.

Policial militar reage a tentativa de assalto enquanto aguardava com a filha em frente a escola.


O fato é que um cidadão de bem armado faria toda diferença naquele momento.

Texto retirado da Internet.

terça-feira, 19 de março de 2019

O dinheiro rompeu os laços "familiares".

Desavenças por herança causa o rompimento da viúva com a família de Marielle Franco.


Desavenças entre a família de Marielle Franco e a viúva sobre as posses e o legado da vereadora abalaram completamente a relação da família com a mesma.
Anielle Franco, irmã de Marielle, reclamou de a viúva Mônica ser a protagonista das manifestações pela memória da vereadora.
Centenas de pessoas se acotovelavam para pegar uma das 1.000 placas em homenagem à memória da vereadora Marielle Franco distribuídas pelos organizadores da manifestação naquele 14 de outubro do ano passado. A viúva da vereadora, Mônica Benício, agarrada a um poste, cativava as atenções: “As placas não devem ser coladas em cima de outras placas nas ruas. Guardem como memória, como resistência. Vocês são os legados de Marielle”. Retida por um engarrafamento atípico em dia de domingo, a família de Marielle Franco chegou atrasada, quase no fim, quando restavam apenas dez placas a ser entregues. Foi a gota d’água.
Os pais da vereadora, Marinete da Silva e Antonio Francisco da Silva Neto, não esconderam o aborrecimento. A reação mais enérgica partiu da irmã, Anielle, que iniciou na rua um bate-boca com Mônica Benício que só terminou no banco traseiro do carro de um parlamentar do PSOL. Elas foram retiradas às pressas da Cinelândia, no centro do Rio, numa tentativa de proteger as desavenças de olhares curiosos. Anielle disse a Mônica que ela não poderia ter falado em nome da família. A viúva respondeu que era direito seu ocupar “todos os espaços de fala” onde pudesse defender a memória de Marielle e cobrar das autoridades uma resposta para o crime.
De lá para cá, a família e a viúva vivem às turras. As desavenças em torno do legado e da imagem icônica de Marielle já não permitem que os dois lados dessa querela convivam na mesma agenda pública, como ficou claro no desfile das escolas do Grupo Especial na Sapucaí. Dona Marinete e família saíram na Unidos de Vila Isabel; Mônica desfilou na Mangueira, que se sagrou campeã com o enredo “História para ninar gente grande”, criado pelo carnavalesco Leandro Vieira em exaltação aos líderes que influenciaram a história do Brasil, especialmente índios e negros.
Ao ser questionado sobre o motivo de não terem sido convidados pela verde e rosa, o pai de Marielle devolveu a pergunta: “As pessoas têm me perguntado isso a todo momento. Como a escola que tem o samba-enredo sobre Marielle não convida a mãe, a filha e a irmã, parentes consanguíneos dela? Eu respondo: “Perguntem ao pessoal da Mangueira”.
Na madrugada de terça-feira, ao chegar em casa após o desfile, dona Marinete foi ainda mais veemente. Apesar do cansaço, não conseguiu dormir sem antes publicar um comentário ácido numa postagem da jornalista Fernanda Chaves, a ex-chefe de gabinete de Marielle que sobreviveu ao atentado do dia 14 de março. No Facebook, feliz com o desfile da Mangueira, Fernanda havia escrito: “Brasil, chegou a vez de ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês. Na luta é que a gente se encontra”.
No comentário escrito com pressa, a advogada Marinete Silva jogou areia na postagem. Referindo-se à Mangueira, disse que “essas pessoas, ignorando principalmente a mãe e a filha, fizeram a escolha que lhe (era) conveniente”.
A segunda parte do desabafo, porém, tinha outro destino: “Marielle vive dentro de mim porque (sou) sua mãe. Ninguém na face da terra sabe mais dela do que eu. Quando falo ‘Marielle, presente’, é que corria em suas veias. Nossa família já foi esquecida em vários momentos. São prêmios, homenagens, protagonismo e até lucro pessoal. É isso: nego surfando na onda. Isso é muito triste para uma mãe. Minha filha é maior que tudo isso. Todos e todas que usam o nome ou a história para tirar proveito. Não reconhecem a grandeza da filha que criei e formei para o mundo. Estão plantando agora, mas a colheita vem com certeza. Nunca mais essa família será a mesma, mas somos fortes, somos resistência. Foi que passei para ela. Vamos continuar lutando como fizemos toda nossa vida”, concluiu, ao deixar claro que o Carnaval deste ano era motivo de dor profunda, marcado pela lembrança de Marielle, no ano anterior, fazendo campanha do “não é não”.
O recado de dona Marinete tinha um alvo: ela não reconhece em Mônica uma pessoa autorizada a falar em nome da família. Discorda de suas posições. Não aceita que a viúva circule com independência e sustente um discurso cada vez mais afiado contra a impunidade dos mandantes do assassinato.
Antes de cumprir a agenda pós-Carnaval, que também incluiu a presença em ato público na Cinelândia no dia 8, Dia da Mulher, onde novamente subiu no poste para colar uma placa verde e rosa para Marielle, Mônica disse que não gostaria de perder o foco de sua cruzada e ficar cuidando dos desacertos familiares: “Marielle é o elo que une a dor, o amor e sentimento de justiça. Não considero nada mais importante hoje do que descobrir quem mandou matar Marielle e quem matou Marielle e Anderson. A dor é imensurável e não há hierarquização. Perdemos todos. Eu perdi minha esposa e venho sofrendo ataques lesbofóbicos, pois tentam deslegitimar nossa relação. Em mim não há nada maior que meu amor e meu sentimento de justiça por ela. Gostaria que fosse respeitada a família que nós duas, juntas, lutamos muito para formar”.
A mensagem de Mônica, ao mencionar ataques lesbofóbicos, também tinha um alvo. A viúva nunca considerou sua relação com Marielle bem digerida. Na vida conjugal, sempre teve uma atitude discreta, porém presente, nas lutas políticas da mulher. Fazia o que estava a seu alcance. Pouco antes do assassinato, ajudava Marielle a remodelar o gabinete, de forma a torná-lo mais funcional. Depois do assassinato, transformou a dor em energia. Passou a encarnar o parente que fica no pé das autoridades, espantando a cada pronunciamento público o fantasma do esquecimento.
Uma amiga próxima, que conheceu como poucos as relações familiares de Marielle e pede anonimato, disse que a viúva encara essa cruzada como uma missão por amor. “Ela faz o que qualquer pessoa que perde o grande amor faria. Não mede esforços para cobrar. Faz qualquer negócio. Mas isso acaba gerando uma engrenagem em que ela aparece como uma liderança neste momento. Se tiver de ir ao inferno para cobrar, ela irá. Isso é uma viúva em seu luto e em sua sanha para gritar para o mundo inteiro que Marielle vive.”
Essa mesma amiga revelou que, por causa das diferenças, Mônica passou por pelo menos três situações delicadas. A primeira foi quando alguém da família achou pequena a quantia encontrada na conta bancária de Marielle. Depois, no dia em que parentes da vereadora levaram de casa a maioria dos pertences pessoais da parlamentar, sem pedir licença. Por fim, quando foi cobrada pela devolução do carro de Marielle, cuja entrega só havia atrasado por falta de tempo e por uma cisma da arquiteta de que teria de entregar o veículo limpo e revisado. Fora isso, só restou a Mônica o direito a uma parte da pensão previdenciária. Parlamentares do PSOL intermediaram o pagamento de bolsa da Open Society para a família, assegurando benefícios de R$ 300 mil por oito anos, numa tentativa de atenuar conflitos pela herança da vereadora.
No dia da distribuição das placas para Marielle, ao saber que um site de humor faria um evento do tipo “flashmob” (duraria o tempo necessário à distribuição das 1.000 placas), a viúva chegou duas horas mais cedo à Cinelândia. Teve tempo de sobra para cumprimentar dezenas de pessoas, fazer discurso e ajudar na entrega das placas. A família, contudo, só saiu de casa quando o então deputado estadual Marcelo Freixo, padrinho político de Marielle, chegou de carro a Bonsucesso para pegá-las. O caminho até o centro foi travado pelo engarrafamento.
O PSOL tentou até onde foi possível esconder a briga. Dona Marinete, em mais de uma ocasião, reclamou ao próprio Freixo que colocasse um freio na agenda pública de Mônica Benício. No dia da placas, irritada, chegou a pensar que Freixo teria se atrasado propositalmente para dar palanque a Mônica. Depois, mais calma, abandonou a desconfiança.
Um dos raros momentos de harmonia entre os dois lados da família ocorreu no show do cantor inglês Roger Waters, no Maracanã, dia 24 de outubro, quando Mônica, Anielle e Luyara, filha de Marielle, subiram ao palco juntas, para uma homenagem à vereadora. Depois disso, não acertaram mais o passo. Dona Marinete e seus parentes, ao contrário de Mônica, circulam com mais desconfiança, poucos sorrisos e discursos públicos. Seu sofrimento é sua maior bandeira.
A reação de Mônica e da família de Marielle à prisão dos executores do assassinato expôs a separação clara entre os dois núcleos. Na terça-feira 12, dia da prisão dos dois acusados — o PM reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz —, a família participou de uma entrevista coletiva na sede do Ministério Público do Rio de Janeiro. Já Mônica Benício, após ter concedido entrevista na véspera ao programa Roda viva, da TV Cultura de São Paulo, embarcava para Nova York, convidada a participar de eventos públicos alusivos à passagem de um ano desde o crime.
Fonte: Revista Época

sexta-feira, 15 de março de 2019

A evolução chegou a São paulo.


Quer entender a diferença do Rio de janeiro para São Paulo? A escola de samba que homenageou Marielle em São Paulo caiu, a do Rio de Janeiro foi campeã.


O título da mangueira reflete a nossa realidade.


Uma escola com o presidente preso por corrupção na operação Furna da Inça fazendo discurso anti corrupção... uma escola que traz homenagem a Marielle como se a vereadora tivesse sido a única vítima de assassinato no ultimo ano, quando na verdade, ela faz parte dos que não podem ser assassinados...os tutelados pela esquerda.

Um desfile para afrontar 55 milhões de brasileiros que democraticamente disseram NÃO a roubalheira.


O campeonato da Mangueira, com toda sua hipocrisia, nos mostra que em São Paulo, com o rebaixamento da Vai Vai, a evolução chegou. Por aqui, seguimos reféns do PSOL e de toda esquerda criminosa.


Desconheço o autor do texto.

quarta-feira, 13 de março de 2019

E o bloco seguiu alegremente.


Já perdi as contas de quantos sepultamentos de policiais estive presente. Sempre tento me manter distante, cumprimentando os colegas e só se for um conhecido me aproximo da família, entendo que por ser um momento de dor temos que respeitar o espaço. Ontem por acaso acabei parando na saída da capela e ao meu lado uma senhora falando baixinho me olhou e disse:
"não era pra ser assim, criei um filho pra viver, mas perder a vida com a idade do Cristo, mesmo sabendo que ele não era perfeito como Jesus, mas era um homem de bem".
Confesso que a ficha demorou a cair, mas me dei conta que era a mãe do Soldado Venerando, o quê eu podia fazer naquele momento? Não pensei duas vezes, agi como se fosse minha mãezinha, dei uma abraço nela e disse que em tudo e em qualquer momento que precisasse estaríamos pra ajudá-la e conforta-la...
É isso que tento exemplificar todos os dias, não tem nada a ver com política ou ideologia, tem a ver com humanidade! Dia após dia mães estão enterrando seus filhos e crianças estão crescendo sem a presença do pai, isso não é a ordem natural das coisas, isso não é a vontade de Deus!
Mesmo que um dia não tenhamos a investidura do mandato ou até mesmo a farda, nunca, jamais nos calaremos até que isso tenha um fim!
Leandro Venerando Silva, 33 anos, pai, marido e filho!


Parte para o plano superior como um guerreiro, como um combatente da luz contra as forças do mal. Ainda que toda mídia, formadores de opinião e algumas autoridades não o reconheçam como tal, para nós, policiais e sociedade de bem você é um HERÓI!
Certo que nunca o veremos como enredo de uma escola de samba, ou personagem de um filme do Wagner Moura ou até mesmo como tema de um debate na @redeglobo , mas saiba irmão que te somos gratos e seu sacrifício; como de muitos outros irmãos, ficará em nossa memória e por vocês lutaremos essa guerra até a vitória plena!
Força e honra sempre, que o Eterno e Altíssimo te receba!
Elitusalem Freitas - cidadão brasileiro.

Há 4 anos atrás meu esposo teve a chance de voltar pra casa, depois de ter sido baleado em serviço. Peço a Deus todos os dias por ele quando sai de casa pra proteger nossa população. População hoje boa parte corrompida e covarde que não vê o valor de cada herói que se tem por perto. 
Ah mais esta generalizando?? NÃO! Estou sendo justa. Nem só o povo da comunidade tem culpa por ser omisso, você de uma classe social "melhorada" que sai da sua casa pra fumar maconha, pra comprar sua DROGA. VOCÊ TAMBÉM PUXOU AQUELE GATILHO! Você que sobe o morro pra ir a bailes financiados pelo trafico, VOCÊ TAMBÉM PUXOU AQUELE GATILHO!

SÓ TENHO UMA COISA A DIZER, ESSES POLICIAIS TEM FAMÍLIAS, SÃO PAIS, FILHOS, MARIDOS, AMIGOS, ELES SÃO HUMANOS. ENTÃO PENSE BEM ANTES DE PUXAR ESSE GATILHO.

HOJE MEU MARIDO E ALGUNS AMIGOS ESTÃO SE DESPEDINDO DE UM JOVEM PAI DE 33 ANOS. SÓ ESTOU ESPERANDO A COMOÇÃO NACIONAL. OU O PRÓXIMO ENREDO DA ESCOLA DE SAMBA. SOCIEDADE RIDÍCULA.


"É assim! Em questão de segundos você sente o impacto de um tiro como se fosse um beliscão.. segundos depois você vai perdendo os sentidos e não tem mais tempo de nada, sua vida está indo embora...seus amigos que estão ao seu lado tentam de tudo pra te salvar, correm e socorrem para a unidade hospitalar mais próxima... Lá suas roupas são rasgadas para facilitar o atendimento.. porém nada mais poderia ser feito ...suas roupas sujas de sangue vão parar no lixo e sua história só será lembrada pelos seus amigos mais próximos e principalmente por sua família (pai, mãe, esposa e filhos). Com o sacrifício de sua vida você jurou defender essa sociedade e hoje você é só mais um número, uma estatística e a sociedade não esta nem aí pra sua vida, pois hoje.. haaa hoje ainda tem bloco de carnaval e isso que importa para eles... " #autordesconhecido #tristedemais #meusheroisnaomorreramdeoverdose #maisumaestrelanoceu #maisumheroipartiu😔😢
#luto🏴
#PMERJ👨🏾‍✈

terça-feira, 12 de março de 2019

CONTRA O CONSENSO DA INAÇÃO.


A política externa brasileira foi uma política de “consenso” nos últimos 25 anos porque refletiu um consenso mais amplo, o consenso na base do sistema político que ameaçou sufocar a nação brasileira com a corrupção e a estagnação econômica, a crise moral e o enfraquecimento militar, o apequenamento internacional, o descaso pelos sentimentos do povo brasileiro.
Os brasileiros rejeitaram esse consenso nas urnas, em outubro de 2018, ao escolher o único candidato que se ergueu contra o sistema. Insistir agora em que esse consenso continue a prevalecer na esfera da política externa, por temor e preguiça, sob o pretexto de “manter as tradições”, seria trair o povo brasileiro.
O “consenso” na política externa, com sua “maturidade” e “equilíbrio”, permitiu ao longo desse período a subida de Chávez na Venezuela, o predomínio crescente do bolivarianismo na América do Sul concebida como um bloco socialista, a consolidação de Chavez e Maduro no poder, a corrosão progressiva de todos os elementos do Estado Democrático de Direito naquele país, sua entrada no Mercosul a ponto de quase destruir o bloco, a deliberada política do regime de Caracas de criar miséria para reforçar o controle sobre a sociedade – tudo isso sob as barbas do nosso “consenso”. Alguns apoiaram abertamente o chavismo. Outros fingiram que foram contra mas não fizeram nada de concreto. Aquilo que parecia haver de defesa da democracia na política brasileira para a Venezuela no último governo extinguiu-se completamente, entre sorrisos, em setembro de 2018, na reunião de Aloysio Nunes com o chanceler de Maduro em Nova York, onde o lado brasileiro aceitou na prática a normalização das relações com a Venezuela sob o pretexto de que “é um país com o qual fazemos fronteira”. Se permanecesse aquele maravilhoso consenso, não haveria hoje um pingo de esperança para a Venezuela, e Maduro estaria firme, sem qualquer receio de perder o poder, sorrindo ao ver as crianças venezuelanas comerem lixo.


Eu vi com meus próprios olhos essas crianças e seus pais, nas fronteiras da Colômbia e do Brasil com a Venezuela. Eu ouvi os venezuelanos em Cúcuta gritando “obrigado Brasil” e apertei suas mãos, eu escutei suas vozes rasgadas de esperança, gritando “Venezuela libre!” e gritei junto com elas. Eu senti o seu enorme anseio de que agora, finalmente, graças em grande parte ao novo Brasil, os venezuelanos possam recuperar sua pátria e sua dignidade humana, com o fim iminente da ditadura. Eu abracei Juan Guaidó, esse líder destemido que, sob risco de vida, corporifica o sonho de uma nova Venezuela, vi os índios pemones que viajaram até Brasília, grande parte do trajeto a pé, e saudaram Guaidó em frente ao Itamaraty, e entoaram um cântico por seus parentes massacrados por Maduro – tudo isso enquanto Rubens Ricúpero e Fernando Henrique Cardoso escreviam seus artigos espezinhando aquilo que não conhecem, defendendo suas tradições inúteis de retórica vazia e desídia cúmplice.
O Presidente Bolsonaro e eu estamos, sim, rompendo esse consenso infame. Estamos rompendo com a tolerância irresponsável que ajudou a acobertar os crimes do regime chavista-madurista, e que continuaria acobertando até hoje, se o sistema que vinha governando o Brasil permancesse no poder.
A esperança de uma nova Venezuela não existiria sem o novo Brasil. A atuação do Brasil no Grupo de Lima em 4 de janeiro, a organização do encontro das forças de oposição em Brasília em 17 de janeiro, a denúncia do genocídio silencioso praticado por Maduro por meio da nota do Itamaraty igualmente de 17 de janeiro, o respaldo ao Tribunal Supremo de Justiça legítimo da Venezuela que avaliza constitucionalmente o processo, o reconhecimento de Guaidó como Presidente Encarregado em 23 de janeiro – todas essas iniciativas da nova política externa brasileira, que o Presidente Bolsonaro me deu a honra de conduzir, foram decisivas para acender a esperança que vi brilhar nos olhos das pessoas de carne e osso, e que contagiou toda a região, que colocou a barbárie do regime madurista sob os olhos de todo o mundo. Segundo me confidenciou pessoalmente uma grande liderança democrática venezuelana, foram as iniciativas do Brasil que mudaram o jogo e mobilizaram os próprios Estados Unidos a romperem a inércia em que se encontravam até o início de janeiro e a virem colocar seu peso político em favor da transição democrática. Não foi o Brasil que seguiu os EUA, mas antes o contrário. Quem não acreditar, pergunte aos venezuelanos que lutam por sua pátria, e que passarão à história como heróis da liberdade. Perguntem a eles o que acham da política externa de Bolsonaro. Perguntem aos venezuelanos expulsos de seu país pela fome e pela tristeza e que agora sentem-se à beira de poder voltar para casa. Perguntem a eles, e não aos comentaristas de política externa, não aos ex-presidentes e ex-ministros do “grande consenso” da inação e da mediocridade.
Perguntem a eles se me veem como a caricatura de um guerreiro medieval com a cruz de Cristo no peito (da qual aliás muito me orgulho) ou simplesmente como um homem que, com todas as sua limitações, está trabalhando para defender a democracia, em benefício de toda a região, essa democracia de que os críticos de Bolsonaro tanto falam mas pela qual nada fazem nunca.
Agora vem FHC, com o mais surrado dos artifícios retóricos: a criação de uma falsa dicotomia. Segundo ele, as únicas opções são o prosseguimento do “consenso” ou a intervenção armada na Venezuela. Não, não são as únicas. Ao contrário de FHC, eu acredito na diplomacia, porque acredito na força da palavra e do espírito humano para mudar a realidade, porque não sou cínico nem materialista, porque acredito no povo brasileiro, esse povo dos “grotões” que FHC abertamente desprezava (assim como desprezava e despreza os eleitores de direita que o fizeram presidente duas vezes), e acredito que este povo tem em suas mãos um destino imenso capaz de mudar o mundo, começando por ajudar na libertação do povo-irmão venezuelano.
Nessa libertação, o sentimento de solidariedade humana para com os venezuelanos coincide com o interesse nacional brasileiro. Uma Venezuela eternamente chavista-madurista, vivendo do narcotráfico, albergando terroristas de toda estirpe, armando milícias criminosas, financiando crime organizado e movimentos pseudo-sociais em território brasileiro, expulsando seu próprio povo pela fome e pela doença, essa Venezuela seria uma ameaça permanente e tremenda à segurança do Brasil e dos brasileiros. Fazer algo efetivo a respeito, contribuir para uma Venezuela democrática, é algo que a melhor tradição diplomática brasileira exige e impõe. Estamos restaurando a verdadeira tradição diplomática brasileira, a tradição de um país livre, soberano, orgulhoso de si mesmo, consciente de sua capacidade e sua responsabilidade de contribuir para o bem da humanidade.

Ernesto Araújo, Ministro das Relações Exteriores
 

PRECISAMOS ADMITIR: NÓS FOMOS COVARDES!


Passamos – e as nossas famílias – pelo governo da esquerda durante 16 anos de nossas vidas!
16 anos não é pouco – para muitos é uma vida inteira ou a metade dela.
Esse governo passou em brancas nuvens, SEM OPOSIÇÃO. Fez o que quis, “deitou e rolou” com o dinheiro público – e com a nossa anuência covarde! Acreditávamos e esperávamos, burramente, que o PSDB, ou outros partidos, lhe fizesse oposição. Isso nunca aconteceu, naturalmente, porque são cúmplices de tudo.
- Assistimos ao processo do Mensalão, estarrecidos, mas de camarote, esperando que a Justiça fizesse justiça.
- Ficamos pasmos ao ver os criminosos, “guerreiros do povo brasileiro”, com o punho ao alto, desafiando a Justiça e os brasileiros que prestam. Mas foi uma indignação silenciosa.
- Vimos o inchaço dos ministérios e órgãos públicos com pessoas incompetentes e corrompidas. Sofremos com eles, mas ficamos calados.
- Vimos nossas escolas e hospitais se deteriorarem e nosso povo sofrido ser torturado. Nos indignamos, mas nada fizemos.
- Vimos a compra e venda abomináveis e inconstitucionais de apoios de parlamentares a medidas funestas. Mas não reagimos.
- Vimos os filhos do Lula enriquecerem absurdamente e instantaneamente, mas nos calamos diante da explicação mais absurda ainda, risível e cúmplice do pai.
- Vimos a inércia do Governo petista, que se furtou a peitar as reformas estruturais tão necessárias ao país (agrária, política, do trabalho, da previdência) porque seriam impopulares e poderiam entravar seu “projeto de poder”. Mas ficamos só observando…
- Vimos o Lula receber títulos de “doutor honoris causa” pelo mundo afora, sem nada entender, porque esse senhor se arvorava de ser analfabeto e lançou um tal programa “fome zero” que foi só engodo. Mas ficamos quietos.
- Vimos a Dilma expelir suas insanidades e idiotices, num português miserável, mas só nos divertimos com isso. 
- Vimos nossos pobres ficarem endividados até os fios de cabelo, devido a uma medida populista e demagógica do governo, que lhes “garantiu” as dívidas e os abandonou.
- Vimos os princípios e valores éticos e morais mais caros à família brasileira serem vilipendiados, estuprados, debochados e combatidos pelos “progressistas”. Mas não brigamos por eles.
- Enfim, nós assistimos e não reagimos à ruína social, moral, econômica e cultural de nosso país.


NÓS FOMOS COVARDES!
Foi preciso que um corajoso e iluminado juiz federal de primeira instância, de Curitiba, e um militar parlamentar rebelde e igualmente corajoso de 3o. escalão do Exército (em quem, confesso, não depunha muita fé) nos despertassem e nos encorajassem a nos rebelar contra o status quo que nos fazia sofrer e destruía nosso país.
Não os tenho como deuses infalíveis. Eles hão de errar certamente – e eu lhes permito, porque sei que não terão nenhum problema em corrigir suas falhas. São seres humanos que acertam e erram. Mas são dignos da minha mais profunda reverência pelo que são e pelo que fazem, pelo seu caráter e pela sua idoneidade.
Peço a Deus que os proteja e ilumine!

Leila Salomão Jacob Bisinoto, Professora

sábado, 9 de março de 2019

MULHER NUA É URINADA NA PRAÇA. “ARTE MODERNA”, DIZEM OS ARTISTAS.

A postagem do deputado Elizeu Dionísio mostra uma mulher nua, pintada como se fosse uma pedra – esta é inclusive o nome da performance apresentada pela guatemalteca, Regina José Galindo- representando o tratamento que normalmente é dado às mulheres mundo afora. Pelo menos é a justificativa apresentada para existência da tal apresentação.

A grande discussão é aquela mesma por ocasião da apresentação do homem nu interagindo com crianças, ou ainda a exposição patrocinada pelo Banco Santander em Porto Alegre/RS, quando símbolos religiosos brasileiros foram magnificamente desrespeitados e atacados sob o argumento de liberdade artística de expressão.
Tudo isso é realmente arte? Há mesmo a necessidade de tais apelos escandalosos como pretexto para manifestação artística ou cultural? Por que uma mulher em forma de pedra precisa ser exposta à degradação de ser urinada em público para que isso seja considerado um ato artístico com objetivo positivo? Que arte é essa? Que cultura e que moral são essas manifestas nestas apresentações grotescas?
Até onde a liberdade de expressão artística está autorizada a ir? São questões que precisam ser feitas, respondidas e analisadas com muita honestidade e profundidade. Do contrário, não há como observar crescimento algum da nossa sociedade em nenhum aspecto.

O sinal vermelho foi acionado com a postagem feita pelo Presidente Bolsonaro, a esquerda com sua hipocrisia foi desmascarada! É isso é latente nas redes sociais.



A esquerda não brinca, a esquerda arquiteta seus planos mirabolantes usando o nome da arte, cultura, manifestação política ou politicamente correto para, atrapalhar, denegrir, destruir e arrumar problemas.
Ainda existem leis neste País? Cumpra-se! Chega de permissibilidade!

Se processar ou prender alguém alegam censura e ditadura...É tática antiga, todo cuidado é pouco.
Tirar o dinheiro da GLOBO e acabar com a Rouanet já ajuda muito.
#fimdaconcessãodaredeglobo

É UMA DELÍCIA SER DE ESQUERDA!


Ser de esquerda é gratificante. O esquerdista pode furtar, roubar, assaltar e espoliar sem se sentir culpado, afinal ele age assim por causa das Injustiças Sociais.

O esquerdista pode fazer sexo inclusive com animais sem sentir qualquer arrependimento, pois afinal, ele é um revolucionário dos costumes.

O esquerdista pode produzir drogas, vender drogas, comprar drogas, e incentivar seu uso, pois afinal ele é a favor de sua liberação.

O esquerdista pode ser analfabeto funcional e ainda sentir-se orgulhoso, pois afinal ele é a favor do sócioconstrutivismo.

O esquerdista não precisa ter pátria pois ele é um ser universal.

O esquerdista não precisa amar o próximo pois ele ama a coletividade.


O esquerdista é contra a legítima defesa, pois, afinal, ele tem bandidos que o defendem.

O esquerdista pode ser pedófilo pois ele é adepto da Escola de Frankfurt.

O esquerdista pode ser corrupto, pois, afinal, é pela grande causa do partido.

O esquerdista pode cometer crimes e atribuir a culpa à terceiros, pois ele se considera acima das leis.

O esquerdista pode ser fascista, nazista, e utilizar esses bordões contra os democratas liberais conservadores, pois ele segue a ordem: "diga dos outros aquilo que você é".


O esquerdista ama o comunismo, um paraíso de igualdades, mas se nega a viver em Cuba.

O esquerdista diz que defende o trabalhador mas nunca trabalhou.

O esquerdista diz que luta pela reforma agrária mas nunca esteve a cultivar a terra.

O esquerdista é contra o capital mas é financiado por ele.

Ser esquerdista é viver num paraíso na terra - JARDIM das DELÍCIAS - onde não há PECADOS nem *CONSCIÊNCIA.*

Ornela Zellato