sexta-feira, 31 de maio de 2019

A estratégia de Lula para quebrar os frigoríficos e alavancar o crescimento de um grupo específico.


Os grandes frigoríficos compravam a carne “com aftosa” e vendiam mesmo assim.
Nenhum humano morreu por comer a carne.
Entenda a estratégia perversa e genial do PT:
✔O governo liberou empréstimos aos frigoríficos alinhados, via BNDES;
✔Os fiscais condenavam animais dos concorrentes para que fossem abatidos, ou, vendidos a preço de banana para os grandes frigoríficos;
✔A mídia ajudou a espalhar a mentira de que havia “embargos” a nossa carne. Mas não havia embargo algum! Isso mesmo, os países não pararam de comprar, quem parou de vender foram os frigoríficos que atrapalhavam o caminho dos amigos de Lula!
A estratégia de Lula para quebrar os frigoríficos e alavancar o crescimento de um grupo específico (Veja o Vídeo)

CUIDADO BOLSONARO, NOVOS ATAQUES PODEM ESTAR MONTADOS!


Folha do Araripe

quinta-feira, 30 de maio de 2019

A NAÇÃO DEU UM AVISO!


1. Ao Presidente:
que prossiga na senda da integridade e da ética, mas que compreenda que muitos não foram às ruas como bolsonaristas e sim como patriotas, para defender as bandeiras das mudanças inadiáveis para o Brasil.
2. Aos brasileiros:
que nossa lealdade não será para com partidos, homens ou qualquer organização, mas sim para com o Brasil.
3. Aos infelizes políticos e seus desacreditados partidos.
Que não tentem sabotar o governo e as reformas, para preservar seus privilégios imorais e seu ilegítimo poder. A paciência tem limites.
4. À esquerda marxista:
que o combate à essa ideologia liberticida, amoral e apátrida será uma constante e, agora, revitalizada e ainda mais motivada.
5. A alguns ministros do STF:
que seus dias de exacerbado e ilimitado poder vão terminar. Não tentem sabotar a Lava Jato e proteger políticos corruptos.
6. Aos bons brasileiros:
que têm de manter a pressão nas redes sociais e mandando emails constantes aos deputados, senadores e ministros do STF, deixando claro qual o comportamento que deles se espera.
7. Aos novos deputados e senadores:
que renovem as antigas carcomidas lideranças fisiológicas e moralmente corrompidas. Assumam o púlpito e empunhem a bandeira da recuperação moral e ética dessas Casas Legislativas. A conduta de vocês, novos deputados e senadores, tem sido tímida. A Nação quer ouvi -los falar e denunciar.
Se manifestações nas ruas não forem suficientes, Gandhi nos ensinou que outras formas de pressão SEM VIOLENCIA têm relevantes resultados. Bastaria reformula-las e adapta-las à nossa moda e ao nosso contexto. 

PARABÉNS COMPATRIOTAS. É a Nação que mostrou querer se salvar a si mesma, sem tutela das FA e mostrando aos podres poderes que esta terra terá novos donos. Que agora ele será do cidadão que se impõe aos seus péssimos representantes.

General Luiz Eduardo Rocha Paiva

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Nordeste desmente petistas e recebe com festa Jair Bolsonaro


Começa a desmoronar o último reduto do PT.
Durante a semana, alguns petistas disseram que o Presidente da República não seria bem recebido no Nordeste.
Humberto Costa inventou a seguinte ‘mentira’:

O povo desmentiu.
Veja o vídeo:


Resumindo, a esquerda ganha muito mais ficando calada. Sua credibilidade desaparece a cada pronunciamento.

terça-feira, 28 de maio de 2019

O RECADO FOI DADO.


O que descortinar como horizonte futuro das manifestações de ontem, 26 de maio?

À luz do que se pode constatar Brasil afora, via fotos e vídeos, o Clube Militar entende que o recado foi dado a quem deve recebê-lo.

Dia 26, domingo, em Copacabana.

Pudemos ver o apoio à pauta do Presidente da República, com as reivindicações de uma nova previdência, do pacote de medidas anticrime do Ministro da Justiça e de algumas reformas na Educação. Este apoio se fez necessário face o Poder Legislativo, assim como o Poder Judiciário, estarem colocando obstáculos nítidos a essas implementações, que vêm, em verdade, ao encontro do que o Povo deseja.Esse mesmo Povo que se expressou nas últimas eleições a favor de determinadas medidas a serem tomadas pelo Governo Federal. O Poder Executivo tem-se mostrado sensível a essas demandas populares. Paralelamente, se depreende que os outros dois Poderes não estão, igualmente, impactados por esses anseios, colocando, então, empecilhos no processo. Aí está a motivação dessas pacíficas manifestações.

Claro que não se vislumbra nenhuma hipótese de fechamento de alguma Instituição. As manifestações foram democráticas e o caminho é a democracia! Entretanto, não se pode aceitar que o Legislativo e o Judiciário desconheçam o que diz o § único do Art 1º da Constituição Federal de 1988: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

O recado foi dado e, se for mantido o ambiente de se postergar as mudanças necessárias ao desenvolvimento do País, não se tem dúvidas de que outras manifestações virão, como consequência natural de ser preciso “fazer pressão” para que todos remem a favor do Brasil.

Gen Div Eduardo José Barbosa, Presidente do Clube Militar

domingo, 26 de maio de 2019

A CONTA CHEGOU E TODOS PRECISAM APRENDER A VIVER COM MENOS DINHEIRO.


O Editorial da Folha de S.Paulo revela o óbvio: acabou o dinheiro! No entanto, ataca suas consequências e não rende uma única palavra às suas causas. Ok. Vamos falar de futuro então…
Após 30 anos de gastança desenfreada e muitos roubos e mordomias aos amigos da corte candanga, nossos “intelectuais” exigem que o Governo Bolsonaro — em especial o ministro Paulo Guedes — resolva a desgraceira imediatamente, como num passe de mágica.
Fico imaginando como são as casas dessas pessoas, como elas fazem a gestão de suas finanças pessoais. Deve ser uma marafunda. Senão, vejamos…
Na casa de qualquer cidadão, quem gasta mais do que ganha fica endividado. Esse endividamento tem limite, que, quando alcançado, exige medidas de austeridade fiscal até que o cidadão aprenda a viver como pode exclusivamente daquilo que ganha.
A conta é simples, mas o processo é duríssimo.


Cortam-se, primeiro, as mordomias e futilidades. Se não for suficiente — quase nunca é —, a tesoura precisará alcançar as despesas maiores: vender o carro e passar a andar de ônibus, trocar o plano de telefonia de pós-pago para pré-pago, reduzir a velocidade de internet, limar a pizza e a cerveja do final de semana, churrasco nem pensar e por aí vai…
Se nada disso ainda for suficiente para equilibrar as contas, será necessário o corte mais dramático: nas despesas básicas de custeio. Reduzir tempo de banho, lavar e passar roupa uma vez por semana, trocar carnes por linguiça e ovos, substituir o arroz e feijão pelo macarrão, porque enche a barriga e é infinitamente mais barato, chegando à tesourada no plano de saúde e noutras necessidades imediatas. Isso para ficar nos exemplos mais comezinhos.
É economia doméstica, pura e simples… e, na maioria das vezes, muito dolorosa.

No Brasil, acostumamo-nos a achar que o Tesouro Nacional é um saco sem fundo, um cartão de crédito ilimitado que você pode gastar sem medo e jamais pagar sequer o mínimo do rotativo. É uma farra!
Mas, a conta chegou e o dinheiro acabou.
A Reforma da Previdência vai doer? Vai sim, mas é necessária. As universidades públicas vão ter que aprender a viver com menos dinheiro? Vão sim e é melhor aceitar que dói menos. Vai ter dinheiro para continuar subsidiando diversos setores? Não, esse tempo acabou. Agora, é cada um por si.
De certa forma, o Povo Brasileiro parece já ter entendido o que está acontecendo e, à esquerda, à direita, ao centro ou de ladinho, a expressiva maioria compreendeu que precisamos pagar a conta dos anos de festas nababescas e roubos estratosféricos.

Em maré contrária, a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e as demais Cortes e o Ministério Público Federal – MPF parecem não compreender a gravidade da situação. Continuam acreditando que é possível almoçar medalhão de lagosta ao molho de manteiga queimada e jantar arroz de pato com salmão e caviar, regados ao vinho premiado envelhecido em barril de carvalho francês. Tudo às expensas desse Povo que está trocando arroz e feijão por macarrão.
Registre-se: a continuar assim, os mais violentos choques serão inevitáveis e o ambiente social alcançará um grau de conflagração jamais visto na História do Brasil.
Como último suspiro, nossos nababos de colarinho-branco e nossos intelectuais de crachá estão tentando vender uma divisão bruta, de rede social, meramente entre esquerda e direita, o excelso “nós contra eles” criado pelo presidiário gastador de dinheiro alheio.
É um erro. O buraco é maior e mais embaixo. A ruptura tende a ser mais severa, porque o preço do passado é muito mais caro do que qualquer um de nós poderia imaginar e, mesmo se alcançarmos o caminho do equilíbrio, o futuro melhor só virá daqui uns 20 ou 30 anos e muitos não viverão para ver.
É triste? É sim. Mas, é a nossa dolorosa verdade. Aceite-a e ajude a construir um país melhor para seus descendentes. Negue-a e condene seus filhos e netos ao descalabro e à miséria.
É hora de ver quem tem caráter, dignidade e fé na Terra de Santa Cruz.
Helder Caldeira
Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

sábado, 25 de maio de 2019

A CANETA DO PRESIDENTE


A política brasileira nos apresenta um cenário curioso, beirando o surreal. Há poucos meses, o povo escolheu, democraticamente, os seus atuais representantes nos poderes Executivo e Legislativo. Por expressiva maioria, os eleitores rejeitaram o modelo de gestão que prevalecia há treze anos e quase destruiu o país. O candidato Jair Bolsonaro, numa inédita e avassaladora campanha, foi eleito presidente da república com uma vigorosa proposta de renovação de princípios e valores, políticos, administrativos e morais, compatíveis com o desejo de mudança claramente externado pela sociedade. Foi, reconhecidamente, um “tsunami” eleitoral em que inúmeros candidatos, muitos dos quais novatos nas lides políticas se elegeram, apenas, porque navegaram na “onda” liderada por Bolsonaro. 
Ninguém duvidava das enormes dificuldades que o novo presidente enfrentaria para neutralizar os quadrilheiros derrotados eleitoralmente, que por mais de uma década aparelharam o estado e suas instituições, em verdadeira caçada aos cofres públicos na busca de vantagens ilícitas, ora em fase de dramáticas apurações e penalizações pela Operação Lava-Jato e congêneres.
Desde a proclamação do resultado das urnas, Bolsonaro vem sendo diuturnamente atacado por opositores inconformados com a derrota e movidos, principalmente, pelo desespero da perda do governo. São os nossos conhecidos falsos democratas, que não admitem, sequer, o princípio salutar da alternância de poder. Durante treze anos enganaram, durante o dia, o nosso povo bom e simples, para roubá-lo na calada da noite. 
Esses ataques ao presidente, inclementes e quase sempre sórdidos, deveriam encontrar forte resistência nos novos representantes do povo, eleitos “nos ombros” de Bolsonaro. Talvez “no colo” fosse até a expressão mais adequada. Entretanto, à exceção de uns poucos “guerreiros(as)”, a maioria se mantém num silêncio quase total, que se nos afigura como verdadeira traição política. Seus deveres morais – e até pessoais – os obrigariam a sair em defesa do presidente, que em última análise, propiciou as suas vitórias eleitorais. Ao reverso, muitos deles, além da ingratidão política, ainda se posicionam contrariamente às propostas governamentais. Nesse contexto estão governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Deveriam formar uma sólida linha de defesa do presidente e da sua equipe. Muitos deles, infelizmente, parecem que optaram pela “velha política”, olvidando que os eleitores estão atentos às suas traições. O presidente Bolsonaro, um cidadão idealista, simples e honrado, vê-se obrigado a se expor em contraditas e confrontos diários, já que seus “aliados” se acovardam e se omitem diante dos impropérios de uma oposição sinistra e destrutiva. 
Também nos surpreendem as tímidas reações de alguns ministros e membros dos primeiros escalões governamentais diante do cerrado fogo inimigo. Afinal, são membros de uma equipe cujo líder está sob ataque constante. Era de se esperar que fossem bem mais aguerridos na defesa do presidente.
A oposição não renega seu passado. Ofensas, baixarias, falsidades e outras posturas indecorosas compõem o seu vasto arsenal. Reitero que o nefasto “trabalho” da oposição está grandemente facilitado, eis que poucos são os nossos dispostos a enfrenta-los à altura. Por outro lado, são evidentes as manobras para inviabilizar as ações governamentais. Desde a postura de “agentes duplos”, como dos presidentes da Câmara e do Senado, até a duvidosa imparcialidade e juridicidade dos julgamentos das cortes superiores de justiça, em especial do Supremo Tribunal Federal. 
O recente desabafo do presidente Bolsonaro, revela a angústia do chefe do Executivo por todo esse cenário que o está impedindo de promover as medidas clamadas pelo povo brasileiro. Há um vasto repertório de possíveis ações da oposição para inviabilizar a nova gestão. Vão do “impeachment” presidencial até a implantação de um curioso e hilário “parlamentarismo presidencialista” tupiniquim. Passando, absurdamente, pela possibilidade de uma renúncia do presidente.

Ao final deste artigo, faço um apelo ao presidente Bolsonaro. Use com inteligência o seu perfil de nobre guerreiro. Afinal, o senhor tem a legitimidade e a legalidade que o povo lhe outorgou. Não caia nas armadilhas de uma oposição impatriótica, irresponsável e inconsequente. Mantenha a postura presidencial e EXIJA de seus comandados e aliados o enfrentamento DIRETO com os adversários do Brasil. O presidente da república não pode tudo, é verdade. Mas pode muito. O ataque ainda é a melhor defesa. Mostre à sociedade os crimes cometidos pelos que lhe caluniam. Abra, urgentemente, todas as “caixas-pretas”. Inclusive e especialmente, da mídia. E, sobretudo, USE A CANETA, presidente.
“BRASIL ACIMA DE TUDO. DEUS ACIMA DE TODOS”
*o autor é historiador, oficial R/2 do Exército Brasileiro, Patrono do Conselho Nacional de Oficiais da Reserva, Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto Histórico de Petrópolis. O artigo não representa, necessariamente, o pensamento das entidades mencionadas.

Sérgio Pinto Monteiro, Oficial R/2 do Exército Brasileiro

quinta-feira, 23 de maio de 2019

A ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO


A Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme) criou, desde 1989, um ano após a promulgação da atual Constituição, programa intitulado Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx), para aperfeiçoamento de coronéis. Quando da sua criação, na linha da Constituição democrática aprovada em 5 de outubro do ano anterior, a intenção foi escolher coronéis que pudessem ser nomeados generais ao fim do curso, fazendo-os passar um ano na escola situada na Praia Vermelha estudando questões de natureza constitucional, econômica, social e política, com professores universitários, especialistas e autoridades dos Três Poderes.
 Comecei a lecionar na Eceme em 1990 e este ano completei 30 anos, proferindo palestras no CPEAEx e transmitindo a seus participantes conhecimentos na área de minha titulação acadêmica (Direito Constitucional), embora não poucas vezes discutindo as grandes questões econômicas, sociais e políticas.
A maioria dos generais veio do CPEAEx, muito embora possam alguns deles ter cursado idêntico programa na Escola de Guerra Naval ou na Escola da Aeronáutica, visto que na Eceme todo o ano recebemos um capitão de mar e guerra (Marinha) e um coronel da Aeronáutica, o mesmo ocorrendo com as duas escolas das outras Armas (Guerra Naval e Aeronáutica), que recebem um coronel do Exército.
Um dos aspectos mais relevantes desse curso – em que os coronéis passam a conhecer em profundidade os grandes desafios do País, internos e externos, e a debatê-los – é a plena consciência que todos eles têm de que o Exército é uma instituição do Estado a serviço do povo e da Constituição. Minha experiência é de que servem à democracia, no interesse da Nação, sem nenhum viés ideológico, pois distinguem o que são as correntes políticas, com seu necessário conteúdo ideológico, do que possam ser as funções próprias de um Estado organizado de Direito, ou seja, uma democracia. Sabem que são uma instituição do Estado, mais que do governo, a serviço não desta ou daquela ideologia, mas a serviço da Constituição e da democracia.
Não sem razão o artigo 142 da Lei Suprema – assim redigido: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem” – dá às instituições armadas as funções de defesa da Pátria, de garantir os Poderes constitucionais e de reposição da lei e da ordem, se solicitação houver de qualquer dos três Poderes.
Percebe-se que o constituinte, sabiamente, ao hospedar o Estado Democrático de Direito com seus fundamentos no artigo 1.º da Carta da República, e alicerçá-lo na harmonia e independência dos Poderes no artigo 2.º, outorgou às Forças Armadas as tarefas de garantir, de um lado, a democracia, em eventual crise, e de repor a lei e a ordem em eventual conflito entre os Poderes.
À evidência, a defesa da Pátria – o vocábulo aparece com toda a sua densidade ôntica na Carta da República ao tratar das Forças Armadas – contra o inimigo externo é sua principal função. Tanto é que o Título V da Constituição tem por denominação Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas, cuidando dos mecanismos para superação de crises (estado de defesa e estado de sítio) e das instituições para garantirem a democracia (Forças Armadas e forças de segurança pública).
Aricê Amaral Santos denominava esse título de “direito constitucional das crises”, pois uma democracia sem defesa fica à mercê de salvadores da pátria e de ditadores potenciais, como se pode ver atualmente na Venezuela, onde sua Constituição, que garante a democracia e os direitos individuais, não tem mecanismos e salvaguardas contra a ditadura.
Percebe-se, portanto, que a mais democrática Constituição do Brasil, amplamente discutida por constituintes e pela sociedade – nos primeiros meses, os constituintes apenas ouviram professores universitários, líderes empresariais e sindicais, além de especialistas sobre os temas escolhidos para integrarem a Carta Maior –, outorgou às Forças Armadas o supremo papel de garantir as instituições e repor a lei e a ordem, a pedido de qualquer dos Poderes, se forem tisnados em conflito não democrático.
Foi esse o espírito que levou à criação do CPEAEx, para os coronéis de cujas turmas sairão promoções a general de brigada, não só porque, de um lado, têm a oportunidade de obter mais elementos para compreender a conjuntura nacional e internacional, como, de outro, por serem servidores permanentes da Carta Magna.
Esse perfil das Forças Armadas – nos dias atuais, de pouco conhecimento da população e da imprensa – corresponde à realidade nacional, tendo eu a plena convicção, como velho advogado e professor de Direito, de que, sendo as guardiãs da democracia e da Constituição, estão, cultural e moralmente, preparadas para o exercício de sua relevantíssima função, a fim de que os Poderes políticos, escolhidos pelo povo (Legislativo e Executivo), e o Poder técnico, escolhido em concurso ou nos termos da Lei Suprema (Judiciário), tenham plena garantia de que suas funções serão constitucionalmente protegidas, para o bem da democracia brasileira.
Quando Ulysses Guimarães, num arroubo pouco técnico, mas impregnado da real vontade popular, declarou que a Constituição brasileira era uma “Constituição cidadã”, desenhou o verdadeiro panorama da atual República, que, nada obstante as crises por que passou, fundamentada está num texto, muitas vezes criticado por sua adiposidade e constante necessidade de reajustes, mas não no que diz respeito à estabilidade das instituições e à garantia dos direitos individuais.
Uma democracia sem defesa fica à mercê de salvadores da pátria e de ditadores potenciais.


Ives Gandra da Silva Martins, Professor Emérito da Universidade Mackenzie, da ECEME e da Esg.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

IDIOTA ÚTIL, VOCÊ SABE O QUE É ISSO?

QUEM CRIOU ESSE TERMO? QUANDO FOI CRIADO E POR QUE?


O termo IDIOTA ÚTIL foi criado por Vladimir I. Lênin, um dos líderes maiores da revolução comunista Russa.
IDIOTA ÚTIL são aqueles indivíduos que estão à frente de manifestações, propaganda e movimentos socialistas/comunistas em todos os países onde o câncer comunista está se apoderando. Defendem com unhas e dentes algo que o partido comunista e, no caso do Brasil, o próprio governo lhes diz ser a verdade absoluta. Não conseguem enxergar com seus próprios olhos a realidade à sua frente. 

Lênin, em outros trechos de seus escritos deixou claro que, após a tomada total de uma nação pelo comunismo, os IDIOTA ÚTEIS seriam os primeiros a gritarem que não era assim o apregoado pelos líderes vermelhos. Quando suas benesses, bolsas-famílias, proteção do estado e demais vantagens começarem a lhes serem tomadas, os IDIOTAS ÚTEIS verão a armadilha em que caíram. Assim, Lênin instruiu para que, assim que os IDIOTAS ÚTEIS começassem a gritar e a se lamentar o seu erro, deveriam serem exterminados, “sem piedade”, dizia claramente o líder comunista russo. Isso para evitar a tentativa de uma contra-revolução.

Dizia Lênin: “quando descobrirem o engodo em que caíram, sendo usados como massa de manobra, se revoltarão, mas usem da força e do aniquilamento físico. Não deverão escapar da execução, nas suas mais diversas formas, pois representarão o maior perigo real pós-tomada do poder”.
Sem utilidade, os IDIOTAS ÚTEIS, foram dizimados em todas as revoluções comunistas:
Rússia………….1917
China……………1949
Cuba…………….1959
Venezuela……..em curso, os IDIOTAS ÚTEIS estão sendo dizimados, a partir das Universidades.

Esta sempre foi a cara do comunismo. O problema é que no Brasil, com a ideologia comunista no estilo Gramscista, esta verdade ficou encoberta, camuflada, principalmente dos estudantes.
MENTIR, ENGANAR, ROUBAR, DESTRUIR E ASSASSINAR sempre foi as armas utilizadas pelo comunismo para abocanhar o poder total das nações.
Aqui no Brasil caminhamos para essa mesma e triste realidade.

domingo, 19 de maio de 2019

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

"Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!", afirmou o presidente.


Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, "sem jeito" com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal "presidencialismo de coalizão", o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.


Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.


Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos"?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.


Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.


Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: "Sell".

Autor desconhecido


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Somos todos Bolsonaro!


As derrotas de ontem e de hoje não foram do governo Bolsonaro ! 

Elas foram de um pobre país chamado Brasil ! Se vc não gosta de Bolsonaro, não tem problema. Eu nem gostava (mas agora tenho nele a última esperança, o que explicarei mais abaixo). 


Mas tente seguir meu raciocínio: o STF decidiu que as assembleias legislativas podem revogar as decisões judiciais que determinavam a prisão dos deputados estaduais, ou seja, se a Assembléia do Rio de Janeiro quiser (e vai querer, é óbvio) poderá mandar soltar 05 deputados estaduais que atualmente estão presos por roubalheira indiscriminada (e eles passarão a votar as leis para o glorioso Estado do Rio de Janeiro). 


Hoje, deputados federais e senadores decidiram que o COAF (órgão que investiga operações financeiras estranhas, fora da normalidade) não poderá ficar no Ministério da Justiça, mas sim no da Economia (apesar de o Moro querer isso para ajudar no combate aos crimes financeiros e o Paulo Guedes dizer que não precisa desse órgão em sua pasta). 


Para completar, ainda mandaram a FUNAI de volta para o MJ (só porque o Moro não queria), retirando-a do Ministério dos Direitos Humanos (porque a Damares queria). 


Como se não bastasse, ainda decidiram que os auditores fiscais não podem informar ao Ministério Público o aumento injustificado de patrimônio, o que poderia gerar no MP o desejo de investigar as razões de surgimento de ricos sem lastro. 


E para fechar com chave de ouro, o STF (sempre ele) confirmou o famigerado indulto de Temer, ou seja, aquele que deixa até corrupto sair antes da cadeia (será que estão preparando o terreno para alguém ?!). 

Como disse acima, não foi o Bolsonaro, o Moro, o Paulo Guedes nem a Damares que perderam. Foi o Brasil ! Notem que a imprensa chega a vibrar com essas medidas absurdas contrárias à sociedade. 

Há um complô claramente articulado contra aqueles que querem passar o Brasil a limpo. Neste momento, nossa última fronteira é o Bolsonaro, com todas as suas limitações, com todos os seus defeitos. É nele que deposito a minha esperança, a minha fé. 


Se o Bolsonaro perder, fique certo que vc não terá mais um país para chamar de seu. Ele será de uma corja de ladrões, os quais sugarão até a última gota de sua riqueza para depois gozarem de sua cara com muita lagosta e vinhos que tenham pelo menos quatro premiações internacionais ! 

Roberto Trigueiro Fontes - Advogado

A todos os brasileiros amigos de Israel.

Mensagem do Excelentíssimo Senhor Embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, a todos os brasileiros amigos de Israel.


Caros amigos, desde ontem estamos dia e noite sob ataques terroristas em Israel.
Até o momento, já foram lançados mais de 450 foguetes partindo da FAIXA DE GAZA para regiões onde residem cidadãos civis.
O alvo tem sido direcionado não para bases militares, mas para escolas, residências e comércio com o propósito de fazer com que crianças, jovens e adultos sejam mortalmente atingidos.
Também é importante dizer que os mísseis vindo do lado de lá estão sendo lançados de dentro de mesquitas, escolas, hospitais e residências civis, utilizando uma estratégia moralmente condenável contra o seu próprio povo com o intuito de forçar o exército israelense a revidar nesses pontos sem nos dar escolha de poupar vidas de inocentes que nada tem a ver com isso.
Já contabilizamos mais de 56 feridos e 5 mortes, mas este número segue crescendo e poderia ter sido muito maior se não contássemos com um aparato tecnológico que nos permite interceptar com eficiência um grande número de mísseis.
Hamas está atacando Israel e as Forças de Defesa de Israel se preparam para o contra-ataque. Neste momento a IDF já está realizando uma série de operações aéreas em Gaza e o Hamas está ameaçando bombardear o centro do país.


O ódio do Hamas a Israel segue sem limites e sem que o mundo entenda o seu real perigo. Nós só podemos fazer a única coisa possível: Nos defender!
Mesmo que o nosso direito a defesa seja amplamente distorcido por aqueles que não compreendem o que é estar na pele de um cidadão israelense.
No dia de hoje, um míssil caiu a 500 metros de minha casa em Be’er-Sheva. Vocês podem imaginar como me sinto sabendo o que minha família e todos os israelenses estão passando?
Infelizmente, a mídia não tem mostrado quase nada sobre nossa real situação, e nossos direitos a uma vida normal seguem sendo esmagados por organizações terroristas assassinas.
O silêncio do mundo também nos entristece, já passamos por isso antes e sabemos como termina...
Para nossa angústia, a resolução proposta pelos EUA e com o apoio do Brasil, da Austrália, da Hungria e de mais 26 países de diferentes continentes, que condenava o Hamas por ataques contínuos e por incitar violência contra cidadãos civis israelenses, não foi aprovada pela ONU. Quem olhará por nós se não nós mesmos?
Neste momento tão delicado, peço que o povo brasileiro procure saber a verdade e que não se deixe enganar por propagandas enganosas que insistem em nos acusar de responsáveis pelo ódio.
Agradeço imensamente se puderem divulgar em suas redes sociais com informações verdadeiras sobre a nossa real situação e que continuem junto a nós no combate ao ódio a Israel e ao seu povo, propagado não só pelo Hamas, mas também pelo Hezbolah e pela Jihad Islâmica.
O ódio jamais vencerá a verdade! Precisamos de vocês, Estamos juntos! ????????????????? Muito obrigado! Toda raba!
Yossi Shelley, Embaixador de Israel no Brasil

quarta-feira, 15 de maio de 2019

A ditadura da sucuri de duas cabeças.



O povo e o governo Bolsonaro encontram-se sequestrados por uma sucuri de duas cabeças: uma responde pelo codinome de Suprema Casa da Mãe Joana e a outra é conhecida como o Covil de Ali Babá e seus 594 ladrões (tudo bem, alguns não merecem essa qualificação).

Desde que delineou-se a vitória do Presidente Jair Bolsonaro, as duas cabeças fundiram-se em um só corpo, para forjarem a defesa mútua e enfrentarem a cruzada pela moralização que a sociedade escolheu e estava a exigir. Enquanto as cabeças engendravam planos para salvar suas peles, o corpo serpenteava ao redor da presa, aguardando as oportunidades para envolvê-la em seu abraço letal.

A primeira e desesperada tentativa veio por meio de um golpe de faca, que não foi suficiente para eliminar o Mito. Ao contrário, aumentou-lhe o prestígio e a certeza de que o inimigo estava disposto a tudo para evitar a sua debacle.

Frustrada a investida com arma branca, restaram-lhe as armas sujas que frequentemente usam: o boicote, as tramas de bastidores, as fofocas, as pautas-bomba, as liminares e toda sorte de atos deploráveis nos quais são especialistas.
Iniciado o período de governo, houve uma trégua devido aos recessos parlamentar e judicial (essa folga remunerada é injustificável, especialmente em ano de transição de governo).

Logo veio o primeiro golpe baixo: a eleição de dois investigados pela outra cabeça da sucuri para exercer as presidências da Câmara e do Senado, que rapidamente mostraram a que vieram, votando matérias contra o governo na calada da noite, arquivando CPI contra o judiciário e muitas outras manobras na contra-mão dos anseios da sociedade. Estava montado o circo e a sucuri começava a apertar o seu abraço letal.

As mais recentes demonstrações do “amigo chileno” foram a nomeação de um comunista e um socialista, respectivamente, para presidir e relatar na Comissão Especial que irá discutir o mérito da reforma da previdência, crucial para a retomada do crescimento do País; a aprovação do orçamento impositivo na calada da noite; e a retirada do COAF do comando do Ministro Sérgio Moro, privilegiando a corrupção.

Já a outra cabeça da sucuri, além de diversas solturas de padrinhos, tirou da lava-jato a ação sobre os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, que passam a ser julgados na Justiça Eleitoral, quando estiverem relacionados a caixa 2 de campanha. Não satisfeitos, validaram as benesses de um indulto natalino obsceno concedido por um ex-presidente ladrão, ao final do seu mandato, reforçando a impunidade e aplicando golpe mortal à luta contra a corrupção sistêmica que assola o País, especialmente naqueles dois poderes.

Chegamos à beira do despenhadeiro e, no momento em que conseguimos fazer meia-volta e começamos a nos afastar dele, parte do Legislativo e do Judiciário tenta nos encurralar e fazer retroceder em direção ao abismo.

Nessa toada, seremos obrigados a escolher entre o bem da Nação e o mergulho na escuridão. 

Moisés usou seu cajado divino para abrir a imensidão do mar ao seu povo. Nosso cajado não tem tal poder, mas aproxima-se o momento em que terá que ser usado, ou a sucuri nos esmagará e o vermelho que hoje colore artificialmente o Nordeste poderá vir a manchar profundamente as cores do nosso pavilhão.

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS!

MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ