quarta-feira, 8 de maio de 2019

Quando o crime se sente intimidado, recorre ao PSOL.


A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia do Rio (Alerj), deputada Renata Souza (PSOL), denunciou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), à Organização das Nações Unidas (ONU).
Renata enviou um documento para o organismo internacional nesta terça-feira (7). Ela já tinha encaminhado pedido semelhante para a Organização dos Estados Americanos (OEA).
A deputada pediu aos organismos que solicitem das autoridades brasileiras uma declaração a respeito dos fatos apresentados e tomem as providências.
O documento assinado pela parlamentar cita os disparos feitos por um policial do helicóptero onde o governador postou um vídeo, no último sábado (4), em Angra dos Reis, Costa Verde. A denúncia ressalta que o governador lidera pessoalmente uma política de massacre.
O texto afirma que a política de segurança pública de Witzel "está cada vez mais militarizada, com o uso de drones, helicópteros e carros blindados, além da técnica de snipers".

Em nota, Witzel afirma que não recebeu nenhuma notificação da ONU e que a operação em Angra — ocorrida no sábado (4) — foi de reconhecimento em áreas atingidas pela criminalidade. O governador alega também que não houve vítimas.



Não é novidade a situação que se encontra a antes paradisíaca Costa Verde, antes localidades tranquilas estão hoje infestadas pelo tráfico de drogas e suas poderosas armas de guerra. Até então somente os moradores denunciavam, estando os políticos esquerdistas da ALERJ surdos e mudos, só espreitando o aumento de território e consequentemente financeiro de seus protegidos.

Recentemente vimos a brilhante operação da Polícia Civil na Maré, quando vasto arsenal, munições e drogas foram apreendidos com um saldo de oito narco terroristas traficantes mortos em confronto com a polícia. Foi o suficiente para o PSOL se assanhar contra os agentes de Segurança Pública.


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