terça-feira, 30 de abril de 2019

STF faz licitação de R$ 1,1 milhão para comprar lagostas e vinhos.


O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nesta sexta-feira, 26, informações sobre um pregão eletrônico para “serviços de fornecimento de refeições institucionais”, com gasto estimado de R$ 1,134 milhão. O serviço se refere à contratação de um fornecedor para as refeições servidas pela Corte, conforme suas necessidades. Procurado, o Supremo disse que o edital segue padrão do Ministério das Relações Exteriores.


O menu inclui desde a oferta café da manhã, passando pelo “brunch”, almoço, jantar e coquetel. Na lista, estão produtos para pratos como bobó de camarão, camarão à baiana e “medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada”. Exige ainda que sejam colocados à mesa bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, moqueca (capixaba e baiana), arroz de pato. Tem ainda vitela assada; codornas assadas; carré de cordeiro, medalhões de filé e “tournedos de filé”, com molho de mostarda, pimenta, castanha de caju com gengibre.
Os vinhos recebem atenção especial. Se for vinho tinto fino seco, tem de ser Tannat ou Assemblage, contendo esse tipo de uva, de safra igual ou posterior a 2010 e que “tenha ganhado pelo menos 4 (quatro) premiações internacionais”. “O vinho, em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 (doze) meses.”
Se a uva for tipo Merlot, só serão aceitas as garrafas de safra igual ou posterior a 2011 e que tenha ganho pelo menos quatro premiações internacionais. Nesse caso, o vinho, “em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho, de primeiro uso, por período mínimo de 8 (oito) meses”.
Para os vinhos brancos, “uva tipo Chardonnay, de safra igual ou posterior a 2013”, com no mínimo quatro premiações internacionais.
A caipirinha deve ser feita com “cachaça de alta qualidade”, leia-se: “cachaças envelhecidas em barris de madeira nobre por 1 (um) ou 3 (três) anos.”
Destilados, como uísques de malte, de grão ou sua mistura, têm que ser envelhecidos por 12, 15 ou 18 anos. “As bebidas deverão ser perfeitamente harmonizadas com os alimentos”, descreve o edital.
O gabinete da presidência do STF receberá reformas no valor de R$ 443,9 mil, para trocar carpete por piso frio e incluir até chuveiro.
Tudo isso para arrancar um tapete?
Que legal, hein, Toffoli?


Reportagem de janeiro do Estado mostrou que o STF, por determinação do ministro Dias Toffoli, fez uma reforma no gabinete da presidência que incluiu a substituição de carpete por piso frio e até a instalação de um chuveiro. A obra custou R$ 443.908,43 aos cofres públicos.

Edital reproduz especificações de ministério, diz Supremo

Por meio de nota, o STF informou que “o edital da licitação do serviço de refeições institucionais em elaboração pelo STF reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores (que faz o cerimonial da Presidência da República)”.
A corte informou que seu conteúdo foi analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União, “mas com redução de escopo: dos 21 itens contratados pelo ministério, 15 são objeto da licitação do STF”.
Sobre o custo, declarou que “o valor de R$ 1,1 milhão é uma referência, que será submetida à disputa de preços entre as participantes do pregão. Além disso, o contrato prevê que o STF pagará apenas pelo que for efetivamente demandado e consumido, tendo o valor global do contrato como um teto”.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Ousarão?

Após defender luta armada, Gleisi Hoffmann aciona ministério da Defesa para impedir protestos contra Lula e chama rojão de bomba.


Um curso obrigatório que os professores de esquerda estão proferindo em todas as universidades e escolas públicas de 2º grau para provocar o caos e tentar provocar o impeachment de Bolsonaro.
É proibido entrar com celulares ou gravar o evento.


Os professores que se recusam a participar são execrados e expulsos da escola ou universidade e isto está acontecendo na UNB, Universidade de Brasília nestes dias.

No final pregam a luta armada, se não ocorrer o efeito desejado pela esquerda. É preciso que os eleitores se informem sobre as articulações da esquerda, sua tentativa de golpe, da promoção da queda do governo eleito ou a guerra civil.

O discurso é o mesmo de sempre, pobre de conteúdo, cheio de Gramscismo, querem sempre impor suas "verdades". Não há debates para as diversas correntes, para que o todo reflita e tire conclusões.

Estão sempre sozinhos para a lavagem cerebral na formação de novos militantes da psicopatia esquerdopata. Esses professores são agentes do mal.

Texto inspirado na postagem de Toni Imbrósio Oliveira, Militar e Professor.

sábado, 27 de abril de 2019

O discurso de ódio e a agressividade pertence exclusivamente a esquerda!


Mais um evento vergonhoso e degradante do PSOL, através de seu vereador Brizola Neto, ocorreu na Câmara Municipal do Rio de Janeiro; a Comemoração aos 60 anos da sanguinária Revolução Cubana.     

Tudo bem que a esquerda e especialmente o PSOL tenham seus ícones assassinos, mas fazer disso um evento oficial numa Casa Legislativa, com direito a agressões a quem se aventure a questioná-los já é demais.

E foi isso que aconteceu na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, o militante de direita Gabriel Monteiro, que também é policial militar, foi selvagemente agredido pelos trogloditas que se intitulam "polícia legislativa" daquela Casa, sob ordens de um coronel PMERJ encabidado naquele órgão.


O que pouca gente sabe é que um dos fundadores do PSOL, o também italiano Achille Lollo (não sei como o partido o chama, talvez seja mais um “escritor” ou “intelectual” da turma), também matou pela causa, e matou crianças. Link: RVChudo


Como também muitos dos integrantes deste partido, PSOL, saem mundo afora apoiando ditadores e revoluções que assassinaram milhões de pessoas.

PSOL com o ditador venezuelano Nicolás Maduro

E também com grandes nomes do tráfico de drogas do Rio de Janeiro.

O PSOL, através de seus infiltrados na Segurança Pública do Rio de Janeiro, participou do governo Sergio Cabral, tendo ocupado postos importantes na Polícia Militar, inclusive no Comando Geral, mas, se intitula de combater a corrupção com um histórico tremendamente negativo.


Passando por este retrospecto do PSOL, voltamos ao ocorrido na Câmara Municipal do Rio de Janeiro onde este partido homenageava uma tal de "revolução cubana" que matou milhares e continua matando sessenta anos depois e reduziu Cuba à miséria com o enriquecimento dos líderes.

O regime de Fidel foi responsável por 5.775 execuções por fuzilamento, 1.231 assassinatos extrajudiciais, 984 mortes na prisão e 200 pessoas desaparecidas, de acordo com o relatório de novembro do Cuba Archive, projeto conduzido há dez anos pelo pesquisador Armando Lago, autor de The Black Book of Cuban Communism (O Livro Negro do Comunismo Cubano, sem tradução brasileira). O total de 8.190 mortos, que se refere apenas a casos documentados, incluindo criminosos comuns, confere à ditadura cubana uma posição mais letal que a de Augusto Pinochet, no Chile, acusada de patrocinar algo como 3 mil assassinatos. Até hoje a imprensa cubana sofre com a censura e não há nada que se pareça com um esboço de democracia no país. “Se você chama de liberdade de imprensa o direito dos inimigos de Cuba de falar e escrever contra a Revolução Cubana, eu diria que não somos a favor dessa liberdade”, disse Fidel em entrevista a seu biógrafo, Ignácio Ramonet. Link: Revista ÉPOCA


Membros do Movimento Brasil Livre da capital do Rio de Janeiro foram agredidos juntamente com Gabriel Monteiro na câmara municipal do Rio em uma comemoração dos 60 anos da revolução de comunista em Cuba promovida pelo vereador Leonel Brizola do PSOL.
O evento que comemora a sangrenta revolução cubana foi marcado para hoje (26) das 18:30 às 22:00 horas. Mas os participantes não contavam com a presença ilustre de Gabriel e outros integrantes do MBL.
Apesar do nome, Partido Socialismo e “Liberdade”, os integrantes do partido não entendem nada sobre liberdade e agridem membros do MBL por fazerem perguntas.

As agressões aos rapazes que nada fizeram além de perguntas foi registrado e até o momento postado nas redes sociais. Os supostos defensores da liberdade e combatentes do ódio usaram toda sua hipocrisia para lutar contra as opressivas perguntas de Gabriel. Link: MBL News




Dia triste para nossa Câmara Municipal do Rio. A democracia é via de mão dupla, não pode ser seletiva! Essa casa é a CASA DO POVO e esse deve ser RESPEITADO NO USO DOS SEUS DIREITOS! 



Vereador Major Elitusalem Freitas.




quinta-feira, 25 de abril de 2019

Agir para proteger em vida!


Lutamos e acreditamos em Wilson Witzel! Longe de nós desejar que o governo dele não dê certo, pois isso significaria mais sofrimento à tropa e a população fluminense!
Mas todos nós que lutamos voluntariamente temos o direto e o dever de CHAMAR ATENÇÃO e CORRIGIR os desvios que possam ocorrer no caminho! Cabe à ele e tão somente a ele, ter a humildade necessária para ouvir os aliados e entusiastas de outras horas, que hoje se encontram desacreditados no seu mandato e ajustar os rumos da embarcação!


O governador Witzel, em Brasília no Fórum dos Governadores, disse que não sabia detalhes da ação de traficantes que invadiram a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) do Alemão. No entanto, prometeu uma "resposta dura".

Aguardamos a "resposta dura" que o governador prometeu.


Força e honra sempre! (Vereador Rio de Janeiro, Major PMERJ Elitusalem Freitas)

É certo que o governador Wilson Witzel se elegeu com apoio dos Militares do Estado do Rio de Janeiro, a quem fez promessas que ainda não cumpriu e nem ao menos se manifestou quando cobrado. É certo que melhoria nas escalas de serviços e questões salariais são vinculadas a deficiência de efetivo e situação econômica do Estado, mas, deve ter a humildade de vir a público, em respeito a esses eleitores que tanto o apoiaram e confiaram seus votos, para prestar satisfações sobre suas promessas não cumpridas.

Acabar com o tráfico é utopia, já que ele está também nos gabinetes e sobre em palanques em época de eleições e por décadas financiou campanhas eleitorais com seu dinheiro sujo e criminoso; mas reduzir drasticamente os narco terrorista que diariamente ceifam vidas com requintes de crueldade é ação imediata a ser tomada. 


Os narco terroristas estão assim livremente pelas ruas do Rio de Janeiro, a procura de sua próxima vítima. Um único tiro nestas granadas no peito do meliante poria fim a este grupo.

O que houve governador? Tá com medinho da política narcotraficante do Rio de Janeiro? Tá com medinho de uma represália deles? Cadê os snipers para dizimar nossos assassinos do dia a dia? Ou cai pra dentro deles os enfrentando com o apoio da população deste Estado amedrontado ou este Estado o considerará desacreditado para ostentar a posição de governador!



Ouça as crítica, ao invés de bloquear os críticos. Elas só têm interesse de apresentar opções para seu governo, opções estas apresentadas por aqueles que o ajudaram a se eleger.


Tentou ser contratado pelo PSOL ou PT.


Bancou de brabo, ficou com medinho e se entregou!

Bundão!!! Assustador de criancinha!




Um homem conhecido como William Pastor, que aparece em um vídeo ostentando uma arma de fogo em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, se entregou à polícia na madrugada desta terça-feira. Segundo informações da 60ª DP (Campos Elíseos), ele foi enviado a um presídio, onde está à disposição da justiça.

MC Rennan da Penha, já condenado e preso.


"Eu tenho filha, mãe, pai e irmãos, e não é justo vocês me identificarem como traficante", diz o homem, que se declarou um MC, acrescentando que estava sob efeito de entorpecentes durante a gravação do vídeo com a arma, numa comunidade em Duque de Caxias.

Força e Honra 👊🏽🇧🇷

MCs que fazem apologia ao tráfico, postando frases se vitimizando pela sociedade opressora é comum nas redes sociais, tanto que uma aberração foi convidada para uma palestra nos Estados Unidos contra o Presidente Jair Bolsonaro.


No evento, MC Carol cantou funk e exaltou a vereadora carioca Marielle Franco, dizendo que a influenciou.
As professoras Débora Diniz e Márcia Tiburi e o ex-deputado federal Jean Wyllys também palestraram. Eles se autointitularam “exilados do governo Bolsonaro” e disseram que sofreram perseguições políticas no Brasil.

Mas o MC William Pastor não alcançou seu objetivo, um mandado de prisão foi expedido em seu desfavor, pois, usou os meios que delatam uma fonte de dinheiro de diversos partidos de esquerda, o tráfico de drogas e contrabando de armas.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Somos nós que precisamos dele como Ministro!

Não é o Paulo Guedes que precisa de um ministério no governo, somos nós que precisamos dele como Ministro.



Não se deixem enganar por seu estilo espartano. Paulo Guedes tem mais dinheiro do que nós, um dia, sonhamos em ter.


O ministro já foi “ignorado”, uma vez, ao voltar de seu doutorado em Chicago, no final da década de 70, quando a “onda estatizante” estava em alta no Brasil. Na época, quem o ouviu foi o Chile, que já havia entendido que o futuro da economia estava com os “Chicago boys”. 

Jorge Paulo Lemann percebeu o “dom” do economista para prever as tendências e o “arrastou” para a criação do Banco Pactual. Guedes foi muito mais do que um “guru” para o mercado financeiro. Sempre conseguiu ver, com antecedência, as consequências (muitas vezes desastrosas) dos planos econômicos tupiniquins. Chegou, inclusive, a alertar sobre a ameaça de confisco no Plano Collor. O que fez seu banco proteger o capital e sair incólume da tempestade. 

Hoje, aos 69 anos, poderia estar aposentado, em qualquer lugar do planeta. Definitivamente, não precisaria estar sendo “humilhado” por semi-analfabetos, no Congresso Nacional. 
Não ocupa o cargo, em absoluto, pelo salário. Dinheiro não lhe faz falta. Seu objetivo, ainda, é aquele do fim dos anos 70: Colocar o Brasil nos trilhos do progresso. 

É raro, MUITO RARO, que alguém como ele, com a vida mais do que ganha, se importe com o país. Para os poucos que têm um patrimônio semelhante, se isso virar uma Venezuela, tanto faz. Enquanto a “massa” teria que ficar aqui, comendo lixo e cachorros, eles são bem-vindos em qualquer lugar do planeta e têm capital para sustentar (como reis), ao menos, 2 ou 3 gerações.


Assistir, ontem, a sabatina na CCJ, me fez lembrar o “interrogatório” de Ustra na “Comissão Unilateral da Mentira”. 
Chega a ser vergonhosa a forma que tratamos àqueles que, verdadeiramente, se importam com o país. 
No Brasil, nosso ódio pelo sucesso faz com que exaltemos criminosos estrangeiros, enquanto humilhamos os heróis nacionais. DÁ NOJO!

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Atualmente a GLOBO só forma opinião contra ela mesma.


Já se foi o tempo em que a GLOBO era formadora de opinião, mas, depois da morte do patriarca Marinho o grupo enveredou por caminhos tortuosos visando somente seus próprios interesses financeiros e ignorando os interesses de toda uma Nação.

Com sua permissividade e descompromisso com a verdade, o Brasil chega ao fundo do poço no Executivo, no Legislativo e no Judiciário.


                   Crivella em vantagem sobre a GLOBO.

Foram as redes sociais com sua força que passaram a informar o público, público esse que tem verdadeira repulsa à Rede GLOBO e replica dia a dia suas mentiras e seu interesse em derrubar governos que podem deixar de lhes distribuir verbas bilionárias em troca de seu silêncio.

GLOBO cada dia mais desacreditada.

A GLOBO acabou como fonte de informação!

E acaba vergonhosamente, destruindo uma imagem consolidada por seu patrono, Irineu Marinho.


Na GLOBO de hoje, políticos evitam dar-lhes entrevistas. Só os corruptos que ainda esperneiam antes de ir para a cadeia o fazem, o que aumenta ainda mais a rejeição por eles e pela GLOBO.




                 Jair Bolsonaro fala verdades à GLOBO 


Bolsonaro deu o ponta pé inicial na bunda da GLOBO, quando diferente dos políticos tradicionais, lhes disse sérias verdades e estas verdades viralizaram nas redes sociais. O povo acordou, ficou atento ao mal que a GLOBO representa.

Nas ultimas chuvas na Cidade do Rio de Janeiro a GLOBO fez de Marcelo Crivella seu alvo, colocando nele toda a culpa pelos prejuízos causados pela ação da natureza, como se nada igual tivesse ocorrido nos governos anteriores que esbanjaram dinheiro em diversos interesses que não o Rio de Janeiro.


Crivella também sabe soltar sua voz contra a GLOBO, deixando bem claro o que ela defende, seus interesses próprios.

A GLOBO definha, e com ela um monte de imundice será varrida do cenário nacional, ficando o Brasil livre para se desenvolver e alcançar seu lugar de destaque entre as nações mais prósperas do mundo. 

As imundices? Elas continuaram com o mimimi de sempre.




sábado, 13 de abril de 2019

Mulher de Fernando Haddad recebe dinheiro de fundação do Maranhão.



Mulher do ex-candidato do PT a presidente, Ana Estela Haddad desfruta de boquinha a quase 3 mil quilômetros de distância em uma fundação credenciada pelo Ministério da Educação no Maranhão, um dos estados mais pobres do País. Só em 2018, Ana Estela recebeu mais de R$32 mil da Fundação Josué Montello, parceira do governo Flávio Dino (PCdoB). Este ano, madame já levou R$ 13 mil. Planilha no blog do jornalista Filipe Mota atesta a remuneração do CPF *.257.668-.**. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A coluna tentou sem êxito saber da sra. Haddad a natureza do vínculo à Fundação. O PT desconversou, dizendo não tratar de “assuntos de natureza pessoal”.
Procurado, o governo do Maranhão, controlado pelo PCdoB, partido que é velho aliado do PT, não respondeu aos questionamentos.
A fundação Josué Montello também foi indagada sobre o assunto, mas se recusou a explicar o vínculo com Ana Estela Haddad.
A Josué Montello já se enrolou com o Ministério Público no passado. As contas de 2004 a 2008 foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas.
‘Não é boquinha, é consultoria’
Nesta terça (9), por sua assessoria, Ana Estela Haddad confirmou que há um contrato de consultoria “com o objetivo de desenvolver projetos relacionados a educação à distância, na esfera do Unasus (Universidade Aberta do SUS), criado por ela na época em que trabalhou no Ministério da Saúde”.

A assessoria define a mulher do ex-candidato petista como “uma ativa intelectual, professora, doutora da Faculdade de Odontologia da USP” e “uma das criadoras do Prouni e do Unasus, a Universidade Aberta do SUS.”
A consultoria de Ana Estela, segundo a assessoria, tem prazo e deve terminar em 2020. “Está tudo publicado no Diário Oficial”, negando tratar-se de uma “boquinha”, “mas de um trabalho efetivo que visa melhorar as condições de atendimento à saúde no Estado do Maranhão.”

sábado, 6 de abril de 2019

O PAPEL DAS MULHERES EM 64.


O movimento de 64 tem sido debatido pela sociedade brasileira, agora com mais liberdade e menos patrulhamento. Tanto que o documentário do Brasil Paralelo contou com centenas de milhares de assistentes, nos cinemas e no seu site, logo nos primeiros dias.
Vivi intensamente aqueles anos, jovem jornalista em O Jornal, que era o órgão líder dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand. Fundei e dirigi o movimento da juventude que atuou no Rio, Minas e São Paulo, o Grupo de Ação Patriótica, cujo papel está registrado em muitos livros sobre o polêmico movimento. Nos 50 anos de 64, publiquei, pela Resistência Cultural, o livro Um Caldeirão Chamado 1964.
Tenho notado, no entanto, uma certa lacuna no importante, e diria até decisivo, papel da mulher brasileira na mobilização das forças vivas da sociedade no sentido de pressionar os militares para a inevitável intervenção, dada a gravidade e os riscos que o país corria naqueles dias.
Foram as mulheres que se organizaram, a começar pelo Rio, com a Campanha da Mulher Pela Democracia (CAMDE), liderada por uma dona de casa de classe média, Amélia Molina Bastos, que, depois de o movimento sair vitorioso, retornou a sua vida familiar. Tinha ao seu lado outras bravas senhoras, como D. Eudoxia Ribeiro Dantas. Em São Paulo, a decisiva Marcha da Família com Deus Pela Liberdade, que reuniu quase dois milhões de brasileiros nas ruas, foi comandada pessoalmente pela sra. Leonor Mendes de Barros, mulher do governador, por três vezes, Adhemar de Barros, e um dos artífices do movimento. E teve a seu lado mulheres admiráveis, como Maria Pacheco e Chaves, Maria Mesquita Mota e Silva e a vereadora Dulce Sales, entre outras.
A representação política das mulheres era expressiva e majoritariamente favorável ao movimento, como os casos das cariocas Sandra Cavalcanti e Ligia Lessa Bastos. Em fevereiro, as mulheres mineiras já haviam promovido uma manifestação em Belo Horizonte, que redundou no impedimento de um comício do então deputado Leonel Brizola.
A cortina de silêncio que procura deixar o movimento somente alvo de críticas, e todas na mesma direção, impede que se recorde que foi no período que o Brasil teve uma primeira mulher no Senado, Eunice Michiles (ARENA-Amazonas), e a primeira ministra de Estado, Ester de Figueiredo Ferraz, da Educação, com o presidente João Figueiredo.
Por último – mas não menos importante, sem dúvida –, a eleição do presidente Bolsonaro teve acolhida no eleitorado feminino, sensibilizado por sua defesa da família e dos princípios cristãos. Não há como se negar fatos!

Aristóteles Drummond

O Brasil não será um país de direita?


É horrível dizer isso, mas é a verdade. Se for, um dia, nós não estaremos aqui para ver. A questão brasileira vai muito além da política. É cultural. E a cultura não muda com uma simples troca de governo.
Estamos acostumados com o Estatismo, com as benesses de um governo paternalista. Queremos mercado livre com previdência pública; Queremos menos impostos com saúde gratuita; Queremos liberdade com agências reguladores zelando pelos nossos “direitos”; Queremos pleno emprego com 13º, férias, FGTS… Queremos TUDO, não conseguimos nada.
Qualquer coisa, nesta vida, tem ônus e bônus. Com a direita não é diferente. Não existe “american dream” com jeitinho tupiniquim.
O brasileiro aprendeu a não assumir a responsabilidade. Reclamamos, xingamos, brigamos, mas não mudamos nunca.
Queremos, sim, liberdade. Nos deslumbramos quando vemos, nos outros países, os preços dos carros, da gasolina, das roupas de grife, dos aparelhos eletrônicos. Queremos pagar 500 pratas em um iPhone, 30.000 em um BMW. Mas queremos, também, universidades federais, sistema único de saúde, aposentadoria bancada pelo governo. É nosso “direito”.
Nós não aprendemos, nem com muita porrada, que NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS. Tudo, absolutamente TUDO, que o governo nos “dá”, foi pago. Invariavelmente, custou muito mais do que um serviço muito melhor na iniciativa privada.
O problema do populismo é que esse “desensina”. Não sabemos poupar, investir, cuidar dos nossos próprios interesses. Somos dependentes. Nós, com o Estado, somos como a mulher que abdicou da individualidade “por amor” e depois aguenta abusos, calada, por medo de passar fome sem o seu algoz.
Odiamos nosso carrasco, mas não o abandonamos.
Toda a discussão acerca da previdência vai muito além desta simples reforma. É uma questão de educação.
Somos ensinados, desde pequenos, que o mercado financeiro é um monstro, onde só os ricos malvadões sobrevivem, roubando o dinheiro dos pobres que se aventuram por lá.

A consequência é vista nos números. Apenas 2% dos brasileiros tem algum investimento no mercado de capitais, contra mais de 60% dos americanos, por exemplo.
Enquanto os filhos do Tio Sam cuidam dos próprios futuros, nós ficamos nos descabelando, implorando para que os corruptos que nós elegemos, repetidas vezes, entrem em acordo e nos deem algumas migalhas.
Enquanto esperarmos que o Estado tudo nos dê, seremos obrigados a aguentar os abusos do mesmo. Não adianta sermos utópicos. Não adianta sonharmos com o mundo perfeito. Preferimos pagar, reclamando, o custo desta máquina podre, do que assumirmos a responsabilidade por nossos próprios destinos. Liberdade é algo muito valioso E CUSTA CARO. Ainda não estamos dispostos a pagar o seu preço.
“Não espere que o governo tenha a solução dos problemas. O governo é o problema.” (REAGAN, Ronald)

Por Felipe Fiamenghi, polemicaparaiba

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Meu pai foi sequestrado e torturado por Dilma Rousseff.

O advogado Alexandre Rudge Castilho (OAB/SP 162.859) revelou como seu pai foi sequestrado e torturado pela ‘ex-terrorista’ Dilma Rousseff.

Meu pai foi sequestrado, torturado e espancado no final dos anos 60.
Sequestrado pela sra. ex-presidente da República Dilma Rousseff e os seus companheiros de terrorismo.
Ele ainda teve o seu veículo roubado pela gangue da sra. Presidente, que posteriormente foi usado para o roubo de dinamites de uma pedreira […] logo em seguida, essas dinamites serviram para o ataque com carro bomba no QG do II exército em São Paulo, resultando na morte de um jovem chamando Mario Kozel Filho, que prestava o serviço militar obrigatório com os seus 18 anos de vida.
A sra. ex-presidente e a sua gangue nunca lutaram pela democracia […] lutavam para implantar a ditadura do proletariado conforme ela mesma afirmava à época.
Ela nunca lutou contra uma ditadura …. ela queria que fosse a ‘ditadura dela’ […] aquela que mata todo e qualquer direito individual do cidadão.
Ela mente quando afirmou que não praticou “crimes de sangue”.
Sequestrou. Roubou. Matou.
Essa é a realidade.
Escrevi esse relato porque escutei inúmeros deputados federais bradando sobre a “honradez” e “pureza” da sra. ex-presidente da República.
Reafirmo: Ela sequestrou, torturou, roubou e matou.
Podem ler na página 16 — 1.° Cad., Jornal do Brasil, quinta-feira, 27-6-68 onde cita o ASSASSINATO e o nome do meu pai como um dos donos dos veículos usados no atentado no QG do II Exército em São Paulo.
Agradeço aos milhares (não imaginava que isto aconteceria) de mensagens de apoio, pedidos de compartilhamento e de amizades que recebi nesses dias, em especial ao colega Emanuel Fonseca pelo resgate do documento histórico.

Por Alexandre Rudge Castilho (Diário do Brasil)

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Esquerda brasileira sai em defesa do grupo terrorista Hamas.


A esquerda brasileira resolveu de fato sair do armário e demonstrar que não tem problema nenhum em assumir ligações com o crime organizado ou com organizações terroristas.
Assim que Bolsonaro chegou a Israel, os terroristas do Hamas criticaram fortemente a presença do presidente brasileiro na região, chegando até a ser rebatidos por Flávio Bolsonaro.
Acontece que a esquerda brasileira resolveu abraçar sem medo os terroristas.
Uma hashtag “#hamasvoteinohaddad” (Hamas votei no Haddad) foi lançada no twitter, e uma série de bizarrices pode ser vista nos comentários.

Existem até usuários que estão divulgando mapas do Brasil onde fica claro as regiões onde Bolsonaro e Haddad venceram respectivamente, com o intuito de incitar alguma ação.
Mas também temos que citar os perfis que, inteligentemente, dissecaram o verdadeiro significado da tag, conforme segue abaixo: