quinta-feira, 11 de julho de 2019

CARTA ABERTA A UM TAL DE TITE.

Há uma nação, há um país, todo um povo, com o que se considera objetivo comum, por trás dos símbolos brasileiros, os símbolos nacionais.


Cada vez que a seleção brasileira se reúne e entra em campo, não é um time individual, privado, de torcedores comuns: é a representação, por vários jogadores oriundos de times diversos, que promove, divulga e defende a imagem do país. Igual, são os outros profissionais de apoio, coordenação e administração da seleção brasileira.

Em campo, com a camiseta verde amarela, oficialmente eles são o Brasil, sem ideologia, sem partido, sem time, sem raça; apenas o Brasil de todos!

De mesma forma, o presidente do Brasil somente representa o Brasil, ele não representa o seu partido, a si mesmo ou qualquer outra individualidade; ele representa eu, você, nós todos, a nação.
Quando o tal de Tite, comandando a seleção brasileira, se nega a cumprimentar o Presidente da República, ele se negou a cumprimentar e reverenciar o Brasil todo.

Bolsonaro, queira eu ou você, concordando ou discordando, é o presidente e sempre e unicamente ele é o representante maior e legal do país, até o último dia de seu mandato.

A cada vez que alguém, com o privilégio e a distinção de representar o Brasil, age como individual, nega o respeito à coisa brasileira, seus símbolos e intituições, age como um canalha, um pulha, um criminoso lesa-pátria e não deve, portanto, nenhum respeito dessa nação que lhe investiu com a oportunidade de lhe representar.


Senhor Adenor Leonardo Bachi, vulgo Tite, a nação brasileira lhe dá as costas, lhe repreende e pede que se renuncie a honra de representar nossa pátria amada!

Que tenha algum caráter e vague seu posto a algum brasileiro que tenha o Brasil no peito e não no bolso!

Gilnei Moraes - Coordenador do Direita Montenegro RS

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