sábado, 20 de julho de 2019

Só a perda de liberdade não basta.


A condenação com encarceramento é muito pouco para quem, com esse roubo, ainda está matando e deixando sem tratamento de ponta a família policial militar, por ganância e a certeza da impunidade.

Seis oficiais da Polícia Militar foram condenados pelo Conselho Especial de Sentença da Auditoria da Justiça Militar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a penas que variam de três a 12 anos de prisão. Entre os condenados está o coronel Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe de Estado Maior da corporação.

Queremos a expulsão dos quadros da minha Polícia Militar, devolução dos recursos desviados aos cofres do FUSPOM, em torno de R$ 4 milhões, para que os vindouros não pensem em botar a mão no nosso dinheiro.

Ten PMERJ Nilton da Silva, sempre com a PMERJ

Não quero dizer que é o caso de desvio, mas não concordo também com a confecção de aproximadamente 60.000 carteiras do FUSPOM para Veteranos e Ativos, já que com a CNH ou outro documento com foto e CPF são suficientes para sermos identificados e atendidos nos órgãos de saúde da PMERJ, sendo a justificativa da DGS para a confecção dessas carteiras, a dispensa da identidade funcional no atendimento e no seu deslocamento de casa para os órgãos de saúde da PMERJ.

Tenente PMERJ Nilton da Silva

Os diversos acharques a verba do FUSPOM, que é o fundo que custeia as despesas da saúde na PMERJ, sofreram diversos ataques substanciais. Homens em comando, que deveriam zelar pela saúde de seus comandados, foram os responsáveis por esses ROUBOS, que certamente levou a óbito militares feridos em combate por não haver custeio para o tratamento de seus ferimentos. A condenação é bem vinda, mas, o retorno dessas verbas roubadas é imprescindível, já é dinheiro do policial militar, que contribiu mensalmente para o custeio das despesas da saúde PMERJ.

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