segunda-feira, 3 de junho de 2019

POLICIAL É CONDENADO A 23 ANOS DE OMISSÃO DIANTE DO CRIME

Trata-se da condenação do PRF Ricardo Su Moon a uma pena de 23 anos de reclusão. Vamos aos fatos.


O Caso do PRF Ricardo Su Moon

'Se o réu for absolvido, aquela mãe vai ver que justiça não existe', diz promotora em julgamento de PRF.
Promotora Lívia Carla dirigiu-se aos jurados mencionando a mãe do empresário Adriano Corrêa do Nascimento — Foto: Jaqueline Naujorks/G1 MS



O PRF Moon acordou as 5 da manhã para mais um dia de trabalho e, no seu carro, seguia tranquilamente para o posto da PRF, uniformizado para seu plantão de 24 horas. No meio do caminho uma hilux em alta velocidade muda de faixa e quase o atinge. Diante da infração flagrante e do iminente risco de uma tragédia, o PRF Moon, com seu instinto policial e dever de agir, segue o veículo enquanto liga para a PM pedindo uma viatura para interceptar o infrator antes de um acidente.

Instantes depois, Moon alcança o veículo e no intuito de pará-lo toma sua frente se identificando como PRF e ordenando a parada do mesmo e o desembarque do condutor para que o este aguardasse a PM, com quem falava ao telefone. Inicia-se uma discussão gravada pela central da PM e então, o condutor do veículo acelera diretamente na direção do policial no intuito de atropelá-lo e fugir. O PRF atira para se defender, enquanto está atropelado sob o capô da Hilux.

O condutor, devido a sua imprudência e atitude, infelizmente, morre. Exames comprovaram posteriormente uso de álcool e DROGAS ILÍCITAS por parte do condutor, que voltava com outras pessoas após uma noite em uma boate. Câmeras filmaram o veículo infrator em alta velocidade nas ruas da cidade, antes do encontro fatal com o PRF Herói. O condutor da hilux tinha um processo por furto de energia e outro por agressão, inclusive com medida protetiva para não se aproximar da vítima. O policial era condecorado pela instituição.


Ricardo Su Moon foi condenado a 23 anos e 4 meses pela morte do empresário Adriano Corrêa do Nascimento — Foto: Jaqueline Naujorks/G1 MS

Hoje, a promotora LÍVIA CARLA GUADANHIM BARIANI (para descrição do julgament ver nota do G1 abaixo), acusou, e a justiça do MS condenou o PRF a uma pena de 23 anos de reclusão. Uma fala curiosa da promotora no julgamento é a comparação das condecorações do PRF Moon com o caso da vereadora Marielle. Segundo ela, policiais condecorados executaram a vereadora, (insinuando criminosamente que o PRF Moon executou deliberadamente o empresário).


O caso noticiado pelo G1 (GLOBO)

Estaria o PRF Ricardo Su Moon pagando pelo crime cometido contra a vereadora? Estaria o PRF Moon sendo vítima da ideologia perversa anti policial? 

Outra fala curiosa da promotora Lívia foi a de que o policial “sofre de síndrome de autoridade”.

Ué, mas policial não é autoridade? Segundo ela, não, isso seria uma síndrome, uma doença. Não é só isso, segundo a mesma promotora: “policial que procura o perigo, não pode alegar legítima defesa” (essa asneira me lembra de uma outra jurista que falou que o policial “só podia reagir depois que tivesse sido atingido”. Alguém já viu morto reagir?)

A pena recebida pelo PRF é maior do que a da mulher que esquartejou o marido e empresário Matsunaga (16 ANOS); Maior do que a do goleiro Bruno que matou e jogou aos cães a mãe do seu filho ( 20 ANOS); Maior do que o casal Nardoni que matou cruelmente uma criança (18 anos) e maior do que muitos casos de homicidas de policiais brasil a fora.

Qual o recado da justiça para os policiais com essa condenação, se não o recado para se omitirem? O que você faria em uma situação dessas sendo policial? “deixa ir embora” “deixa pra lá, se matar uma família, matou”. Essa é a polícia que a sociedade quer?

Um caso similar a esse nos EUA teria um desfecho de homenagem e condecoração ao policial, por ter evitado uma tragédia no trânsito. Aqui temos uma condenação de todos os policiais à omissão eterna. A cada dia é maior o número de policiais amordaçados contra o crime e deixando a população vulnerável. Chegamos no fundo do poço. O PRF Moon recorrerá aos tribunais superiores, mas sem muita esperança na justiça.

Que o povo brasileiro faça seu julgamento e ajude sua polícia.


Autor: Policial amordaçado, Defesa net

4 comentários:

  1. Esta promotora é de esquerda. Eu gostaria de saber o que ela sentiria se crusasse com este empresário em um acidente e ela perdesse um ente querido?

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  2. Isso é uma injustiça ! Vergonha pra justiça Brasiler, esse policial merecia receber uma condecorcao pois o empresários que morreu estava armamdo, pois, que dirigi um carro alcoolizado, possuem uma arma letal.

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  3. Hoje o certo é o errado, e o errado é o certo... Invernções de valores. É um tapa na cara das pessoas de bem...

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  4. Que Deus faça com que aconteça a verdadeira justiça
    Eu particularmente estou do lado do policial e se foi tudo conforme a historia mereceria uma honrarias das melhores possiveis

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