domingo, 14 de julho de 2019

Lembrando aos "isentos" de plantão.

Embaixadas, indicações políticas, nepotismo, Trump /Bolsonaro, monarquia e a velha hipocrisia do sistema qual a relação entre esses temas e atores?


O velho sistema acusa Bolsonaro de promover a cultura do nepotismo ao sinalizar a indicação do filho Eduardo, logo ele que tanto criticou as práticas da velha política ? 

A saber, Bolsonaro é um estrategista a moda antiga, adepto de sun tzu lança balões de ensaio e deixa a população avaliar, uma espécie de democracia direta. Além disso, existe a possibilidade real de uma troca casada com o Filho do Presidente da Maior Potência do planeta, Trump já demonstrou que caso o Brasil envie Eduardo Bolsonaro para a embaixada brasileira nos EUA ele mandaria seu próprio filho para assumir a embaixada em Brasília, um gol de placa, abrindo canal direto do Brasil com EUA, o que favoreceriam acordos comerciais, econômicos, defesa militar e cibernética , bem como, inteligência e segurança. 

Nesse contexto, vamos lembrar ao isento de plantão alguns exemplos de indicações políticas de ex presidentes que não tiveram o mesmo destaque da mídia e dos esquerdopatas :
A indicação de Itamar Franco para embaixada do Brasil em Portugal por FHC, as inúmeras indicações de Sarney para cargos na justiça do MA e a indicação de Marco Aurélio Melo ao posto de Ministro do STF , a principal indicação de um presidente durante o exercício do mandato pelo ex- Presidente Fernando Collor. Aliás, uma breve crítica aos defensores do regresso da Monarquia como modelo de Estado ; porque criticam uma indicação parental se essa é pilar do modelo, o sangue é fator preponderante para escolha de cargos tão relevantes. 

Enfim, o nepotismo nesse casos não mereceriam algum destaque? Ou não eram?
Na verdade a esquerda rumina e o velho sistema tenta empregar a velha máxima déspota para minar a credibilidade do governo. 

O velho sistema tenta suas últimas cartadas contra o Brasil, mas pela vontade da maioria dos brasileiros de bem vamos derrotar todas as narrativas e chicanas, afinal, estamos aprovando uma das matérias mais impopulares da história verde e amarela com esse novo modelo estrutural de fazer política. 

Viva o Brasil !

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