terça-feira, 30 de julho de 2019

PRECISAMOS ADMITIR: NÓS FOMOS COVARDES!



Passamos – e as nossas famílias – pelo governo da esquerda durante 16 anos de nossas vidas!
16 anos não é pouco – para muitos é uma vida inteira ou a metade dela.



Esse governo passou em brancas nuvens, SEM OPOSIÇÃO. Fez o que quis, “deitou e rolou” com o dinheiro público – e com a nossa anuência covarde! Acreditávamos e esperávamos, burramente, que o PSDB, ou outros partidos, lhe fizesse oposição. Isso nunca aconteceu, naturalmente, porque são cúmplices de tudo.


- Assistimos ao processo do Mensalão, estarrecidos, mas de camarote, esperando que a Justiça fizesse justiça.
- Ficamos pasmos ao ver os criminosos, “guerreiros do povo brasileiro”, com o punho ao alto, desafiando a Justiça e os brasileiros que prestam. Mas foi uma indignação silenciosa.
- Vimos o inchaço dos ministérios e órgãos públicos com pessoas incompetentes e corrompidas. Sofremos com eles, mas ficamos calados.
- Vimos nossas escolas e hospitais se deteriorarem e nosso povo sofrido ser torturado. Nos indignamos, mas nada fizemos.
- Vimos a compra e venda abomináveis e inconstitucionais de apoios de parlamentares a medidas funestas. Mas não reagimos.
- Vimos os filhos do Lula enriquecerem absurdamente e instantaneamente, mas nos calamos diante da explicação mais absurda ainda, risível e cúmplice do pai.
- Vimos a inércia do Governo petista, que se furtou a peitar as reformas estruturais tão necessárias ao país (agrária, política, do trabalho, da previdência) porque seriam impopulares e poderiam entravar seu “projeto de poder”. Mas ficamos só observando…
- Vimos o Lula receber títulos de “doutor honoris causa” pelo mundo afora, sem nada entender, porque esse senhor se arvorava de ser analfabeto e lançou um tal programa “fome zero” que foi só engodo. Mas ficamos quietos.
- Vimos a Dilma expelir suas insanidades e idiotices, num português miserável, mas só nos divertimos com isso.
- Vimos nossos pobres ficarem endividados até os fios de cabelo, devido a uma medida populista e demagógica do governo, que lhes “garantiu” as dívidas e os abandonou.
- Vimos os princípios e valores éticos e morais mais caros à família brasileira serem vilipendiados, estuprados, debochados e combatidos pelos “progressistas”. Mas não brigamos por eles.
- Enfim, nós assistimos e não reagimos à ruína social, moral, econômica e cultural de nosso país.
NÓS FOMOS COVARDES!


Foi preciso que um corajoso e iluminado juiz federal de primeira instância, de Curitiba, e um militar parlamentar rebelde e igualmente corajoso de 3o. escalão do Exército (em quem, confesso, não depunha muita fé) nos despertassem e nos encorajassem a nos rebelar contra o status quo que nos fazia sofrer e destruía nosso país.
Não os tenho como deuses infalíveis. Eles hão de errar certamente – e eu lhes permito, porque sei que não terão nenhum problema em corrigir suas falhas. São seres humanos que acertam e erram. Mas são dignos da minha mais profunda reverência pelo que são e pelo que fazem, pelo seu caráter e pela sua idoneidade.

Peço a Deus que os proteja e ilumine!

Leila Salomão Jacob Bisinoto, Professora,


terça-feira, 23 de julho de 2019

Bolsonaro, a guerra cultural e a nota de repúdio da Rede Globo.


Durante mais de 35 anos, a esquerda e extrema-esquerda brasileira teve a HEGEMONIA no jornalismo, na academia e na cultura. Ela saiu da derrota da luta armada direto para a vitória incontestável no setor.

Pois só dos últimos dias para cá, temos:

1) Esquerda reclamando porque Bolsonaro está “interferindo” nas universidades federais e substituindo reitores.

2) Rede Globo lendo “nota de repúdio” em favor de Míriam Leitão, declarando que o presidente errou ao dizer que ela participou da luta armada, esclarecendo que na verdade ela era ativista do Partido Comunista e que não desejava integrar a luta armada, mas apenas participava da publicidade do grupo terrorista ao qual era vinculada*.

3) Jornalistas estrangeiros escutando do Presidente da República a afirmação de que o PT desejava regulamantar a mídia, e que, da parte dele, Jair Bolsonaro, o povo sempre terá a liberdade para se pronunciar como quiser, mesmo que seja para criticá-lo, ou para denunciar, pelas redes sociais, as mentiras que a imprensa publica.

4) ANCINE reclamando porque a partir de agora o Governo será criterioso com o uso do dinheiro do povo, na hora de selecionar os projetos cinematográficos a serem financiados pelo Estado.

5) Mídia “mainstream” falando sobre “perseguição“ do Governo Federal, apenas porque está sendo desmascarada nas narrativas que criou, e que foi repetida, incessantemente, durante anos a fio.

Pela primeira vez em todos esses anos, entramos em campo de fato para lutar a Guerra Cultural. E com as batalhas que já vencemos, não existe mais a HEGEMONIA da Esquerda.

O caminho é longo ainda, mas agora existe um adversário para o nosso oponente - e ele já está sentindo o baque, ja está acusando a porrada.

Nota sobre a Míriam Leitão: como se alguém que apenas embalasse o saquinho de cocaína para o traficante vender não fosse também traficante, ou que apenas dirigisse o carro para a dupla que roubasse o banco também não fosse assaltante.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Flavio Dino, o pior da política brasileira.


Flavio Dino do Partido Comunista do Brasil, como todo vermelho, é um mentiroso e cara de peroba.

Prometeu tirar os nomes das cidades maranhenses do rol das 100 cidades mais miseráveis do Brasil, e isso está no vídeo e não pode ser negado.


Flavio Dino persegue quem não é socialista dentro do seu Estado e muitas cidades não viram a cor do dinheiro, porque seus prefeitos não querem compactuar roubando com esse comunista.

sábado, 20 de julho de 2019

Só a perda de liberdade não basta.


A condenação com encarceramento é muito pouco para quem, com esse roubo, ainda está matando e deixando sem tratamento de ponta a família policial militar, por ganância e a certeza da impunidade.

Seis oficiais da Polícia Militar foram condenados pelo Conselho Especial de Sentença da Auditoria da Justiça Militar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a penas que variam de três a 12 anos de prisão. Entre os condenados está o coronel Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe de Estado Maior da corporação.

Queremos a expulsão dos quadros da minha Polícia Militar, devolução dos recursos desviados aos cofres do FUSPOM, em torno de R$ 4 milhões, para que os vindouros não pensem em botar a mão no nosso dinheiro.

Ten PMERJ Nilton da Silva, sempre com a PMERJ

Não quero dizer que é o caso de desvio, mas não concordo também com a confecção de aproximadamente 60.000 carteiras do FUSPOM para Veteranos e Ativos, já que com a CNH ou outro documento com foto e CPF são suficientes para sermos identificados e atendidos nos órgãos de saúde da PMERJ, sendo a justificativa da DGS para a confecção dessas carteiras, a dispensa da identidade funcional no atendimento e no seu deslocamento de casa para os órgãos de saúde da PMERJ.

Tenente PMERJ Nilton da Silva

Os diversos acharques a verba do FUSPOM, que é o fundo que custeia as despesas da saúde na PMERJ, sofreram diversos ataques substanciais. Homens em comando, que deveriam zelar pela saúde de seus comandados, foram os responsáveis por esses ROUBOS, que certamente levou a óbito militares feridos em combate por não haver custeio para o tratamento de seus ferimentos. A condenação é bem vinda, mas, o retorno dessas verbas roubadas é imprescindível, já é dinheiro do policial militar, que contribiu mensalmente para o custeio das despesas da saúde PMERJ.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Depois de 40 Anos.

Depois de 40 Anos: Governo Bolsonaro Inicia Obras de Pavimentação da Transamazônica.


Um dos marcos do Governo Bolsonaro nesses primeiros seis meses de governo é o início das obras de pavimentação da Transamazônica. O DNIT iniciou as obras na BR-230/PA, no trecho que liga a cidade de Marabá até a divisa do Estado de Tocantins.
A pavimentação dessa estrada tem sido uma promessa dos governos anteriores nos últimos 40 anos e jamais foi cumprida. Além da pavimentação, também serão trocadas todas as pontes de madeira ao longo do trecho, que serão substituída por estruturas de concreto. 
Sites como UOL e e-farsas publicam ser mentira a pavimentação da Transamazônica pelo Governo Bolsonaro, mas, a notícia está confirmada no site DNIT, que é órgão oficial do governo. Então, estes sites que desmentes notícias oficiais, também são instrumentos propagadores de mentiras tão nocivas quanto a omissão da mídia oficial em divulgá-las.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Talíria, a deputada que pediu um minuto de silêncio pela morte de sete bandidos .


Há poucos dias, o Governador Wilson Witzel compareceu como convidado n a CCJ da Câmara dos Deputados, para prestar esclarecimentos sobre a atual política de Segurança Pública do Rio de Janeiro.
Foi atacado de maneira agressiva pela dePUTAda federal Talíria Petroni do PSOL.


Psolista se dá mal após defender bandidos na frente do governador Witzel.


Duro em seus posicionamentos, firme em suas convicções, Witzel não deixou por menos e detonou a parlamentar, defendendo a polícia e atacando a bandidagem que ela defende.
Fazendo uma busca em passado recente, o que descobrimos? Sim, a dePUTAda Talíria Petroni é a mesma que em 2017, quando vereadora em Niterói, pediu um minuto de silêncio pela morte de sete bandidos.


VEREADORA DO PSOL PEDE 1 MINUTO DE SILÊNCIO PELA MORTE DE 7 BANDIDOS.


Essa mesma dePUTAda nunca fez qualquer manifestação de solidariedade a policiais mortos em confronto com criminosos.
De que lado ela está? Claro, do mesmo lado da facção criminosa que seu partido (PSOL) defende.

O Brasil nunca ouviu tantas verdades!

O Brasil nunca ouviu tantas verdades e, para alguns, isso é difícil.


O caso brasileiro é único no mundo. É muito maior do que o Brexit, é gigante perto da eleição de Trump. Não tivemos o impacto de uma mudança radical, como a entrada em massa dos muçulmanos no Reino Unido. Não elegemos um bilionário numa eleição com dois partidos, como nos EUA. Elegemos um capitão do Exército, sem dinheiro, sem televisão, sem apoio, sem celebridades. Mostramos ao mundo a quintessência da democracia. 

Bolsonaro não baixou a cabeça. Peitou uma das maiores empresas de mídia do planeta, os artistas formadores de opinião, a elite acadêmica, as milícias sociais, a máquina estatal, o Stablishment. 
Todo o poder estabelecido convulsionava contra o candidato, numa tentativa desesperada de manter seus benefícios escusos. E, ainda assim, ele venceu. 

Gramsci, na década de 40, disse: "Não tomem quartéis, tomem escolas. Não ataquem tanques, ataquem idéias". O filósofo Socialista esqueceu, porém, que o capitalismo evolui e, com sua evolução, DEU VOZ AO POVO. A grande mídia não é mais o principal propagador de notícias. A escola não é mais o principal propagador de conhecimento. Com o advento da internet, podemos nos informar, podemos pesquisar e, principalmente, PODEMOS FALAR.

Atentaram contra a vida do presidente, deixaram-no fora dos compromissos de campanha e, de pijamas e pantufas, NÓS O ELEGEMOS. Derrubamos um plano de poder de 3 décadas, detentor de uma militância violenta e um Estado aparelhado, sem encostar em armas, sem NENHUMA intervenção. 

Tristes dos "artistas" que não vêem a beleza do movimento. Tristes dos estudantes que não vêem a importância do momento. Vocês se orgulham de fazer parte da "resistência". EU ME ORGULHO DE FAZER PARTE DA HISTÓRIA!

BRASIL ACIMA DE TUDO
DEUS ACIMA DE TODOS.🇧🇷"
Felipe Fiamenghi

Itamaraty é um órgão stalinista.


Durante o governo FHC, ele nomeou o embaixador Luis felipe Lampreta (1995-2001) para lhe auxiliar no aparelhamento do Itamaraty. No governo do PT, foi nomeado o Ministro Celso Amorim para o Ministério das Relações Exteriores, foi também para as embaixadas na Bolívia e Equador. Na gestão da Dilma, ele foi nomeado para o Ministério da Defesa em 2011-2015, que durante sua gestão, ele e o também comunista Aldo Rebelo/PCdoB, ex guerrilheiro da Ação Popular, foi também Ministro da Defesa e juntos tentaram aparelhar as Forças Armadas com a mesma ideologia comunista. Porém, encontraram um "Paredão Blindado" de pulso firme, que não baixou a guarda e não acatou ordens absurdas, tampouco  as ordens da presidANTA Dilma Rousseff. 

Esse grande patriota foi o General Eduardo Dias da Costa Villas Boas - Comandante do Exercito, general que havia sido designado pelo governo PTista para ser Adido Militar na China, onde permaneceu por mais de dez anos. No entanto, esse grande patriota nunca deixou de amar seu País e a Democracia, impediu que o PT transformasse o Brasil numa Venezuela.

Com base no viés ideológico o BNDES foi usado para despejar bilhões de dólares nos países amigos de Lula.

A nomeação do Deputado Eduardo Bolsonaro para ser Embaixador do Brasil nos EUA é um "Xeque Mate" contra os comunistas do Itamaraty.
Boina Azul

Um Embaixador é o procurador do País no exterior, ele tem que estar afinado com o governo que representa. Eduardo Bolsonaro que foi eleito com a maior votação, será transferido de uma função para outra, e essa é de confiança do Presidente.

Quando Collor nomeou seu primo Marco Aurélio para o STF não houve gritaria, agora tem a esquerda asquerosa que não aceita as mudanças.

São três candidatos do Itamaraty para a Embaixada nos EUA, todos de esquerda, então, Bolsonaro está certo! Não é nepotismo, é Patriotismo! Isso ele deveria falar em cadeia nacional de TV, calaria a boca dos esquerdopatas.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Exército agiliza obras no país e as empreiteiras se queixam.



A eficiência, honestidade e a rapidez do Exército na execução de obras de construção e reforma pelo país estão incomodando as empreiteiras, que se queixam de “concorrência desleal” por parte da corporação.
 
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, reclamou esta semana da participação do Exército Brasileiro em obras desenvolvidas pelo governo federal. “O setor da construção civil não vê com bons olhos a atuação do Exército em obras como duplicação de estradas e construção de aeroportos. Não há necessidade de os militares assumirem obras desse tipo”, disse. “O Exército é hoje a maior empreiteira do país”, reclama também João Alberto Ribeiro, presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias. Segundo ele, poucas construtoras no país têm hoje uma carteira de projetos como a executada pelos batalhões do Exército. No PAC, há 2.989 quilômetros de rodovias federais sob reparos, em construção ou restauração, com gastos previstos em R$ 2 bilhões. Destes, 745 quilômetros – ou R$ 1,8 bilhão – estão a cargo da corporação. “Isso equivale a 16% do orçamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes neste ano”, disse.

Mais de 100 militares trabalham na construção de uma rodovia no Rio Grande do Sul.

O General Jorge Ernesto Pinto Fraxe, da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC), do Departamento de Engenharia e Construção do Exército (DEC), rebateu as declarações dos representantes das empreiteiras e afirmou que “a atuação dos militares só ocorre quando é bom para o país e para a instituição”. O general declarou que “algumas das obras assumidas pelos militares eram consideradas prioritárias e estavam tendo problemas para serem tocadas pela iniciativa privada”. “A gente não pleiteia obras. Elas são oferecidas e aceitamos quando elas são importantes para o desenvolvimento do país e para nosso treinamento”, destacou. No auge das obras, 12 mil soldados atuaram na construção civil para o governo.
 
Ele lembra, por exemplo, que havia uma briga no consórcio vencedor da licitação para a duplicação da BR-101 e que as empresas fugiam do início das obras da transposição do São Francisco. A alegação para o retardamento do início das obras era que o canteiro ficava no polígono da maconha. O general conta que o Exército fez um trabalho social na área e que dois hospitais chegaram ser montados na região, para atendimento à população.
 
Obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo conduzidas pelos militares. Os militares receberam R$ 2 bilhões nos últimos três anos para executar duplicações de estradas, construção de aeroportos, preparar novos gasodutos e iniciar a transposição do Rio São Francisco. No total seriam 80 obras.

Debaixo de sol escaldante militares pavimentam a BR 163.

A transposição do São Francisco é o caso mais emblemático. Enquanto os trechos que ficaram sob a responsabilidade do Exército estão quase prontos, a parte que cabe às empresas privadas está atrasada ou paralisada. Em Floresta (PE), onde o percentual de execução não passa de 13%. Em outros lugares chega só a 16%. Nos trechos feitos pelo Exército, a obra avançou 3 vezes mais que os das empreiteiras no Eixo Norte (80% está concluída) e 5 vezes mais no Eixo Leste. Por sua vez as empresas privadas estão pedindo mais dinheiro para continuar as obras.
 
As empresas privadas, algumas delas organizadas em cartéis, depois de retardarem obras importantes para o país, de exigirem reajustes absurdos nos preços, criticam quando o Exército é acionado para garantir as obras prioritárias. Elas alegam uma suposta “concorrência desleal’. Segundo os empreiteiros, a participação expressiva dos militares “inibe o investimento e impede a geração de empregos”.
 
“O Exército não é um construtor. Quem pensa que vamos concorrer com as empresas está equivocado. Só atuamos para treinar nosso pessoal”, disse o general, que afirma que contrata empresas privadas para a construção de pontes e viadutos.
 
Os militares também fizeram obras para estatais – como as clareiras na selva para a construção do gasoduto Coari-Manaus, e para outros níveis de governo, como a atual construção do Caminho da Neve, estrada que Santa Catarina quer abrir para unir Gramado (RS) a São Joaquim (SC), favorecendo o turismo de inverno.
 
Estima-se que, quando concluídas, as obras entregues ao Exército terão um custo até 20% menor para os cofres públicos. “A corporação não pode lucrar com os serviços que presta”. Como emprega os próprios oficiais e soldados, já remunerados pelo soldo, o custo da mão de obra deixa de ser um componente do preço final da empreitada. Por tudo isso, o Exército está desempenhando um papel fundamental na infraestrutura necessária para o Brasil.
 
Adriano Benayon:  A lavagem cerebral que se faz secularmente, no Brasil e no mundo, em torno da intervenção do Estado na economia, teve êxito em convencer a maioria dos cidadãos de que a iniciativa privada deve prevalecer, e o Estado deve ficar fora de qualquer atividade na esfera produtiva e mesmo financeira.  Isso,  aliás, ajudou a reduzir a resistência as liquidações de entidades estatais e as corruptíssimas privatizações impulsionadas por Collor e por FHC.
 
Esse convencimento penetrou fundo, notadamente os da classe média, de que fazem parte os militares – trabalhados nesse sentido pela propaganda anticomunista (que confunde comunismo até com nacionalismo)  capitalizando a ojeriza ao comunismo, em função, inclusive, de serem permanentemente recordados da tentativa de revolução comunista em 1935.
 
É de notar que a intervenção do Estado na economia e, em especial, a execução de atividades industriais por meio de empresas estatais ocorre em todos os países que avançaram econômica e tecnologicamente e não apenas nos que a iniciaram a partir do regime comunista, como é o caso da China.
 
Mas a manipulação dos fatos e a desinformação faz misturar e confundir tudo, a ponto de associar toda atividade estatal a socialismo ou comunismo.
 
Curiosa e paradoxalmente, muitos militares não se dão conta de que o Exército –  Marinha e Aeronáutica também – são entes estatais, que tem realizado obras de  , infra-estrutura, em lugar de empreiteiras privadas,  com melhor qualidade e custo bem inferior.
 
Recordemos as realizações do CTA (Centro Tecnológico da Aeronáutica) e ITA (Instituto de Tecnologia da Aeronáutica) cujos trabalhos viabilizaram o surgimento da EMBRAER, de resto, como empresa estatal, depois criminosamente privatizada.
 
Na Marinha, citemos os projetos de enriquecimento de urânio e a construção do submarino nuclear, lastimavelmente prejudicados pela pressão imperial, pelo retardamento por falta de verbas e limitações nos projetos por imposição política.
 
Assim como ocorre na área militar, já ocorreu, em grande escala e em muitos setores, em estatais civis, em que persiste, embora alvejada, há muito tempo, pela artilharia imperial, a Petrobrás, cujas realizações estupendas deveriam ser melhor conhecidas de todos, se não estivéssemos num país virtualmente ocupado, material e mentalmente pela oligarquia financeira angloamericana e seus agentes.
 
Por fim, é importante ter presente que iniciativa privada e capitalismo são duas coisas completamente diferentes: se predominar o controle dos grupos financeiros e econômicos privados até sobre o Estado o que acontece é a inviabilização da iniciativa privada, ou seja, as pequenas e médias empresas veem seus mercados potenciais completamente fechados com a ocupação deles pelos carteis das grandes empresas.
 
No Brasil essa situação é ainda mais determinante da pobreza econômica e social, porque os maiores concentradores são empresas transnacionais, que desde sua implantação no País têm transferido para o exterior quantias fabulosas, múltiplos incalculáveis do valor que atribuíram falsamente a seus investimentos diretos no País.
 
Isso determinou a divida externa, que desembocou depois na interna, outro fator principal da enorme sucção de recursos do País, que, juntamente com as transferências ao exterior, causa as crises em nossa economia, cada vez mais agudas.
 
Todas essas crises estão ligadas à desnacionalização e à concentração da economia, as quais, entre outros efeitos, produziram a desindustrialização e à financeirização.



CONJECTURAS.


Sérgio moro fechou a rota de entrada de cocaína pela fronteira do Paraguai há algumas semanas. Trocou os chefes do tráfico de presídios. Estrangulou o patrimônio das facções. Ampliou as atuações nos portos, estradas e aeroportos.

Existem alguns interesses obscuros que envolvem os bastidores dos hackers. No livro "Hugo Chaves, o espectro", Leonardo Coutinho aponta o papel do Foro de São Paulo no tráfico internacional de armas russas e drogas. Em 2019 a rota cubana perdeu entorpecentes distribuídos pelo Brasil, ao ponto de estrangular a economia.

Moro está destruindo o crime organizado!! Pois é... então... ficou alguma dúvida do porque estão querendo tanto tirar o Moro do Ministério e acabar com a Lava Jato? Só os merdas que insistem em defender o PT, ainda precisam que seja desenhado.

A pergunta que não quer calar, aos senhores senadores pergunto:
"Porque convocar o Ministro Sérgio Moro para falar sobre um vazamento ilegal se vocês não convocaram o Ministro Gilmar Mendes quando vazou a gravação das conversas estranhas dele com o ex senador Aécio Neves e4 dele com o ex governador do Mato Grosso, Sinval Barbosa, ambos investigados???"

Essa pergunta deve ser divulgada massivamente! Quem sabe um Senador digno não coloque esse assunto em questão.

domingo, 14 de julho de 2019

Lembrando aos "isentos" de plantão.

Embaixadas, indicações políticas, nepotismo, Trump /Bolsonaro, monarquia e a velha hipocrisia do sistema qual a relação entre esses temas e atores?


O velho sistema acusa Bolsonaro de promover a cultura do nepotismo ao sinalizar a indicação do filho Eduardo, logo ele que tanto criticou as práticas da velha política ? 

A saber, Bolsonaro é um estrategista a moda antiga, adepto de sun tzu lança balões de ensaio e deixa a população avaliar, uma espécie de democracia direta. Além disso, existe a possibilidade real de uma troca casada com o Filho do Presidente da Maior Potência do planeta, Trump já demonstrou que caso o Brasil envie Eduardo Bolsonaro para a embaixada brasileira nos EUA ele mandaria seu próprio filho para assumir a embaixada em Brasília, um gol de placa, abrindo canal direto do Brasil com EUA, o que favoreceriam acordos comerciais, econômicos, defesa militar e cibernética , bem como, inteligência e segurança. 

Nesse contexto, vamos lembrar ao isento de plantão alguns exemplos de indicações políticas de ex presidentes que não tiveram o mesmo destaque da mídia e dos esquerdopatas :
A indicação de Itamar Franco para embaixada do Brasil em Portugal por FHC, as inúmeras indicações de Sarney para cargos na justiça do MA e a indicação de Marco Aurélio Melo ao posto de Ministro do STF , a principal indicação de um presidente durante o exercício do mandato pelo ex- Presidente Fernando Collor. Aliás, uma breve crítica aos defensores do regresso da Monarquia como modelo de Estado ; porque criticam uma indicação parental se essa é pilar do modelo, o sangue é fator preponderante para escolha de cargos tão relevantes. 

Enfim, o nepotismo nesse casos não mereceriam algum destaque? Ou não eram?
Na verdade a esquerda rumina e o velho sistema tenta empregar a velha máxima déspota para minar a credibilidade do governo. 

O velho sistema tenta suas últimas cartadas contra o Brasil, mas pela vontade da maioria dos brasileiros de bem vamos derrotar todas as narrativas e chicanas, afinal, estamos aprovando uma das matérias mais impopulares da história verde e amarela com esse novo modelo estrutural de fazer política. 

Viva o Brasil !

sábado, 13 de julho de 2019

Se ele e contra a posse de armas porque quer escolta?


Governador do Rio, Witzel ignora pedido de escolta armada de marido de Greenwald

É impressionante como os defensores do desarmamento acabam por derrubar os próprios argumentos quando precisam de escolta armada e segurança.
Foi exatamente isso que aconteceu com David Miranda, o marido de Glenn Greenwald, que solicitou escolta policial sempre que estiver se locomovendo pelo Rio de Janeiro.
Acontece que o pedido feito há mais de um mês, foi categoricamente ignorado pelo governador Wilson Witzel, ferrenho defensor do porte de armas para o cidadão.
A justificativa de Miranda é que as ameaças à sua pessoa ficaram mais frequentes após  vazamentos criminosos efetuados pelo marido. Witzel também ignorou o pedido de Talíria Petrone, que faz parte do mesmo parte de Miranda.

 
 
 
 
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